Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump afirmou que solicitará aos países da NATO que aumentem as suas contribuições para a Defesa em 5% do PIB. Esta medida faz parte das suas prioridades no novo mandato e tem como objetivo reforçar a capacidade de defesa da Aliança Atlântica, sublinhando a necessidade de uma partilha mais equitativa das responsabilidades de segurança entre os aliados.
    • No Fórum Económico Mundial em Davos, Trump destacou a criação do novo departamento de eficiência governamental DOGE, liderado por Elon Musk, e anunciou o fim do Green New Deal, chamando-lhe o “Green New Scam”. O Presidente americano prometeu também uma significativa redução de impostos, afirmando que os EUA têm as maiores reservas de petróleo e gás do mundo e pretendem utilizá-las.
    • Trump expressou o desejo de se encontrar com o Presidente russo Vladimir Putin para negociar o fim da guerra na Ucrânia, enfatizando que milhões de vidas estão em risco devido ao conflito. E afirmou que a Ucrânia está pronta para um acordo de paz, mas que a decisão final depende da Rússia.
    • O novo Presidente dos EUA pretende reduzir o imposto sobre o rendimento das empresas de 21% para 15% para aquelas que produzirem exclusivamente em território norte-americano. Trump também mencionou a possibilidade de descer os impostos para pequenas e médias empresas, numa tentativa de incentivar a produção interna e fortalecer a economia americana.

  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com os primeiros dias da nova administração Trump ao longo desta quinta-feira.

    https://observador.pt/liveblogs/administracao-trump-aperta-regras-do-teletrabalho-na-funcao-publica/

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • "Não quero pôr as culpas todas em Biden. Putin não o devia ter feito": Trump fala sobre a guerra na Ucrânia

    Donald Trump fala agora sobre a sua boa relação com Putin. “Eu falava com Putin e a Ucrânia era a menina dos seus olhos”, afirma, voltando a dizer que a guerra nunca teria começado no seu mandato.

    O Presidente faz as acusações habituais contra Joe Biden e da sua má gestão. Contudo, faz uma ressalva menos habitual. “Não quero pôr as culpas todas nele [Biden]. Putin não o devia ter feito”, acusa. Trump recusa responder se já falou com o seu homólogo russo.

    “Sei que Zelensky quer um acordo, ele está farto de guerra. Mas Zelensky também não é nenhum anjo”, continua, acusando o Presidente ucraniano de ter querido lutar contra um inimigo maior, em vez de seguir uma via diplomática logo à partida.

  • "A coisa mais cara que já fizemos foi o canal do Panamá. E acordo não era que a China o dominasse". O plano de Trump para a guerra comercial

    Donald Trump guardou as suas bandeiras para a segunda parte da entrevista com Sean Hannity e arranca logo com o seu modelo para ganhar a guerra comercial com a China: energia, recuperar o canal do Panamá e tarifas.

    “Temos mais petróleo e gás natural do que qualquer outro país. Isso é ótimo porque a China não têm nada disso e tem de os comprar”, começa o Presidente. “Devíamos ser capazes de fornecer energia ao mundo inteiro — gás natural é limpo e poderoso, não é como a energia eólica, que vai e vem e é feita na China”, continua.

    A competição com Pequim também se reflete no canal do Panamá. “A coisa mais cara que alguma vez fizemos foi construir o canal do Panamá e depois o Jimmy Carter vendeu-o por um dólar. E esse acordo não era para que a China dominasse o canal”, critica, argumentando que é isso que acontece hoje.

    “Mas há outras formas, as tarifas”, nota ainda, elogiando, como tem feito, a presidência de McKinley e prometendo que tornará os Estados Unidos novamente ricos ao utilizar o mesmo mdoelo económico.

  • Congressista republicano apresenta resolução para nova emenda na Constituição que permita terceiro mandato presidencial

    O representante do Tennesse, Andy Ogles, submeteu uma resolução para uma nova emenda na Constituição, que passe a permitir um terceiro mandato presidencial, quando os dois mandatos anteriores não foram consecutivos. É este o caso de Donald Trump, que Ogles diz ser “a única figura na história moderna capaz de inverter a decadência da nossa nação e restaurar a grandeza da América”. “Deve ser-lhe dado o tempo necessário para atingir esse objetivo”, justifica o congressista, citado pelo New York Times.

    Uma emenda na Constituição exige maiorias de dois terços tanto no Senado como na Câmara dos Representantes. Apesar de o Partido Republicano ter a maioria em ambas as câmaras do Congresso, as margens são mais estreitas do que seria preciso para a emenda poder realmente avançar. No entanto, mostra uma disponibilidade dentro do Partido para avaliar a ideia de um terceiro mandato, a que Donald Trump já se referiu no passado, sempre de passagem.

    “Acho que não irei candidatar novamente, a não ser que vocês digam ‘Ele é tão bom, temos de pensar em algo'”, afirmou o Presidente logo a seguir às eleições, num encontro com os congressistas republicanos.

  • Departamento de Estado suspende todos os pedidos de passaportes com "género não especificado"

    O Departamento de Estado suspendeu todos os pedidos de emissão de passaportes para mudança dos marcadores de género ou com a seleção da opção X. Os passaportes norte-americanos têm três opções para marcador do género: F para género feminino, M para género masculino e X para outras identidades ou género não especificado. No entanto, a nova ordem executiva de Donald Trump reconhece apenas os dois géneros atribuídos à nascença: masculino e feminino.

    Nesse sentido, o Secretário de Estado enviou um email a todos os funcionários para que implementem a política na documentação oficial. “A política dos Estados Unidos é que o sexo não é alterável”, poder ler-se no email a que o The Guardian teve acesso. Marco Rubio escreve ainda que “sexo, e não género, devem ser utilizado” em todos os documentos. A indicação afeta todos os passaportes atuais e todos os pedidos futuros.

  • Casa Branca pede a congressistas californianos que organizem mesa redonda durante visita de Trump

    Donald Trump deverá reunir-se com os representantes e senadores da Califórnia amanhã, durante a sua visita ao estado, no âmbito dos incêndios. O pedido foi deixado pela Casa Branca aos congressistas republicanos e democratas, para que organizassem uma mesa redonda no hangar de Santa Monica, relatou uma fonte com conhecimento dos planos à Associated Press.

    O convite é feito na sequência das críticas dos democratas — que governam a Califórnia — às declarações de Donald Trump sobre a possibilidade de retirar fundos federais ao estado até que a gestão de recursos hídricos seja alterada.

  • Departamento do Tesouro anuncia "medidas extraordinárias" para manter limites da dívida

    O secretário do Tesouro interino informou hoje os líderes do Congresso que tinham sido implementadas “medidas extraordinárias” para garantir que são cumpridos os limites da dívida pública. Entre essas medidas inclui-se o fim do financiamento dos fundos de reforma para funcionários públicos, relata a Associated Press.

  • Mark Rutte falou ao telefone com Marco Rubio

    “É ótimo tê-lo a bordo”, escreveu Mark Rutte nas suas redes sociais, numa publicação em que relatou a sua “boa” conversa telefónica com o novo Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

    O secretário geral da NATO reafirmou o seu compromisso com o aumento dos gastos com a Defesa e produção na mesma área na Europa. “Mal posso esperar para lhe dar as boas vindas à NATO e trabalharmos juntos na Ucrânia, Rússia e China”, escreveu ainda Rutte.

  • Primeiras tropas norte-americanas chegam a cidades na fronteira

    Militares no ativo começaram hoje a chegar a El Paso, no Texas e a San Diego, na Califórnia, para implementar as políticas migratórias de Donald Trump na fronteira com o México, avançaram fontes do Departamento de Defesa à Associated Press.

    Sob anonimato, relataram que estes soldados são apenas os primeiros de uma vaga de 1.500 e que os militares devem continuar a chegar à fronteira nos próximos dias.

  • Câmara dos Representantes aprova lei que penaliza médicos que realizem abortos

    A Câmara dos Representantes aprovou hoje a segunda lei da era Trump com 217 votos a favor e 204 contra, intitulada Born-Alive Abortion Survivors Protection Act (Lei de Proteção dos Sobreviventes do Aborto Nascidos Vivos, em tradução livre).

    No documento poder ler-se que “proíbe um profissional de saúde de não exercer o grau adequado de cuidados no caso de uma criança que sobreviva a um aborto ou a uma tentativa de aborto”. A CNN faz uma interpretação literal da lei e escreve que “já é considerado homicídio nos EUA matar intencionalmente um bebé que nasce vivo”.

    Porém, o New York Times esclarece que já existe uma lei que obriga a que, nos casos raros em que um feto sobrevive a uma tentativa de interrupção voluntária da gravidez, sejam aplicados cuidados médicos de urgência. O que esta nova lei altera é a introdução de penalizações aos médicos que não apliquem “o grau adequado” de cuidado.

    O jornal ilustra com um exemplo concreto, mais comum. À luz desta lei, um médico pode ser penalizado legalmente por abortos tardios — feitos devidos a complicações na gravidez em que os bebés não têm possibilidade de sobreviver –, caso um tribunal avalie que os seus esforços para também manter o bebé vivo não foram “adequados”.

  • Pete Hegseth afirma ter pagado 50 mil dólares a mulher que o acusou de abuso sexual

    O nomeado a secretário da Defesa afirmou que pagou 50 mil dólares (cerca de 48 mil euros) a uma mulher que o acusou de abuso sexual em 2017. A revelação foi feita num documento entregue à senadora Elizabeth Warren, depois de um pedido da democrata para que Pete Hegseth lhe fornecesse algumas respostas adicionais no âmbito da sua audição de confirmação para o cargo. A Associated Press teve acesso às respostas de Hegseth.

    Na audição do comité dos Serviços Armados, Hegseth tinha negado as acusações de abuso e que as “acusações falsas” feitas em 2017 tinham sido esclarecidas.

  • Departamento de Justiça vai "defender vigorosamente" ordem executiva sobre direito de cidadania

    O Departamento de Justiça reagiu à decisão de um tribunal federal que suspende a aplicação da ordem executiva que visa pôr fim ao direito de cidadania à nascença, declarando que vai recorrer da decisão para “defender vigorosamente” o fim da cidadania.

    “Aguardamos com expetativa a apresentação de um argumento de mérito completo ao Tribunal e ao povo americano, que está desesperado por ver as leis do nosso país serem aplicadas”, afirmou o porta-voz do Departamento, citado pela CNN.

  • 23 perdões concedidos hoje foram entregues a ativistas anti-aborto

    Os 23 perdões que Donald Trump concedeu hoje através de uma ordem executiva foram entregues a pessoas que foram presas por impedirem o livre acesso a clínicas de cuidados de saúde reprodutivos, relata o New York Times.

    A possibilidade de Trump perdoar ativistas contra o direito ao aborto já tinha sido avançada pela CNN.

  • "Espero que não chegue a esse ponto", diz Trump sobre ataques israelitas a capacidades nuclares iranianas

    Trump responde ainda a algumas questões sobre o Médio Oriente. Afirma que a sua chamada com o príncipe da Arábia Saudita correu bem e repete, em tom de piada, que lhe vai pedir que arredonde o investimento de 600 mil milhões de dólares para “um trilião”.

    Justifica a declaração dos Houthis como organização terrorista pelos seus ataques a navios norte-americanos. E elogia o papel de Steve Witkoff, enviado especial na região, no acordo de cessar-fogo.

    Tump adianta que se vai encontrar com líderes israelitas “nas próximas semanas”, mas afirma que não quer identificar quem são. E recusa responder a uma questão sobre se apoia ataques israelitas a infraestruturas nucleares de Teerão. “Gostava que fosse resolvido antes de chegar a esse ponto. Espero que o Irão faça um acordo”, afirma

  • Trump disponível para receber insurretos do 6 de Janeiro libertados por perdões

    Trump volta a defender os perdões a todos os envolvidos nos motins do 6 de Janeiro. Questionado sobre se irá receber alguns dos manifestantes que indultou, o Presidente responde que “estaria aberto a isso”, da mesma forma que alguns já foram recebidos por congressistas.

    Acrescenta que não falou diretamente com nenhum indultado, mas que sabe que estão felizes porque ele “lhes devolveu a vida”.

  • "Acho que o Fed me devia ouvir sobre isto": Trump atira à Reserva Federal

    O Presidente fala brevemente sobre a economia e argumenta que quando as suas medidas fizerem baixar o custo de vida, a inflação irá baixar e, consequentemente, as taxas de juro também.

    “E acha que o Fed o vai ouvir?”, questiona um repórter, referindo-se à Reserva Federal dos EUA. “Sim.” Depois, repete. “Conheço as taxas de juro muito melhor que o Fed, acho que me deviam ouvir sobre isto”, afirma.

  • Trump não fica "incomodado" com críticas de Musk a iniciativa de Inteligência Artificial

    Depois de assinar as ordens executivas, o Presidente responde a algumas questões dos jornalistas. Questionado sobre as críticas de Elon Musk à nova iniciativa que visa a Inteligência Artificial, sobre a qual o “first-buddy” afirmou que não havia fundos, Trump garante que os fundos existem.

    “O governo não vai pôr muito dinheiro. [Quem vai investir] são eles. São pessoas muito ricas”, justifica, referindo-se a Sam Altman, o CEO da OpenAI, Larry Ellison, o co-fundador da tecnológica Oracle, e Masayoshi Son, o CEO da Softbank, parceiros da administração Trump nesta iniciativa.

    Os jornalistas insistem: “Não fica incomodado com as críticas de Musk?” Trump garante que não e que já falou com o dono da Tesla e da Space X desde que estas foram feitas. “O Elon é que odeia uma destas pessoas, mas eu também tenho pessoas que odeio”, atira, numa referência à animosidade declarada entre Altman e Musk. O Presidente declara que todos estão cientes que um bom negócio é mais importante que esses sentimentos.

    Trump apoia projeto de milhões para a IA, mas Musk levanta dúvidas. O que é o Stargate, ponto de discórdia entre Presidente e “first buddy”?

  • Donald Trump assina seis novas ordens executivas

    Donald Trump acabou de assinar mais seis ordens executivas. As duas primeiras têm como objetivo tornar os Estados Unidos na “capital mundial” para a Inteligência Artifical e de cripto. “Podem não ser muito entusiasmantes, mas vão fazer muito dinheiro”, declarou o Presidente ao assiná-las.

    A terceira ordem executiva contempla a formação de uma comissão de aconselhamento presidencial para a ciência e a tecnologia. A quarta visa o reconhecimento federal da tribo Lumbee na Carolina do Norte.

    Para além da ordem executiva que torna públicos os documentos sobre a morte de JFK, Trump assinou ainda uma última ordem executiva que contempla o perdão de 23 pessoas, que foram detidas pela administração Biden “por exercerem os seus direitos da 1ª emenda”, que consagra a liberdade de expressão.

  • Trump assina ordem executiva e torna públicos documentos sobre morte de JFK

    O Presidente norte-americano assinou hoje uma ordem executiva que torna públicos os documentos relativos a três assassinatos ocorridos durante a década de 1960: o Presidente John F. Kennedy, o seu irmão Robert Kennedy e o ativista pelos direitos civis, Martin Luther King.

    Trump já tinha prometido esta medida durante a primeira administração, mas afirmou que foi desencorajado a fazê-lo. “Tudo será revelado”, afirmou agora, enquanto assinava a ordem na Sala Oval, citado pela AFP.

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