Momentos-chave
- Líder do PSD faz apelo aos eleitores do PS e do Chega
- Raimundo usa a agricultura para atacar Montenegro e o seu "ministro da propaganda"
- Montenegro pede confiança para ciclo de oito anos no poder
- Nós Cidadãos lamenta "boicote" da comunicação social ao partido
- PTP critica a falta de cobertura dos media
- Volt quer mobilizar cerca de 34 mil casas na posse dos bancos e do Estado
- Partido da Terra quer aumentar Felicidade Interna Bruta
- Fonseca e Castro contra medida que tem no programa de ilegalizar sindicatos
- PCTP/MRPP quer substituir todos os impostos por um único sobre o rendimento e riqueza
- Joana Amaral Dias defende plano ADSE para todos e aumento da natalidade
- Nova Direita favorável à energia nuclear
- RIR fala da necessidade de criar mecanismos para tornar arrendamento atrativo
- PPM critica Ministério Público e defende que casas do interior podem resolver problema da habitação
- PLS: "Sem Justiça a democracia fica em causa"
- PCTP/MRPP: "Querem realizar a guerra sem falar dela"
- Nova Direita defende aposta na construção modular para dar resposta de habitação à classe média
- Pedro Nuno diz que "portugueses não sabiam quem era o verdadeiro Montenegro e ao fim de um ano caiu a máscara"
- JPP quer estrutura de missão para que Estado perceba custos insulares
- RIR propõe alargamento escolar e contratação de médicos recém-formados
- Joana Amaral Dias defende "soberania energética" de Portugal e "nem mais um cêntimo para estrangeiros"
- Estratégia de dois por um na função pública atacada pelo Partido Liberal Social
- PPM: "É mentira que os pequenos partidos possam causar instabilidade no sistema"
- Nós Cidadãos não vê necessidade de uma Direção Executiva do SNS e defende corte de "gorduras"
- MPT diz que REN nunca devia ter sido privatizada, mas não considera voltar atrás: "Agora é o que temos"
- Ergue-te quer reter médicos e denuncia: "Montenegro foi tratado como um rei no Santa Maria"
- Nós Cidadãos: os portugueses não querem saber de "Spinumvivas", nem de "Spinumortas"
- PPM quer círculo de compensação nacional nas legislativas
- Perestrello: "Montenegro finge que governa, mas foi Passos a explicar-lhe as reformas que ele não fez e devia ter feito"
- PTP critica "sistema político" e denuncia "forças tenebrosas a impedirem" investigações judiciais
- MPT recorda que foi o 1.º partido político a falar em Portugal de desenvolvimento sustentável
- "Quando me chamam para falar do Pedro, eu venho a correr". Abrunhosa ajuda no tiro a Montenegro e Cavaco
- "Quando me chamam para falar do Pedro, eu venho a correr". Abrunhosa ajuda no tiro a Montenegro e Cavaco
- Candidato do PCTP/MRPP defende corte com Bruxelas: "É uma necessidade absoluta"
- Volt quer renovar o espaço político do centro
- RIR acredita que pode chegar ao Parlamento: "Não é impossível"
- Joana Amaral Dias diz que Assembleia da República se tornou "no local do crime" e critica corrupção
- Rui Tavares defende "investimento mais robusto" na Cultura que atinja 1% do PIB
- PAN defende ensino superior "tendencialmente gratuito" e reforço das bolsas de estudo
- Nova Direita critica PSD e BE por irem "buscar dinossauros" para a campanha
- Rui Tavares diz que é preciso romper com os mini-ciclos ao combater "discursos de habituação" às "más manhas da política"
- Pedro Nuno puxa pela "experiência governativa e de diálogo com todos os partidos" -- e não só com a esquerda
- A esquerda já foi derrotada? Raimundo responde que Rui Rocha vive "num mundo pequeno"
- Rui Rocha: "Passos fez alerta muito justo e dirige-se à AD"
- Ventura concorda com Passos, mas avisa Montenegro: “O original está aqui”
- Montenegro rejeita que palavras de Passos tenham sido um recado
- Durão Barroso destaca "integridade pessoal e capacidade política" de Montenegro
- Pedro Nuno ao volante de um protótipo: "Rui Rocha acelerava contra a parede"
- Passos Coelho pede estabilidade, mas exige “reformismo” a Montenegro
- Antigos líderes do PSD pedem "lucidez" aos eleitores e "estabilidade" para a AD
- IL quer revisão constitucional para reforçar direito de propriedade: "Tem havido notícias chocantes de ocupações"
- Rocha ouve pedido para se juntar a Montenegro e promete: "Saberemos interpretar a vontade dos portugueses"
- Chega quer "superar" resultado no Porto e acusa AD de não ter travado insegurança
- "O céu é o limite". Em manhã dedicada ao ambiente, Raimundo aponta como meta eleger o PEV
- Ventura defende Cristina Rodrigues: “Na bancada do Chega não há corruptos”
- "Batatas fritas de Bruxelas, salsicha alemã e sopa rala": a ementa do almoço da AD que "cheira a Troika"
- Montenegro diz que Marcelo falha almoço do PSD por entender que "não deve ter uma participação partidária" durante a campanha
- Pedro Nuno Santos diz que não tem ex-líderes em campanha porque o PS "os dá ao mundo"
- PAN mostra-se disponível para "criar consensos", "não apenas à esquerda"
- Mortágua: “Lições de moral de Cavaco Silva parecem-me sempre muito irónicas”
- Mortágua andou de autocarro no "Portugal invisível" para reivindicar direitos das trabalhadoras domésticas
- Nova Direita quer preencher espaço do CDS e uma imigração controlada
- Cavaco Silva, Passos Coelho e Marques Mendes juntos em almoço com Luís Montenegro
Histórico de atualizações
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Bom dia.
Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar a atualidade da política nacional e as notícias sobre a campanha para as as eleições legislativas nesta ligação.
Deputada Cristina Rodrigues, do Chega, começa hoje a ser julgada por “apagão informático” no PAN
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O saco azul do Orçamento, o fim de todos os impostos e mais bebés portugueses. O debate dos partidos sem representação parlamentar
Joana Amaral Dias denunciou fundo com 13 mil milhões para distribuir por “amigos”. O MRPP defendeu o fim dos impostos e Rui Fonseca Castro denunciou o tratamento de “rei” de Montenegro no Santa Maria.
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Mortágua madrugou para mostrar o país "invisível" e acabou dia a ouvir "queixas de abandono" na rua onde vivia Odair
Campanha concentrou-se na periferia de Lisboa, num dia em que Mortágua foi a única protagonista do partido. A partir dos “bairros esquecidos” recusou a chantagem pela estabilidade pós-eleitoral.
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Sonho de nova maioria matou o velho PSD. Montenegro já só pensa em ciclo de oito anos de poder
Máquina de triturar líderes, palco de todas as intrigas e de outras tantas correntes, o PSD parece apostado em virar a página e garantir ciclo de poder duradouro, à Cavaco, sem tanga e sem troika.
Sonho de nova maioria matou o velho PSD. Montenegro já só pensa em ciclo de oito anos de poder
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Como Pedro Nuno Santos tenta apear-se da esquerda e seguir num carril que apanhe "todos"
Líder do PS com memória selectiva do tempo da “geringonça”, foca-se agora mais na sua “experiência” em “construir pontes” do que na frente de esquerda. Uma volta total em relação às última campanha.
Como Pedro Nuno Santos tenta apear-se da esquerda e seguir num carril que apanhe “todos”
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Líder do PSD faz apelo aos eleitores do PS e do Chega
Mesmo na reta final do discurso, Luís Montenegro falou diretamente para os eleitores do Chega e do PS, recordando os momentos em que os dois partidos uniram esforços para bloquear a governação da AD.
“Se também querem garantir a estabilidade, não atendam tanto às tricas verbais, às mudanças de visual político e às promessas de que tudo pode ser feito de um dia para o outro. Deem um voto de confiança [à AD]”, pediu Montenegro. “Somos o garante da estabilidade e do progresso.”
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Raimundo usa a agricultura para atacar Montenegro e o seu "ministro da propaganda"
Num discurso virado para o centro do país, a agricultura serviu de pretexto para a CDU insistir nas críticas ao governo da AD e do “ainda primeiro-ministro” Luís Montenegro.
Na associação desportiva de Avões, em Lamego, Paulo Raimundo denunciou a “chantagem e a pressão” que os pequenos produtores de uva recebem das “grandes casas exportadoras” de vinho na região de Viseu para que não se realizem as vindimas.
É algo que, insiste a CDU, “está a acontecer agora” e para o secretário-geral do PCP há um desaparecido em combate: “o ministério da agricultura – ou da propaganda – assobia para o ar, como se nada estivesse a acontecer”.
Mas José Manuel Fernandes não é o único alvo de Raimundo. “Ainda ontem assistimos a um discurso animado e empolgado de Luís Montenegro. Na opinião dele a agricultura está como o país – muito melhor. O problema é que os pequenos produtores ainda não se aperceberam disso.“
Ainda com a agricultura como pano de fundo, o líder comunista pediu a uma plateia de 150 pessoas que lhe apresentasse “meia diferença” entre “PS, PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal” nas medidas que propõem para o mundo rural. A Política Agrícola Comum (PAC) é o principal motivo das criticas da CDU.
Para o PCP, ainda não é tempo de discutir “o futuro, os cenários, a matemática e a governabilidade” e explica porquê: “Alguns não querem discutir o conteúdo, porque a solução das nossas vidas está precisamente no conteúdo”.
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Montenegro pede confiança para ciclo de oito anos no poder
Discursa agora Luís Montenegro. O líder social-democrata encerra as comemorações do 51.º aniversário do PSD num jantar-comício organizado na antiga FIL, em Lisboa, que conta com mais de 1.800 pessoas. Casa cheíssima, portanto. “Somos o partido da esperança e do futuro”, começa por assinalar Montenegro.
“Somos o partido das pessoas. Um partido popular, do povo, que vê em cada um o fim o último da nossa ação e a preocupação cimeira daquilo que fazemos. Não mandamos nas pessoas, nas empresas, nas organizações. Olhamos para o potencial das pessoas, das empresas e das organizações para tirar aquilo que o melhor tem para dar.”
Sem nunca falar de Pedro Passos Coelho, que à tarde exigira um espírito reformista à AD, Montenegro tentou afirmar-se como intérprete da “vocação reformista e transformadora que esteve na origem do partido”. “É isto que estamos a fazer no Governo”, fez questão de frisar Montenegro.
A seguir, o líder social-democrata não deixou de criticar a campanha negativa que, argumentou, o PS está a fazer. “Só há um partido a apresentar uma visão para o país. Todos os outros comentam as nossas propostas, todos dizendo mal, sempre com azedume.”
Falando novamente para a oposição, Montenegro garantiu que não ia dar para o peditório de PS e Chega. “Vão ficar a falar sozinhos. Eles falam muito entre eles, nós falamos muito para o povo. Que é isso que nos interessa. “
Mesmo a terminar, Montenegro pediu claramente uma votação que permita um ciclo prolongado no poder. “Fizemos mais em oito meses do que aqueles que nos antecederam fizeram em oito anos. Não tenho a pretensão de ir tão longe. Mas quem fez o que fizemos em oito meses, imaginem o que será capaz de fazer nos próximos oito anos”.
Para reforçar essa ideia, Montenegro tentou colar-se ao legado de Cavaco Silva, dizendo que o antigo primeiro-ministro e ex-Presidente da República “personifica o período histórico com maior desenvolvimento desde o 25 de Abril”.
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Nós Cidadãos lamenta "boicote" da comunicação social ao partido
Joaquim Rocha Afonso, do Nós Cidadãos, lamentou que o partido continue a ser “boicotado” pela comunicação social, afirmando que traz medidas “fora da caixa”. “Não tem nada a ver com partidos tradicionais, nem com esquerda nem direita”, apontou.
O candidato do Nós Cidadãos destacou que o partido é “muito forte” a nível autárquico. “O Nós e o JPP elegeu uma câmara em 2017 e ninguém soube em Portugal”, criticou.
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PTP critica a falta de cobertura dos media
Os partidos não concorrem em igualdade de circunstâncias nestas eleições, a cobertura dos media é um fator de discriminação, atira Raquel Coelho. “Quando apita a meta [sic] já estão 50 metros à frente dos restantes, não há qualquer tipo de justiça nisso”.
Raquel Coelho, do PTP, contesta o discurso contra imigração e diz que é preciso propostas contra esse discurso. “A imigração pode ser uma solução para muitos portugueses, na restauração, no turismo, na construção civil”.
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Volt quer mobilizar cerca de 34 mil casas na posse dos bancos e do Estado
Duarte Costa, do Volt, sublinhou que a habitação é uma das grandes prioridades do partido. “Não podemos estar nesta conversa de 50 mil ou 60 mil casas que o PS ou o PSD nos arrastam”, afirmou, defendendo que em paralelo com a construção de casas é preciso aliviar já a pressão na habitação.
O Volt quer, por isso, mobilizar cerca de 34 mil casas que estão construídas e estão paradas, na posse dos bancos ou do estado. Propõe negociar com estas entidades para disponibilizar estas casas. Ao mesmo tempo, acredita que o Estado deve criar uma via verde de licenciamento para projetos que trazem mais oferta acessível na habitação às cidades.
“Trazer um partido novo entre o PS e o PSD com esta nova geração de políticos, com uma visão europeia significa reforçar o centro sem deixar a política resvalar para os extremos”, concluiu.
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Partido da Terra quer aumentar Felicidade Interna Bruta
O vice-presidente do Partido da Terra, Hélder Rodrigues, defendeu a aposta no índice de Felicidade Interna Bruta.
“Queremos apostar nas pessoas, que são a grande riqueza do país. As pessoas têm de viver num ambiente saudável e temos de promover a melhoria da casa de todos”, defendeu o candidato.
“Só com políticas de saúde e habitação é que podemos melhorar as condições de vida das populações e atrair para Portugal e inverter o êxodo dos portugueses”, sublinhou.
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Fonseca e Castro contra medida que tem no programa de ilegalizar sindicatos
Fonseca e Castro admite que o direito dos trabalhadores “valem muito”, mas o trabalho deve ser remunerado condignamente, diz. “Os sindicatos têm sido bastiões comunistas que servem para dividir, para que os partidos de extrema esquerda continuem a ter um feudo”. Não diz que devam ser ilegalizados, apesar de estar no programa do partido.
“Tenho uma comissão política e nem sempre saio vencedor”, diz.
E volta a falar da imigração. Cifra em 1,5 milhões de imigrantes e 300 mil estão a descontar para a segurança social. “Os outros estão a salvar a segurança social provavelmente com o poder da mente”.
“Consideramos que devem ser deportados imediatamente todos os imigrantes, não apenas os criminosos e ilegais mas também os que não se encontram a trabalhar”. É o que acontece, diz, no Brasil e Dubai. E estão a receber de dinheiro do Estado.
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PCTP/MRPP quer substituir todos os impostos por um único sobre o rendimento e riqueza
O candidato do PCTP/MRPP, João Pinto, defendeu a eliminação de todos os impostos que existem atualmente, “e a sua substituição por um único imposto (fortemente progressivo) sobre o rendimento e a riqueza”.
E justificou a medida que consta do programa eleitoral do partido com o “intrincado” sistema fiscal que, diz João Pinto, permite às grandes empresas fugirem aos impostos.
“Tem de haver especialistas fiscais para fugir aos impostos, é o que as grandes empresas fazem. Existem um intrincado sistema fiscal”, sublinhou.
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Joana Amaral Dias defende plano ADSE para todos e aumento da natalidade
Questionado sobre a proposta do ADN que passa por diminuir uma série de impostos (IRS, IRC, IVA, IUC, IMT), Joana Amaral Dias voltou a focar a sua intervenção no tema do “saco azul” que diz que o Estado está a distribuir pelos “amigos”.
“Com este dinheiro era possível ter um SIRESP que funcionasse (…), era possível ter saúde para todos”, sublinhou, afirmando que o ADN defende um plano ADSE para todos que seja de adesão voluntária.
Ainda no tema da saúde, Joana Amaral Dias defendeu “uma reforma completa”. “Muitos portugueses pensam que ao ligar para o SNS24 estão a ligar para o Serviço Nacional da Saúde, mas não estão, estão a ligar para um call center da MEO. É este o estado em que chegou a nossa saúde.”
A candidata do ADN defendeu ainda que é preciso aumentar a natalidade. “Precisamos de mais bebés, não de imigrantes, mas mais bebés portugueses, que a nossa natalidade caiu a pique, com mais bebés e dinheiro bem empregue vai haver dinheiro para o estado social e resolver a saúde, habitação, segurança social”, destacou.
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Nova Direita favorável à energia nuclear
Júlio Gourgel Ferreira, do Nova Direita, assume a necessidade do país criar riqueza. “Acreditamos que é possível” e “ajudar as famílias portuguesas”. “É possível, em relação à soberania energética, ter energia nuclear, com investimento estrangeiro e é uma energia limpa”, assume.
E Portugal podia, ainda, exportar eletricidade.
“Nós não somos iguais, estamos aqui para lutar pelo país, nós amamos o nosso país”, apelando ao voto na Nova Direita.
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JPP defende redução do IVA em bens essenciais
O cabeça-de-lista do JPP, Filipe Sousa, defendeu a redução da carga fiscal sobre as famílias, nomeadamente no que diz respeito ao IVA.
“É preciso reduzir a carga fiscal sobre o rendimento das famílias. A redução do IVA nos bens essenciais é importante”, defendeu.
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RIR fala da necessidade de criar mecanismos para tornar arrendamento atrativo
O RIR quer tornar o mercado de arrendamento “apetecível”. “Temos de criar mecanismos para tornar o mercado de arrendamento atrativo”, entrando a parte da justiça. “A minha justiça que está tão mal tratada”, diz Márcia Henriques. Realça que as pessoas não podem estar muitos anos à espera do despejo. “Preferem ter casas fechadas do que arriscar estar anos e anos sem receberem uma renda”.
Márcia Henriques ainda realça “estarmos a chegar a um ponto sem retorno”, quando fala do lado da procura. “Investir no aumento de salários” é a resposta dada, voltando o tema para a falta de mão de obra em setores como turismo. Os políticos ou põem na cabeça que tem de se dar uma reviravolta e é já ou teremos menos portugueses porque vão embora”.
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PPM critica Ministério Público e defende que casas do interior podem resolver problema da habitação
Paulo Estevão, do PPM, fez várias críticas ao Ministério Público.
“Há um conjunto enorme de investigação que decorrem de invejas, de relacionamentos difíceis, de rivais políticos. Isto tem de ser regulado, agora é uma bandalheira total”, defendeu, acrescentando que “há mais de 10 mil portugueses a serem escutados sem uma justificação decente”.
“Queremos ver o trabalho do Ministério Público devidamente analisado”, realçou.
Quanto à habitação, o candidato do PPM defendeu que “há uma enorme quantidade de casas no interior do país, temos uma oferta habitacional muito significativa”. “Aí resolvíamos parte de um problema da habitação e a desertificação do país”, sublinhou.
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PLS: "Sem Justiça a democracia fica em causa"
José Cardoso, do Partido Liberal Social, realça, no seu programa, a justiça. “Sem justiça a democracia fica em causa”. “Há muita economia presa na justiça. É fundamental que a situação seja resolvida”. É um compromisso, diz.
No sistema eleitoral, reclama voto eletrónico e facilitar o voto dos emigrantes. A necessidade de reformar a escola é outra área que o partido considera essencial.
Na economia, tem de se desenvolver estratégia de maior valor acrescentado, trazendo inovação, ciência e mar para o centro da discussão, e não apenas o turismo. Aumentando os salários.