Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Nove mortos em ataques russos na região ucraniana de Donetsk
- Em Paris, Zelensky agradece apoio francês e fala em “fortes garantias de segurança” para a Ucrânia
- Marcelo sem nada a acrescentar quanto a Trump e defende coesão com Governo no apoio à Ucrânia
- Macron recebe Zelensky no Palácio do Eliseu: "Europeus estão preparados" para dar garantias de segurança à Ucrânia
- "Putin continua a brincar com todos ao fazer propostas inaceitáveis", diz ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia
- Trump vai voltar a falar com Putin "nos próximos dias"
- "Devia procurar um emprego novo". Trump irrita-se com jornalista polaco por questionar razão para não agir contra a Rússia
- Putin diz que "há uma luz ao fundo do túnel" na guerra na Ucrânia
- Putin diz que Rússia "não luta por território" na Ucrânia
- "Deixem Zelensky vir a Moscovo", diz Putin
- Mãe de líder checheno alvo de sanções britânicas por apoiar deportação de crianças ucranianas
- Kremlin continua à espera da visita de Trump após convite de Putin no Alaska
- Tropas russas chegaram ao centro de Kupyansk, diz Kremlin
- Zelensky acusa Putin de "demonstrar a sua impunidade" com ataques da última noite
- Kim diz que fará "tudo o que puder" por Putin e pelo povo russo
- Kremlin responde a Trump: "Ninguém estava a conspirar, ninguém estava a tramar nada"
- Putin agradece a Kim pela participação da Coreia do Norte na "luta moderna contra o neonazismo"
- Cinco feridos em ataques russos à Ucrânia na última noite
- Xi Jinping: "Mundo volta a enfrentar uma escolha entre paz e guerra"
- Trump acusa Xi de conspirar contra EUA juntamente com Rússia e Coreia do Norte
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou gratidão ao apoio francês numa visita a Paris, afirmando o compromisso para garantir fortes garantias de segurança para a Ucrânia. Durante um jantar com o Presidente Emmanuel Macron, foi reafirmada a coordenação de posições antes de uma reunião da Coligação dos Dispostos, sublinhando o contínuo esforço em assegurar a segurança da Ucrânia num contexto de conflito contínuo com a Rússia.
- As autoridades na região de Donetsk, na Ucrânia, relataram a morte de nove pessoas e ferimentos a sete devido a ataques russos na cidade de Kostiantynivka. Um ataque matinal causou a maior parte das vítimas, e posteriormente, forças russas realizaram novos ataques com drones atingindo veículos.
- O Presidente norte-americano, Donald Trump, foi criticado por se associar a Vladimir Putin e a China num complexo cenário internacional que inclui a Coreia do Norte. Durante uma conferência de imprensa, Trump expressou irritação com questionamentos sobre a falta de ação contra a Rússia, salientando as sanções contra a Índia como uma medida significativa e indicando possíveis conversações futuras com Putin.
- A Rússia continua a realizar ataques aéreos contra a Ucrânia, utilizando drones e mísseis. A última ofensiva atingiu várias infraestruturas civis, gerando ferimentos e a necessidade de resposta urgente das forças de emergência. Este incidente ocorre num momento em que a Rússia mantém o controle sobre partes significativas da cidade ucraniana de Kupyansk.
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Encerramos aqui o liveblog desta quarta-feira. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.
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"NATO não funciona sem os EUA"
Miguel Baumgartner reforça imprevisibilidade de Donald Trump e afirma que o Presidente norte-americano já percebeu que se auto-isolou. No Médio Oriente, não há fim da guerra “porque Israel não quer”.
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Nove mortos em ataques russos na região ucraniana de Donetsk
As autoridades militares da região de Donetsk informaram, esta terça-feira, que nove pessoas morreram e sete ficaram feridas após vários ataques russos contra a cidade de Kostiantynivka, relata o Ukrainska Pravda.
Segundo a administração regional, o ataque desta manhã causou oito mortos e seis feridos. Mais tarde, as forças russas voltaram a atacar, atingindo carros com drones.
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Em Paris, Zelensky agradece apoio francês e fala em “fortes garantias de segurança” para a Ucrânia
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta terça-feira, em Paris, que “um trabalho sólido” permitirá alcançar as garantias de segurança de que o seu país necessita.
Zelensky agradeceu “a todo o povo francês” e, em particular, a Emmanuel Macron pelo “forte apoio” à Ucrânia. O líder ucraniano chegou esta tarde à capital francesa e jantou com Macron no Palácio do Eliseu.
“Durante o encontro com o Presidente Macron, coordenámos posições antes da reunião dos líderes da Coligação dos Dispostos, que terá lugar amanhã, e discutimos o trabalho de preparação sobre as garantias de segurança”, explicou Zelensky após a reunião, citado pela Sky News.
“Estou convencido de que o nosso trabalho trará fortes garantias de segurança para a Ucrânia. Todos estamos a trabalhar nesse sentido”, acrescentou.
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Marcelo sem nada a acrescentar quanto a Trump e defende coesão com Governo no apoio à Ucrânia
O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje nada ter a acrescentar às suas palavras sobre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e defendeu que tem estado em coesão com o Governo no apoio à Ucrânia.
Questionado pelos jornalistas sobre este assunto à saída da Fundação Champalimaud, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que disse “o que tinha a dizer” quando declarou que Donald Trump tem funcionado como “ativo soviético, ou russo”, e que o fez “com todo o cuidado do mundo, explicando que não havia nada ali de amizade, nem económico, nem social, nem político, nem ideológico”.
“Foi da forma mais elegante do mundo. Foi só dizer: olhem isto, acontece, acontece. Acontece porque, enfim, fruto das estratégias seguidas, são opções que dão este resultado. Este resultado tem consequências, e a consequência, todos perceberam, é que há oito meses que estamos à espera de cessar-fogo e há oito meses estamos à espera de avanço muito mais rápido para a paz. Mas enfim, são estratégias que são seguidas por quem tem legitimidade para as seguir”, completou.
“Não foi a primeira vez que eu disse. Eu nos últimos sete meses disse em várias ocasiões. Uma delas, na presença do Presidente Macron, no discurso no jantar que lhe ofereci, e ele concordou com o meu ponto de vista”, referiu.
“Mas está dito, está dito”, reiterou o Presidente da República.
Quanto à sua relação com o executivo PSD/CDS-PP, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que “o Governo é quem dirige a política externa” e sustentou que, “portanto, do que se trata é de o Presidente da República e o Governo acertarem, sempre que possível, as posições”. “E tem sido possível acertar. E aqui a posição era fácil, era realmente defender que quanto mais forte for a coesão de aliança do caso da Ucrânia, melhor para a Ucrânia. Quanto menos forte for, pior para a Ucrânia. E essa é a posição do Governo, é a posição do Presidente”, sustentou.
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Macron recebe Zelensky no Palácio do Eliseu: "Europeus estão preparados" para dar garantias de segurança à Ucrânia
Volodymyr Zelensky viajou hoje para Paris, onde vai ter uma reunião bilateral com o Presidente Emmanuel Macron, antes da videoconferência com os restantes líderes europeus da Coligação dos Dispostos, marcada para quinta-feira.
Em declarações aos jornalistas antes da reunião no Palácio do Eliseu, o líder francês afirmou estar “muito contente” por receber o homólogo ucraniano em Paris. “Estou muito contente por o Presidente Zelensky estar aqui para trabalhar connosco e planearmos a reunião de amanhã”.
Macron garantiu, também, que os europeus estão “preparados” para dar as garantias de segurança à Ucrânia após o fim do conflito com a Rússia e acrescentou que está ligado a Washington “ao minuto”.
O Presidente francês destacou, ainda, que tem sido feito um trabalho “extremamente intenso” ao longo das últimas semanas e que “a segurança da Ucrânia e dos ucranianos é também a dos europeus”.
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"Putin continua a brincar com todos ao fazer propostas inaceitáveis", diz ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou o convite de Vladimir Putin em Pequim para Zelensky ir a Moscovo, dizendo que “continua a brincar com todos ao fazer propostas que sabe serem inaceitáveis”.
Sybiha, ainda assim, mantém a posição de que “o Presidente Zelensky está pronto para tal reunião a qualquer momento”.
“Apenas uma pressão crescente poderá forçar a Rússia a finalmente levar a sério o processo de paz”, acrescentou o ministro numa publicação na rede social X.
Right now, at least seven countries are ready to host a meeting between leaders of Ukraine and Russia to bring an end to the war. Austria, the Holy See, Switzerland, Türkiye, and three Gulf states.
These are serious proposals and President Zelenskyy is ready for such a meeting… pic.twitter.com/b19VquSEFU
— Andrii Sybiha ???????? (@andrii_sybiha) September 3, 2025
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Líderes europeus vão ligar a Trump na tarde de quinta-feira depois de reunião da "coligação das vontades"
Depois da reunião do grupo de países da chamada “coligação das vontades”, os líderes europeus vão ligar a Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, para discutir garantias de segurança, revelou a Presidência de França.
A cimeira, que juntará líderes como Emmanuel Macron e decorrerá de manhã em Paris, como explicou o Le Monde. Depois, pelas 14h00 na hora local (15h00 em Lisboa), terão uma chamada telefónica com o líder norte-americano.
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Trump vai voltar a falar com Putin "nos próximos dias"
Ainda na reunião com o Presidente da Polónia, Donald Trump revelou que vai voltar a falar com o homólogo russo, Vladimir Putin “nos próximos dias”.
“Em breve terei uma conversa com Putin e saberei praticamente o que vamos fazer.”, disse Trump.
President Trump:
I'm having a conversation with Putin very shortly, and I'll know pretty much what we're going to be doing. We've taken very strong action, as you know, and in other ways, we've taken very strong action. But I'll be speaking to him over the next few days, and… pic.twitter.com/w0DffqJXwu
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) September 3, 2025
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"Devia procurar um emprego novo". Trump irrita-se com jornalista polaco por questionar razão para não agir contra a Rússia
Reunido na Sala Oval com o Presidente da Polónia, Karol Nawrocki, Donald Trump irritou-se com um jornalista polacoque o questionou sobre não ter tomado nenhuma ação apesar de ter expresso “frustração com Putin”.
“Como é que sabe que não há ação? Com quem é que veio?”, ripostou logo o norte-americano, apontando para as sanções que impôs à Índia e que custaram “milhares de milhões de dólares”
“Você chama isso de falta de ação, e eu ainda não fiz a fase dois nem a fase três, mas quando você diz que não há ação, acho que devia procurar um novo emprego”, acrescentou.
???? HOLY SMACKDOWN!
REPORTER: You expressed frustration with Putin, but there's no action from you!
TRUMP: How do you know there's no action? Wait a minute, who are you with?
REPORTER: Polish media.
TRUMP: When you say there's no action, you ought to get a NEW JOB! Secondary… pic.twitter.com/gTkAJ3GpmX
— Eric Daugherty (@EricLDaugh) September 3, 2025
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Putin diz que "há uma luz ao fundo do túnel" na guerra na Ucrânia
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que “há uma luz ao fundo do túnel” sobre a guerra na Ucrânia, na conferência de imprensa em Pequim.
“Acredito que, se houver bom senso, é possível chegar a um acordo sobre uma opção aceitável ou uma forma aceitável de pôr fim a este conflito”, disse, citado pela Sky News, sublinhando que acreditam que “atual administração dos Estados Unidos que tem o desejo e a vontade de encontrar essa solução”.
“Veremos. Caso contrário, seremos obrigados a resolver todos os nossos objetivos por meios militares”, acrescentou.
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Putin diz que Rússia "não luta por território" na Ucrânia
Numa conferência de imprensa em Pequim, que encerra a sua visita à China, Vladimir Putin afirmou que a Rússia não está a lutar por território na Ucrânia, cita a Sky News.
Em relação às propostas de garantias de segurança para a Ucrânia, Putin afirmou que “todos os países precisam de ter garantias para a sua segurança, incluindo a Ucrânia”. Mas tais garantias não estarão relacionadas a uma potencial “troca de territórios” como parte de um acordo de paz.
“Para ser honesto, não estamos a lutar por território, estamos a lutar por direitos humanos, pelos direitos das pessoas que vivem naquele território de falar o idioma russo e viver as suas tradições”, respondeu o Presidente russo.
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"Deixem Zelensky vir a Moscovo", diz Putin
Em declarações numa conferência de imprensa em Pequim, Vladimir Putin falou sobre um potencial encontro com Volodymyr Zelensky. “Nunca excluí a possibilidade de encontrá-lo. Mas faz sentido encontrar-me com ele?”, questionou o Presidente russo, em declarações citadas pelo The Guardian.
Putin então sugeriu que o mandato de Zelensky já acabou e “não há meios de o prolongar”, questionando a legitimidade do Governo ucraniano, mantido sem novas eleições.”Faz sentido encontrar-me com a administração atual? Podíamos fazer isto, nunca rejeitei fazê-lo se isto for levar a um desfecho positivo”, argumentou o Presidente russo.
Putin também disse que Trump perguntou-o se o encontro seria possível. “Disse que sim, era possível. Deixem-o vir a Moscovo”. Sobre o Governo norte-americano, Putin diz que “tem o desejo e a vontade de encontrar uma solução” para o conflito.
O Presidente russo também disse que “se o senso comum prevalecer, então é possível concordar numa opção aceitável, ou uma forma aceitável de terminar a guerra”.
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O "Eixo da Revolta" que quer mudar o equilíbrio mundial
A China lidera um grupo de países que quer mudar a ordem mundial. A instabilidade de Trump pode estender o tapete a Pequim? Uma conversa com Jorge Tavares da Silva, analista em assuntos chineses.
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Mark Rutte espera clarificar amanhã as garantias de segurança que a NATO pode oferecer à Ucrânia
Mark Rutte estará amanhã em Paris para participar, ao lado de Emmanuel Macron e Volodymyr Zelensky, numa videoconferência da Coligação dos Dispostos — o grupo que junta os aliados europeus da Ucrânia.
O Secretário-geral da NATO espera que o encontro possa ajudar a clarificar qual será a oferta de garantias de segurança da Aliança à Ucrânia, no pós-guerra. “Espero que amanhã, ou logo depois de amanhã, tenhamos clareza sobre o que podemos oferecer coletivamente”, disse.
Entre as delegações que vão participar na Coligação dos Dispostos, há algumas a ponderar convidar Donald Trump a participar na reunião. “Não posso antecipar nada, mas há deliberações para contactar o presidente dos EUA”, disse hoje um porta-voz do governo alemão, segundo a Sky News.
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Mãe de líder checheno alvo de sanções britânicas por apoiar deportação de crianças ucranianas
Aymani Nesievna Kadyrova, mãe do líder checheno Ramzan Kadyrov, é uma de oito pessoas visadas na última leva de sanções anunciadas pelo Reino Unido esta quarta-feira para atacar quem apoia a “política de deportação forçada e doutrinação das crianças ucranianas”, de modo a apagar a sua “herança cultural ucraniana”.
Kadyrova lidera a fundação com o nome do seu ex-marido, Akhmat Kadyrov, que os britânicos acusam de “organizar programas de reeducação para crianças e adolescentes ucranianos, submetendo-os a treino militarista”. Para além da mãe do líder, a própria fundação foi, também, sancionada pelo Reino Unido.
Em resposta, Ramzan Kadyrov atacou Londres pelas sanções à sua “querida mãe”, chamando que mostram o “absurdo e a hipocrisia da sua política”.
“Aimani Nesievna leva uma vida tranquila e pacífica, longe da política”, alegou ainda o filho sobre a mãe, garantindo que “ela nunca lutou, nunca empunhou armas e dedicou a sua vida a boas ações”, para além de ajudar “sempre as vítimas de guerras e apoia os pobres e desfavorecidos em todo o mundo”.
“Onde estão os slogans europeus sobre os princípios da democracia?”, questionou ainda, sublinhando que as penalizações “provam que o Ocidente não se pauta pela moral nem pelo direito, mas age com base no ódio e na russofobia”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, David Lammy, em comunicado, disse que “política do Kremlin de deportações forçadas, doutrinação e militarização das crianças ucranianas é desprezível e demonstra a profundidade da depravação a que o Presidente Putin está disposto a chegar para apagar a língua, a cultura e a identidade ucranianas”, acusou
Entre outras personalidades sancionadas pelos britânicos, estão ainda Valery Maiorov, que lidera o Centro de Programas para a Adolescentes, gerido pelo estado russo e Anastasia Akkuratova, diretora-adjunta do Ministério da Educação da Rússia que está responsável pelos direitos das crianças.
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UE diz que reunião de líderes chinês, russo e norte-coreano desafia ordem internacional
A reunião em Pequim dos dirigentes chinês, Xi Jinping, russo, Vladimir Putin, e norte-coreano, Kim Jong-un, é um “desafio direto” à ordem internacional, declarou hoje a chefe da diplomacia da UE.
Este encontro não envia apenas “sinais anti-ocidentais”, como também representa um “desafio direto ao sistema internacional baseado em regras e não é apenas uma questão de simbolismo”, afirmou Kaja Kallas à imprensa, em Bruxelas.
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Macron recebe hoje Zelensky antes de reunião com líderes europeus
Volodymyr Zelensky vai viajar hoje para Paris, onde terá uma reunião bilateral com o Presidente Emmanuel Macron, antes da videoconferência com os restantes líderes europeus da Coligação dos dispostos marcada para quinta-feira.
O gabinete de Macron adiantou ontem que este vai reforçar junto de Zelensky a mensagem de que a França tem a capacidade e quer dar garantias de segurança à Ucrânia.
Emmanuel Borne, conselheiro do Presidente francês, destacou o papel que este teve na discussão sobre as garantias de segurança. “Lembram-se que, em 2024, o presidente respondeu a uma pergunta sobre a possibilidade de implementar garantias de segurança para a Ucrânia, que foram interpretadas de forma diferente. Agora, um ano e meio depois, 30 países estão a trabalhar nas garantias de segurança, e estamos a fazer isso em total coordenação com todos os nossos parceiros europeus, assim como com os nossos aliados americanos”, explicou.
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NATO espera esclarecimentos sobre garantias de segurança à Ucrânia
O secretário-geral da NATO disse hoje que a reunião dos países que apoiam Kiev (“Coligação dos Dispostos”), pode vir a esclarecer na quinta-feira o compromisso dos europeus sobre garantias de segurança à Ucrânia.
“Espero ter amanhã [quinta-feira], ou logo a seguir, uma ideia clara do que podemos realizar coletivamente” para garantir a segurança da Ucrânia, disse Mark Rutte aos jornalistas em Bruxelas.
Os europeus devem confirmar na quinta-feira, numa reunião em Paris e por videoconferência, que estão prontos para prestar garantias de segurança à Ucrânia e esperam apoio concreto dos Estados Unidos, anunciou a Presidência francesa.