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    Síria. Confrontos entre rebeldes e forças de Assad fazem 14 mortos

  • Forças israelitas intercetam rockets lançados a partir do Iémen sobre Telavive

    As sirenes de alerta de ataques aéreos soaram esta noite em Telavive na região centro de Israel. As Forças de Defesa de Israel justificaram o alerta com o lançamento de um míssil, disparado a partir do Iémen, que foi intercetado pela defesa anti-aérea.

    “Os alertas foram ativados devido ao medo da queda de fragmentos intercetados”, pode ler-se na mesma nota das IDF.

  • Pelo menos 20 feridos em ataque israelita contra o hospital Kamal Adwan

    O hospital Kamal Adwan, no norte da Faixa de Gaza, está novamente sob fogo das forças israelitas, segundo a Al Jazeera Arabic e a direção do hospital. Num comunicado citado pelo canal qatari, o diretor Hussam Abu Safia afirma que o “bombardeamento continua, de todas as direções, afetando os edifícios, os departamentos e o pessoal”. “É uma situação séria e extremamente aterradora”, acrescentou.

    O exército israelita ordenou esta manhã a evacuação do hospital. 20 pessoas terão ficado feridas nestes bombardeamentos, que visaram o hospital e os edifícios nas proximidades.

  • De "Rosa do Deserto" a odiada. Quem é Asma al-Assad, a bancária inglesa amante do luxo que casou com o ex-presidente da Síria?

    Dez anos separam Asma e Bashar al-Assad, que casaram em 2000 numa cerimónia secreta. Com dupla nacionalidade, bancária era vista como esperança para a Síria, mas acabou por tomar o partido do marido.

    De “Rosa do Deserto” a odiada. Quem é Asma al-Assad, a bancária inglesa amante do luxo e mulher do ex-presidente da Síria?

  • Israel admite pela primeira vez responsabilidade pela morte de Ismail Haniyeh

    “Vamos atacar a infraestrutura estratégica dos Houthis e decapitar os seus líderes, tal como fizemos com Haniyeh, Sinwar e Nasrallah em Teerão, Gaza e no Líbano”. A declaração foi proferida hoje pelo ministro da Defesa israelita, Israel Katz. Esta é a primeira confirmação oficial de Telavive de que o ataque de julho em Teerão, que matou o líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, foi levado a cabo por Israel.

    Katz discursou num evento de comemoração das forças de segurança locais, em que ameaçou os rebeldes Houthis do Iémen com o mesmo destino dos líderes dos restantes grupos do “Eixo da Resistência”, liderado pelo Irão. Os ataques que mataram Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, em Beirute e Yahya Sinwar, líder do Hamas, em Gaza já tinham sido reivindicados por Israel.

  • Erdogan diz que integridade síria é "linha intocável" e exige retirada de Israel

    O Presidente turco defendeu hoje que “a proteção da unidade e da integridade territorial da Síria em todas as circunstâncias é uma linha intocável” para o seu país e exigiu que Israel se retire das posições que já ocupou.

    Recep Tayyip Erdogan criticou Israel na semana passada pelos seus planos de duplicar a população que vive na parte ocupada e anexada dos Montes Golã, que considerou uma tentativa de “expandir as suas fronteiras” após a queda do regime de Bashar al-Assad na Síria.

  • Israel mata um dos líderes do serviço de segurança do Hamas

    As Forças de Defesa de Israel anunciaram hoje a morte de um dos líderes do Serviço de Segurança do Hamas, vítima de um ataque aéreo israelita.

    Tharwat Muhammad Ahmad al-Bayk era um dos líderes do ramo do Hamas responsável por construir um serviço de informação para ajudar ao grupo palestiniano a tomar decisões. De acordo com as IDF, a unidade à qual pertence Bayk também é responsável pela proteção dos altos quadros do Hamas.

    A escola onde Bayk estava quando foi atingido pelo ataque israelita era um abrigo para habitantes de Gaza que foram obrigados a deslocar-se por causa da guerra. Pelo menos, oito pessoas terão morrido nesta ofensiva, segundo os media palestinianos, noticiados pelo Times of Israel.

  • Três soldados israelitas mortos no norte da Faixa de Gaza

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram que três soldados israelitas morreram hoje em combate no norte da Faixa de Gaza, noticia o Times of Israel.

    Os três jovens — tinham entre 21 e 22 anos — foram mortos por uma explosivo em Beit Hanoun, de acordo com um investigação preliminar das IDF.

    Desde 8 de outubro de 2023, Israel terá sofrido 391 baixas em Gaza, segundo as forças israelitas.

  • Catar e Jordânia prometem apoio a nova liderança síria

    O líder do governo de transição na Síria Ahmed al-Sharaa reuniu-se com altos diplomatas de países do Médio Oriente, que prometeram ajuda e investimento ao país, noticia a Reuters.

    Hoje, o ministro do Estado do Catar para os Negócios Estrangeiros esteve em Damasco onde disse que o país está disponível para fazer “investimentos significativos” na Síria, nomeadamente, em setores como energia, portos e aeroportos, disse Sharaa.

    O líder sírio também recebeu o ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia que afirmou estar pronto para ajudar a Síria nos seus “esforços de recuperação”, após a queda de Assad. Acrescentou ainda que tanto a Jordânia como a nova liderança do grupo rebelde sírio HTS reconhece a ameaça que o Estado Islâmico representa.

  • Houthis reivindicam lançamento de dois drones contra cidades israelitas

    Os Houthis reivindicaram hoje o lançamento de dois drones contra Israel, de acordo com o Times of Israel.

    Os ataques tiveram como alvos a região de Telavive e a cidade de Ashkelon, a norte de Gaza. Em nenhuma das cidades se registou o impacto dos mesmos. As Forças de Defesa de Israel afirmaram que, durante o dia de hoje, intercetaram um drone.

    Nos últimos dias, o grupo rebelde apoiado pelo Irão tem escalado a sua ofensiva contra Israel, em declarado apoio à população da Faixa de Gaza.

  • Milhares de mulheres protestam por direitos na Síria

    Milhares de mulheres manifestaram-se hoje nas ruas de Qamishli, cidade no nordeste da Síria, para que a nova liderança islamista do país respeite os diretos das mulheres, noticia a Reuters.

    “Estamos a exigir direitos humanos ao novo Estado… as mulheres não devem ser excluídas de direitos neste sistema” disse Sawsan Hussein, uma ativista pelos direitos das mulheres.

    Na semana passada, um porta-voz do governo de transição sírio, disse que a natureza “biológica e psicológica” das mulheres as tornava impróprias para certos papéis governamentais.

    Na marcha nas ruas de Qamishli, as participantes também condenaram campanhas de grupos militares apoiados pela Turquia contra grupos curdos, no norte do país.

  • Vitórias de Israel "inspiram apreciação" no Médio Oriente e em todo o mundo, disse Netanyahu

    No parlamento israelita, Benjamin Netanyahu afirmou que as vitórias militares de Israel “estão a mudar a cara do Médio Oriente” e “inspiram grande apreciação na região e por todo o mundo”.

    “Não vamos tirar os olhos do Irão que ameaça destruir-nos e estamos determinados a prevenir que consiga obter armas nucleares e outras armas que possam ameaçar as nossas cidades e a nossa pátria”, prometeu. O líder israelita acrescentou que o país já eliminou as primeiras, segundas, terceiras e quartas linhas do Hezbollah e Hamas. “Já não sobram mais linhas”, disse, em declarações citadas pelo Times of Israel.

    Dessa forma considera que o sucesso de Israel na guerra “cria a oportunidade para expandir o círculo da paz e os países moderados árabes veem Israel como um poder regional e um potencial aliado para garantir a segurança, estabilidade e prosperidade” do Médio Oriente. “Eu quero explorar ao máximo essa oportunidade com os nossos amigos americanos”, concluiu.

  • Médio Oriente. "Desconfiança entre as partes é enorme"

    Bruno Cardoso Reis afirma que, apesar de Israel e o Hamas arrastarem negociações, há sinais de vontade para um acordo. Fala num “clube de amigos de Putin” dispostos a tudo para se manterem no poder.

    Ouça aqui novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    Médio Oriente. “Desconfiança entre as partes é enorme”

  • Netanyahu defende no parlamento que há "progresso" na guerra

    Numa discurso no parlamento israelita, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu expressou otimismo em relação a um acordo com o Hamas para a libertação dos reféns.

    O líder israelita listou três razões para o que considera ser o “progresso” de Israel. “Primeiro, [o líder do Hamas, Yahya] Sinwar já não está connosco. O Hamas esperava que o Hezbollah e o Irão viessem ajudar, mas eles estão a lamber as suas feridas. E o próprio Hamas está a sofrer cada vez mais golpes. Por isso, há progresso. Eu não sei quanto tempo vai demorar, mas estamo-nos a esforçar”, disse Netanyahu citado pelo Times of Israel.

  • Polícia israelita investiga mulher de Netanyahu

    A polícia israelita começou a investigar dezenas de queixas apresentadas contra a mulher do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, noticia o The Times of Israel.

    Segundo as queixas apresentada, Sara Netanyahu terá tentado intimidar testemunhas no julgamento de Benjamin e incentivado manifestantes a assediar o procurador-geral do Estado de Israel, o vice-procurador-geral e outros elementos vistos como ameaças à família Netanyahu.

    Uma das queixas citadas pelo jornal israelita afirma: “A queixa apresentada hoje é apenas o início. Está na hora da polícia mostrar que ninguém está a cima da lei, qualquer que seja o seu apelido. A família Netanyahu não assusta ninguém, vamos trabalhar para que eles sejam levados à justiça”.

  • Delegação russa encontra-se com Presidente do Irão

    Uma delegação da Rússia encontrou-se hoje com o Presidente do Irão Masoud Pezeshkian, em Teerão, para negociar um acordo de cooperação entre os dois países, de acordo com a Reuters.

    Os membros russos convidaram Pezeskhian para uma visita oficial à Rússia em Janeiro de 2025, altura em que o acordo deverá ser formalmente assinado. Em outubro, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo Sergei Lavrov disse que Moscovo e Teerão planeavam assinar um acordo para aumentar a sua cooperação ao nível da Defesa.

    As duas fações deverão discutir também a criação de uma zona de mercado livre, a incluir a Rússia, o Irão e outros países da União Económica da Euroásia.

  • Netanyahu diz estar a tomar medidas significativas para trazer reféns de volta

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse num discurso hoje no parlamento que apesar da festividade judaica Hanukkah — que se começa a celebrar na noite de 25 de dezembro — “a alegria não estará completa até trazermos todos os nossos reféns para casa”, citou o Haaretz.

    “Embora tenham sido alcançados resultados significativos”, afirmou, “a missão de os fazer regressar a casa é a nossa principal prioridade”.

  • Gantz defende que Israel deve atacar diretamente o Irão

    Benny Gantz defendeu que, face aos ataques dos Houthis do Iémen e de outros representantes iranianos, Israel deve atacar diretamente o Irão uma vez que “a solução para pôr fim aos ataques está em Teerão”.

    “Hoje temos a oportunidade de catalisar uma ‘viragem estratégica’ contra o Irão e os seus representantes. Temos de aproveitar esta oportunidade. Seria um erro estratégico de proporções históricas não o fazer”, disse no parlamento israelita, citado no Times of Israel.

    “Israel deve trazer os reféns para casa e as nações da região, juntamente com os EUA, devem trabalhar em conjunto com Israel para eliminar a ameaça de um regime nuclear iraniano”, acrescentou.

  • IDF abatem drone lançado desde o Iémen contra Israel

    As Forças de Defesa de Israel afirmam ter abatido um drone lançado desde o Iémen. Segundo cita o Times of Israel, a defesa aérea intercetou o aparelho antes de entrar no espaço aéreo israelita.

  • Israel assina acordo de venda de sistema de defesa aéreo com a Eslováquia

    O Ministério da Defesa israelita assinou um acordo no qual vai vender o sistema de defesa aéreo Barak MX à Eslováquia por 560 milhões de euros. Segundo a Al Jazeera, este sistema já tinha sido vendido também ao Chipre e ao Azerbeijão.

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