Momentos-chave
- Administração dos EUA aprova três mil milhões de euros em apoio militar a Israel
- Primeiro-ministro libanês apela à "retirada total" das forças israelitas
- Israel estará a pressionar os EUA a manterem a Síria enfraquecida e descentralizada, segundo a Reuters
- Guterres diz que "Gaza se tornou um nexo de morte, deslocação, fome e doença"
- Regresso israelita antecipado do Cairo terá sido devido à rejeição pelo Hamas da proposta de extensão da primeira fase do cessar-fogo
- Netanyahu reúne Conselho de Ministros extraordinário para discutir acordo de cessar-fogo
- Negociações para segunda-fase do cessar-fogo continuam no sábado
- Médio Oriente: Deputados portugueses apelam à paz e trocam acusações sobre Gaza
- Israel quer adiar a segunda fase do cessar-fogo para mais seis semanas
- Países árabes querem apresentar a Trump um plano para Gaza nas próximas semanas, diz Jordânia
- Netanyahu diz que líder dos serviços secretos recomendou-o a conceder benefícios civis ao Hamas antes do ataque de 7 de outubro
- Começou funeral de Tsachi Idan em Tel Aviv
- Relatório militar israelita confirma uso de estratégia que colocou em risco a vida de civis
- Força aérea israelita diz ter matado membro do Hezbollah no Líbano
- Refém que era requerente de nacionalidade portuguesa terá funeral público
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora?
- O conflito entre Israel e o Hamas permanece tenso, com Israel a solicitar o adiamento da segunda fase do cessar-fogo em Gaza por mais seis semanas. O pedido foi recusado pelo Hamas, que exige que Israel cumpra os termos do acordo negociado, reforçando o seu comprometimento com a implementação de todas as fases do mesmo.
- O chefe do exército israelita, General Herzi Halevi, reconheceu num relatório recém-divulgado o “fracasso total” das Forças de Defesa de Israel (IDF) em impedir ataques do Hamas a 7 de outubro de 2023. A utilização do “protocolo Hannibal”, uma estratégia que coloca civis em risco para prevenir a captura de reféns, foi confirmada.
- Um membro do Hezbollah, Mohammed Mahdi Shaheen, foi morto num ataque da força aérea israelita no Líbano. Shaheen era suspeito de estar envolvido na compra de armas na fronteira entre o Líbano e a Síria após o cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah.
- A comunidade internacional continua a pressionar pela paz na região. Na Jordânia, prepara-se uma delegação de ministros dos negócios estrangeiros árabes para apresentar um novo plano para Gaza ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Este movimento ocorre após a administração Trump ter sugerido o controlo da Faixa de Gaza por forças externas.
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Este liveblog chega agora ao fim, obrigada por nos ter acompanhado.
Continue a par dos desenvolvimentos no Médio Oriente neste novo liveblog.
Hamas quer continuar tréguas mas recusa “forças estrangeiras” na Faixa de Gaza
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Administração dos EUA aprova três mil milhões de euros em apoio militar a Israel
O governo de Donald Trump aprovou uma proposta de venda de um pacote de armas num valor que se aproxima dos 3 mil milhões de euros, segundo a Associated Press.
O pacote inclui uma série de armamento, incluindo bombas, mísseis e munições, assim como uma série de bulldozers. O pacote de ajuda não implica, de acordo com o departamento de Estado norte-americano, aprovação pelo Congresso.
Segundo o departamento, o secretário de Estado, Marco Rubio, “determinou e apresentou uma justificação pormenorizada de que existe uma emergência que exige a venda imediata ao Governo de Israel dos artigos e serviços de defesa acima referidos, no interesse da segurança nacional dos Estados Unidos, dispensando assim os requisitos de revisão pelo Congresso”.
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Primeiro-ministro libanês apela à "retirada total" das forças israelitas
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, salientou esta sexta-feira a “necessidade da retirada total” das forças israelitas do território do Líbano.
Segundo o chefe de Governo do Líbano, “qualquer atraso constitui uma violação da soberania libanesa, da Resolução 1701 (que acabou com a guerra em 2006) e das disposições relativas à cessação das hostilidades acordadas pelo anterior governo”.
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Israel estará a pressionar os EUA a manterem a Síria enfraquecida e descentralizada, segundo a Reuters
Israel estará a pressionar os Estados Unidos para manterem a Síria “enfraquecida e descentralizada”, segundo quatro fontes próximas consultadas pela Reuters.
Segundo as fontes consultadas pela agência, este enfraquecimento inclui mesmo a manutenção das bases militares russas no país, de forma a contrariar o crescimento da influência turca.
As fontes consultadas pela Reuters referem “uma campanha israelita concertada para influenciar a política dos EUA” nesse sentido, envolvendo acordos com altos representantes norte-americanos.
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Guterres diz que "Gaza se tornou um nexo de morte, deslocação, fome e doença"
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que “Gaza se tornou um nexo de morte, deslocação, fome e doença” com “hospitais, as escolas e as instalações de abastecimento de água” a serem “destruídos e reduzidos a escombros”.
Guterres apelou à manutenção do cessar-fogo e a que ambas as partes respeitem “os seus compromissos” e que os apliquem “na íntegra”.
“Na próxima terça-feira, estarei no Cairo para participar na cimeira extraordinária da Liga dos Estados Árabes para discutir a reconstrução de Gaza”, anunciou ainda o secretário-geral.
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Regresso israelita antecipado do Cairo terá sido devido à rejeição pelo Hamas da proposta de extensão da primeira fase do cessar-fogo
Segundo o canal israelita Channel 12, a razão por trás do regresso antecipado da equipa israelita das negociações sobre o cessar-fogo é mesmo a rejeição por parte do Hamas de uma extensão da primeira fase do acordo.
A proposta israelita, que prolongaria esta fase por 42 dias, vai ser um dos tópicos discutidos na reunião extraordinária do Conselho de Ministros israelita, segundo o Times of Israel.
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Netanyahu reúne Conselho de Ministros extraordinário para discutir acordo de cessar-fogo
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu vai se reunir de forma extraordinária com ministros e representantes da defesa do país para discutir situação das negociações do cessar-fogo, que decorreram no Cairo e continuam amanhã.
Segundo o site israelita Walla, estará também em cima da mesa a proposta israelita, entretanto rejeitada pelo Hamas, de prolongar a primeira fase do cessar-fogo por 42 dias.
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Negociações para segunda-fase do cessar-fogo continuam no sábado
As negociações para o começo da segunda fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza vão continuar no sábado, apesar da equipa de negociação israelita ter regressado nesta sexta-feira do Cairo, onde as discussões decorrem.
Segundo o Haaretz, as negociações vão continuar à distância.
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Hamas rejeita extensão da primeira fase do cessar-fogo
A reagir às notícias de que a delegação de Israel no Cairo quer atrasar o início da segunda fase do cessar-fogo para pelo menos seis semanas, o grupo palestiniano diz que não vai libertar todos os reféns até ficar clara a posição de Israel em acabar com a guerra, de acordo com uma fonte ouvida pelo Haaretz.
Entretanto, o Hamas poderá aceitar outras formas de compromisso por parte de Israel, como a troca de reféns doentes ou mortos por prisioneiros palestinianos, melhorar as condições dos prisioneiros palestinianos ou aumentar o fluxo de ajudas humanitárias em Gaza.
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Primeiro-ministro libanês pede que Israel retire tropas da fronteira com o Líbano
Nawaf Salam, o novo Primeiro-Ministro do Líbano, fez uma visita a fronteira entre o país e Israel e pediu a retirada total das forças militares israelitas para o regresso seguro dos residentes à região.
“Este é o primeiro dia real de trabalho do governo”, destacou Salam, citado pelo Times of Israel. “Prometemo-vos um regresso seguro às vossas casas o mais rápido possível”, disse o primeiro-ministro aos residentes da cidade de Dheira, refugiados na cidade de Tyre.
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Médio Oriente: Deputados portugueses apelam à paz e trocam acusações sobre Gaza
Os apelos à paz entre Israel e o Hamas foram repetidos esta sexta-feira no parlamento, onde os partidos trocaram acusações sobre apoio ao Hamas, e foi pedido mais apoio à Palestina e à UNRWA.
No debate de uma petição apresentada por cidadãos e sete iniciativas de partidos sobre a Palestina, Marisa Matias, do Bloco de Esquerda, começou por apelidar como “muito precário” o cessar-fogo em vigor desde meados de janeiro e após 15 meses de conflito entre Israel e o Hamas, em Gaza.
A deputada criticou quem “ignora o genocídio” em Gaza e “amplifica a narrativa do agressor [Israel]”, além de assinalar que a esperança média de vida – 40 anos – dos palestinianos tornou-se na “mais baixa do mundo” e o aumento em três vezes do número de detenções na Cisjordânia desde o outubro de 2023.
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Chefe do exército israelita apresenta resultados do relatório dos IDF a líderes da fronteira com Gaza
O General Herzi Halevi, chefe do exército israelita, encontrou-se na manhã desta sexta-feira com líderes locais dos concelhos da fronteira com Gaza, para apresentar os resultados do relatório divulgado na última quinta-feira, 27 de fevereiro. No documento, as IDF admitem o “fracasso total” em impedir os ataques do Hamas a 7 de outubro de 2023.
Halevi esteve acompanhado de outros líderes militares, como o chefe da força aérea e o diretor de inteligência.
“Os comandantes apresentaram as principais conclusões e lições aprendidas, com ênfase na preparação das IDF para seguir em frente”, diz o comunicado emitido pelo exército e citado pelo Times of Israel.
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Israel quer adiar a segunda fase do cessar-fogo para mais seis semanas
A delegação de Israel no Egito terá pedido para adiar a segunda fase do cessar-fogo em Gaza para mais 42 dias, de acordo com duas fontes egípcias ouvidas pelo Jerusalém Post.
O Hamas já emitiu um comunicado anteriormente a recusar atrasar o início da segunda fase, que deveria começar nos próximos dias. “Com o fim da primeira fase do cessar-fogo e do acordo de libertação de reféns, o Hamas reafirma o comprometimento total em implementar todos os termos do acordo em todas as suas fases e detalhes”, diz o grupo palestiniano, que pede a Israel que “entre imediatamente na segunda fase, sem hesitação ou evasão”.
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Israel diz que não vai retirar tropas da fronteira com de Gaza com o Egito
De acordo com a CNN, Israel não vai tirar as tropas da fronteira de Gaza com o Egito. A retirada faz parte da primeira fase do cessar-fogo. “Não vamos sair do corredor Philadelphi”, disse uma fonte à publicação, ao falar da faixa de 14 quilómetros ao longo da fronteira. “Não vamos autorizar os assassinos do Hamas a voltar com camiões e armas às nossas fronteiras, e não os vamos deixar fortalecer novamente”.
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Países árabes querem apresentar a Trump um plano para Gaza nas próximas semanas, diz Jordânia
De acordo com uma fonte oficial da Jordânia ouvida pela CNN, os ministros dos negócios estrangeiros dos países árabes pretendem viajar a Washington nas próximas semanas para apresentar a Donald Trump um “plano sólido” para Gaza, que não incluirá a retirada de palestinianos.
Os líderes árabes devem reunir-se no Cairo na próxima terça-feira, 4 de março, com o objetivo de traçar um plano para Gaza. De acordo com a CNN, os principais diplomatas devem, então viajar para a capital norte-americana para entregar a proposta à administração Trump.
Anteriormente, o presidente norte-americano afirmou que “recomenda”, mas “não impõe” o seu plano para que os EUA assumam o controlo da Faixa de Gaza e a população palestiniana seja deslocada. “Bem, nós damos à Jordânia e ao Egito milhares de milhões de dólares por ano. Por isso, fiquei um pouco surpreendido por eles terem dito o que disseram”, sublinhou Donald Trump, referindo-se à recusa dos dois países em acolher os habitantes de Gaza, como proposto pelo Presidente dos EUA.
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Policiamento reforçado em Jerusalém para o período do Ramadão
Milhares de forças policiais estão a ser deslocadas para as ruas de Jerusalém, para reforçarem o policiamento durante o período do Ramadão, de acordo com o The Jerusalém Post. As autoridades israelitas confirmaram que estão a implementar restrições de segurança no complexo onde fica a mesquita Al-Aqsa, na cidade velha de Jerusalém, conforme publica o The Times of Israel.
No ano passado as autoridades israelitas restringiram o acesso à mesquita a homens com mais de 55 anos e mulheres com mais de 50.
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Netanyahu diz que líder dos serviços secretos recomendou-o a conceder benefícios civis ao Hamas antes do ataque de 7 de outubro
Benjamin Netanyahu reagiu na manhã desta sexta-feira, 28 de fevereiro, a uma reportagem do Yedioth Ahronoth, que responsabiliza o primeiro-ministro por ter falhado em perceber sinais que poderiam ter evitado ou reduzido os danos do ataque do Hamas a Gaza a 7 de outubro de 2023. No comunicado, Netanyahu culpa o líder dos serviços secretos israelita a fornecer informações erradas e diz que recebeu a recomendação de conceder benefícios civis ao Hamas.
“É a reciclagem de mentiras sem fundamento que já foram refutadas no passado, e têm a intenção de desacreditar o primeiro-ministro, que está a levar Israel a conquistas sem precedentes em sete frentes”, diz o comunicado publicado nas redes sociais do primeiro-ministro.
O texto ainda afirma que a 1 de outubro, num ponto de situação, Netanyahu foi aconselhado pelo líder dos serviços secretos, Ronen Bar, “a conceder benefícios civis ao Hamas em troca da paz”. De acordo com o comunicado, Ronen Bar também terá recomendado evitar ataques em Gaza e no Líbano. “Na mesma discussão, o primeiro-ministro recomendou, na ocasião de o cenário escalonar, posicionar-se contra a liderança do Hamas em Gaza. Depois, na reunião de 3 de outubro, o chefe da Shin Bet afirmou determinada e firmemente que o Hamas pretendia evitar uma campanha contra Israel e ainda disse haver potencial para manter a estabilidade em Gaza a longo prazo, se Israel desse a Gaza perspetivas económicas positivas.”
לשכת ראש הממשלה בתגובה לפרסום של רונן ברגמן בידיעות אחרונות:
מדובר במיחזור שקרים חסרי-בסיס שהופרכו בעבר, ושנועדו להכפיש את ראש הממשלה נתניהו, שמוביל את ישראל להישגים חסרי-תקדים בשבע חזיתות.
הטענה על כך שזמן קצר לפני סיום מבצע "צוק איתן" היה זה ראש הממשלה שהציע לנציג סעודיה…
— Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו (@netanyahu) February 28, 2025
De acordo com o jornal, Netanyahu teria motivos para não querer instaurar um comitê para investigar as decisões que levaram ao ataque, por ter tomado decisões erradas e ignorado avisos de uma potencial tensão na região. A reportagem foi publicada poucas horas depois de as IDF divulgarem um relatório no qual admite “fracasso total” para impedir os ataques.
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Começou funeral de Tsachi Idan em Tel Aviv
Começou há poucos minutos as cerimónias fúnebres de Tsachi Idan. Numa celebração no estádio Bloonfield, do Hapoel Tel Aviv, equipa da qual era adepto, centenas de pessoas acompanham as homenagens e membros da família usam T-shirts a pedir perdão por não terem sido capazes de o salvar.
“Nosso governo tomou decisões muito difíceis, com consequências insuportáveis”, disse a irmã de Tsachi, Noam, citada pelo Times of Israel. A irmã do refém morto pede ainda que o governo “traga todos os nossos reféns o mais rápido possível”, destacando que esta é “a luta mais importante que temos”.
“Pedimos desculpas, todos nós, por teres voltado numa urna e não a caminhar, da mesma forma como foste levado”, disse ainda Noam. “O meu irmão passou por situações que nem o diabo poderia ter escrito”, afirma, sobre o tempo de cativeiro de Tsachi Idan.
‘I’m sorry you came back in a coffin’: Funeral ceremony for slain hostage Tsahi Idan begins https://t.co/Gp28tuPc0V
— The Times of Israel (@TimesofIsrael) February 28, 2025
Depois da cerimónia no estádio, a urna segue um cortejo fúnebre pelas ruas de Tel Aviv, terminando no Kibbutz Einat, onde Tsachi Idan será enterrado ao lado da filha, que morreu no ataque de 7 de outubro, aos 18 anos.
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Relatório militar israelita confirma uso de estratégia que colocou em risco a vida de civis
No relatório divulgado na última quinta-feira, 27 de fevereiro, pelo exército israelita, que reconheceu o “fracasso total” para impedir os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, as IDF confirmam que utilizaram o “protocolo Hannibal”, uma estratégia militar israelita para prevenir a captura de reféns, mesmo com risco para a vida de civis.
De acordo com o relatório, por volta das 10h30 do dia 7 de outubro de 2023 a força aérea israelita terá começado a atirar “em tudo o que se movia” perto da fronteira de Gaza. Os pilotos também foram instruídos a iniciar a operação “Espada de Dâmocles”, que era focada em “atingir todos os alvos do Hamas dentro de Gaza”. As operações das IDF terão resultado em 945 ataques em Gaza, com helicópteros a atirarem 11 mil vezes tanto em membros do Hamas como em civis e soldados israelitas.
Exército israelita admite “fracasso total” para impedir ataques do Hamas de 7 de outubro