Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Depois de mais de 15 mortos de madrugada, novos ataques russos a Kiev provocam dois mortos. Foi atingida uma “infraestrutura crítica” de fornecimento de água

  • O que se passou até agora:

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma operação económica “esmagadora” contra o Irão, descrevendo-a como uma “guerra económica de isolamento numa escala sem precedentes”. Esta operação visa punir economicamente qualquer país que colabore com Teerão e os seus setores financeiros, afetando “tráfico” de petróleo, transferências de dinheiro, e diversas instituições empresariais do Irão.
    • Simultaneamente, Trump declarou que não pretende retomar negociações com o Irão no futuro próximo, embora não descarte a possibilidade em algum outro momento. O Presidente reafirmou a posição de que o Irão não pode possuir armas nucleares, sob o argumento de que, caso contrário, se verificar o risco de as usar.
    • A tensão no Médio Oriente é agravada por ataques israelitas na Síria, alegadamente devido à presença militar turca. Israel avisou que não permitirá o reforço militar turco na Síria, afirmando que o ataque ocorreu após avisos ignorados sobre essa expansão. Estes desenvolvimentos têm sido acompanhados por entidades como a ONU, que apelou a Israel para cessar as suas incursões aéreas na região.
    • Na Ucrânia, uma troca de prisioneiros entre a Ucrânia e a Rússia resultou na libertação de 103 militares ucranianos. Este regresso tem sido celebrado na Ucrânia, onde os soldados agora livres receberão apoio médico e psicológico, além de todos os benefícios previstos pelo Estado. Em paralelo, as forças russas intensificaram ações bélicas na região de Zaporíjia.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Trump anuncia "DIA D ECONÓMICO" contra o Irão: "Uma guerra económica e de isolamento numa escala sem precedentes"

    Donald Trump anunciou hoje “a mais esmagadora operação económica alguma vez empreendida contra qualquer país” contra o Irão, palavras deixadas todas em letras maiúsculas na Truth Social. “Isto vai ser uma guerra económica e de isolamento numa escala sem precedentes”, continua o Presidente dos Estados Unidos.

    Trump afirma que qualquer país que colabore com Teerão e com as suas instituições financeiras irá sofrer “TREMENDAS Consequências Económicas” e aponta baterias ao “tráfico de petróleo, linhas de troca, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registos navais e empresas de fachada”.

    “Este será um DIA D ECONÓMICO, e precisamos que todos os nossos aliados se unam aos Estados Unidos da América para isolar e derrotar a ameaça iraniana”, apela o líder norte-americano.

    Publicação Trump Truth Social 
19 de agosto 2026

  • Washington defende diálogo entre Síria, Israel e Turquia para reforçar estabilidade

    Em declarações à Al Jazeera, uma fonte do Departamento de Estado norte-americano afirmou as discussões dos EUA com Israel, Turquia e Síria sobre os recentes acontecimentos já “estão em curso”.

    “Acreditamos que a moderação e o diálogo são o melhor caminho a seguir”, disse a fonte, acrescentando ainda que a “liderança de Trump no Médio Oriente facilitou discussões produtivas focadas no respeito pela soberania e estabilidade da Síria, no apoio ao direito de Israel de se defender contra ameaças e na busca da prosperidade em ambos os países”.

    O presidente dos EUA, segundo a fonte, “apresentou a sua visão clara para um Médio Oriente próspero e uma Síria estável a viver em paz consigo própria e com os seus vizinhos”.

  • Hospital pediátrico em Kiev danificado na sequência de ataque com mísseis russo

    Foram ouvidas mais de dez explosões em vários pontos da capital ucraniana, fazendo tremer edifícios e acionando alarmes de automóveis em algumas zonas da cidade.

    No distrito de Solomianskyi, destroços caíram junto a um edifício residencial de cinco andares, destruindo janelas e provocando um incêndio, informou o presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, segundo o The Kyiv Independent.

    No mesmo distrito, um dos edifícios de um hospital pediátrico sofreu danos, com janelas partidas e vários veículos incendiados nas instalações.

  • Ataque russo a sede da polícia em Zhytomyr provoca 2 mortos e pelo menos 40 feridos

    As forças russas atacaram a sede regional da Polícia Nacional da Ucrânia em Zhytomyr, provocando a morte a dois polícias e ferindo pelo menos 40 pessoas, de acordo com o primeiro vice-chefe da Polícia Nacional, Maksym Tsutskiridze, escreve o The Kyiv Independent.

    “Zhytomyr foi alvo de um ataque cínico das forças russas – o inimigo atacou com drones do tipo Banderol”, disse Tsutskiridze, citado pelo jornal.

  • Governador do Banco Central do Irão afirma que nenhum dos fundos congelados do país foi libertado até à data

    O governador do Banco Central do Irão, Abdolnaser Hemmati, afirmou que nenhum dos fundos bancários estrangeiros do país foi devolvido, apesar de um acordo assinado em junho com os EUA que suspendeu provisoriamente algumas sanções bancárias e económicas.

    “Até à data, nenhum fundo dos ativos bloqueados foi libertado nos termos do acordo”, disse Hemmati à emissora estatal iraniana IRIB, citado pela Al Jazeera.

    “Embora as expectativas e as exigências da população por melhorias sejam totalmente respeitadas e justificadas, a queda simultânea da receita de petróleo, dos impostos e das contribuições para a segurança social afetou todos os setores e pilares da economia do país”, acrescentou.

  • Rússia lança ataque com mísseis balísticos contra Kiev

    Kiev foi esta noite alvo de um novo ataque com mísseis balísticos russos, afirmou o autarca da capital ucraniana na sua conta do Telegram. Vitaliy Klitschko relatou incêndios em prédios nos bairros de Svyatoshynskyi e Darnytskyi.

    Em Solomyanskyi, um outro incêndio deflagrou num prédio residencial de cinco andares, acrescentou numa mensagem posterior, em que dá conta da ativação dos serviços de emergência para o local e de danos materiais.

  • Ministros da Arábia Saudita e do Qatar discutem segurança regional com foco para a Faixa de Gaza

    O primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar reuniu-se hoje com o seu homólogo saudita durante uma viagem a Riade. Mohammed Al Thani e Faisal bin Farhan discutiram “os últimos desenvolvimentos regionais, esforços diplomáticos para reduzir escaladas, conter tensões e melhorar a segurança e a estabilidade na região”, pode ler-se no comunicado do Ministério qatari.

    Em cima da mesa, para além das relações bilaterais, estiveram também os “últimos desenvolvimentos na Faixa de Gaza e nos territórios palestinianos ocupados” e “a liberdade de navegação, em particular no Golfo da Arábia e no Mar Vermelho, de forma a preservar o fluxo do comércio internacional”, na sequência da guerra no Irão.

    “Ambos os lados reiteraram a sua condenação da rejeição declarada do plano destinado a completar a implementação do plano abrangente do Presidente dos EUA Donald Trump para acabar com o conflito em Gaza”, conclui o comunicado.

  • Jordânia expressa solidariedade para com a Síria após ataque de Israel

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, Ayman Safadi, manifestou solidariedade para com a Síria após os ataques israelitas a uma base aérea perto de Alepo, num telefonema com o seu homólogo sírio, Asaad al-Shaibani, relatou a Al Jazeera.

    “O ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia expressou a condenação do país pelas violações israelitas em território sírio, enfatizando a solidariedade e o apoio do Reino à Síria. Ambos os lados sublinharam também a importância de continuar os esforços para reforçar a paz e a estabilidade na região”, lê-se num comunicado do Ministério, citado pela emissora.

  • Netanyahu avisa Turquia que não permitirá reforço militar na Síria

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, avisou hoje a Turquia que não vai permitir o aumento da presença militar turca na Síria, um dia depois de Israel bombardear uma base aérea no norte do país.

    O chefe do Governo afirmou, numa entrevista à rádio do exército, que o ataque, na madrugada de terça-feira na região de Idlib, no noroeste da Síria, ocorreu depois de Ancara ter ignorado avisos sobre uma suposta expansão militar no país vizinho.

    “A mensagem foi transmitida, mas aparentemente não a ouviram, por isso garantimos que a compreendiam melhor”, declarou.

  • EUA deverão atribuir 206 milhões de dólares para força de paz em Gaza

    A administração Trump informou o Congresso norte-americano que vai enviar mais de 206 milhões de dólares (cerca de 176,4 milhões de euros) para uma força de paz proposta em Gaza, escreve o The Times of Israel.

    O financiamento será utilizado para cobrir despesas com equipamentos, infraestruturas, veículos e custos operacionais da Força Internacional de Estabilização (FIE), incluindo a adaptação de veículos blindados norte-americanos para apoiar a missão.

  • Jean-Noël Barrot: "O que se passa hoje na Cisjordânia é absolutamente vergonhoso e deveria revoltar-nos a todos"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, condenou as recentes declarações de Ben Gvir, classificando-as como “intoleráveis ​​e desumanas”.

    “O que se passa hoje na Cisjordânia é absolutamente vergonhoso e deveria revoltar-nos a todos”, escreveu Barrot numa publicação na rede social X.

    “É também por isso que tenho vindo a insistir na imposição de sanções não só contra os responsáveis ​​por estes atos de violência, mas também contra as entidades, empresas e organizações que, a partir de Israel, fornecem os meios para que estes colonos extremistas e violentos expulsem os palestinianos das suas terras, queimem as suas plantações e destruam os seus edifícios públicos”, acrescentou.

  • Guterres condena “declarações perigosas” de ministro israelita Ben-Gvir sobre Gaza

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou hoje veementemente as “declarações perigosas” do ministro da Segurança israelita, Itamar Ben-Gvir, segundo o qual Israel deveria matar “30 ou 40 pessoas” todas as noites em Gaza.

    “Tais afirmações são consternadoras. São escandalosas. São desumanizantes e perigosas. E nós condenamo-las inequivocamente”, declarou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, na sua conferência de imprensa diária.

    Itamar Ben-Gvir, ministro encarregado da Segurança Nacional no Governo israelita, apelou recentemente para o assassínio de dezenas de pessoas, numa conversa num podcast com uma ex-refém israelita na Faixa de Gaza.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão conversa com chefe militar do Paquistão sobre situação regional

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, falou por telefone sobre a atual situação regional com o chefe do exército do Paquistão, Asim Munir, informou a agência de notícias iraniana Tasnim, segundo a Al Jazeera.

    Os líderes, de acordo com a emissora, discutiram vários aspetos do conflito atual e os esforços em curso para avançar com “soluções políticas e diplomáticas”.

  • 11 dias depois de cerco por colonos israelitas, palestinianos ainda estão presos nas suas casas na Cisjordânia

    Cerca de 11 dias após colonos israelitas terem iniciado um cerco a várias casas palestinianas nos arredores da aldeia de Qusra, no norte da Cisjordânia, os moradores destas casas disseram ao The Times of Israel que ainda estão presos no seu interior.

    Os soldados israelitas, segundo o jornal, demoraram cerca de uma semana para desmantelar vários postos avançados ilegais que os colonos tinham estabelecido junto às casas.

    O exército declarou a área como uma zona militar fechada, mas os soldados têm-se abstido, em grande medida, de fazer cumprir a ordem junto dos colonos, que continuam a deslocar-se diariamente ao local para intimidar os residentes de Qusra.

    Até ao momento, nenhum colono foi detido por participar no cerco.

  • Nova ameaça do Irão sobre Europa é para ser levada a sério?

    O ex-professor de história da Academia Militar, António José Telo, analisa as mais recentes ameaças do Irão contra a Europa. Afirma que devem ser levadas a sério, mas que ainda não tem mísseis para tal

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    Nova ameaça do Irão sobre Europa é para ser levada a sério?

  • Pelo menos três pessoas morreram numa explosão no sul do Líbano

    Segundo a Agência Nacional de Notícias (NNA), pelo menos três pessoas morreram numa explosão provocada por um engenho explosivo enterrado pelas forças israelitas entre as aldeias de Mayfadoun e Zawtar al-Sharqiyah, no sul do Líbano, informou a Al Jazeera.

  • Ghalibaf acusa EUA de querem "saquear e pilhar" recursos de países do Médio Oriente

    Durante um encontro com o Presidente iraquiano em Bagdade, o presidente do parlamento do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou os EUA de quererem “saquear e pilhar” os países do Médio Oriente.

    “O Irão e o Iraque, como grandes nações, perceberam que o maior problema e a principal causa de todos os problemas da região são os EUA. Os americanos foram derrotados na terceira guerra imposta, tanto a nível militar como político”, afirmou Ghalibaf, citado pela Al Jazeera.

  • “Chocantes, ultrajantes, desumanizantes e perigosos”, diz porta-voz da ONU sobre comentários de Ben-Gvir

    O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stephane Dujarric, descreveu os comentários do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, sobre o assassinato de “30 a 40” palestinianos “todas as noites” em Gaza como “chocantes, ultrajantes, desumanizantes e perigosos”

    Em declarações à Al Jazeera, Dujarric afirmou que o gabinete de António Guterres condena os comentários de Ben-Gvir “inequivocamente”.

1 de 3