Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Elon Musk chama "traidor" a Senador norte-americano que visitou a Ucrânia
- Marco Rubio diz que Ucrânia deve ceder território à Rússia no acordo de paz
- Mais de 30 países vão participar em reunião militar em Paris para negociar a criação de uma força internacional para a Ucrânia
- Em Riade, Zelensky agradece aos aliados europeus nas redes sociais
- Macron acusa Rússia de tentar destablizar a Moldávia de forma "desinibida"
- Conselheiro ucraniano culpa pausa dos EUA no envio de informações por avanços russos em Kursk, segundo o The Times
- Zelensky terá "pedido desculpa" pela troca de palavras na Casa Branca, segundo enviado dos EUA
- Marco Rubio disse ter ficado chocado com o confronto entre Trump, Zelensky e JD Vance na Casa Branca
- Starmer disse a Trump que espera que reuniões recomecem envio de ajuda dos EUA à Ucrânia
- Rubio espera que reunião leve ao retomar da ajuda dos EUA à Ucrânia
- Rubio diz que espera que Ucrânia estabeleça as suas "intenções" de paz
- Ucrânia diz que não há "risco de cerco" em Kursk
- Zelensky já está na Arábia Saudita
- Kremlin nega que Rússia participe em negociações sobre Ucrânia na Arábia Saudita
- Kiev quer trégua no ar e no mar por ser mais fácil de controlar
- Zelensky volta a mostrar-se comprometido com fim da guerra: "A Ucrânia tem lutado pela paz desde o primeiro segundo"
- Kremlin diz que Putin e Trump falaram apenas uma vez desde tomada de posse do Presidente norte-americano
- Ucrânia deverá propor cessar-fogo parcial em negociações com EUA na Arábia Saudita
- Rússia diz que "não há planos" para negociações com EUA esta semana na Arábia Saudita
- Primo de JD Vance, que combateu na Ucrânia, condena "emboscada de absoluta má-fé" a Zelensky na Casa Branca
- EUA estão "quase" a retomar partilha de informações militares com Ucrânia
- Trump diz que Ucrânia "pode não sobreviver" à guerra — mesmo com apoio dos EUA
- EUA prometem acelerar fornecimento de armas a Taiwan após guerra na Ucrânia
- Zelensky viaja para a Arábia Saudita
- Rússia continuará a avançar em Kursk
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, afirmou que a Ucrânia deve estar disposta a ceder território à Rússia para alcançar um acordo de paz. Rubio salientou a importância de ambos os lados fazerem concessões para resolver o conflito, sublinhando que não há uma solução militar viável para a situação atual. Também mencionou que é crucial perceber até onde a Rússia está disposta a ir em termos de concessões.
- Nas negociações com os Estados Unidos na Arábia Saudita, a Ucrânia planeia propor um cessar-fogo parcial que inclui uma trégua aérea e marítima com a Rússia, consideradas mais fáceis de implementar e monitorizar. Esta proposta visa mostrar progressos nas negociações de paz e persuadir os Estados Unidos a retomarem a partilha de informações e o apoio militar, que foram suspensos recentemente pela administração Trump.
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Nate Vance, primo do Vice-Presidente norte-americano JD Vance, criticou a administração Trump pela forma como Volodymyr Zelensky foi tratado durante a sua visita à Casa Branca, descrevendo o episódio como uma “emboscada de má-fé”.
- As forças especiais ucranianas conseguiram capturar nove soldados russos perto de Pokrovsk, no leste da Ucrânia, num edifício industrial. Apesar de inicialmente recusarem a rendição, os soldados russos acabaram por se render após as forças ucranianas detonarem parte do edifício. Este evento marcou um pequeno sucesso tático para as forças ucranianas numa altura crítica do conflito.
[“Amiga, faz parte” é o podcast onde Mariana Ribeiro conversa sobre rotinas, hábitos, viagens, finanças pessoais, amizades, relacionamentos ou selfcare. Ouça aqui o novo episódio, que também está disponível na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]
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Elon Musk chama "traidor" a Senador norte-americano que visitou a Ucrânia
Elon Musk, magnata e conselheiro de Donald Trump, chamou de “traidor” ao senador norte-americano Mark Kelly, na rde social X, por ter visitado e demonstrado apoio à Ucrânia.
Respondendo a uma publicação onde Kelly descrevia a visita e fazia vários apelos à retoma da ajuda ao país, Musk criticou o senador do estado do Arizona.
“Traidor? Elon, se não compreendes que defender a liberdade é um princípio básico do que torna a América grande e nos mantém seguros, talvez devesses deixar isso para aqueles de nós que o fazem”, respondeu o senador.
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Marco Rubio diz que Ucrânia deve ceder território à Rússia no acordo de paz
O Secretário de Estado dos EUA afirmou que a Ucrânia deve ceder território à Rússia em qualquer acordo de paz para acabar a guerra. “A coisa mais importante com que temos que sair daqui é uma forte sensação de que a Ucrânia está preparada para fazer coisas difíceis, como os russos vão ter que fazer coisas difíceis para acabar com este conflito ou pelo menos pausá-lo de alguma forma”, disse Marco Rubio aos jornalistas enquanto voava para Jeddah, na Arábia Saudita.
Segundo o New York Times, Rubio recusou adiantar como será um potencial acordo mas deixou claro que as concessões de ambos os lados seriam fundamentais para a diplomacia.
“Penso que ambas as partes precisam de chegar a um entendimento de que não há solução militar para esta situação”, disse. “Os russos não podem conquistar toda a Ucrânia e, obviamente, será muito difícil para a Ucrânia, em qualquer período de tempo razoável, forçar os russos a voltarem até onde estavam em 2014.”
O Secretário de Estado acrescentou que, em futuras conversações com Moscovo, seria imperativo determinar o que a Rússia está disposta a conceder. “Não sabemos qual é a distância que os separa verdadeiramente”, afirmou.
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Mais de 30 países vão participar em reunião militar em Paris para negociar a criação de uma força internacional para a Ucrânia
Mais de trinta países vão participar nesta terça-feira numa cimeira a nível militar com o objetivo de iniciar negociações para a criação de uma força internacional para a Ucrânia, de acordo com um oficial francês citado pela Sky News e pelo The Guardian.
A conferência tem como objetivo definir a criação de uma força internacional para intervir na Ucrânia, algo defendido pela França, país anfitrião das conversas. Numa segunda parte, os países discutiriam qual seria a contribuição de cada um nesta força internacional.
Entre os participantes estarão maioritariamente países europeus, mas estarão convidados também países da Ásia e da Oceânia, informa a televisão britânica.
Dos 32 estados-membros da NATO, só três vão ficar de fora, de acordo com o The Guardian. A Croácia e o Montenegro não vão participar por não terem respondido ao convite.
Porém, um membro importante ficará de fora, segundo o The Guardian: os Estados Unidos. O jornal informa que os EUA nem sequer foram convidados para participar.
Segundo o oficial francês, a falta de convite a Washington deve-se à vontade dos europeus quererem mostrar iniciativa para garantir a segurança ucraniana num cenário pós-cessar-fogo.
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Em Riade, Zelensky agradece aos aliados europeus nas redes sociais
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky agradeceu aos aliados europeus através das redes sociais pelas mostras de apoio nas últimas semanas.
O agradecimento surge numa altura em Zelensky que visita a Arábia Saudita, onde representantes da Ucrânia e dos EUA se reúnem também à parte para tentarem remendar as relações entre ambos os países.
“Novos pacotes de defesa, defesa aérea reforçada e ainda mais investimentos na nossa indústria de defesa. Nas últimas semanas, os países europeus tomaram dezenas de decisões para aumentar o apoio à Ucrânia”, escreveu o Presidente ucraniano na rede social X, numa publicação onde deu relevância também à importância dos EUA no processo de paz.
“Posições fortes na linha da frente e uma diplomacia forte devem trabalhar em conjunto para alcançar uma paz justa e duradoura. Sob a liderança dos EUA e em cooperação com toda a Europa, isso é absolutamente possível”, acrescentou, sublinhando que “a paz é o nosso objetivo comum”.
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Macron acusa Rússia de tentar destablizar a Moldávia de forma "desinibida"
O Presidente francês Emmanuel Macron acusou a Rússia de estar a tentar causar instabilidade na Moldávia de forma “cada vez mais desinibida”, numa conferência de imprensa em Paris com a Presidente moldava, Maia Sandu.
“A Moldávia, cujo espaço aéreo é regularmente violado por drones e mísseis russos, também tem de se confrontar com tentativas russas de desestabilização cada vez mais desinibidas, visando em particular as instituições democráticas do seu país”, acusou Macron, citado pela Reuters.
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Conselheiro ucraniano culpa pausa dos EUA no envio de informações por avanços russos em Kursk, segundo o The Times
Um conselheiro sénior ucraniano contou ao jornal britânico The Times que a pausa na troca de informações dos EUA com a Ucrânia causou diretamente o recuo nas tropas de Kiev na zona russa de Kursk.
“A Ucrânia só consegue manter Kursk porque tem conseguido manter as tropas russas afastadas da frente”, afirmou o conselheiro, que pediu anonimato.
Segundo o responsável ucraniano, o apoio norte-americano era “crucial” para este esforço, já que o afastamento das tropas “só poderia ser feito com boas informações sobre a área”.
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Zelensky terá "pedido desculpa" pela troca de palavras na Casa Branca, segundo enviado dos EUA
Steve Witkoff, principal enviado norte-americano para negociações de paz, confirmou que o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky pediu desculpa pela troca de palavras na Casa Branca com Donald Trump e JD Vance.
Em entrevista à Fox News, Witkoff confirmou que a carta enviada por Zelensky foi vista como um pedido de desculpas pelos norte-americanos.
“Ele pediu desculpa por todo o incidente que aconteceu na Sala Oval”, confirmou, acrescentando que “foi um passo importante” para remendar as negociações entre ucranianos e norte-americanos.
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Marco Rubio disse ter ficado chocado com o confronto entre Trump, Zelensky e JD Vance na Casa Branca
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse ter ficado “chocado” com a troca de palavras do Presidente e do vice-presidente dos EUA, Donald Trump e JD Vance com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky”, afirmando que contrastou com tudo o que tinha sido falado antes.
“Tivemos estas conversas com eles quando entraram. Explicámos-lhes a nossa posição (…) Fiquei realmente chocado com o que estava a acontecer, porque foi totalmente o oposto de tudo o que tínhamos falado antes”, revelou o secretário de Estado dos EUA, citado pela Sky News.
“Não podia acreditar no que estava a ver. Pensei – isto não pode ser real, mas era. Mas temos de seguir em frente”, disse ainda.
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Starmer disse a Trump que espera que reuniões recomecem envio de ajuda dos EUA à Ucrânia
Na antecipação da reunião EUA-Ucrânia em Riade, o primeiro-ministro do Reino Unido terá falado com o Presidente norte-americano Donald Trump.
Segundo um representante do gabinete de Starmer citado pelo The Guardian, o primeiro-ministro terá dito a Trump que esperava que a reunião desta segunda-feira tivesse “um resultado positivo que permitisse o reinício da ajuda dos EUA e da partilha de informações” norte-americanas.
Para além disto, Starmer contou ainda ao Presidente dos EUA que vários representantes britânicos estiveram em contacto com oficiais ucranianos e que lhes foi passada a mensagem de que estarão “comprometidos com uma paz justa”.
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Acordo de paz? "Ucrânia está entre a espada e a parede"
Pedro Nascimento afirma que a Ucrânia pode perder apoio dos EUA se recusar acordo, mas coloca em causa soberania ao aceitar cessar-fogo desfavorável. Sobre Trump, garante: “Quer acordo à sua maneira”.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Rubio espera que reunião leve ao retomar da ajuda dos EUA à Ucrânia
Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, espera “resolver” a situação de pausa da ajuda norte-americana à Ucrânia na reunião de Riade.
“Penso que a noção da pausa na ajuda, em termos gerais, é algo que espero que possamos resolver. Obviamente, o que acontecer amanhã será fundamental para isso”, afirmou Rubio, citado pelo The Guardian.
De acordo com o secretário de Estado, o cessar-fogo parcial é visto pelos EUA como uma boa “concessão” e que é “necessária para acabar com o conflto”.
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Rubio diz que espera que Ucrânia estabeleça as suas "intenções" de paz
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio afirma que espera que os ucranianos “estabeleçam claramente” as suas intenções de paz na reunião em Riade que junta representantes de ambos os países.
Citado pela Reuters, Rubio disse que esperava que os ucranianos se demonstrassem preparados para “fazer coisas difíceis, tal como os russos farão”.
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Ucrânia diz que não há "risco de cerco" em Kursk
O general Oleksandr Syrsky, que lidera as Forças Armadas ucranianas, garantiu que as tropas que combatem na região de Kursk não correm risco de ficarem cercadas e que a situação está “sob controlo”: “Atualmente, não há risco de cerco das nossas unidades na região de Kursk.”
“Apesar do envolvimento de um número significativo de tropas russas, reforçadas pela infantaria norte-coreana, na ofensiva, o inimigo sofreu perdas significativas em mão de obra e equipamento”, escreveu Syrsky numa publicação feita nas redes sociais, que é citada pela Al Jazeera.
Além disso, o general ucraniano anunciou que tomou a decisão de “reforçar” o grupo que combate em Kursk com “as forças e meios necessários” para impedir um avanço russo.
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Interrupção de partilha de informação com Ucrânia não abrange área da defesa, diz enviado de Trump
Steve Witkoff, enviado especial da administração Trump para o Médio Oriente, disse que os Estados Unidos não pararam de partilhar informações com a Ucrânia relacionadas com a área da defesa.
As declarações de Witkoff confirmam, segundo o Kyiv Independent, informações que estavam a ser avançadas pelos meios de comunicação social de que a interrupção instituída a 5 de março não abrangia as operações de defesa.
Neste momento, a quantidade de informação que os Estados Unidos estão a partilhar com a Ucrânia permanece incerta.
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Zelensky já está na Arábia Saudita
O Presidente da Ucrânia já chegou à Arábia Saudita para se encontrar com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, avança o The Guardian. O encontro acontece na véspera do início das negociações entre Kiev e Washington para o fim da guerra, que não vão contar com a presença de Volodymyr Zelensky.
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Putin vai dar estatuto de veteranos de guerra a todos os combatentes
O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta segunda-feira que todos os militares que combatem ao lado das forças russas na invasão da Ucrânia recebam o estatuto de veteranos de guerra, medida que espera incentivar o recrutamento de novos soldados.
“O Governo russo vai garantir a adoção de reformas legislativas para permitir que todos aqueles que contribuem para os combates sejam considerados veteranos de guerra”, disse o Presidente num comunicado divulgado pelo Kremlin (Presidência russa), no qual acrescentou que estas medidas devem ser criadas antes de 30 de março.
Putin lembrou que, “para a pátria, não é importante a forma como os soldados chegam à frente de batalha”, mas que lá tenham chegado e que “participem de forma voluntária na luta pelo seu país”.
Segundo o Presidente russo, o mesmo se aplica ao estatuto de veterano de guerra.
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Kremlin nega que Rússia participe em negociações sobre Ucrânia na Arábia Saudita
O Kremlin negou esta segunda-feira que a Rússia vá participar em novas negociações na Arábia Saudita com os Estados Unidos, cujos delegados se vão reunir na terça-feira com representantes ucranianos em Jeddah.
“Não será esse o caso”, garantiu o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, no seu briefing diário por telefone em resposta a uma pergunta sobre alegadas conversações russo-americanas em Jeddah.
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Kiev quer trégua no ar e no mar por ser mais fácil de controlar
A Ucrânia vai propor uma trégua aérea e marítima com a Rússia, por ser mais fácil de controlar, nas negociações com os Estados Unidos na terça-feira, na Arábia Saudita, disse um alto funcionário ucraniano nesta segunda-feira.
“Temos uma proposta de tréguas no ar e no mar, porque estas são as opções de cessar-fogo mais fáceis de pôr em prática e de controlar, e é possível começar por elas”, afirmou a fonte à AFP, sob condição de não ser identificada.
A mesma fonte admitiu que a suspensão da partilha de informações dos Estados Unidos decretada pelo Presidente Donald Trump é um problema para a Ucrânia.
“O mais importante é saber quanto tempo vai durar. Se durar muito tempo, dará aos russos uma vantagem significativa”, afirmou.