Momentos-chave
- Celebrações pela queda de governo de Bayrou juntaram 11 mil pessoas em várias cidades de França
- Bayrou caiu, mas Macron já estuda sucessor. Novo primeiro-ministro será de esquerda ou centrista?
- Attal propõe a Macron que escolha um "negociador" para escolher primeiro-ministro
- Macron rejeita eleições antecipadas e anuncia que vai nomear novo primeiro-ministro "nos próximos dias"
- União Nacional reitera pedido de eleições antecipadas
- "Bayrou caiu. Vitória popular e alívio", escreve Jean-Luc Melénchon
- França: governo de Bayrou caiu. 364 deputados votaram contra moção de confiança
- Debate da sessão parlamentar extraordinária termina. Deputados vão agora votar
- Bayrou responde aos deputados, faz retrospetiva do seu mandato e insiste na "gravidade" da dívida pública
- França Insubmissa vai avançar com novo projeto de destituição do Presidente: "Todos os que tentarem salvar Macron cairão"
- França Insubmissa acusa Macron e Bayrou de montarem um "oligarquia voraz". "São um perigo para o país"
- França Insubmissa: "Bayrou já pertence ao passado"
- Attal acredita que "derrubar o governo não resolverá nada" e pede "acordo de interesse geral" até eleições de 2027
- Aliado de Macron pede "compromissos" — e até à esquerda. "Estendo a minha mão"
- Aliado de Macron diz que França está a "sufocar" com o "impasse". "Franceses não acreditam mais na política", lamenta Attal
- União Nacional exige eleições legislativas antecipadas. "É a única opção", avisa Le Pen
- Le Pen lembra que União Nacional não apresentou moção de censura e avisa Macron
- Le Pen celebra "fim da agonia do governo fantasma" e culpa Bayrou pelo "colapso geral" de França
- Ciotti acusa Macron e Bayrou de serem "bombeiros pirómanos"
- Comunistas culpam Macron por crises políticas e atacam Bayrou: "Usa a dívida para assustar os franceses"
- Maioria dos deputados regionalistas votarão contra moção de confiança
- Se moção de confiança for chumbada, Bayrou apresenta demissão a Macron amanhã
- Aliado centrista de Macron defende Bayrou. Instabilidade política coloca o "país em risco"
- Partido de Bayrou alinha na tese de que é necessário "encarar a verdade" sobre a dívida pública
- Ecologistas consideram que saída de Bayrou é um "alívio" e estão disponíveis para participar numa solução à esquerda
- Republicanos voltam a não descartar "compromissos" com centristas
- Republicanos garantem a Bayrou que sempre foram uma "força colaborativa", mas criticam PM por "não ouvir a França que trabalha"
- Republicanos atacam Melénchon: "É o principal perigo político para França"
- PS reivindica: "É a vez da esquerda governar" para França ter "estabilidade política"
- Socialistas confirmam voto contra moção de confiança e atacam "falso sacrifício" de Bayrou
- É a vez dos socialistas franceses. Líder do PS ataca Macron: "Continua a prejudicar o país"
- No final do discurso, Bayrou apela a "compromissos": "Há apenas um caminho: o da verdade e da coragem"
- Oposição "quer o caos", alerta Bayrou, que assume: "Queda do meu governo foi anunciada desde o primeiro minuto da sua existência"
- Bayrou ataca esquerda e direita. "Uns acham que os culpados são os imigrantes. Outros acham que são os ricos"
- "Submissão à dívida é como a submissão a uma força militar", avisa Bayrou
- Bayrou apresenta plano — atingir 3% de défice até 2029: "Se a dívida não aumentar mais, o país voltará ao seu caminho"
- Bayrou critica "vício" de sobreendividamento em França: "Se queremos salvar o navio, temos de agir agora"
- "França é uma catedral a ser reconstruída." Bayrou aponta problemas ao modelo social francês
- Moção de confiança é "prova dos nove" ao seu governo, diz Bayrou: "Maior risco era não fazer nada"
- Sessão extraordinária parlamentar começa na Assembleia Nacional
- Bardella diz que Governo "caiu por iniciativa própria". "Não o estamos a derrubar", garante
- Eleições ou novo primeiro-ministro? O dilema de Macron
- Bloco centrista não tem maioria na Assembleia Nacional — e deverá cair por causa disso
- Bayrou arranca sessão, seguem-se socialistas. Le Pen é a nona a discursar
Histórico de atualizações
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Termina aqui o acompanhamento da votação da moção de confiança ao primeiro-ministro francês, François Bayrou, que foi chumbada e, como tal, ditou a queda do Governo.
Obrigada pela preferência! Boa noite!
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Celebrações pela queda de governo de Bayrou juntaram 11 mil pessoas em várias cidades de França
Uma fonte policial indicou ao Le Monde que cerca de 11 mil pessoas participaram esta segunda-feira em demonstrações de rua para celebrar a queda do Governo de François Bayrou em várias cidades franceses.
Segundo a mesma fonte, as “ações mais significativas”, em ambiente “festivo”, decorreram em Rennes (750 pessoas), Lyon (500 pessoas) e Brest (400 pessoas), Grenoble (250 pessoas) e Le Havre (220 pessoas). Em vários locais os festejos envolveram cartazes, fogo de artificio e confettis, escreve o Le Monde.
Anadolu via Getty Images
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Bayrou caiu, mas Macron já estuda sucessor. Novo primeiro-ministro será de esquerda ou centrista?
Macron não vai convocar eleições após queda do Governo de François Bayrou, que avisou para aumento da “dívida pública” na despedida. Presidente escolhe alguém do seu campo político ou vira à esquerda?
Bayrou caiu, mas Macron já estuda sucessor. Novo primeiro-ministro será de esquerda ou centrista?
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Attal propõe a Macron que escolha um "negociador" para escolher primeiro-ministro
O presidente do bloco centrista na Assembleia Nacional, Gabriel Attal, propôs hoje que o aliado e Presidente da República escolha “um negociador” que ajudará a escolher o próximo primeiro-ministro, mas não ocupará esse cargo.
“Um negociador deverá reunir as forças políticas representadas na Assembleia Nacional para um acordo de interesse geral”, explicou Gabriel Attal.
Je propose que le président de la République désigne un négociateur, en actant dès le départ qu’il ne sera pas Premier ministre.
Un négociateur chargé de réunir les forces politiques représentées à l'Assemblée nationale pour bâtir un accord d'intérêt général.
Ce compromis doit… pic.twitter.com/QWmJH96rXp
— Gabriel Attal (@GabrielAttal) September 8, 2025
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Macron rejeita eleições antecipadas e anuncia que vai nomear novo primeiro-ministro "nos próximos dias"
O Presidente francês, Emmanuel Macron, emitiu um comunicado em que garante que vai nomear um novo primeiro-ministro nos “próximos dias”.
Num comunicado citado na imprensa francesa, o líder francês anunciou que “receberá amanhã o primeiro-ministro Bayrou para aceitar a renúncia do seu governo”.
A presidência “tomou nota” da moção de confiança chumbada e vai escolher um sucessor para François Bayrou.
Emmanuel Macron fecha, assim, a porta a eleições legislativas antecipadas.
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União Nacional reitera pedido de eleições antecipadas
No X, a página oficial da União Nacional defendeu a convocação de eleições antecipadas.
“Após este novo falhanço, Emmanuel Macron deve assumir as suas responsabilidades e tirar o país do impasse: o regresso às urnas o mais rapidamente possível”, lê-se na publicação.
???? Après ce nouvel échec, Emmanuel Macron doit assumer ses responsabilités et sortir le pays de l’impasse : rendons sans attendre la parole aux Français !
Avec @MLP_officiel et @J_Bardella, nous sommes prêts à incarner un nouvel espoir !
???????? Rejoignez-nous :… pic.twitter.com/PeKrCOPKaK
— Rassemblement National (@RNational_off) September 8, 2025
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"Bayrou caiu. Vitória popular e alívio", escreve Jean-Luc Melénchon
Jean-Luc Melénchon já reagiu no X. “Bayrou caiu. Vitória popular e alívio. Macron está na linha da frente contra o povo. Ele tem de se demitir”, escreveu o membro da França Insubmissa.
Bayrou est tombé. Victoire et soulagement populaire. Macron est désormais en première ligne face au peuple. Lui aussi doit partir. pic.twitter.com/MTkCQU6yXH
— Jean-Luc Mélenchon (@JLMelenchon) September 8, 2025
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França: governo de Bayrou caiu. 364 deputados votaram contra moção de confiança
Sem surpresa, o governo do primeiro-ministro François Bayrou caiu. Eis os votos:
- 364 deputados votaram contra a moção de confiança;
- 194 votaram a favor
- 15 abstiveram-se.
O primeiro-ministro vê-se agora obrigado a apresentar a demissão ao Presidente francês, Emmanuel Macron.
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Debate da sessão parlamentar extraordinária termina. Deputados vão agora votar
O debate da sessão parlamentar extraordinária na Assembleia Nacional terminou.
Os deputados vão agora votar. Daqui a cerca de 30 minutos, os resultados da moção de confiança deverão ser conhecidos.
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Bayrou responde aos deputados, faz retrospetiva do seu mandato e insiste na "gravidade" da dívida pública
O primeiro-ministro François Bayrou decidiu responder aos deputados e tomar novamente a palavra. O líder do executivo esclarece que “não quer responder às polémicas e aos insultos” da sessão parlamentar, preferindo destacar que foram “meses de profunda felicidade” pessoal.
“Não tomarei partido por nenhum dos partidos, porque o momento que vivemos é muito importante para o Parlamento e para a forma como os franceses veem o Parlamento”, justificou François Bayrou, afirmando: “Se pudéssemos tentar escapar a esta imagem de violência e desprezo, estaríamos a prestar homenagem à democracia que defendemos”.
Numa retrospetiva, François Bayrou recordou que o seu governo “não sofreu apenas uma crise”, mas antes vários momentos de tensão. “E não foi fácil.”
Voltando à mensagem central da sua mensagem, François Bayrou pede que se reconhece a “gravidade da situação” da dívida pública: “Um país não pode renunciar à sua soberania, nem aceitar a sua submissão aos credores. Somos responsáveis pelo futuro do povo francês, incluindo os mais jovens”, reiterou.
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França Insubmissa vai avançar com novo projeto de destituição do Presidente: "Todos os que tentarem salvar Macron cairão"
A presidente do grupo da Assembleia Nacional da França Insubmissa anunciou que o partido vai avançar com um novo projeto de destituição contra Emmanuel Macron, tal como já fez em setembro de 2024: “Todos os que tentarem salvar Macron cairão”.
“O Presidente não quer mudar a sua política. Portanto, teremos de mudar o Presidente. Com todo o respeito, neste outono, a soberania popular está de volta”, justificou Mathilde Panot, pedindo que Emmanuel Macron se demite, juntamente com François Bayrou.
“Hoje, não é apenas o governo que devemos derrubar, mas um mundo fundado na desumanidade, na brutalidade social e na ausência de solidariedade”, defendeu Mathide Panot, que acredita que “o povo está com pressa” de remover Emmanuel Macron do cargo.
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França Insubmissa acusa Macron e Bayrou de montarem um "oligarquia voraz". "São um perigo para o país"
Num tom bastante crítico, Mathilde Panot acusou Emmanuel Macron e François Bayrou de montarem uma “oligarquia voraz” em França. Os dois líderes “ficarão marcados na História por não deixaram as pessoas desfrutarem de vida”.
“São um perigo para o país”, prosseguiu Mathilde Panot, denunciando que a extrema-direita tem sido o “seguro de vida” do bloco centrista. “O povo está a ficar farto”, avisou.
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França Insubmissa: "Bayrou já pertence ao passado"
É a vez de Mathilde Panot, líder do grupo parlamentar da França Insubmissa.
Sem surpresas, a líder partidária do mesmo partido de que Jean-Luc Melénchon entra ao ataque contra François Bayrou. “Não partilhamos o seu diagnóstico do país e muito menos dos seus remédios”, começou por criticar.
Para Mathilde Panot, o Presidente francês, Emmanuel Macron, governo “através do medo” com a questão da dívida pública. “Estamos satisfeitos por não termos votado a favor um orçamento em oito anos”, continua, avaliando que “os maiores viciados em despesa pública nos últimos anos têm sido os patrões”.
De qualquer forma, Mathilde Panot não tem dúvidas: François Bayrou já “pertence ao passado”.
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Attal acredita que "derrubar o governo não resolverá nada" e pede "acordo de interesse geral" até eleições de 2027
O presidente do grupo parlamentar Juntos pela República assume que o partido não concorda totalmente com a proposta de Orçamento do Estado de François Bayrou, em particular a eliminação de dois feriados.
Mesmo assim, é necessário um Orçamento aprovado até 31 de dezembro com um preceito: reduzir a dívida. “É uma questão vital”.
Além disso, é necessário um “acordo de interesse geral” de “forças republicanas” até às próximas eleições presidenciais de 2027. “Derrubar o governo não resolverá nada. Só terá um efeito: vai atrasar-nos”, lamentou Gabriel Attal.
Assim sendo, é necessário “um roteiro preciso que todas as forças republicanas possam aceitar” em França. Tem de haver um “acordo de interesse geral” até 2027, insistiu.
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Aliado de Macron pede "compromissos" — e até à esquerda. "Estendo a minha mão"
Gabriel Attal acredita que”não cabe aos franceses resolver os problemas do Parlamento, mas antes o Parlamento resolver os seus problemas e os problemas do povo francês”.
Assim sendo, o líder parlamentar do partido de Emmanuel Macron pede um “compromisso” até com a esquerda. “Compromissos exigem coragem. Estendo minha mão. Vamos encontrar um ponto em comum”, insistiu Gabriel Attal.
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Aliado de Macron diz que França está a "sufocar" com o "impasse". "Franceses não acreditam mais na política", lamenta Attal
É a vez agora de Gabriel Attal, antigo primeiro-ministro aliado de Emmanuel Macron.
O líder parlamentar do grupo Juntos pela República criticou a oposição por deixar França a “sufocar” com o “impasse” que vive, ao mesmo tempo que a guerra na Ucrânia “atinge o coração da Europa, exigindo que França exerça influência na ordem mundial e assuma a liderança europeia”.
“A política está cansada de certezas, linhas vermelhas e intransigência”, denunciou Gabriel Attal, acrescentando que os “franceses não acreditam mais na política”.
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União Nacional exige eleições legislativas antecipadas. "É a única opção", avisa Le Pen
Para Marine Le Pen, na sequência do moção de confiança chumbada de François Bayrou, Emmanuel Macron tem a obrigação de evitar a “obrigação institucional” de convocar eleições legislativas antecipadas.
“Um Presidente nunca está errado em ouvir o povo”, justificou, acrescentando que “a dissolução não é um capricho, é uma alavanca institucional para romper o impasse e permitir o funcionamento democrático”.
Marine Le Pen garantiu que o partido “aceitará o veredito das urnas”. E, caso a União Nacional obtiver uma maioria absoluta, a líder partidária assegurou que vai exigir a Emmanuel Macron a implementação de um “programa de recuperação nacional”.
“O Presidente só tem um opção: convocar novas eleições”, apelou Marine Le Pen. “Tem de deixar o país escolher. Sem a dissolução, Emmanuel Macron bloqueará o país.”
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Le Pen lembra que União Nacional não apresentou moção de censura e avisa Macron
Marine Le Pen garante que a União Nacional “respeita as instituições” e que, por isso, nunca apresentou uma moção de censura contra François Bayrou. Contudo, a líder parlamentar defende que um “grande país como França não pode viver com um governo de papel” — e tem tomar “decisões imediatas” num mundo “que enfrenta vários problemas”.
Assim, o partido tinha de votar contra a moção de confiança.
Neste sentido, Marine Le Pen avisou que dificilmente a União Nacional votará a favor de um Orçamento do Estado que tenha um cunho dos partidos centristas.
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Le Pen celebra "fim da agonia do governo fantasma" e culpa Bayrou pelo "colapso geral" de França
Fala agora a presidente do grupo parlamentar da União Nacional, Marine Le Pen.
Para a líder partidária, esta moção de confiança “marca o fim da agonia de um governo fantasma”. “Para quê continuar a confiar num governo que não governa?”, questionou.
A União Nacional “não tem confiança” em François Bayrou. E pediu a demissão do Presidente francês, Emmanuel Macron.
“Líderes da direita, assim como os de esquerda, vocês são culpados”, apontou Marine Le Pen, criticando François Bayrou por se “lamentar perante as câmaras”, enquanto é o principal responsável pela “dívida pública” e pelo “colapso geral” de França.
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Ciotti acusa Macron e Bayrou de serem "bombeiros pirómanos"
Discursa agora Éric Ciotti, presidente do grupo parlamentar União das Direitas pela República, um bloco que surgiu fruto de uma cisão com os Republicanos.
Éric Ciotti criticou François Bayrou, acusando o primeiro-ministro de “preparar uma armadilha” para os deputados que escolham votar contra a moção de confiança.
O Presidente francês e François Bayrou são “bombeiros pirómanos”. “Acendem os fósforos em poços de combustível há oito anos e deveríamos confiar em vocês para apagar o fogo?”, questionou Éric Ciotti.
Éric Ciotti confirma que o grupo político vai votar contra a moção de censura. “Tudo o que Macron fez deve ser julgado”, defendeu.
De acordo com o político, Bayrou e Macron são os “arquitetos do desastre francês”. Perante o “Titanic macronista”, Éric Ciotti defendeu a “dissolução do governo ou a renúncia de Emmanuel Macron”.