Momentos-chave
- Primeiro-ministro partilha mensagem sobre “esforço conjunto” no Dia de Portugal
- Ventura considera que Seguro fez discurso pouco assertivo
- Marcelo elogia "discurso excecional" de Seguro
- CDS-PP salienta apelo do Presidente da República à estabilidade política
- PCP enaltece apelo ao compromisso e afirma que Portugal “tem voz própria”
- EUA saúdam Portugal como um dos aliados "mais antigos e fiéis"
Histórico de atualizações
-
Bom dia!
Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos da política nacional neste novo artigo em direto que agora abrimos.
-
Primeiro-ministro partilha mensagem sobre “esforço conjunto” no Dia de Portugal
O primeiro-ministro partilhou hoje uma mensagem sobre o Dia de Portugal, considerando que nesta data ficou claro o objetivo de “esforço conjunto” para um país com mais qualidade de vida e igualdade de oportunidades, com respeito internacional.
Esta mensagem de Luís Montenegro foi partilhada na rede social X, acompanhada por uma fotografia em que aparece com o Presidente da República, António José Seguro, e a sua mulher, Margarida Maldonado Freitas, com o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, o presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, e o presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, Luís Garcia, numa esplanada em Angra do Heroísmo.
“Nos Açores, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas deixou claro o objetivo que temos para o país: esforço conjunto para que os portugueses — dentro e fora do território nacional — possam ter mais qualidade de vida, oportunidades iguais e o orgulho de ser parte de um todo que realiza cada um e merece o respeito internacional”, lê-se no texto.
Nos Açores, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas deixou claro o objetivo que temos para o País: esforço conjunto para que os portugueses – dentro e fora do território nacional – possam ter mais qualidade de vida, oportunidades iguais e o orgulho de ser parte… pic.twitter.com/qcW0r9EUIc
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) June 10, 2026
-
Presidente de parlamento açoriano destaca simbolismo nos 50 anos da autonomia
O presidente do parlamento dos Açores afirmou hoje que foi “uma honra para a região” a escolha do arquipélago para acolher as comemorações oficiais do Dia de Portugal, num ano em que se celebram os 50 anos da Autonomia.
“É uma honra para a nossa região acolher uma celebração que homenageia a história, a cultura e os valores que nos definem enquanto país”, sublinhou o presidente do parlamento dos Açores, Luís Garcia, numa nota de imprensa, divulgada pela presidência da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA).
Na nota, o presidente do parlamento açoriano saúda todos os portugueses no Dia de Portugal, de Camões e das comunidades portuguesas, destacando a escolha dos Açores para acolher este ano as comemorações oficiais da efeméride, cuja sessão solene decorreu em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
“Os Açores, pela sua posição atlântica e pela forte presença das suas comunidades além-fronteiras, representam de forma singular a dimensão universal da identidade portuguesa”, destacou o presidente do parlamento dos Açores, citado na nota.
-
PR cabo-verdiano felicita homólogo António José Seguro por Dia de Portugal
O Presidente cabo-verdiano felicitou hoje o homólogo português, António José Seguro, e o povo português por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Na missiva, o chefe de Estado de Cabo Verde, José Maria Neves, expressou “gratidão” pela “excelência dos laços de amizade, solidariedade e cooperação” entre os dois países.
O chefe de Estado reafirmou ainda “firme vontade” para “aprofundar e consolidar as históricas e fraternas relações” e mostrou-se “expectante” relativamente à visita de Estado do Presidente português a Cabo Verde.
António José Seguro anunciou, no dia 28 de maio, que vai realizar uma visita oficial a Cabo Verde, em julho, sem especificar datas, numa mensagem enviada para o Encontro Internacional sobre a Crioulidade Atlântica, que decorreu na cidade da Praia.
A última vez que um chefe de Estado português esteve em Cabo Verde foi por ocasião das comemorações dos 50 anos da independência, a 05 de julho de 2025, altura em que Marcelo Rebelo de Sousa fez a sua última visita ao arquipélago enquanto Presidente da República.
-
Ventura considera que Seguro fez discurso pouco assertivo
O líder do Chega considerou hoje que o discurso proferido pelo Presidente da República na cerimónia do Dia de Portugal foi pouco assertivo e muito institucional, por não falar em casos concretos da justiça ou leis laborais.
André Ventura falava aos jornalistas no início de uma ação em que assinalou o Dia de Portugal com a abertura da sede nacional do seu partido, em Lisboa.
Questionado sobre o teor do discurso proferido por António José Seguro, em Angra do Heroísmo, no final das cerimónias oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o presidente do Chega caracterizou-o como “bastante institucional”, mas “pouco assertivo”.
“Teve o mérito de apelar à coragem, dizendo que é preciso coragem para fazer mudanças e reformas, mas, depois, foi demasiado institucional, pouco assertivo naquilo que é preciso fazer – e às vezes as pessoas não compreendem muito bem. O país está numa fase em que ou faz as mudanças que são precisas, ou não avançará e continuaremos a ser ultrapassados”, advertiu.
Confrontado com o facto de o Presidente da República, em matéria de reforma das leis laborais, não querer interferir no processo legislativo em curso no Parlamento, André Ventura discordou e contrapôs: “Isso não o impede de dizer se concorda ou não com a descida da idade da reforma, se concorda ou não que deve haver um teto nas pensões milionárias, se concorda ou não que temos de acabar com as subvenções vitalícias” para titulares de cargos políticos.
“O pior para a democracia é ninguém saber do que se está a falar. É estar tudo a falar do mesmo e do seu contrário”, acrescentou.
-
Marcelo elogia "discurso excecional" de Seguro
O ex-presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa classificou hoje como excecional o discurso do atual chefe de Estado, António José Seguro, nas cerimónias do 10 de junho.
“[Foi] um discurso excecional, excecional no que disse, excecional na forma como disse, excecional sobre Portugal, Camões, as comunidades, presente e futuro, excecional”, afirmou, em declarações aos jornalistas, à saída da cerimónia, que decorreu em Angra do Heroísmo, nos Açores.
Marcelo Rebelo de Sousa não fez mais comentários enquanto se afastava dos jornalistas para cumprimentar várias pessoas que o interpelavam.
O anterior Presidente da República, que deixou o cargo há cerca de três meses, marcou presença nas cerimónias do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que este ano decorreram na ilha Terceira.
-
CDS-PP salienta apelo do Presidente da República à estabilidade política
O líder da bancada parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, destacou hoje o apelo à estabilidade política do Presidente da República no seu discurso do Dia de Portugal, considerando-a fundamental para que o país possa implementar reformas.
“É fundamental que Portugal tenha estabilidade política para que as reformas que o Governo está a desenvolver possam efetivamente ter resultados na vida, no dia a dia dos portugueses. E esse apelo é também um apelo muito importante que o senhor Presidente da República deixa neste discurso do 10 de junho”, afirmou.
Paulo Núncio vincou o apelo que o Presidente da República fez de “colocar sempre o interesse nacional à frente dos interesses particulares e dos interesses partidários”.
“Eu penso que esse apelo do senhor Presidente da República vem no seguimento do seu discurso de tomada de posse, em que reafirmou a importância de Portugal ter estabilidade política, de, até 2029, a legislatura não ser interrompida com eleições antecipadas e com crises políticas desnecessárias”, salientou.
-
PCP enaltece apelo ao compromisso e afirma que Portugal “tem voz própria”
O secretário-geral do PCP elogiou o apelo ao compromisso feito pelo Presidente da República nas comemorações do 10 de Junho e alertou que Portugal, apesar de ter “responsabilidades internacionais”, tem “uma voz própria”.
Em declarações à margem de uma visita à Feira Nacional de Agricultura (FNA), em Santarém, o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, enalteceu a escolha da ilha Terceira como palco das comemorações do 10 de junho deste ano, considerando que é importante, por um lado, “valorizar o papel das autonomias” e, por outro, “relembrar a alguns de que também os Açores, também a ilha Terceira e as Lajes são território nacional”.
O líder do PCP enalteceu ainda o “apelo ao compromisso” feito pelo Presidente da República, António José Seguro, salientando que o partido está disponível para “esse compromisso pelos direitos”, nomeadamente ao nível dos salários, do Serviço Nacional de Saúde, da habitação ou das creches, enumerou.
-
EUA saúdam Portugal como um dos aliados "mais antigos e fiéis"
O secretário de Estado dos EUA enviou hoje “saudações calorosas” no Dia de Portugal e evocou a amizade antiga entre os dois países, desde a independência norte-americana.
“Em nome do povo americano, envio saudações calorosas a Portugal, que celebra o dia de Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas” e, “num momento em que os EUA se preparam para comemorar os 250 anos de independência no próximo mês, reconhecemos Portugal como um dos nossos parceiros mais antigos e fiéis”, escreveu Marco Rubio, numa mensagem divulgada pelo Departamento de Estado.
No final do século XVIII, o “vosso apoio ao nosso processo de independência forjou uma amizade que tem sido aprofundada ao longo do tempo”, referiu o chefe da diplomacia norte-americana, que salientou os “notáveis progressos na relação bilateral” no último ano.
“Os EUA e Portugal finalizaram o programa de parceria entre a Guarda Nacional do Illinois e as Forças Armadas Portuguesas, que irá reforçar a nossa cooperação militar” e “lançámos o Fórum CEO EUA/Portugal, aprofundando as nossas relações comerciais e conduzindo o crescimento económico na tecnologia e inovação digital”.
Em paralelo, Rubio saudou a entrada de Portugal nos acordos de Artemis, um acordo multilateral não vinculativo entre os EUA e outros países participantes do programa norte-americano para levar humanos à Lua e expandir a exploração espacial para Marte.
-
Carneiro não assume posição sobre negociação com EUA para alterações ao acordo da Base das Lajes
José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, destacou a importância da “valorização da diversidade” nacional nas celebrações do 10 de junho.
Quanto ao discurso de Seguro,, Carneiro ouviu um apelo a “diálogo, concertação e compromisso” a bem do interesse nacional.
O líder do PS não quis responder se concorda com a renegociação do acordo com os EUA para a utilização da Base das Lajes. “A nossa dimensão europeia valoriza-se pela nossa relação com os EUA”, respondeu.
O ministro dos Negócios Estrangeiros admitiu ontem que o acordo poderá ser revisto, mas empurrou essa negociação para depois do fim da guerra no Médio Oriente.
-
Pedro Pinto acusa Seguro de ter cometido "falta de respeito" aos emigrantes portugueses quando esteve no Luxemburgo
Pedro Pinto, líder parlamentar do Chega, considera que foi “importante” ter a Ilha Terceira como palco das comemorações do 10 de junho deste ano.
No dia das comunidades, Pedro Pinto quis deixar uma palavra aos emigrantes portugueses, aproveitando para dizer que o Presidente da República “não foi feliz” no seu discurso na visita oficial ao estrangeiro. Acusou-o de ter cometido uma “falta de respeito” ao comparar os emigrantes portugueses com os imigrantes que estão em Portugal.
“Não foi muito delicado o discurso do Presidente no Luxemburgo, quando comparou os nossos emigrantes à imigração descontrolada que temos em Portugal. Os nossos emigrantes, quando foram para a Suíça, Luxemburgo, Venezuela, Estados Unidos, foram para trabalhar. Não foram para receber rendimentos mínimos e prestações sociais como fazem a grande maioria dos imigrantes em Portugal.”
Por fim, disse que Luís Montenegro deve ter ficado “com as orelhas a arder” com o discurso de Seguro. Tudo aquilo que nós ouvimos o Presidente da República a dizer é o que defendemos para o país: um país com qualidade, bons salários e bom trabalho.”
-
Hugo Soares elogia discurso de Seguro por "puxar pelo patriotismo"
Hugo Soares, líder parlamentar do PSD, disse que o discurso de António José Seguro foi “adequadíssimo” à ocasião por “puxar pelo patriotismo”.
“Foi um pedido a todas as forças políticas a que tenham consciência que estes são momentos em que os ciclos eleitorais devem pesar menos e que o que interessa são os interesses nacionais”, disse.
-
Seguro faz aviso ao Governo: "É tempo de defender interesse de longo prazo, mesmo quando o ciclo eleitoral nos empurra para o curto prazo"
Seguro diz que é tempo “dizer a verdade, mesmo quando é difícil”. E deixa um aviso ao Governo a dizer que é tempo “de defender o interesse de longo prazo, mesmo quando o ciclo eleitoral nos empurra para o curto prazo”.
Seguro critica depois os baixos salários do país e uma “habitação inacessível” que destrói os orçamentos familiares.
O Presidente da República diz que é tempo do Estado e as empresas assumirem que “o mercado de trabalho ainda não aprendeu a reconhecer adequadamente” a qualificação e a inovação. Seguro diz que basta de “ladaínhas”. E remata: “Não podemos ficar à espera de milagres.”
-
Seguro: "Este é um tempo que nos pede coragem de fazer escolhas difíceis, sem ceder ao populismo”
Seguro diz que a sua reeleição significou o “desejo” dos portugueses de “unir o País”, que, avisa, “não significa uma unanimidade indesejada.” O Presidente diz que “não haverá democracia sem partidos” e que o espaço político “sendo um espaço de confronto, deve ser um compromisso, de respeito pelas opiniões divergentes. É um tempo que nos pede coragem de fazer escolhas difíceis, sem ceder ao populismo.”
-
Seguro diz que "palavras do meio" são "antídoto para o vírus da polarização"
António José Seguro defende as autonomias regionais e avisa que “um País capaz de gerir a sua diversidade interna, tem mais capacidade” para responder aos desafios internacionais. O Presidente diz que quanto “mais plural” é o País mais força tem.
Seguro alerta também que “vivemos tempos de trincheiras”. O Presidente defende por isso as “palavras do meio, as que são um convite ao diálogo. Mais de tolerância do que exclusão. Mais de disponibilidade do que de afastamento. São o antídoto para o vírus da polarização, que tende a substituir o debate. Têm a ver com o desejo do bem comum.”
-
Seguro defende que "cooperação com aliados" deve ser em "relação de equilíbrio" e respeito pela soberania
António José Seguro começa o discurso do 10 de Junho por citar Vitorino Nemésio e a falar do mar que diz que “não é apenas uma paisagem, é uma condição, é uma forma de ser no mundo. Mar é memória, é destino e é carácter. Foi diante do Atlântico que aprendemos a olhar mais longe.”
Para o Presidente o mar deu ao País uma “alma coletiva: resiliente perante as tempestades e determinada perante o desconhecido”.
Seguro diz que os Açores são uma ponte entre a Europa e o continente americano, em dinâmicas que estruturam a ordem mundial.
O Presidente da República diz que essa posição obriga Portugal “a assumir especiais responsabilidades no plano da nossa soberania, dos nossos interesses estratégicos. Seja como país, na comunidade internacional no âmbito das Nações Unidas.”
Seguro reafirma ainda que “a autonomia estratégica europeia não é contraditória com a defesa transatlântica. Comunidade de Segurança que tem na NATO o seu pilar fundamental.”
O Presidente da República diz que “autonomia não significa isolamento, significa liberdade de decisão e responsabilidade”. Defendeu a “cooperação com aliados”, mas que deve ser assente numa “relação de equilíbrio, de respeito mútuo”, que promova a paz, direitos humanos e multilateralismo”.
Seguro diz ainda que as Forças Armadas são “a garantia da soberania da República, da integridade territorial”.
-
Miguel Monjardino: "Os mais fortes esquecem-se que não têm as cartas todas"
O presidente das comemorações do 10 de Junho de 2026, Miguel Monjardino, começa o discurso a dizer que “há duas formas de contemplarmos a História de Portugal: do mar a olhar para a terra ou da terra a olhar para o mar”.
Monjardino lembra agora que também Luís Vaz de Camões olhou para o mundo a partir do mar. E que o escritor desembarcou em Angra do Heroísmo, na Ilha da Terceira, vindo na nau Santa Clara e tendo com ele o manuscrito dos Lusíadas.
Monjardino diz que a Terceira tem o maior património arqueológico subaquático, o que não deve ser descurado. “Um País que negligencia a valorização do seu património, construirá sempre mal o seu futuro”, defendeu.
O presidente das comemorações fala agora sobre os 50 anos de autonomias regionais, que considera positivos num país que até 1974 era “altamente centralizado em Lisboa, que preferia olhar para o mar a partir da terra.” Deve ser ao contrário, defende: “Devemos olhar para a terra a partir do mar.”
Monjardino alerta que “uma cortina de medo tem vindo a descer sobre Portugal, o que explica o nosso pessimismo”. E fala no fim de um “novo ciclo histórico iniciado na II Guerra Mundial”. É o “mundo multilateral” que “nos foi altamente benéfico” a ser substituído por um mundo “hierárquico e fragmentado”.
Neste novo ciclo, o analista político diz que há três respostas. A primeira é do “poder e da força para defender interesses.” Mas esse, alerta, “provoca sempre reação dos outros.” E deixa um aviso: “Os menos fortes podem não ter as mesmas cartas, mas os mais fortes não têm todas as cartas. E às vezes esquecem-se disso.” A segunda resposta é o “multilateralismo”, que diz só ser “possível manter se for defendido por muitos”, mas está em causa com a mudança do poder no mundo. A terceira resposta é a “defesa de uma nova coligação de potências médias para defender partes importantes do sistema internacional.” Sobre as quais deixa uma dúvida: “Terão de fazer escolhas e decisões estratégicas, mas como?”
Monjardino diz que este não é “o tempo de enterrarmos a cabeça na areia”, mas de “enterrarmos o tempo de sonhos que temos vivido”.
O presidente das comemorações do 10 de Junho diz que “até 2030 viveremos tempos de urgência: a desordem e a ignorância serão os nossos inimigos”. E deixa um aviso final: “Devemos estar atentos aos nossos aliados. Uma nação livre não deve ter medo. Deve é estar preparada.”
-
Seguro já chegou à cerimónia do 10 de Junho
António José Seguro já chegou à cerimónia do 10 de Junho. São prestadas as honras militares ao Presidente da República, que passa agora pelas Forças em Parada.
-
Parada no Bailão: Marcelo já chegou à cerimónia
As altas entidades já começam a chegar ao Cerrado do Bailão, local onde estão as Forças em Parada e onde vai decorrer a cerimónia militar. Os ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e da Defesa, Nuno Melo, bem como o antigo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já chegaram.
Ainda falta uma hora para dois discursos da cerimónia: o do presidente das comemorações, Miguel Monjardino, e do Presidente da República, António José Seguro, que deve começar a falar às 12h03 de Lisboa (menos uma hora nos Açores).
-
O primeiro 10 de Junho de Seguro em sete pontos
António José Seguro, no primeiro dia na Ilha Terceira — que coincidiu com os primeiros três meses — confirmou a boa relação com Montenegro, teve Marcelo a poucos metros, foi comparado a Deus, admitiu afirmação de soberania, mas evitou tema Lajes. Veja o primeiro 10 de Junho de Seguro na Terceira, 23 anos depois de Sampaio, em sete pontos.