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    Pode continuar a acompanhar a guerra na Ucrânia neste novo liveblog.

    Rússia lançou vaga de drones iranianos sobre a Ucrânia. Polónia estima que Moscovo ataque países da NATO

  • Acabar com a ajuda dos EUA a Kiev “permitirá que Putin vença”

    A interrupção da ajuda militar dos Estados Unidos à Ucrânia permitirá ao Presidente russo Vladimir Putin vencer a guerra, alertou hoje um responsável da Casa Branca, instando mais uma vez o Congresso norte-americano a aprovar financiamento adicional.

    “O Congresso deve decidir se continua a apoiar a luta pela liberdade na Ucrânia… ou se irá ignorar as lições que aprendemos da história e permitir que Putin prevaleça”, frisou Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional do Presidente dos EUA Joe Biden, durante uma conferência de imprensa.

    “É tão simples assim”, apontou, citado pela agência France-Presse (AFP). De acordo com Jake Sullivan, “votar contra o financiamento adicional para a Ucrânia prejudicará a Ucrânia e ajudará a Rússia”.

  • Zelensky: "A prioridade é fortalecer o Estado, proteger o nosso povo e reforçar as nossas posições"

    No habitual discurso ao povo ucraniano, Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, afirmou que, esta segunda-feira, o país do leste europeu alcançou “um resultado importante no cenário internacional, particularmente na Organização Marítima Internacional”.

    “Hoje, a assembleia da Organização Marítima Internacional adotou uma resolução em apoio aos nossos esforços no Mar Negro”, apelidando de “sucesso da Ucrânia” a restauração de um novo “corredor de cereais”.

    Zelensky acrescentou ainda que “o relatório do chefe da Inteligência Estrangeira, Oleksandr Lytvynenko”, é “uma informação importante e relevante sobre o que a Ucrânia deve esperar e para o que se preparar”.

    Para dezembro, o Presidente ucraniano promete “uma agenda ativa para cada semana deste mês” e prevê “acordos importantes com os nossos parceiros até ao final do ano”, confirmando que a prioridade do seu país “permanece inalterada: fortalecer o Estado, proteger o nosso povo e reforçar as nossas posições em tudo”.

  • Kiev diz ter exportado milhões de toneladas de mercadorias pelo mar Negro

    A Ucrânia afirmou hoje ter exportado sete milhões de toneladas de mercadorias desde o estabelecimento, em agosto, de um corredor marítimo no mar Negro, apesar das ameaças russas de represálias sobre navios que circulem na zona.

    “Duzentos barcos exportaram sete milhões de toneladas de mercadorias”, declarou o ministro das Infraestruturas ucraniano, Oleksandr Kubrakov.

    Entre estes carregamentos, “pelo menos cinco milhões de toneladas de produtos agrícolas ucranianos”, precisou o governante na plataforma Telegram.

  • Stoltenberg garante a ministro da Defesa ucraniano apoio "inquebrantável" da NATO

    O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, recebeu hoje o ministro da Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov, a quem garantiu o apoio “inquebrantável” dos aliados a Kiev para continuar a sua resistência à invasão russa.

    Perante a previsão de o inverno ir complicar os combates, Stoltenberg sublinhou que os aliados se comprometeram a “intensificar o apoio político e prático à Ucrânia na sua defesa da invasão russa”.

    O dirigente da NATO reiterou também que a organização vai apoiar a Ucrânia a longo prazo para conseguir que as suas forças armadas sejam totalmente interoperacionais com as da Aliança Atlântica e aproximá-las ainda mais.

    Stoltenberg e Umerov analisaram ainda o “caminho da Ucrânia para a integração na NATO”. Aquele sublinhou que a Ucrânia se tornará membro da NATO quando todos os aliados estiverem de acordo e as condições estiverem reunidas.

  • Ucrânia denuncia ataque aéreo na região de Kharkiv

    A região de Kharkiv terá sido assolada por um ataque aéreo russo nas últimas horas, anunciou a Força Aérea das Forças Armadas da Ucrânia no Telegram.

    O ataque foi inicialmente relatado em Shevchenkivskyi e Balakliya, e mais tarde em Chuguiv, todas na região de Kharkiv.

    Segundo Oleh Synegubov, presidente da Câmara de Kharkiv, o ataque desenrola-se com “drones Shahed” e várias “infraestruturas civis foram atingidas”. No entanto, “até ao momento não há vítimas”.

  • Marinha ucraniana diz ter desativado mina marítima em Primorsky

    A marinha da Ucrânia, através da sua unidade de contra-minas, desativou hoje uma mina marítimo que deu à costa perto da cidade de Primorsky, em Odessa.

    A informação foi partilhada no Facebook da marinha ucraniana, que completou que “as costas e águas costeiras do Mar Negro continuam a ser uma zona bastante perigosa devido à ameaça de minas, em particular durante tempestades”.

  • Rheinmetall vence contrato milionário para fabricar munições para a Ucrânia

    A Rheinmetall, maior fabricante de armas alemã, venceu um contrato de 142 milhões de euros para fornecer munições para a Ucrânia.

    De acordo com a empresa, o pedido envolve dezenas de milhares de munições padrão da NATO e deverá ser entregue em 2025.

  • Putin lamenta deterioração das relações da Rússia com Ocidente

    O Presidente russo, Vladimir Putin, lamentou hoje a deterioração das relações diplomáticas entre Moscovo e o Ocidente que se seguiu à invasão da Ucrânia, durante a receção a vários novos embaixadores europeus no Kremlin.

    Durante a cerimónia de entrega de credenciais pelos embaixadores estrangeiros recentemente nomeados, Putin deu as boas-vindas, entre outros, aos novos representantes da Alemanha, Suécia, Reino Unido, Grécia e Eslovénia.

    Dirigindo-se ao representante sueco, Vladimir Putin lamentou a “completa ausência de contactos políticos” e uma restrição da “cooperação económica” e dos “laços culturais e humanitários” entre a Rússia e a Suécia.

    O líder russo também se mostrou preocupado com o abandono por parte de Estocolmo da sua “política de não participação em blocos militares seguida há 200 anos”, no momento em que a Suécia está em processo de adesão à NATO.

  • Lituânia oferece um milhão de euros ao fundo de solidariedade da Ucrânia

    A Lituânia forneceu um milhão de euros ao fundo de solidariedade da Ucrânia, que é gerido pelo Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB), anunciou o CEB esta segunda-feira.

    “A Lituânia mantém-se firme no apoio à Ucrânia. A força da Ucrânia reside no seu povo e na sua determinação em lutar contra o agressor, por isso é importante fornecer não só apoio militar e orçamental, mas também enfrentar as consequências sociais da guerra para garantir as necessidades básicas das pessoas deslocadas internamente”, afirmou Gintare Skaiste, ministra das Finanças lituana.

  • Orbán quer travar negociações sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia

    O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, pediu, numa carta enviada ao Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, que a adesão da Ucrânia à União Europeia e os financiamentos destinados ao país sejam retirados da agenda da cimeira de líderes, que decorrerá na próxima semana.

    De acordo com a Associated Press, que teve acesso à carta, Orbán pediu, “respeitosamente”, para não ser convidado para o “Conselho Europeu, pois a óbvia falta de consenso levaria inevitavelmente ao fracasso”.

  • Rússia lança nova grande ofensiva na frente oriental da Ucrânia

    As autoridades militares ucranianas afirmaram hoje que as forças russas lançaram uma grande ofensiva no país, sobretudo na frente oriental, graças à “acumulação de forças” por Moscovo durante o período de estagnação da guerra.

    “Os russos lançaram medidas ofensivas mais ativas, especialmente no Leste. Isto não é surpresa para nós: os russos têm estado a acumular forças durante todo este tempo e continuam a fazê-lo”, disse o vice-comandante das Forças Armadas da Ucrânia, Maksim Zhorin.

    Zhorin afirmou, numa mensagem no Telegram, que os ataques russos se concentram agora nas frentes de Avdivka e Bakhmut, na região de Donetsk, e na cidade de Kupiansk, na região de Kharkov.

  • Ucrânia diz que repeliu 10 ataques russos na região de Kharkiv nas últimas 24 horas

    De acordo com o Estado Maior das Forças Armadas ucranianas, citado pelo Pravda, nas últimas 24 horas “ocorreram 61 confrontos na frente de batalha, a Rússia lançou cinco mísseis e 44 ataques aéreos e disparou 37 tiros antiaéreos”.

    A mesma fonte acrescenta que as defesas ucranianas “repeliram 10 ataques inimigos nos distritos de Sinkivka e Petropavlivka, na região de Kharkiv, na direção de Kupyansk”.

  • Autarca de Kiev diz que Zelenksy "está a pagar pelos erros que cometeu"

    Vitali Klitschko, presidente da Câmara de Kiev, disse hoje que Volodymyr Zelensky “está a pagar pelos erros que cometeu” e que os ucranianos questionam a preparação do seu país para o conflito armado com a Rússia.

    Em declarações ao 20 Minuten, Klitschko afirmou que “as pessoas perguntam porque não estávamos melhor preparados para esta guerra” e que “vêem quem é eficaz e quem não é”.

    Depois de dizer que Zelensky “está a pagar pelos erros que cometeu”, o autarca justificou a afirmação: “Os russos chegaram tão rapidamente a Kiev… Havia demasiada informação que não correspondia à realidade. Ainda assim, o Presidente tem hoje uma função importante e devemos apoiá-lo até ao fim da guerra”.

  • Secretário-geral da NATO reuniu-se com ministro da Defesa ucraniano em Bruxelas

    Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO, e Rustem Umerov, ministro da Defesa da Ucrânia, reuniram-se esta segunda-feira em Bruxelas.

    De acordo com a informação avançada pela NATO, Umerov e Stoltenberg discutiram “os últimos desenvolvimentos no campo de batalha e as necessidades militares urgentes da Ucrânia”.

    Stoltenburg afirmou ainda que “os aliados estão empenhados em intensificar o apoio político e prático à Ucrânia enquanto esta se defende contra a invasão da Rússia”.

  • Putin vai visitar Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita esta semana

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, vai visitar, durante esta semana, os Emirados Árabes Unidos, país que acolhe a COP28, e a Arábia Saudita.

    A informação foi avançada pela imprensa russa, que cita o assessor de Putin, Yuri Ushakov.

  • Apoio dos EUA? "Más notícias para a Ucrânia"

    A imprensa estatal russa dá destaque à carta da Casa Branca que alerta para o possível fim do apoio dos EUA à Ucrânia. E a Rússia pede à ONU que investigue “os crimes de Kiev contra crianças”.

    Ouça aqui a edição desta segunda-feira de Guerra Traduzida

    Apoio dos EUA? “Más notícias para a Ucrânia”

  • Militar monta árvore de Natal em Bakhmut

    A árvore foi montada num poste com fita adesiva. O soldado justifica: “É melhor ver uma árvore de Natal do que uma paisagem distorcida pelos russos”. Ainda as divergências entre Zelensky e Zaluzhnyi.

    Ouça aqui a edição desta segunda-feira de Guerra Traduzida

    Militar monta árvore de Natal em Bakhmut

  • Ouvidos sons de explosões em Kryvyi Rih, terra natal de Zelenksy

    A cidade de Kryvyi Rih, terra natal do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelesnky terá sido bombardeada nas últimas horas, com Oleksandr Vilkul, Presidente do Conselho de Defesa da cidade, a assinalar os sons de explosões.

    No Telegram, Vilkul confirmou “uma explosão” em Kryvyi Rih e pediu à população para não “publicar nenhuma fotografia, vídeo ou informação sobre o local do ataque na internet”, de modo a “não dar aos ocupantes qualquer informação sobre os resultados do ataque”.

  • Lula confirma que Putin será convidado para a cimeira dos G20 no Brasil, mas recua e diz que não pode impedir prisão do líder russo

    O Presidente brasileiro, Lula da Silva, confirmou hoje que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, será convidado para a cimeira dos G20 que se realiza em 2024 no Rio de Janeiro.

    Em setembro, Lula da Silva causou polémica ao dizer que o líder russo poderia ir “tranquilamente ao Brasil” e que seria um “desrespeito” tentar prendê-lo em território brasileiro. Isto, porque Brasília faz parte do Tribunal Penal Internacional, que emitiu um mandado de captura em nome de Vladimir Putin pela deportação ilegal de crianças.

    Citado pelo Globo, Lula da Silva disse que cabe agora ao Chefe de Estado russo aferir as “consequências” de ir ao não ou Brasil. “Não sou eu que posso dizer, é uma decisão judicial, e um Presidente da República não julga as decisões judiciais, ele cumpre ou não cumpre.”

    Recuando sobre o que tinha dito em setembro, Lula da Silva alegou que, se Vladimir Putin “comparecer” à cimeira dos G20, o líder russo “sabe o que vai acontecer”.

    “O Brasil é signatário [do TPI]. O Brasil tem responsabilidade”, concluiu o Presidente do Brasil.

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