Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou gratidão ao apoio francês numa visita a Paris, afirmando o compromisso para garantir fortes garantias de segurança para a Ucrânia. Durante um jantar com o Presidente Emmanuel Macron, foi reafirmada a coordenação de posições antes de uma reunião da Coligação dos Dispostos, sublinhando o contínuo esforço em assegurar a segurança da Ucrânia num contexto de conflito contínuo com a Rússia.
    • As autoridades na região de Donetsk, na Ucrânia, relataram a morte de nove pessoas e ferimentos a sete devido a ataques russos na cidade de Kostiantynivka. Um ataque matinal causou a maior parte das vítimas, e posteriormente, forças russas realizaram novos ataques com drones atingindo veículos.
    • O Presidente norte-americano, Donald Trump, foi criticado por se associar a Vladimir Putin e a China num complexo cenário internacional que inclui a Coreia do Norte. Durante uma conferência de imprensa, Trump expressou irritação com questionamentos sobre a falta de ação contra a Rússia, salientando as sanções contra a Índia como uma medida significativa e indicando possíveis conversações futuras com Putin.
    • A Rússia continua a realizar ataques aéreos contra a Ucrânia, utilizando drones e mísseis. A última ofensiva atingiu várias infraestruturas civis, gerando ferimentos e a necessidade de resposta urgente das forças de emergência. Este incidente ocorre num momento em que a Rússia mantém o controle sobre partes significativas da cidade ucraniana de Kupyansk.

  • Encerramos aqui o liveblog desta quarta-feira. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Alemanha está pronta para financiar e treinar forças ucranianas, mas não se compromete ainda com envio de tropas

  • "NATO não funciona sem os EUA"

    Miguel Baumgartner reforça imprevisibilidade de Donald Trump e afirma que o Presidente norte-americano já percebeu que se auto-isolou. No Médio Oriente, não há fim da guerra “porque Israel não quer”.

    “NATO não funciona sem os EUA”

  • Nove mortos em ataques russos na região ucraniana de Donetsk

    As autoridades militares da região de Donetsk informaram, esta terça-feira, que nove pessoas morreram e sete ficaram feridas após vários ataques russos contra a cidade de Kostiantynivka, relata o Ukrainska Pravda.

    Segundo a administração regional, o ataque desta manhã causou oito mortos e seis feridos. Mais tarde, as forças russas voltaram a atacar, atingindo carros com drones.

  • Em Paris, Zelensky agradece apoio francês e fala em “fortes garantias de segurança” para a Ucrânia

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta terça-feira, em Paris, que “um trabalho sólido” permitirá alcançar as garantias de segurança de que o seu país necessita.

    Zelensky agradeceu “a todo o povo francês” e, em particular, a Emmanuel Macron pelo “forte apoio” à Ucrânia. O líder ucraniano chegou esta tarde à capital francesa e jantou com Macron no Palácio do Eliseu.

    “Durante o encontro com o Presidente Macron, coordenámos posições antes da reunião dos líderes da Coligação dos Dispostos, que terá lugar amanhã, e discutimos o trabalho de preparação sobre as garantias de segurança”, explicou Zelensky após a reunião, citado pela Sky News.

    “Estou convencido de que o nosso trabalho trará fortes garantias de segurança para a Ucrânia. Todos estamos a trabalhar nesse sentido”, acrescentou.

  • Marcelo sem nada a acrescentar quanto a Trump e defende coesão com Governo no apoio à Ucrânia

    O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje nada ter a acrescentar às suas palavras sobre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e defendeu que tem estado em coesão com o Governo no apoio à Ucrânia.

    Questionado pelos jornalistas sobre este assunto à saída da Fundação Champalimaud, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que disse “o que tinha a dizer” quando declarou que Donald Trump tem funcionado como “ativo soviético, ou russo”, e que o fez “com todo o cuidado do mundo, explicando que não havia nada ali de amizade, nem económico, nem social, nem político, nem ideológico”.

    “Foi da forma mais elegante do mundo. Foi só dizer: olhem isto, acontece, acontece. Acontece porque, enfim, fruto das estratégias seguidas, são opções que dão este resultado. Este resultado tem consequências, e a consequência, todos perceberam, é que há oito meses que estamos à espera de cessar-fogo e há oito meses estamos à espera de avanço muito mais rápido para a paz. Mas enfim, são estratégias que são seguidas por quem tem legitimidade para as seguir”, completou.

    “Não foi a primeira vez que eu disse. Eu nos últimos sete meses disse em várias ocasiões. Uma delas, na presença do Presidente Macron, no discurso no jantar que lhe ofereci, e ele concordou com o meu ponto de vista”, referiu.

    “Mas está dito, está dito”, reiterou o Presidente da República.

    Quanto à sua relação com o executivo PSD/CDS-PP, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que “o Governo é quem dirige a política externa” e sustentou que, “portanto, do que se trata é de o Presidente da República e o Governo acertarem, sempre que possível, as posições”. “E tem sido possível acertar. E aqui a posição era fácil, era realmente defender que quanto mais forte for a coesão de aliança do caso da Ucrânia, melhor para a Ucrânia. Quanto menos forte for, pior para a Ucrânia. E essa é a posição do Governo, é a posição do Presidente”, sustentou.

  • Macron recebe Zelensky no Palácio do Eliseu: "Europeus estão preparados" para dar garantias de segurança à Ucrânia

    Volodymyr Zelensky viajou hoje para Paris, onde vai ter uma reunião bilateral com o Presidente Emmanuel Macron, antes da videoconferência com os restantes líderes europeus da Coligação dos Dispostos, marcada para quinta-feira.

    Em declarações aos jornalistas antes da reunião no Palácio do Eliseu, o líder francês afirmou estar “muito contente” por receber o homólogo ucraniano em Paris. “Estou muito contente por o Presidente Zelensky estar aqui para trabalhar connosco e planearmos a reunião de amanhã”.

    Macron garantiu, também, que os europeus estão “preparados” para dar as garantias de segurança à Ucrânia após o fim do conflito com a Rússia e acrescentou que está ligado a Washington “ao minuto”.

    O Presidente francês destacou, ainda, que tem sido feito um trabalho “extremamente intenso” ao longo das últimas semanas e que “a segurança da Ucrânia e dos ucranianos é também a dos europeus”.

  • "Putin continua a brincar com todos ao fazer propostas inaceitáveis", diz ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou o convite de Vladimir Putin em Pequim para Zelensky ir a Moscovo, dizendo que “continua a brincar com todos ao fazer propostas que sabe serem inaceitáveis”.

    Sybiha, ainda assim, mantém a posição de que “o Presidente Zelensky está pronto para tal reunião a qualquer momento”.

    “Apenas uma pressão crescente poderá forçar a Rússia a finalmente levar a sério o processo de paz”, acrescentou o ministro numa publicação na rede social X.

  • Líderes europeus vão ligar a Trump na tarde de quinta-feira depois de reunião da "coligação das vontades"

    Depois da reunião do grupo de países da chamada “coligação das vontades”, os líderes europeus vão ligar a Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, para discutir garantias de segurança, revelou a Presidência de França.

    A cimeira, que juntará líderes como Emmanuel Macron e decorrerá de manhã em Paris, como explicou o Le Monde. Depois, pelas 14h00 na hora local (15h00 em Lisboa), terão uma chamada telefónica com o líder norte-americano.

  • Trump vai voltar a falar com Putin "nos próximos dias"

    Ainda na reunião com o Presidente da Polónia, Donald Trump revelou que vai voltar a falar com o homólogo russo, Vladimir Putin “nos próximos dias”.

    “Em breve terei uma conversa com Putin e saberei praticamente o que vamos fazer.”, disse Trump.

  • "Devia procurar um emprego novo". Trump irrita-se com jornalista polaco por questionar razão para não agir contra a Rússia

    Reunido na Sala Oval com o Presidente da Polónia, Karol Nawrocki, Donald Trump irritou-se com um jornalista polacoque o questionou sobre não ter tomado nenhuma ação apesar de ter expresso “frustração com Putin”.

    “Como é que sabe que não há ação? Com quem é que veio?”, ripostou logo o norte-americano, apontando para as sanções que impôs à Índia e que custaram “milhares de milhões de dólares”

    “Você chama isso de falta de ação, e eu ainda não fiz a fase dois nem a fase três, mas quando você diz que não há ação, acho que devia procurar um novo emprego”, acrescentou.

  • Putin diz que "há uma luz ao fundo do túnel" na guerra na Ucrânia

    O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que “há uma luz ao fundo do túnel” sobre a guerra na Ucrânia, na conferência de imprensa em Pequim.

    “Acredito que, se houver bom senso, é possível chegar a um acordo sobre uma opção aceitável ou uma forma aceitável de pôr fim a este conflito”, disse, citado pela Sky News, sublinhando que acreditam que “atual administração dos Estados Unidos que tem o desejo e a vontade de encontrar essa solução”.

    “Veremos. Caso contrário, seremos obrigados a resolver todos os nossos objetivos por meios militares”, acrescentou.

  • Putin diz que Rússia "não luta por território" na Ucrânia

    Numa conferência de imprensa em Pequim, que encerra a sua visita à China, Vladimir Putin afirmou que a Rússia não está a lutar por território na Ucrânia, cita a Sky News.

    Em relação às propostas de garantias de segurança para a Ucrânia, Putin afirmou que “todos os países precisam de ter garantias para a sua segurança, incluindo a Ucrânia”. Mas tais garantias não estarão relacionadas a uma potencial “troca de territórios” como parte de um acordo de paz.

    “Para ser honesto, não estamos a lutar por território, estamos a lutar por direitos humanos, pelos direitos das pessoas que vivem naquele território de falar o idioma russo e viver as suas tradições”, respondeu o Presidente russo.

  • "Deixem Zelensky vir a Moscovo", diz Putin

    Em declarações numa conferência de imprensa em Pequim, Vladimir Putin falou sobre um potencial encontro com Volodymyr Zelensky. “Nunca excluí a possibilidade de encontrá-lo. Mas faz sentido encontrar-me com ele?”, questionou o Presidente russo, em declarações citadas pelo The Guardian.

    Putin então sugeriu que o mandato de Zelensky já acabou e “não há meios de o prolongar”, questionando a legitimidade do Governo ucraniano, mantido sem novas eleições.”Faz sentido encontrar-me com a administração atual? Podíamos fazer isto, nunca rejeitei fazê-lo se isto for levar a um desfecho positivo”, argumentou o Presidente russo.

    Putin também disse que Trump perguntou-o se o encontro seria possível. “Disse que sim, era possível. Deixem-o vir a Moscovo”. Sobre o Governo norte-americano, Putin diz que “tem o desejo e a vontade de encontrar uma solução” para o conflito.

    O Presidente russo também disse que “se o senso comum prevalecer, então é possível concordar numa opção aceitável, ou uma forma aceitável de terminar a guerra”.

  • O "Eixo da Revolta" que quer mudar o equilíbrio mundial

    A China lidera um grupo de países que quer mudar a ordem mundial. A instabilidade de Trump pode estender o tapete a Pequim? Uma conversa com Jorge Tavares da Silva, analista em assuntos chineses.

    O “Eixo da Revolta” que quer mudar o equilíbrio mundial

  • Mark Rutte espera clarificar amanhã as garantias de segurança que a NATO pode oferecer à Ucrânia

    Mark Rutte estará amanhã em Paris para participar, ao lado de Emmanuel Macron e Volodymyr Zelensky, numa videoconferência da Coligação dos Dispostos — o grupo que junta os aliados europeus da Ucrânia.

    O Secretário-geral da NATO espera que o encontro possa ajudar a clarificar qual será a oferta de garantias de segurança da Aliança à Ucrânia, no pós-guerra. “Espero que amanhã, ou logo depois de amanhã, tenhamos clareza sobre o que podemos oferecer coletivamente”, disse.

    Entre as delegações que vão participar na Coligação dos Dispostos, há algumas a ponderar convidar Donald Trump a participar na reunião. “Não posso antecipar nada, mas há deliberações para contactar o presidente dos EUA”, disse hoje um porta-voz do governo alemão, segundo a Sky News.

  • Mãe de líder checheno alvo de sanções britânicas por apoiar deportação de crianças ucranianas

    Aymani Nesievna Kadyrova, mãe do líder checheno Ramzan Kadyrov, é uma de oito pessoas visadas na última leva de sanções anunciadas pelo Reino Unido esta quarta-feira para atacar quem apoia a “política de deportação forçada e doutrinação das crianças ucranianas”, de modo a apagar a sua “herança cultural ucraniana”.

    Kadyrova lidera a fundação com o nome do seu ex-marido, Akhmat Kadyrov, que os britânicos acusam de “organizar programas de reeducação para crianças e adolescentes ucranianos, submetendo-os a treino militarista”. Para além da mãe do líder, a própria fundação foi, também, sancionada pelo Reino Unido.

    Em resposta, Ramzan Kadyrov atacou Londres pelas sanções à sua “querida mãe”, chamando que mostram o “absurdo e a hipocrisia da sua política”.

    “Aimani Nesievna leva uma vida tranquila e pacífica, longe da política”, alegou ainda o filho sobre a mãe, garantindo que “ela nunca lutou, nunca empunhou armas e dedicou a sua vida a boas ações”, para além de ajudar “sempre as vítimas de guerras e apoia os pobres e desfavorecidos em todo o mundo”.

    “Onde estão os slogans europeus sobre os princípios da democracia?”, questionou ainda, sublinhando que as penalizações “provam que o Ocidente não se pauta pela moral nem pelo direito, mas age com base no ódio e na russofobia”.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros, David Lammy, em comunicado, disse que “política do Kremlin de deportações forçadas, doutrinação e militarização das crianças ucranianas é desprezível e demonstra a profundidade da depravação a que o Presidente Putin está disposto a chegar para apagar a língua, a cultura e a identidade ucranianas”, acusou

    Entre outras personalidades sancionadas pelos britânicos, estão ainda Valery Maiorov, que lidera o Centro de Programas para a Adolescentes, gerido pelo estado russo e Anastasia Akkuratova, diretora-adjunta do Ministério da Educação da Rússia que está responsável pelos direitos das crianças.

  • UE diz que reunião de líderes chinês, russo e norte-coreano desafia ordem internacional

    A reunião em Pequim dos dirigentes chinês, Xi Jinping, russo, Vladimir Putin, e norte-coreano, Kim Jong-un, é um “desafio direto” à ordem internacional, declarou hoje a chefe da diplomacia da UE.

    Este encontro não envia apenas “sinais anti-ocidentais”, como também representa um “desafio direto ao sistema internacional baseado em regras e não é apenas uma questão de simbolismo”, afirmou Kaja Kallas à imprensa, em Bruxelas.

  • Macron recebe hoje Zelensky antes de reunião com líderes europeus

    Volodymyr Zelensky vai viajar hoje para Paris, onde terá uma reunião bilateral com o Presidente Emmanuel Macron, antes da videoconferência com os restantes líderes europeus da Coligação dos dispostos marcada para quinta-feira.

    O gabinete de Macron adiantou ontem que este vai reforçar junto de Zelensky a mensagem de que a França tem a capacidade e quer dar garantias de segurança à Ucrânia.

    Emmanuel Borne, conselheiro do Presidente francês, destacou o papel que este teve na discussão sobre as garantias de segurança. “Lembram-se que, em 2024, o presidente respondeu a uma pergunta sobre a possibilidade de implementar garantias de segurança para a Ucrânia, que foram interpretadas de forma diferente. Agora, um ano e meio depois, 30 países estão a trabalhar nas garantias de segurança, e estamos a fazer isso em total coordenação com todos os nossos parceiros europeus, assim como com os nossos aliados americanos”, explicou.

  • NATO espera esclarecimentos sobre garantias de segurança à Ucrânia

    O secretário-geral da NATO disse hoje que a reunião dos países que apoiam Kiev (“Coligação dos Dispostos”), pode vir a esclarecer na quinta-feira o compromisso dos europeus sobre garantias de segurança à Ucrânia.

    “Espero ter amanhã [quinta-feira], ou logo a seguir, uma ideia clara do que podemos realizar coletivamente” para garantir a segurança da Ucrânia, disse Mark Rutte aos jornalistas em Bruxelas.

    Os europeus devem confirmar na quinta-feira, numa reunião em Paris e por videoconferência, que estão prontos para prestar garantias de segurança à Ucrânia e esperam apoio concreto dos Estados Unidos, anunciou a Presidência francesa.

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