Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Vamos encerrar este liveblog. Pode continuar a seguir as principais notícias sobre a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto. Obrigado por nos acompanhar.

  • Putin vai exigir que a Ucrânia nunca adira à NATO durante as conversações com Trump

    A Rússia vai exigir que a Ucrânia corte os seus laços com a NATO e se torne “um Estado neutro com um exército limitado” durante as conversações com o Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, avançou a Bloomberg, citada no Kyiv Independent.

    De acordo com uma fonte da Bloomberg, o Kremlin aceita que os Estados membros da NATO possam continuar a enviar armas para a Ucrânia no âmbito de acordos de segurança bilaterais, mas as armas “não devem ser usadas contra a Rússia ou para recapturar território”.

  • Um morto em ataque russo a Nikopol

    Uma mulher morreu esta noite na sequência de um ataque russo a Nikopol, avançou o líder da administração regional de Dnipropetrovsk, Serhiy Lysak, no Telegram.

    “Uma mulher de 54 anos morreu em Nikopol. As equipas de salvamento retiraram o seu corpo dos escombros da casa”, disse Lysak, acrescentando que o ataque deixou ainda um homem de 45 anos ferido.

  • Zelensky: Ucrânia vai reforçar as suas forças armadas se receber 250 mil milhões dos ativos russos congelados

    Volodymyr Zelensky avançou que a Ucrânia pretende reforçar as suas forças armadas com os 250 mil milhões de dólares (cerca de 243 mil milhões de euros) provenientes dos ativos russos congelados.

    “A garantia de segurança mais barata para a Ucrânia é a NATO. O apoio mais forte ao exército ucraniano é a atribuição de 250 mil milhões de dólares. A Ucrânia utilizará este dinheiro, em grande parte, para a produção interna e para a importação dos tipos de armas de que a Ucrânia não dispõe e de que temos falta”, afirmou o Presidente ucraniano em Varsóvia, citado na Ukrinform.

  • Tanto a Ucrânia como a Rússia vão ter de ceder para pôr fim à guerra, avisa Rubio

    A escolha de Trump para secretário de Estado, Marco Rubio, avisou que tanto a Ucrânia como a Rússia vão ter de fazer cedências para pôr fim à guerra.

    “É importante que todos sejam realistas: terá de haver concessões — feitas pela Federação Russa, mas também pelos ucranianos… É igualmente importante que haja algum equilíbrio de ambos os lados”, disse, citado na CNN.

    Rubio sugeriu ainda que a cedência da Rússia consista em não avançar mais e que a da Ucrânia seja abdicar dos territórios sob domínio russo.

  • Presidente da Polónia quer convite imediato à Ucrânia para aderir à NATO

    O Presidente da Polónia Adrzej Duda defende que a NATO deve convidar imediatamente a Ucrânia para aderir à Aliança do Atlântico Norte e disse que há cada vez mais líderes europeus que defendem esta decisão, de acordo com o Ukrinform.

    “Claro que compreendemos que a adesão completa da Ucrânia à NATO só é possível depois de cessarem as hostilidades”, admitiu Duda em declarações numa conferência de imprensa conjunta com Zelensky. Contudo, o Presidente polaco acredita que este seria “o primeiro passo em frente para dar garantias reais de segurança” ao país.

  • Tusk acusa Rússia de planear "atos de terrorismo" contra a Polónia e outros países

    A Rússia planeou “atos de terrorismo” no ar contra a Polónia e outros países, acusou o primeiro-ministro polaco Donald Tusk, depois de se reunir hoje com Volodymyr Zelesnky, segundo a Reuters.

    O líder polaco não foi claro sobre a que eventos se referia, contudo tudo indica que falava sobre as encomendas que explodiram, em julho passado, em armazéns na Alemanha, Reino Unido e Polónia.

    Polícia britânica investiga envolvimento de espiões russos em incêndio em armazém da DHL

    Oficiais de segurança de vários países terão identificado estas explosões como parte de um plano para motivar explosões em aviões de carga que tinham como destino os Estado Unidos. A Rússia nega qualquer envolvimento com as embalagens que explodiram.

  • Estados Unidos impõem mais sanções a entidades ligadas à Rússia

    Os Estados Unidos emitiram hoje novas sanções visando penalizar a Rússia, de acordo com um comunicado do departamento do Tesouro norte-americano.

    As sanções vão ser aplicadas a vários indivíduos, uma entidade chinesa e um banco no Quirguistão, que se considera estarem envolvidos num esquema russo para escapar às sanções anteriormente impostas pelo Ocidente.

  • Tusk: Se todos os países da Europa gastassem como a Polónia na Defesa, orçamento europeu seria 10 vezes o da Rússia

    O primeiro-ministro polaco Donald Tusk defendeu um aumento generalizado do gasto em Defesa dos membro da NATO, durante a visita de Zelensky a Varsóvia. Tusk alegou que se todos os aliados europeus investissem tanto como a Polónia, o orçamento de Defesa europeu teria 10 vezes o valor do da Rússia, segundo o The Kyiv Independent.

    “Ninguém a não ser a Europa vai resolver os seus próprios problemas na Defesa”, disse numa conferência de imprensa conjunta com Zelensky. “Não pode haver países a gastar apenas 1,5% do PIB em Defesa, isso não é suficiente”, afirmou o primeiro-ministro, cujo país deverá investir 4,7%, em 2025.

  • Donald Tusk: "Vamos acelerar o processo de adesão" da Ucrânia à União Europeia

    O primeiro-ministro polaco garantiu que vai “acelerar” a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE), no âmbito da presidência rotativa do conselho da UE que Varsóvia assumiu no dia 1 de janeiro.

    Citado pela Sky News, Donald Tusk afirmou que a Polónia “vai quebrar o impasse” e “acelerar o processo de adesão” de Kiev à UE. Tusk falou numa conferência de imprensa conjunta com Volodymyr Zelensky, no final de um encontro entre ambos, em Varsóvia.

  • Ataque russo em Kramatorsk provoca oito feridos

    Um ataque russo em Kramatorsk, na região de Donetsk, provocou oito feridos, entre os quais dois menores.

    O gabinete do Procurador-Geral ucraniano adiantou, no Telegram, que o ataque aéreo atingiu um edifício residencial. Oito moradores ficaram feridos, entre os quais uma criança de 6 anos e um jovem de 16, e receberam assistência médica.

    Na última madrugada, a Rússia lançou um ataque de larga escala contra território ucraniano, que visou sobretudo infraestruturas energéticas. Várias regiões foram atingidas.

  • Zelensky quer “paz exequível” na Ucrânia e garantia de que Rússia não volta

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, exigiu hoje garantias de que a “paz é exequível e que a Rússia não volta atrás”, salientando que não pretende apenas que a guerra com a Rússia termine.

    “Não queremos apenas que a guerra chegue ao fim, queremos ter a certeza de que a paz e exequível e que a Rússia não volta atrás”, disse Volodymyr Zelensky, em conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, em Varsóvia, capital polaca.

    Para isso, Volodymyr Zelensky exigiu “garantias de segurança” da União Europeia e da Aliança Atlântica, ou seja, progressos na adesão às duas organizações.

    O Presidente ucraniano acrescentou que quer, por exemplo, que o país esteja equipado o suficiente para que nenhum país queira repetir a invasão iniciada em 24 de fevereiro de 2022.

  • Rússia e Ucrânia trocam 50 prisioneiros de guerra

    Rússia e Ucrânia efetuaram hoje a primeira troca de prisioneiros de guerra em 2025.

    O Ministério da Defesa russo, citado pela TASS, anunciou que 25 militares russos foram libertados por Kiev. Em troca, 25 ucranianos foram também libertados por Moscovo. A troca de prisioneiros de guerra deu-se em território da Bielorrússia.

    Volodymyr Zelensky assinalou, no Telegram, o “regresso a casa” de 25 cidadãos ucranianos, militares e civis, que “têm ferimentos e doenças graves” e vão receber “todos os cuidados médicos necessários”.

    Moscovo e Kiev confirmaram que os Emirados Árabes Unidos mediaram as negociações do acordo para esta troca de prisioneiros.

  • António Costa alerta Pequim que paz na Ucrânia tem de ser “justa e duradoura” em anúncio de cimeira

    O presidente do Conselho Europeu alertou o Presidente da China que a paz na Ucrânia tem de ser “compreensiva, justa e duradoura” ao anunciar uma cimeira em Bruxelas para abordar as relações entre Pequim e o bloco comunitário.

    “Expressei que a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia ameaça a paz global. E enfatizei a necessidade de uma paz compreensiva, justa e duradoura”, escreveu António Costa, na rede social X, na tarde de terça-feira.

    Depois de uma conversa telefónica com o Presidente da China, Xi Jinping, António Costa anunciou também uma cimeira em Bruxelas este ano, ainda sem uma data concreta.

    É a primeira cimeira presencial entre Pequim e a União Europeia (UE). A última foi em 2019 e a pandemia levou a uma interrupção destas reuniões.

  • Parlamento ucraniano aprova prolongamento da lei marcial

    O parlamento da Ucrânia aprovou o prolongamento da lei marcial e da mobilização geral no país, devido à invasão russa.

    No Telegram, Yaroslav Zhelezniak, deputado do partido Holos, anunciou que 315 parlamentares votaram a favor da extensão da lei marcial no país, que ainda será ratificada por Zelensky. De acordo com o Ukrinform, é a 13ª vez que o decreto da lei marcial é renovado desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.

    Já a prorrogação da mobilização geral de cidadãos para as Forças Armadas foi aprovada por 310 deputados.

    O Verkhovna Rada (parlamento ucraniano) é composto por 450 deputados.

  • Transnístria vai receber gás russo como "ajuda humanitária"

    O líder da Transnístria anunciou que a Rússia vai fornecer gás ao território separatista pró-russo da Moldávia, como “ajuda humanitária”, na sequência da interrupção do fornecimento de gás pelo território ucraniano desde 1 de janeiro.

    Em conferência de imprensa, Vadim Krasnoselsky, citado pela Ria Novosti, disse que o gás será distribuído pela população e pela indústria da Transnístria e será utilizado para a produção de energia.

    Na terça-feira, Krasnoselsky reuniu-se com responsáveis do Ministério da Defesa russo, para discutir a questão do fornecimento de gás.

    No primeiro dia de 2025, a Ucrânia interrompeu o transporte do gás russo da empresa Gazprom pelo seu território.

  • Zelensky visita Polónia

    Volodymyr Zelensky viajou, esta quarta-feira, para a Polónia. O porta-voz do Presidente ucraniano, citado pelo European Pravda, anunciou que Zelensky já aterrou em Varsóvia.

    Nesta visita, o chefe de Estado ucraniano vai reunir-se com o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, o Presidente do país, Andrzej Duda, e ainda com elementos da comunidade ucraniana.

  • Conselheiros de Trump revelam que está a ser estudado um plano para acabar com guerra na Ucrânia

    Conselheiros de Donald Trump revelaram está a ser estudado um plano faseado para o fim da guerra na Ucrânia, que se deve estender por vários meses, segundo a Reuters.

    Os conselheiros do Presidente eleito dos EUA, que não foram identificados pela agência noticiosa, afastam a hipótese de resolução do conflito “num dia” ou “num telefonema“, que chegou a ser prometida por Trump, antes de ser eleito.

    Para os conselheiros, esta promessa resultou da “combinação” de “arrogância de campanha eleitoral” e “incompreensão da complexidade do conflito e do tempo necessário à formação de uma nova administração”.

  • Rússia confirma ataque a infraestruturas energéticas ucranianas

    O Ministério da Defesa da Rússia confirmou que as forças de Moscovo atacaram infraestruturas energéticas ucranianas, na ofensiva realizada entre a última madrugada e a manhã desta quarta-feira.

    Numa nota citada pela TASS, o ministério afirma que o ataque foi realizado com armas “de alta precisão” e drones, tendo como alvo “instalações de infraestrutura de gás e energia que apoiam o complexo militar-industrial da Ucrânia”. E acrescenta que “todos os alvos foram atingidos”.

    O ataque atingiu também “aeródromos militares, concentrações de mão de obra e equipamentos das Forças Armadas da Ucrânia em 137 regiões” do país, de acordo com o órgão de governo russo.

  • Cortes de energia em várias regiões ucranianas após ataque russo

    A operadora de eletricidade ucraniana Ukrenergo anunciou cortes de energia em várias zonas do país, na sequência do ataque russo em larga escala.

    No Telegram, a empresa informa que os cortes de emergência afetam as regiões de Kharkiv, Sumy, Poltava, Donetsk, Dnipro, Zaporizhzhia e Kirovohrad.

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