Histórico de atualizações
  • Fechamos este liveblog, mas vamos continuar a acompanhar a atualidade internacional aqui.

  • Juiz dos EUA ordena libertação de menino de cinco anos e pai detidos no Minnesota

    Um juiz norte-americano ordenou hoje que as autoridades libertem um menino de cinco anos e o pai de um centro de detenção no Texas, para onde foram levados após detidos num subúrbio de Minneapolis.

    As imagens de Liam Conejo Ramos, usando um chapéu com orelhas de coelho e uma mochila do Homem-Aranha, rodeado de agentes do Serviço de Imigração e Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) causaram ainda mais indignação no país contra a violenta perseguição aos migrantes movida pelo Governo do Presidente republicano, Donald Trump, no Minnesota.

    Desencadearam também um protesto em frente ao centro de detenção da família e uma visita de dois congressistas democratas do Texas.

    O juiz distrital Fred Biery, nomeado pelo então Presidente democrata Bill Clinton, afirmou, na sua decisão, que “o caso tem a sua origem na mal concebida e incompetentemente aplicada pretensão do Governo de atingir quotas diárias de deportação, mesmo que tal exija traumatizar crianças”.

    Outro juiz tinha anteriormente decidido que o menino e o pai, Adrian Conejo Arias, não poderiam ser deportados dos Estados Unidos, pelo menos por enquanto.

  • Trump diz que Irão está em conversações com EUA: "Vamos ver se podemos fazer alguma coisa"

    Donald Trump afirmou que o Irão está em conversações com os EUA e que o país tem uma “grande frota a caminho”. “O Irão está a conversar connosco, e vamos ver se podemos fazer alguma coisa, caso contrário, vamos ver o que acontece… Temos uma grande frota a caminho, maior do que tínhamos — e ainda temos, na verdade — na Venezuela”, disse o Presidente dos EUA à Fox News.

  • Ministro da Defesa dinamarquês na Gronelândia para apaziguar população

    O ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, e a ministra dos Negócios Estrangeiros da Gronelândia, Vivian Motzfeldt estiveram hoje em Nuuk para uma sessão de esclarecimento aos cidadãos.

    Na sessão estiveram cerca de cem pessoas, sem contar com a imprensa local e dinamarquesa. Poulsen e Motzfeldt começaram com um breve discurso cada, dirigido aos gronelandeses. “O vosso mundo ficou de pernas para o ar e tornaram-se o foco a um ponto extremo”, disse o ministro da Defesa da Dinamarca, admitindo que esta situação tem claros efeitos na população.

    Nas últimas semanas, a presença militar em Nuuk tem aumentado, no contexto da operação Arctic Endurance, que trouxe à região soldados dinamarqueses e europeus. A operação, que se insere no contexto da NATO, é liderada pela Dinamarca e tem como objetivo aumentar a presença militar na Gronelândia e nas ilhas Faroé, ambos territórios pertencentes ao reino da Dinamarca

    A crescente presença militar é notada em Nuuk, justificando a realização de uma sessão de esclarecimento aberta e com direito a perguntas dos cidadãos. Tanto Poulsen como Motzfeldt repetiram várias vezes a palavra “cooperação” durante a sessão, em relação à Dinamarca e à Gronelândia, mas também aos seus parceiros europeus e da NATO. “A situação atual sublinha a importância de confiarmos na cooperação”, disse Poulsen.

    O ministro da Defesa dinamarquês revelou ainda que a Dinamarca e a Gronelândia decidiram iniciar o que chamou de “rangers” ou “guardiães” da Gronelândia, que, segundo o ministro “serão os nossos olhos e ouvidos no mar”. O nome, sublinhou, ainda não está decidido. Esta seria, segundo o ministro, uma oportunidade oferecida aos jovens gronelandeses após concluírem a “Arctic Basic Education”, uma formação das Forças Armadas dinamarquesas e do Governo da Gronelândia, iniciada em 2024, para aumentar a resiliência e resistência da sociedade gronelandesa.

  • Juíza mantém operação de imigração em Minnesota apesar de protestos e processo

    Uma juíza federal decidiu não suspender o aumento da fiscalização da imigração em Minnesota e nas Twin Cities, mesmo com um processo que alega que o Departamento de Segurança Interna está a violar proteções constitucionais.

    A juíza Katherine M. Menendez rejeitou hoje uma providência cautelar solicitada pelo Procurador-Geral do Estado, Keith Ellison, e pelos presidentes das câmaras de Minneapolis e St. Paul. O processo alegava que a operação federal, denominada Operation Metro Surge, violava a 10.ª Emenda da Constituição ao interferir na soberania do estado.

    O governo federal defendeu que a operação visa retirar criminosos imigrantes das ruas e que esforços anteriores foram dificultados por leis e políticas “santuário” estaduais e locais. Por outro lado, as autoridades locais consideram a ação uma retaliação e afirmam que a operação tem esgotado recursos do estado, com escolas e empresas a fechar na sequência de agentes federais agressivos.

    “Como existem provas que apoiam os argumentos de ambos os lados, e os méritos relativos não são claros, o Tribunal hesita em concluir que o fator da probabilidade de sucesso pesa a favor de conceder a providência cautelar”, declarou a juíza na decisão.

    A decisão foi também influenciada pela recente vitória do governo no Tribunal de Recurso do 8º Circuito dos EUA, que anulou limites anteriormente impostos ao uso da força contra manifestantes pacíficos.

    A Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, recorreu às redes sociais para elogiar a decisão, considerando-a “mais uma ENORME vitória legal para o Departamento de Justiça”.

    O Presidente da Câmara de Minneapolis, Jacob Frey, manifestou desapontamento: “Esta operação não trouxe segurança pública. Trouxe o oposto e precisa de parar.”

  • Zelensky diz que espera clareza dos EUA sobre novas reuniões

    No seu discurso diário, Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia aguarda clareza dos EUA sobre as novas reuniões e espera que as negociações tenham lugar na próxima semana.

    “Recebi atualizações de Rustem Umierov ao longo do dia. Estamos em contacto constante com a parte norte-americana e esperamos clareza sobre futuras reuniões. A Ucrânia está disposta a participar em todos os formatos de trabalho. O que importa é alcançar resultados e realizar as reuniões. Contamos com as negociações na próxima semana e estamos a preparar-nos em conformidade”, afirmou o Presidente ucraniano.

  • Enviado russo reuniu com os EUA para conversas de paz sobre a Ucrânia

    O enviado russo Kirill Dmitriev teve “reuniões produtivas e construtivas” com autoridades norte-americanas em Miami “como parte do esforço de mediação dos EUA para promover uma resolução pacífica do conflito ucraniano”, avançou Steve Witkoff numa publicação na rede social X.

    “A delegação americana incluía o enviado especial Steve Witkoff, o secretário do Tesouro Scott Bessent, Jared Kushner e o conselheiro sénior da Casa Branca Josh Gruenbaum”, acrescentou, afirmando ainda que o encontro “encoraja os EUA” uma vez que “demonstra que a Rússia está a trabalhar para garantir a paz na Ucrânia”.

  • Estados Unidos novamente em “shutdown” e desta vez por causa do ICE

    Os Estados Unidos entraram hoje em paralisação parcial do Governo, mas com esperança de que esta nova paralisação orçamental fique resolvida no início da semana após uma votação no Congresso.

    Esta é a segunda vez no atual mandato de Donald Trump que as agências federais norte-americanas entram em paralisação parcial, que acontece apenas três meses após o mais longo “shutdown” da história do país.

    Desta vez o motivo está relacionado com a recusa dos democratas em aprovar um orçamento para a segurança interna sem que sejam decididas restrições à polícia de imigração, na sequência dos recentes disparos mortais de agentes federais em Minneapolis.

    Ainda na sexta-feira, o Senado conseguiu aprovar um texto orçamental que deverá permitir que a paralisação seja de curta duração, estando apenas dependente da sua aprovação na Câmara dos Representantes, o que deverá acontecer no início da semana.

    Na segunda-feira, a Câmara dos Representantes recebe o projeto de financiamento de várias agências, que inclui manter inalterado durante duas semanas o financiamento atual do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês).

  • Irão afirma que estão a trabalhar na criação de estrutura de negociações com os EUA

    O alto funcionário de segurança iraniano Ali Larijani avançou na rede social X que o trabalho sobre uma estrutura para negociações com os Estados Unidos está a progredir. “Ao contrário da atmosfera criada pela guerra mediática artificial, a formação de uma estrutura para negociações está em andamento”, escreveu Larijani.

  • EUA ordenam saída do Níger de pessoal diplomático não essencial

    O Departamento de Estado norte-americano anunciou hoje que ordenou a saída imediata do Níger dos seus funcionários diplomáticos não essenciais e das respetivas famílias.

    O anúncio segue-se a um ataque, hoje reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico, contra o aeroporto da capital, Niamey, na quinta-feira.

    Em comunicado, Departamento de Estado citou “riscos de segurança” para justificar a decisão.

    Embora o Níger sofra ataques de terroristas islamitas há cerca de uma década, é invulgar que esta violência afete a capital.

  • Polícia de Los Angeles dispersa manifestantes anti-ICE com spray pimenta

    A polícia de Los Angeles dispersou com spray pimenta os manifestantes que marcharam contra a agência de imigração ICE desde a câmara municipal até ao edifício federal, onde estão detidos imigrantes à espera de decisão judicial.

    O confronto com a polícia, no fim da tarde de sexta-feira, aconteceu quando um grupo de manifestantes bateu no portão do edifício e atirou lixo em direção aos agentes.

    “Eles abriram a porta e mandaram gás para cima de toda a gente”, disse à Lusa Erick A., que marchou até ao edifício para protestar contra as rusgas de imigração violentas e as mortes que têm causado.

    “Fugi quando o portão abriu e lançaram o gás”, continuou o manifestante, que não estava preparado para a possibilidade de confrontos, visto que a marcha foi pacífica.

    “Nunca tinha visto isto acontecer aqui”, notou Erick A., que é um imigrante legal e não quis revelar o sobrenome por receio de retaliação.

  • Enviado russo reunido com negociadores norte-americanos em Miami

    O enviado russo Kirill Dmitriev realizou hoje conversações com as autoridades norte-americanas em Miami, na Florida, antecedendo uma possível reunião trilateral sobre o conflito na Ucrânia, informou fonte próxima das negociações à agência France Presse (AFP).

    “As conversações começaram cedo, às 08h00 da manhã [13h00 em Lisboa]”, disse a fonte, sem fornecer detalhes sobre a agenda ou a composição das delegações.

  • Pelo menos 10 mil pessoas protestam na Dinamarca contra declarações de Trump sobre Afeganistão

    Pelo menos 10 mil pessoas participaram hoje em Copenhaga, capital da Dinamarca, sob um frio intenso, numa marcha silenciosa, por iniciativa da Associação Dinamarquesa de Veteranos, para denunciar as declarações de Trump sobre o envolvimento dos aliados norte-americanos no Afeganistão.

    O Presidente norte-americano provocou indignação na Dinamarca e noutros países aliados em 22 de janeiro, ao afirmar que as suas tropas “ficaram um pouco afastadas das linhas da frente” durante os 20 anos de conflito no Afeganistão.

    Em resposta, 44 bandeiras dinamarquesas, com os nomes de tantos soldados dinamarqueses mortos no Afeganistão, foram colocadas nos canteiros de flores em frente à embaixada americana em Copenhaga, que as retirou na terça-feira antes de se desculpar pelo seu gesto.

    “Temos o mais profundo respeito pelos veteranos dinamarqueses e pelos sacrifícios que os soldados dinamarqueses fizeram pela nossa segurança comum. A remoção das bandeiras não teve de forma alguma a intenção de causar dano”, escreveu a embaixada dos Estados Unidos no Facebook.

    Na sexta-feira, o próprio embaixador norte-americano plantou 44 bandeiras dinamarquesas nos canteiros de flores. Hoje, 52 novas bandeiras, com nomes, deverão juntar-se a elas – 44 pelos dinamarqueses mortos no Afeganistão, aos quais se somam os oito mortos no Iraque.

  • Kiev sob um apagão em massa, que afeta também a Roménia e Moldávia

    Na manhã deste sábado, a operação do metro de Kiev chegou a ser suspensa devido a um apagão em massa, com efeitos também na Roménia e Moldávia.

    “O operador de energia aplicou cronogramas especiais de desligamento de emergência”, disse neste sábado o ministro ucraniano da Defesa, Denys Shmyhal, no Telegram. Cerca das 14h00 em Kiev [12h00 em Portugal] o fornecimento de eletricidade voltou a ser realizado de forma gradual, publicou Shmyhal.

    O apagão impactou também o abastecimento de água, revelou a Administração Estatal da Cidade de Kiev.

    O Presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou ter conhecimento da situação, e que “os trabalhos de restabelecimento estão em andamento”.

  • Irão avisa EUA que as Forças Armadas estão "com o dedo no gatilho"

    O Irão advertiu hoje que as Forças Armadas estão “com o dedo no gatilho” e monitorizam de perto os movimentos do inimigo, referindo-se aos Estados Unidos, que deslocaram uma grande frota para o Médio Oriente.

    “As Forças Armadas da República Islâmica do Irão estão em completo estado de alerta defensiva e militar, os movimentos do inimigo na região são monitorizados com precisão e temos o dedo no gatilho”, afirmou o comandante em chefe do Exército iraniano, o general Amir Hatami, noticiou a agência Mehr.

    Face a uma possível ação militar dos Estados Unidos contra Teerão, Hatami assegurou que se o inimigo cometer um erro, sem dúvida que porá em risco a própria segurança, “a segurança da região e do regime sionista (Israel)”.

    Estas afirmações chegam num momento de crescente tensão com os Estados Unidos, que deslocaram para o Médio Oriente uma frota encabeçada pelo porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln, juntamente com o grupo de escolta.

  • Rússia realizou um ataque com 85 drones durante a madrugada

    A Força Aérea ucraniana disse neste sábado nas suas redes sociais que a Rússia realizou um ataque com 85 drones durante a madrugada. A defesa ucraniana afirma ter abatido 64 drones e que 13 locais foram atingidos, sem referir se houve danos a infraestruturas.

  • Índia negocia com EUA autorização para importar petróleo venezuelano

    O Governo da Índia está a tentar obter uma autorização explícita dos EUA que lhe permita retomar as compras de petróleo à Venezuela, noticia hoje a agência EFE citando fontes diplomáticas e da indústria petrolífera.

    Segundo a EFE, Nova Deli procura um “corredor seguro” livre de sanções para os barris venezuelanos, uma opção que considera indispensável para reduzir a dependência do crude russo e evitar sanções comerciais norte-americanas.

    O argumento da Índia — o terceiro maior consumidor de petróleo do planeta — para deixar de ser um dos maiores compradores da Rússia é que as refinarias do país necessitam de uma alternativa imediata de crude pesado, indicaram as fontes.

  • Sanções dos EUA a Cuba são condenadas "veementemente" pelo Kremlin

    “Consideramos absolutamente inaceitáveis ​​as sanções unilaterais impostas contra Estados soberanos e independentes, em violação da Carta da ONU e de outras normas do direito internacional”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

    As declarações decorrem no âmbito das tarifas a bens de países que vendam ou forneçam petróleo a Cuba impostas por Donald Trump na quinta-feira.

    O ministério russo afirmou no Telegram que “compartilha laços históricos especiais” com Cuba, e que a ação dos EUA “não contribui de forma alguma para a normalização do diálogo Rússia-EUA ou para a melhoria da eficácia dos esforços de mediação declarados por Washington para resolver crises em várias regiões do mundo”.

  • Faixa de Gaza. Israel mata 31 pessoas, incluindo seis crianças

    Os ataques aéreos das forças armadas israelitas (IDF) neste sábado causaram a morte de 31 pessoas, sendo seis crianças. O número foi informado por fontes médicas à Al Jazeera.

    No X, as IDF publicaram que a ação foi uma “resposta à violação do acordo de cessar-fogo”, referindo que “oito terroristas foram identificados saindo da infraestrutura subterrânea no leste de Rafah”, estando entre estes quatro comandantes e outros membros do Hamas e Jihad Islâmica Palestiniana (PIJ).

  • Milhares marcham em LA: “Fascismo aconteceu noutros sítios, por que não na América?”

    Milhares de pessoas marcharam na noite de sexta-feira em Los Angeles em solidariedade com Mineápolis e contra a ação da agência de imigração ICE, pedindo a sua abolição e acusando o Governo norte-americano de táticas fascistas.

    “Podemos acabar numa situação muito má”, disse à Lusa Josh Miller, de 47 anos, que participou na marcha por estar muito alarmado com as ações da Casa Branca ao longo do último ano.

    “Estes são fascistas que estão a tentar fazer aqui o mesmo que já vimos no passado”, afirmou. “Fascismo aconteceu noutros sítios, por que não na América?”, questionou. “Isso do excecionalismo americano é absurdo”.

    Miller referiu que a segunda presidência de Trump retirou todas as salvaguardas e está a seguir o manual implementado por Viktor Orbán na Hungria, onde “as pessoas têm medo de falar e perderam os direitos que tinham”.

    O receio de que os Estados Unidos caminham “a largo passo” para um regime autoritário foi referido por vários dos oradores que falaram à multidão, em frente à câmara municipal de Los Angeles, uma zona que foi palco de confrontos com a polícia e o ICE no verão de 2025.

    “A situação está completamente fora de controlo”, denunciou a senadora estadual Sasha Renée Pérez, que classificou a administração como “um regime fascista”.

    A responsável pelo 25º distrito da Califórnia disse que o ICE tem causado a morte a dezenas de pessoas, não só Renee Good e Alex Pretti, mortos a tiro por agentes, mas também de imigrantes que tentam fugir da detenção.

    As mortes foram a principal causa de revolta dos manifestantes, que empunhavam cartazes a favor dos imigrantes e contra o ICE e Donald Trump.

    “Este é o início de uma revolução”, declarou a cofundadora do movimento Black Lives Matter, Melina Abdullah, que também falou à multidão.

    “Em Los Angeles defendemo-nos”, afirmou, acusando o ICE de fazer parte de um sistema mais alargado de policiamento injusto e lembrando que um agente de imigração que não estava em serviço matou a tiro um habitante da cidade, Keith Porter, na véspera de ano novo.

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