Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, terça-feira.

    Lavrov diz que a Rússia “continua preparada” para a cimeira de Budapeste entre Putin e Trump

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Orbán garante que cimeira entre Trump e Putin em Budapeste irá acontecer, apesar de ter sido adiada

    O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou esta terça-feira que ainda acredita que os líderes norte-americano e russo, Donald Trump e Vladimir Putin, se irão encontrar em Budapeste, embora ainda não exista uma data definida.

    Em entrevista ao canal húngaro ATV, citada pelo European Pravda, Orbán garantiu que a cimeira entre os dois Presidentes continua “na agenda”, mas está a ser adiada. “O evento que está a ser adiado vai acontecer. Não quando queremos, mas um pouco mais tarde”, disse.

    Orbán afirmou, ainda, que as negociações de paz estão bloqueadas devido a disputas territoriais, alegando que a Rússia pretende controlar toda a região de Donetsk antes de qualquer acordo.

  • O que se passou até agora

    • A Ucrânia está a enfrentar desafios significativos em Pokrovsk e na região de Zaporíjia, onde as tropas russas têm intensificado os seus ataques. O Presidente Volodymyr Zelensky destacou que as condições meteorológicas adversas estão a favorecer os ataques russos, mas reafirmou o compromisso de continuar a resistir e destruir as forças ocupantes. A região de Kupyansk apresenta uma situação ligeiramente mais controlada.
    • As infraestruturas energéticas ucranianas sofreram severos danos devido a ataques russos com drones, especialmente nas regiões de Odessa e Kramatorsk. A empresa estatal Ukrenergo anunciou cortes de energia programados nas regiões de Zaporíjia, Dnipropetrovsk e Odessa, afetando a vida quotidiana dos residentes. O impacto dos ataques é visível em várias infraestruturas de energia, transporte e instituições de ensino.
    • A Energoatom, agência estatal de energia nuclear ucraniana, está a enfrentar uma crise interna com a destituição do seu conselho de supervisão após revelações de um esquema de corrupção. A primeira-ministra, Yulia Svyrydenko, declarou que a nova composição do conselho será apresentada em breve após auditorias rigorosas. A agência garante que o esquema não comprometeu a segurança das centrais nucleares do país.
    • O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, apelou aos Estados Unidos para revalidarem o acordo de redução de armas nucleares New START. Enquanto isso, os Serviços Secretos Russos afirmam ter frustrado um alegado plano da Ucrânia e do Reino Unido para subornar pilotos russos com o intuito de roubar um caça MiG-31, o que demonstra tensões contínuas entre as nações envolvidas.

  • Ucrânia ataca central térmica na região ocupada de Donetsk

    As forças armadas da Ucrânia terão atacado uma central térmica controlada pela Rússia na região ocupada de Donetsk, avança o Kyiv Independent.

    Nas redes sociais estão a ser publicados vídeos de explosões, seguidas de um incêndio, na central elétrica de Starobesheve, na comunidade ocupada de Novyi Svit, na região de Donetsk.

  • Agência de energia nuclear ucraniana garante que esquema de corrupção não causou danos à empresa

    A Energoatom, agência estatel de energia nuclear ucraniana, garantiu que o esquema de corrupção a ser investigado não causou nenhum dano à empresa nem afetou a segurança das centrais nucleares.

    “O incidente ocorrido na empresa não prejudicou o património ou a situação financeira da Energoatom, nem afetou os planos de produção ou a operação segura das centrais nucleares”, pode ler-se no comunicado citado pelo Ukrainska Pravda.

    De acordo com a empresa, a “principal tarefa continua a ser a operação fiável, estável e segura das centrais nucleares da Ucrânia, o que garante a segurança energética do país”.

  • Conselho de supervisão da agência de energia nuclear ucraniana demitido após investigações sobre corrupção

    O Governo ucraniano destituiu o conselho de supervisão da Energoatom, a agência de energia nuclear da Ucrânia, anunciou a primeira-ministra Yulia Svyrydenko, após revelações de um esquema de extorsão no seio da empresa.

    “O Ministério da Economia, Ambiente e Agricultura deverá, no prazo de uma semana, em consulta com os seus parceiros internacionais, submeter a nova composição do conselho de supervisão ao Governo para aprovação”, escreveu Svyrydenko num comunicado publicado no Telegram.

    Esta nova equipa vai, segundo a primeira-ministra, “realizar uma auditoria completa à empresa e prestar toda a assistência necessária às autoridades policiais na investigação da alegada corrupção”.

  • Extrema-direita alemã suspeita de espiar para Moscovo embaraçada por viagem planeada à Rússia

    A líder do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, criticou esta terça-feira o plano de viagem de dois deputados à Rússia, quando o partido é acusado de espionagem pró-Moscovo.

    Nos últimos dias, a comunicação social alemã noticiou os preparativos para esta viagem a Sochi, cidade russa banhada pelo mar Negro, de representantes eleitos alemães, incluindo dois deputados da AfD, para um encontro à margem da conferência dos BRICS (Bloco de economias emergentes) que ali se realiza este fim de semana.

    “Para ser muito clara, não compreendo o que supostamente vamos lá fazer“, declarou Alice Weidel, numa conferência de imprensa no Bundestag (câmara baixa do parlamento alemão), condenando uma decisão do “grupo de trabalho para os Negócios Estrangeiros” da sua bancada parlamentar.

    Dos dois deputados cuja ida estava inicialmente prevista, “apenas um”, Steffen Kotré, “vai a Sochi”, anunciou a dirigente da extrema-direita alemã.

    “Pessoalmente, eu não iria. Também não o recomendo a ninguém, porque não sei qual será o resultado. É por isso que só uma pessoa vai”, acrescentou.

  • Ministros da UE reunidos em Lviv em dezembro para impulsionar alargamento

    Os ministros dos Assuntos Europeus da União Europeia vão reunir-se nos dias 10 e 11 dezembro, em Lviv (oeste da Ucrânia), para dar um impulso ao processo de adesão da Ucrânia face ao veto da Hungria, disseram hoje fontes diplomáticas.

    Num relatório divulgado na semana passada, a Comissão Europeia concluiu que a Ucrânia, apesar da guerra causada pela invasão russa, tem continuado “fortemente empenhada no caminho para a adesão à UE, concluindo com sucesso o processo de avaliação e avançado em reformas fundamentais”, mas, apesar desta opinião positiva, Kiev tem contado com a oposição húngara nas negociações dos capítulos.

    A Ucrânia obteve o estatuto de país candidato em 2022.

  • Lavrov diz que Estónia, Letónia e Lituânia são peões europeus controlados pelo Reino Unido

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou esta terça-feira que a Lituânia, a Letónia e a Estónia são peões europeus controlados pelo Reino Unido.

    “Todos estes países mais pequenos, estes europeus em ascensão, a Lituânia, a Letónia e, em certa medida, também a Estónia, sobrestimam muito a sua importância para os europeus ocidentais, para os veteranos da UE. E os poucos na Europa que ainda têm um mínimo de bom senso e realmente se preocupam com a segurança do continente, e são cada vez menos, compreendem perfeitamente o papel provocador que foi atribuído a estes países bálticos, liderados pelos britânicos”, afirmou Lavrov numa conferência de imprensa, citado pela agência de notícias estatal russa TASS.

  • Estará Putin a testar os limites da Europa?

    Jorge Rodrigues afirma que Rússia está a reforçar a pressão militar sobre a Ucrânia. Ainda acrescenta que os EUA têm poder “real” para acabar com o conflito entre Hamas e Israel. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Estará Putin a testar os limites da Europa?

  • Zelensky destaca dificuldades em Pokrovsk e Zaporíjia, devido ao mau tempo e ao aumento do número de ataques das tropas russas

    O foco principal da Ucrânia está em Pokrovsk e na região de Zaporíjia, onde as tropas russas estão a aumentar o número e a escala dos ataques, segundo a mensagem do chefe das Forças Armadas, Oleksandr Syrskyi, partilhada por Volodymyr Zelensky na rede social X.

    “A situação lá continua difícil, em parte devido às condições meteorológicas que favorecem os ataques. Mas continuamos a destruir o ocupante, e agradeço a cada uma das nossas unidades, a cada guerreiro envolvido na defesa das posições da Ucrânia”, relatou Zelensky, acrescentando que “a situação em Kupyansk é um pouco mais fácil”.

  • Forças ucranianas atacam refinaria russa na região de Orenburg

    As tropas ucranianas atacaram esta terça-feira uma refinaria russa, na cidade de Orsk, na região de Orenburg, relata o Kyiv Independent, que cita o Ministério da Defesa russo.

    O ministério informou que abateu um drone e o governador local, Yevgeny Solntsev, confirmou que uma instalação industrial foi atingida pelas forças ucranianas.

    Entretanto, as Forças Armadas Ucranianas confirmaram o ataque no X e no Telegram, referindo que teve como alvo a Orsknefteorgsintez, uma refinaria que produz mais de 30 tipos de derivados de petróleo.

  • Chefe da delegação ucraniana responsável pelas negociações de paz está em Istambul para desbloquear processo de troca de prisioneiros

    Rustem Umerov, chefe da delegação ucraniana responsável pelas negociações de paz, está em Istambul, Turquia, para desbloquear o processo de troca de prisioneiros, com o objetivo de levar para a Ucrânia os prisioneiros que estão na Rússia.

    “Havia um acordo — e deve ser cumprido. O Presidente da Ucrânia estabeleceu uma tarefa clara: os ucranianos devem regressar a casa após o cativeiro”, escreveu Umerov na rede social Facebook.

  • EUA deviam revalidar acordo de redução de armas nucleares, diz Ministro dos Negócios Estrangeiros russo

    O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, afirmou hoje que os Estados Unidos deviam aceitar a proposta da Rússia de revalidação do acordo de redução de armas nucleares New START.

    “Temos afirmado repetidamente que a nossa proposta é um gesto unilateral de boa vontade. Não são necessárias consultas para que os Estados Unidos apoiem a nossa abordagem, só precisam de dizer: Ok, não aumentaremos os níveis quantitativos do New START no prazo de um ano”, afirmou Lavrov numa conferência de imprensa citado pela agência de notícias estatal russa TASS.

    O tratado de desarmamento New START, assinado por Moscovo e Washington, limita cada parte a 1.550 ogivas estratégicas ofensivas implantadas e prevê um mecanismo de verificação, suspenso há dois anos.

  • Zelensky assinala em Kherson três anos desde a saída das tropas russas

    O Presidente ucraniano visitou esta terça-feira Kherson, no dia em que se assinalam três anos desde a saída das tropas russas da cidade. “Já se passaram três anos desde a libertação da cidade dos russos — os ocupantes fugiram e nós lembramo-nos de como a coragem do nosso povo tornou isso possível, de como as bandeiras ucranianas retornaram a Kherson”, afirmou num vídeo publicado no X.

    Volodymyr Zelensky adiantou que participou em várias reuniões focadas em assuntos de segurança e socioeconómicos. “Estamos a preparar decisões que devem fortalecer Kherson”, garantiu.

    O líder ucraniano também visitou um centro infantil em Kherson. “Assisti a uma das aulas. É muito importante que exista um local onde as crianças se possam desenvolver”, sublinhou.

  • Ucrânia admite que 300 soldados russos entraram na cidade de Pokrovsk

    As Forças Armadas da Ucrânia admitiram hoje que mais de 300 soldados russos entraram na cidade de Pokrovsk, um dos poucos bastiões ucranianos na província de Donetsk.

    As autoridades ucranianas indicaram que as forças russas aproveitaram as condições meteorológicas adversas para intensificarem “com sucesso” os esforços para entrarem na cidade de Pokrovsk.

    A zona onde se registam os combates, situada no leste da Ucrânia, foi um centro industrial e mineiro e é considerada essencial para as comunicações das forças ucranianas.

    As autoridades da Ucrânia disseram que os cerca de 300 militares russos entraram pela zona sul da cidade.

    Segundo o 7.º Corpo Aerotransportado das Forças Armadas da Ucrânia o objetivo da Rússia é alcançar a fronteira norte e, posteriormente, tentar cercar a frente de combate.

  • Regiões ucranianas sem energia após ataques russos, denuncia empresa estatal

    A Ukrenergo, empresa estatal ucraniana de energia, disse que os ataques russos a infraestruturas energéticas da noite passada provocou cortes de energia em três regiões ucranianas (Zaporíjia, Dnipropetrovsk e Odessa).

    “O inimigo atingiu infraestruturas energéticas em várias regiões. Como resultado, os consumidores em Zaporíjia, Dnipropetrovsk e Odessa estão sem eletricidade desde manhã”, indicou a empresa na rede social Telegram.

    “Devido à difícil situação no sistema de energia provocada pelas consequências dos bombardeamentos russos, estão a ser aplicadas restrições de consumo na maioria das regiões da Ucrânia hoje. Os cortes de energia a cada hora, em turnos de 2 a 4 horas, estarão em vigor até o final do dia”, acrescentou.

  • Ucrânia reivindica ataque a refinaria em Saratov e terminal petroleiro que abastece Crimeia

    O Estado-maior das Forças Armadas da Ucrânia reivindicou dois ataques na noite de segunda-feira. Garante que foi atingida uma refinaria na região russa de Saratov e a um terminal petroleiro que abastece a Crimeia — região ucraniana anexada pela Rússia em 2014.

    A informação foi partilhada através do Facebook. As autoridades ucranianas apontaram que a refinaria de Saratov produz mais de uma dezena de produtos petrolíferos e que o terminal da empresa Morskoy Neftyanoy, na cidade de Feodosia, é um ponto central para abastecer a península da Crimeia.

    Os danos dos ataques ainda estão a ser avaliados, indicou o Estado-maior das Forças Armadas da Ucrânia.

  • Roménia diz ter detetado possíveis fragmentos de drones no seu território

    O Ministério da Defesa da Roménia revelou hoje que foram encontrados fragmentos que as autoridades suspeitam ser de drones depois de uma noite de ataques russos à Ucrânia.

    Segundo o ministério, os fragmentos foram localizados a 5 quilómetros da fronteira. Caíram perto de Grindu, na região de Tulcea.

  • Ucrânia denuncia ataques com drones em Odessa e Kramatorsk

    O Serviço de Emergência da Ucrânia denunciou um ataque russo em larga escala contra a região de Odessa durante a noite. As forças de defesa aéreo terão conseguido intercetar a maior parte dos drones, mas alguns atingiram infraestruturas de energia e transporte. Há registo de um ferido, segundo noticiou o Ukrainska Pravda.

    Já o conselho da cidade de Kramatorsk indicou que as forças russas lançaram sete drones. Uma instituição de ensino e várias casas ficaram danificadas, adiantou.

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