Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • JD Vance, vice-presidente dos EUA, irá reunir-se com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, na Conferência de Segurança de Munique. Esta será a primeira viagem internacional de Vance como vice-presidente e poderá centrar-se em buscar soluções para encerrar o conflito entre a Ucrânia e a Rússia.
    • Zelensky assumiu que pode vir a trocar territórios com a Rússia se o Presidente dos EUA, Donald Trump, conseguir levar os dois países a sentarem-se à mesa das negociações para terminar a guerra que decorre desde fevereiro de 2022. O Presidente ucraniano não especifica, no entanto, que terras ocupadas pela Rússia a Ucrânia proporia em troca.

    • Donald Trump declarou que a Ucrânia poderá um dia tornar-se parte da Rússia, sublinhando a importância de proteger os interesses económicos dos EUA na região, especialmente dados os elevados investimentos em apoio à defesa ucraniana.
    • Marc Fogel, professor norte-americano detido na Rússia por posse de marijuana, foi libertado e regressou aos EUA, num movimento diplomático que a Casa Branca considera promissor para as negociações de paz na Ucrânia. A sua libertação decorre de negociações entre os EUA e a Rússia, sendo vista como um passo positivo no processo de pacificação da região.

  • Fogel foi preso em Moscovo por causa de marijuana para as "dores na coluna". Três anos depois regressa aos EUA numa libertação incomum

    Americano foi condenado a 14 anos de prisão na Rússia. Após anos de esforços da família para que voltasse a casa, a administração Trump trouxe-o de volta a troco do que diz ser a boa vontade russa.

    Fogel foi preso em Moscovo por causa de marijuana para as “dores na coluna”. Três anos depois regressa aos EUA numa libertação incomum

  • Secretário da Defesa dos EUA diz que não vão ser enviadas tropas americanas para a Ucrânia

    “Não vamos enviar tropas americanas para a Ucrânia”, disse Pete Hegseth esta terça-feira aos jornalistas em Estugarda, Alemanha, durante a sua visita aos quartéis-generais do Comando Europeu dos EUA.

    Citado pelo The Kyiv Independent, o Secretário da Defesa dos EUA assumiu que a administração Trump planeia rever o destacamento das suas tropas em todo o mundo e avançou que não serão enviadas para a Ucrânia.

    Hegseth acrescentou que Washington não tem atualmente planos para reduzir o contingente dos EUA no estrangeiro, mas que irá rever a sua colocação de acordo com a visão estratégica de Donald Trump.

  • JD Vance vai reunir-se com Zelensky na sexta-feira em Munique

    O vice-presidente JD Vance vai reunir-se na sexta-feira com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, de acordo com uma fonte familiarizada com os seus planos, avança o Politico. Os dois vão estar presentes na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha,e já existia indícios de que se iriam reunir, informação que é agora confirmada.

    Vance disse na semana passada que esperava concentrar a sua primeira viagem ao estrangeiro como vice-presidente no encerramento do conflito. Vance será acompanhado em Munique por Keith Kellogg, o enviado especial para a Rússia e Ucrânia, que visitará a Ucrânia, disse Trump na segunda-feira.

  • Professor norte-americano preso na Rússia desde 2022 foi libertado. Está de regresso aos EUA com enviado especial de Trump

    Marc Fogel, um professor norte-americano que foi considerado injustamente detido pela Rússia, foi libertado no que a Casa Branca descreveu como um esforço diplomático que poderá fazer avançar as negociações para pôr fim à guerra na Ucrânia.

    Steve Witkoff, enviado especial do presidente Donald Trump, deixou esta terça-feira o espaço aéreo russo com Fogel e espera-se que ele se reúna com sua família até o final do dia.

    Mike Waltz, conselheiro de segurança nacional de Trump, disse, citado pela Associated Press, que os EUA e a Rússia “negociaram uma troca” para garantir a libertação de Fogel, sem referir qual a contrapartida oferecida pela administração norte-americana para a libertação.

    Fogel é um professor, original da Pensilvânia, que foi detido em agosto de 2021 pelas autoridades russas por tentar entrar na Rússia com uma pequena quantidade de marijuana medicinal. Em junho de 2022, foi condenado a 14 anos de prisão.

  • Rússia invade espaço aéreo polaco. Alega "falha no sistema de navegação"

    Um jato militar russo SU-24MR entrou no espaço aéreo polaco na zona da baía de Gdansk, no Mar Báltico, esta terça-feira, devido ao que a Rússia descreve enquanto uma falha no seu sistema de navegação, avança a Reuters.

    O Comando Operacional das forças armadas polacas informou, no X, que o avião voou 6,5 km para o espaço aéreo polaco e aí permaneceu durante pouco mais de um minuto antes de alterar a sua rota.

    Os serviços polacos que supervisionam o espaço aéreo estiveram em contacto com a Rússia, que confirmou a violação do espaço aéreo polaco, mas alega que a mesma se justifica através de um erro operacional.

  • Produção na refinaria russa atacada pela Ucrânia suspensa "por razões de segurança"

    Esta manhã as forças ucranianas atacaram uma refinaria de petróleo russa em Saratov, tida como crucial para o abastecimento das forças militares inimigas. Fontes citadas pela Reuters avançam agora que a refinaria, propriedade da Rosneft, suspendeu a produção de combustível por razões de segurança.

    “Não se passa nada de grave. Todos os processos principais estão bem. O processamento foi temporariamente interrompido e voltará gradualmente ao normal dentro de um ou dois dias”, disse uma fonte do setor.

  • Zelensky discorda daqueles que dizem que a "Europa pode oferecer garantias de segurança sem os EUA"

    Zelensky discorda das “vozes que dizem que a Europa pode oferecer garantias de segurança sem os americanos” na entrevista que deu ao The Guardian, publicada esta terça-feira.

    “As garantias de segurança sem a América não são verdadeiras garantias de segurança”, acrescentou.

    Perante a impossibilidade de continuar a guerra sem o apoio norte-americano, Zelensky mostra-se pronto para negociar, mas quer que a Ucrânia o faça a partir de uma “posição de força”, anunciando que vai oferecer às empresas americanas contratos de reconstrução lucrativos para tentar obter a adesão de Trump e da sua administração.

    “Aqueles que nos estão a ajudar a salvar a Ucrânia terão a oportunidade de a renovar, com as suas empresas e com as empresas ucranianas”, assegurou ainda.

  • Secretário do Tesouro norte-americano viaja esta semana para Kiev para discutir acesso a minerais

    O Secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, vai deslocar-se esta semana à Ucrânia para se encontrar com Volodymyr Zelensky, no âmbito dos esforços dos EUA para resolver a guerra e garantir o acesso a minerais essenciais, avançou a Bloomberg.

    “Estou a enviar o Secretário do Tesouro Scott Bessent à Ucrânia para se encontrar com o Presidente Zelensky. Esta guerra deve e vai terminar em breve”, escreveu Trump na Truth Social, rede social que detém.

    “Os EUA gastaram milhares de milhões de dólares a nível mundial, com pouco para mostrar”, acrescentou o Presidente norte-americano.

    Bessent será o primeiro membro do gabinete de Donald Trump a visitar a Ucrânia desde a tomada de posse da nova administração republicana. Fará a viagem a Kiev dias depois de o Presidente dos EUA ter dito que a sua administração queria um acordo com a Ucrânia para o acesso aos recursos em troca de ajuda na sua defesa contra a invasão da Rússia.

  • Zelensky admite troca de territórios com a Rússia se Trump conseguir colocar os dois países a negociar

    Zelensky disse esta terça-feira que planeia trocar territórios com a Rússia se o Presidente dos EUA, Donald Trump, conseguir levar os dois países a sentar-se à mesa das negociações para terminar a guerra que decorre desde fevereiro de 2022.

    “Trocaremos um território por outro”, disse Zelensky numa entrevista publicada hoje pelo The Guardian. O Presidente ucraniano não especifica, no entanto, que terras ocupadas pela Rússia a Ucrânia proporia em troca. “Não sei, veremos. Mas todos os nossos territórios são importantes, não há nenhuma prioridade”, disse.

    Abdicaria, sim, das terras que Kiev detém na região russa de Kursk desde o lançamento de uma ofensiva surpresa há seis meses.

  • Ucrânia estuda criação de campo de desminagem com IA

    O ministério da Defesa da Ucrânia está a estudar a criação de um campo de teste de novas tecnologias de remoção de minas – algumas com recurso à Inteligência Artificial.

    A iniciativa, segundo o Ukrainska Pravda, permite acelerar a implementação de tecnologias modernas no seio das forças armadas ucranianas.

    “O campo de tiro, administrado pelo ministério da Defesa, pode tornar-se numa plataforma única para pesquisa, testes e treinos conjuntos”, disse o coronel Olha Drobot, representante do secretariado da Autoridade Nacional de Ação Contra as Minas.

    As declarações foram proferidas numa reunião – com a presença de especialistas de diferentes ministérios do governo ucraniano – que também contemplou a discussão de diferentes abordagens à análise de imagens de satélite para mapear zonas com minas.

  • Forças ucranianas destroem raro lançador de 'rockets' anti-submarino

    Os soldados ucranianos localizaram e destruíram um raro lançador de ‘rockets’ anti-submarino, anunciou o Ukrainska Pravda.

    “As nossas tropas conseguiram rastrear e abater um equipamento raro dos nossos inimigos nas florestas do Lyman”, revelou o exército da Ucrânia.

  • Drones são a principal ameaça aos ucranianos

    Em janeiro deste ano, os drones provocaram mais mortes e ferimentos em civis ucranianos do que qualquer outra arma, denuncia a ONU, citada esta terça-feira pelo Ukrinform.

    “Pelo menos 139 civis foram mortos e 738 feridos na Ucrânia em janeiro de 2025. 38 mortes (27%) e 223 feridos (30%) foram provocadas por ataques com drones de curto alcance que largam explosivos nos civis, muitas vezes nos seus veículos privados ou em transportes públicos”, lê-se no relato da ONU.

  • Três mortos e 17 feridos em ataques russos no último dia

    Os ataques russos em várias regiões ucranianas, no último dia, mataram três pessoas e fizeram pelo menos 17 feridos, anunciaram as autoridades regionais, citadas pelo Kyiv Independent. As mortes ocorreram em Kherson (duas) e em Zaporizhzhia.

    A Força Aérea da Ucrânia diz que, durante a última noite, abateu 57 dos 124 drones enviados pela Rússia.

  • Seis feridos em ataque aéreo russo em Kharkiv

    Pelo menos seis pessoas, entre as quais uma criança de 12 anos, ficaram feridas na sequência de um ataque aéreo russo na vila de Zolochiv, em Kharkiv.

    Metade das vítimas foram hospitalizadas, enquanto as restantes foram assistidas no local, disse o governador da região, citado pelo Kyiv Independent.

    As forças russas, que terão atingido uma casa, atacaram a vila pelas 11h27 (9h27 em Lisboa). A verdadeira extensão dos danos ainda está por determinar.

  • Impostos americanos podem levar produtores de aço ucranianos a perder 126 milhões de dólares

    Deviado aos impostos aplicados pelo governo de Donald Trump, os produtores de aço ucranianos podem perder cerca de 125,6 milhões de dólares, segundo cálculos feitos pela agência TASS e divulgados no seu canal de Telegram. Isto porque o Presidente dos EUA anunciou impostos no valor de 25% sobre o aço e o alumínio.

    De acordo com o Ministério da Economia ucraniano, os principais exportadores de produtos metalúrgicos para os EUA na Ucrânia são as empresas ArcelorMittal Kryvyi Rih e Interpipe.

  • Embaixadora dos EUA em Moscovo visita Ministério dos Negócios Estrangeiros do país

    Lynne Tracy, embaixadora dos EUA em Moscovo, visitou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia esta manhã, avançou a agência RIA Novosti citada pelo Pravda.

    Aquilo que se julgava ser, inicialmente, uma visita inesperada, afinal tinha sido devidamente agendado: a americana e o vice-ministro Sergei Ryabkov reuniram-se para discutir as operações das missões diplomáticas.

    O encontrou aconteceu após surgirem relatos de que o governo dos EUA e a Rússia iniciaram discussões sobre a guerra na Ucrânia.

  • É "provável" que a Coreia do Norte "envie mais soldados" para a Ucrânia, alerta Coreia do Sul

    A Coreia do Norte terá enviado cerca de 200 peças de artilharia de longo alcance para a Rússia e é provável que envie mais soldados e armas para ajudar a fazer frente à Ucrânia, alertou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul numa conferência, citado pelo Pravda.

    Esta estimativa surge após dados inicialmente avançados pela agência de informação sul-coreana que indicavam que a Coreia do Norte tinha enviado cerca de 11.000 soldados para apoiar a Rússia.

  • Rússia lança ataque combinado contra região ucraniana de Poltava

    A Rússia lançou um “ataque combinado com recurso a vários mísseis” contra instalações de produção de gás na região Poltava, escreve o Pravda.

    Uma das infraestruturas que ficou danificada foi a estação de produção energética do Grupo Naftogaz, a maior empresa de petróleo e gás da Ucrânia. Até ao momento não se registaram vítimas.

    Neste momento, especialistas ucranianos estão a trabalhar para repôr os serviços.

  • Ucrânia ataca refinaria de petróleo russa

    Depois de Moscovo atacar a rede energética da Ucrânia, Kiev atacou a refinaria de petróleo russa de Saratov, detalhou o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia nas rede sociais.

    “A refinaria produz principalmente gasolina e gasóleo. No total, mais de 20 tipos de produtos petrolíferos (estavam a ser produzidos)“, afirmou o Estado-Maior, acrescentando que a instalação abastece as forças militares russas.

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