Momentos-chave
- Leitão não esclarece se acumula candidatura à CML e a deputada. Mas garante: "Não vou ser deputada para o caso de perder a Câmara"
- Pedro Nuno diz que este Governo "nunca mas nunca terá a confiança do PS"
- Pedro Nuno atira a Montenegro que depois de ter "distribuído excedente herdado do PS não lhe resta nada"
- Pedro Nuno atira ao "presidente Calimero" Moedas que "só está à espera que o seu líder caia para sair daqui"
- Leitão diz que "Lisboa precisa de uma liderança real" e não de "mera propaganda"
- Candidata do PS a Lisboa promete "cheque-mobilidade" para jovens e redirecionar taxa turística
- Alexandra Leitão: "Segurança em Lisboa não é uma questão ideológica nem pode ser reduzida a soundbites populistas"
- Leitão acusa Moedas de deixar "arrastar projetos de renda acessível".
- Alegre diz que "seria desejável frente de esquerda" em Lisboa e culpa PCP por "preferir refugiar-se em si mesmo"
- Pedro Nuno Santos: "Montenegro está na lama e quer arrastar o país para a lama"
- Montenegro: "A minha responsabilidade é evitar que Portugal seja um país envolto em lama"
- Leonor Beleza garante que PSD está unido em torno de Montenegro
- Livre diz estar preparado para ir a eleições
- Mariana Mortágua diz que Montenegro "está a brincar com o país"
- Montenegro na Maia: "Estou aqui com a mesma força, entusiasmo e convicção que vamos continuar a transformar Portugal"
- Carlos Moedas apela ao PS e aos políticos "para que não se faça cair o Governo"
- Livre inicia processo para escolha de candidatos a deputados
- Sérgio Sousa Pinto: "PS deve manter aberta a possibilidade de votar a favor da moção de confiança e depois criar uma comissão inquérito"
Histórico de atualizações
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Terminamos aqui este liveblog, Para acompanhar a situação política em Portugal no domingo abrimos novo liveblog.
Obrigada por ter estado connosco.
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Leitão não esclarece se acumula candidatura à CML e a deputada. Mas garante: "Não vou ser deputada para o caso de perder a Câmara"
No final da apresentação da candidatura, Alexandra Leitão foi questionado pelos jornalistas sobre se será simultaneamente candidata à Câmara e a deputada, em eleições antecipadas, e não se compromete.
“Está tudo muito prematuro”, respondeu Alexandra Leitão garantindo que continuará líder parlamentar “nos próximos tempos”, mas que o seu “foco será sempr em Lisboa”. Acautela já críticas da oposição ao PS: “De mim nunca ouvirão dizer que atiro a minha apresentação para depois das legislativas para ver o que acontece.” E ainda garantindo não vai ser deputada “para o caso de perder a Câmara. Vou ganhar Lisboa. “
A socialista diz que fez já a apresentação “para ficar bem claro que seja qual for o contexto o foco será Lisboa”.
Quando questionada se prevê alguma reunião com outros partidos para evitar a crise, respondeu “ainda não”, mas para logo depois garantir que “o PS não está disponível para deixar cair a comissão parlamentar de inquérito” e que “as eleições não servem para lavar as irregularidades praticadas pelos políticos”.
Ainda questionada sobre se houver esclarecimentos pelo primeiro-ministro, se a comissão de inquérito se mantém, recusou fazer cenários, mas disse que “não é o primeiro-ministro que decide quando e que esclarecimentos bastam”.
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Pedro Nuno diz que este Governo "nunca mas nunca terá a confiança do PS"
Agora sobre “os últimos 15 dias: “Um Governo sem visão, incompetente e que governa para a minoria, nunca mas nunca terá a confiança do PS”. E “o que dizer se acrescentarmos a tudo isto os últimos 15 dias”.
Contrapõe o PS como “um partido sério que no último ano contribuiu como mais ninguém para a estabilidade em Portugal como mais ninguém. Temos sentido de responsabilidade e sentido de Estado mas queremos país com transparência onde políticos assumem o que fazem”.
Pedro Nuno Santos termina a intervenção na apresentação de candidatura de Alexandra Leitão a Lisboa dizer que o PS “não foi o causador de instabilidade” e que que “estabilidade, crescimento e estabilidade na governação”.
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"A ironia suprema é o Governo terminar com esta ministra da Saúde em funções", atira Pedro Nuno
“A ironia suprema é este Governo terminar funções com esta ministra da Saúde ainda em funções”, diz ainda Pedro Nuno Santos sobre o estado da Saúde onde aponta “incompetência absoluta” ao Governo
Vira depois a agulha para a habitação, acusando o Governo de “não saber resolver o problema” e atira à isenção do IMT e do impostos de selo sem resposta no lado da oferta: “Os preços voltaram a disparar depois da tendência de abrandamento e hoje engoliu na totalidade” essa isenção.
“Sem resposta do lado da oferta, liberalizaram o alojamento local, agravando a pressão do lado da procura”, acusa o socialista. “A habitação exige grande ambição e esforço nacional”, diz defendendo a construção de habitação onde “todos são necessários, setor privado, setor cooperativo e Estado”.
“Não há nenhuma razão para que em 2025 o país não seja capaz de construir algumas centenas de milhares de casas para a classe média em Portugal”, diz apontando “uma das maiores chagas sociais” do país.
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Pedro Nuno atira a Montenegro que depois de ter "distribuído excedente herdado do PS não lhe resta nada"
Depois passa para a critica nacional ao PSD, atirando a um Governo “sem visão, sem desígnios e sem propósito” que depois da “distribuição do excedente que herdou do PS não lhe resta nada”.
Pedro Nuno Santos atira ao primeiro-ministro “incapaz de mobilizar e entusiasmar” e diz que Portugal precisa de “líderes com visão que nos consigam inspirar”. “É um Governo sem visão e profundamente incompetente”, diz ainda o líder do PS que diz que “esse símbolo é maior” na área da Saúde.
“Em dez meses já vamos no terceiro diretor executivo do SNS, terceiro presidente do INEM, já foram 14 as administrações hospitalares mudadas. temos SNS num caos”, afirmou sobre esta área.
Fala no caso do INEM e culpa o Governo pelo que aconteceu: “A responsabilidade é do Governo, não é de mais ninguém”.
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Líder do PS quer presidente "que fique contente e feliz porque a insegurança está a reduzir"
Pedro Nuno Santos continua a intervenção no Pavilhão Carlos Lopes e os ataques a Carlos Moedas, nomeadamente à sujidade na cidade e nas questões da segurança. Diz que a cidade precisa de um presidente “que fique contente e feliz porque a insegurança está a reduzir e não fique zangado com o mundo porque a realidade não confirma”
Diz que a “segurança é um tema também” para o PS: “Não é também, é sobretudo para os socialistas”. O líder do PS diz que a segurança “não é slogan para o PS é trabalho concreto no Governo e em Lisboa”.
Elogia a “capacidade de fazer” e “rasgo” de Alexandra Leitão e diz que o PS “não podia apresentar menos do que isto” para a capital do país.
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Pedro Nuno atira ao "presidente Calimero" Moedas que "só está à espera que o seu líder caia para sair daqui"
A última intervenção da apresentação de candidatura à CML é de Pedro Nuno Santos que arranca agradecendo a Alexandra Leitão por se deixar desafiar para esta candidatura. Diz que o que a sua candidata é “é possível mas muito mais difícil para as mulheres” hoje em dia.
O líder do PS vira-se logo de seguida para “o presidente Calimero em Lisboa que se queixa de tudo e de todos e não resolve coisa nenhuma”. Fala de Carlos Moedas como “incapaz, sem visão e sem rasgo” que “está só à espera que o seu líder caia para sair daqui rapidamente”.
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Leitão diz que "Lisboa precisa de uma liderança real" e não de "mera propaganda"
Na apresentação da candidatura. Lisboa, Alexandra Leitão ainda disse que “não basta falar de insegurança. é preciso combatê-la” e que “não basta celebrar unicórnios, é preciso dinamizar a economia” — apontando novamente a Carlos Moedas.
E diz que o autarca do PSD entrega chaves “quase todas herdadas do anterior executivo” .Fala ainda da “falta de uma visão estratégica” na área da cultura. E promete envolver a comunidade na definição do futuro da Praça do Comércio.
Termina a dizer que “Lisboa precisa de uma liderança real, que decida em diálogo, não de cenários fabricados ou de mera propaganda” comprometendo-se com “um debate político transparente, honesto e consequente”.
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Candidata do PS a Lisboa promete "cheque-mobilidade" para jovens e redirecionar taxa turística
Leitão também promete apostar na mobilidade urbana, “recentrar o transporte público”, “mais bicicletas” e um “cheque mobilidade”, que pretende implementar.
Este cheque consiste num “Cartão Lisboa que será carregado mensalmente com um valor destinado a apoiar os jovens nas duas deslocações diárias, incluindo o uso de táxi e no acesso a actividades culturais e desportivas”. Este benefício era ser alargado ainda a todos os estudantes, mesmo que não residam em Lisboa.
A candidata socialista defende ainda “bairros autosuficientes” e que se tire “mais partido do turismo”, que “não é uma dependência”, avisa. A ideia da socialista passa por consignar a taxa turística à requalificação da cidade e à construção de equipamentos de fruição pública.
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Alexandra Leitão: "Segurança em Lisboa não é uma questão ideológica nem pode ser reduzida a soundbites populistas"
O segundo ponto apontado por Alexandra Leitão é a segurança em Lisboa, criticando Moedas por fazer “operações cosméticas” e “varrer os problemas para o lado sem os resolver”.
Fala de “bairros sequestrados pelo tráfico e o consumo de droga” que são “ilhas da própria cidade”. Defende uma resposta que “combine segurança. reabilitação urbana e apoio social e também “mais policiamento de proximidade”.
“A segurança em Lisboa não é uma questão ideológica nem pode ser reduzida a soundbites populistas”, afirma ao mesmo tempo que o o problema não se resolve “pedindo mais câmaras de videovigilância” — e aqui atacou novamente Moedas por “apenas instalar pouco mais de 30 em três anos” quando o anterior executivo tinha aprovado 216, garante.
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Leitão acusa Moedas de deixar "arrastar projetos de renda acessível".
Agora, no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa, fala Alexandra Leitão, a candidata do PS à CML e começa pela aposta na “habitação acessível que tem de ser uma prioridade estratégica”.
Quer “mais arrendamento acessível para os jovens para que os jovens e as famílias possam viver na cidade sem hipotecar o futuro”. E atira ao atual presidente pelo “erro estratégico” ao “arrastar os projeto de renda acessível” deixados pelo anterior executivo do PS.
Defende uma política de “construção, reabilitação urbana e programas de apoio ao arrendamento” nesta área. E promete “o mínimo” de em oito anos, dois mandatos, construir “mais do que os 7 mil fogos previstos pelo atual executivo”.
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Alegre diz que "seria desejável frente de esquerda" em Lisboa e culpa PCP por "preferir refugiar-se em si mesmo"
A acrescentou que abertura acrescentou que da acrescentou que apresentação acrescentou que de acrescentou que candidatura acrescentou que de acrescentou que Alexandra acrescentou que Leitão acrescentou que a acrescentou que Lisboa, acrescentou que no acrescentou que Pavilhão acrescentou que Carlos acrescentou que Lopes, acrescentou que ficou acrescentou que a acrescentou que cargo acrescentou que de acrescentou que Manuel acrescentou que Alegre acrescentou que que acrescentou que apontou acrescentou que à acrescentou que pobreza acrescentou que na acrescentou que capital acrescentou que do acrescentou que país, acrescentou que nomeadamente acrescentou que os acrescentou que “que acrescentou que foram acrescentou que expulsos acrescentou que pela acrescentou que especulação acrescentou que imobiliária” acrescentou que e acrescentou que apelou acrescentou que a acrescentou que uma acrescentou que “frente acrescentou que de acrescentou que esquerda”. acrescentou que
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Pedro Nuno Santos: "Montenegro está na lama e quer arrastar o país para a lama"
O líder do PS diz que “Luís Montenegro está na lama, arrastou o PSD e o seu Governo para a lama e agora quer arrastar o país para a lama”.
À entrada do evento da apresentação da candidatura de Alexandra Leitão à Câmara de Lisboa, Pedro Nuno Santos respondeu ao presidente do PSD e primeiro-ministro que este sábado disse ser da sua “responsabilidade evitar que Portugal seja um país envolto em lama”. Para o socialista, Montenegro “só se pode mesmo queixar de si próprio e não dos portugueses ou dos partidos políticos”.
“Tem de se deixar de vitimar e assumir responsabilidades pirque aquilo de que precisamos é de alguém com frontalidade, coragem e transparência”, defendeu, acusando Montenegro de “fugir da verdade como o diabo da cruz”.
“Já não basta dar respostas, é preciso conseguir convencer todos que não tivemos um primeiro-ministro avençado durante quase um ano”, disse.
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PCP, Bloco, PAN e Livre unidos na responsabilização do primeiro-ministro
Os líderes do PCP, Bloco de Esquerda, Livre e PAN defenderam hoje que o primeiro-ministro é o principal responsável pela crise política, considerando que o chefe de Governo criou instabilidade ao não dar explicações suficientes.
Falando aos jornalistas à margem de manifestações que assinalaram o Dia Internacional da Mulher, em Lisboa, os líderes destes partidos de esquerda vincaram que o principal responsável pela crise política é o primeiro-ministro, que não deu as explicações suficientes no tempo certo.
“O que se sabe hoje é suficiente para concluir que o primeiro-ministro teve uma atuação incompatível com o cargo de governação que tinha, e daí não querer explicar mais, porque há coisas que não têm explicação”, disse Paulo Raimundo. “A solução era, no sábado passado, em vez de fazer propaganda, dizer que ‘pus o pé na poça e demito-me’, e saía de forma digna”, afirmou o secretário-geral comunista.
Para Mariana Mortágua, “Luís Montenegro quis muito, procurou muito, um motivo, uma oportunidade para eleições, mas escolheu o pior momento para o fazer, porque é um motivo que põe em causa a sua própria legitimidade enquanto primeiro-ministro”, disse a bloquista, à margem de uma manifestação convocada pela Plataforma Feminista e a Rede 8 de Março, no Marquês de Pombal, Lisboa.
Para a líder do Bloco de Esquerda, o primeiro-ministro está a “brincar com o país, vai para a frente, vem para trás, apresenta moção de confiança, não apresenta, depois faz desafios sobre comissão de inquérito e moção de confiança, é uma brincadeira lamentável”.
Na mesma linha, a porta-voz do PAN, Inês de Sousa Real, lamentou “que o primeiro-ministro não tenha dado os esclarecimentos necessários ao país e ao parlamento no tempo certo”.
Para a líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, Luís Montenegro “escolheu não prestar esclarecimentos no tempo devido e deixou enrolar a situação, com mais dúvidas, e não esclareceu nem percebeu que tem um grande problema de confiança do país”.
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Montenegro: "A minha responsabilidade é evitar que Portugal seja um país envolto em lama"
Já dando quase como certo a ida a eleições, Luís Montenegro, na Maia, voltou a reafirmar que sempre manteve exclusividade nas funções de primeiro-ministro. Mas não vê muitas alternativas a eleições.
“A minha responsabilidade é evitar que Portugal seja um país envolto em lama. A minha responsabilidade é evitar que as instituições portuguesas sejam corroídas pela irresponsabilidade de quem quer manter o espaço público permanentemente enlameado. A minha responsabilidade, se não houver alternativa a isso, como parece que não há, é devolver aos portugueses a capacidade que só eles têm escolher o que querem para Portugal”.
Num longo discurso, num almoço para assinalar o dia da mulher, garantiu que “nunca foi o meu desejo, nunca foi e tenho noção que os portugueses nem sequer percebem, mas tenho obrigação de saber antecipar os problemas. Não vou deixar que Portugal viva um ano ou ano e meio de instabilidade, quando pode resolver em dois meses”.
“É com este sentido responsabilidade que tem a ver com país que se vai discutir a moção confiança, para decidir se o governo tem todas as condições para governar ou se serão chamados a intervir”.
Luís Montenegro volta também à sua defesa em vários pontos.
“Imputam ao primeiro-ministro alguma ilegalidade? Parece que não. Imputam ao primeiro-ministro algum comportamento ilícito? Também não. Parece que o primeiro-ministro tem a responsabilidade de ter trabalhado. Não me parece que fique mal ao primeiro-ministro ter trabalhado, que possa dizem em que é que trabalhou nem que fique mal que tenha decidido que uma parte do trabalho que lançou possa ser legado para membros da sua família, nomeadamente os seus filhos. Não fez nem mais nem menos do que faz qualquer português. E se é verdade que tem responsabilidade que mais nenhum português tem, este primeiro-ministro sente-se igual a qualquer outro português”.
No final do discurso, Montenegro acrescenta que “o que não vejo ninguém a fazer é criticar políticas do Governo e dizer que o país está pior do que há um ano”.
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Leonor Beleza garante que PSD está unido em torno de Montenegro
Leonor Beleza, vice-presidente do PSD, garantiu que o partido está unido.
“As atenções são permanentemente puxadas para infindáveis questões de dúvidas e de suspeitas, sem nenhuns factos ilícitos ou até eticamente reprováveis ou quaisquer conflitos atuais de interesse”, realça Leonor Beleza, no almoço para assinalar o dia da mulher, na Maia, onde está Luís Montenegro.
“Sabemos distinguir o essencial do acessório, sabemos unir-nos perante os ataques e as dificuldades. Estamos numa situação em que essa união é essencial e tenho uma certeza que o presidente do partido pode contar com ela”, assinalou nas declarações transmitidas pela RTP.
“Não seremos nós no PSD a alimentar o monstro que precisa das calúnias e dúvidas”, concluiu.
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Livre diz estar preparado para ir a eleições
“A grande responsabilidade da crise política é de Luís Montenegro, escolheu ativamente não prestar todos os esclarecimentos no tempo devido e que deixou enrolar toda esta situação e levantar uma série de dúvidas”, comenta Isabel Mendes Lopes, líder parlamentar do Livre, que está na manifestação do dia da mulher em Lisboa.
O Livre atira para Montenegro a culpa da situação, assegurando que o seu partido está “sempre preparado para ir a eleições. O objetivo é trabalhar pelo país. Para nós a responsabilidade é do primeiro-ministro e da nossa parte faremos tudo o que é preciso para conseguirmos crescer”.
Isabel Mendes Lopes diz esperar que das eleições saia um Parlamento “mais saudável, menos agressivo e resolver o problema das pessoas, e não é a isso que temos assistido”.
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Mariana Mortágua diz que Montenegro "está a brincar com o país"
Mariana Mortágua, coordenadora do Bloco de Esquerda, considera que Luís Montenegro “está a brincar com o país”.
“Vai para a frente e para trás. Tudo isto é uma brincadeira lamentável, o primeiro-ministro quer provocar eleições e está a usar o pior motivo para o fazer”. O Bloco, acrescenta, em declarações, transmitidas pela CNN, na manifestação do dia internacional da mulher, em Lisboa, quer “um primeiro-ministro com legitimidade para o ser. Há primeiros-ministros que confundem os interesses privados com o interesse público”.
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Montenegro na Maia: "Estou aqui com a mesma força, entusiasmo e convicção que vamos continuar a transformar Portugal"
Luís Montenegro, num almoço com mulheres na Maia, a assinalar o dia da mulher, agradece às mulheres pelo apoio e ao PSD da Maia pelo encontro organizado num espaço curto de tempo. No discurso que está a fazer realça que o seu é o Governo com mais mulheres de sempre.
Montenegro recorda o regresso a um almoço onde esteve há cerca de um ano, “também num almoço num dia chuvoso, também abençoado, a escassos dias das eleições legislativas a 10 de março de 2024, não sei se isto é premonitório, mas que há muitas semelhanças há. O entusiasmo à época hoje vive-se de forma redobrada”. O primeiro-ministro volta a reafirmar a sua confiança.
“O objetivo do almoço não é o mesmo, mas o espírito é muito similar, e o nosso entusiasmo e compromisso são exatamente os mesmos. Eu próprio estou aqui com a mesma força, entusiasmo e convicção que vamos continuar a transformar Portugal e a dar dignidade às pessoas.”
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Carlos Moedas apela ao PS e aos políticos "para que não se faça cair o Governo"
Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, apelou este sábado ao PS para ajudar a impedir que o país vá para eleições, e dramatiza sobre o impacto no PRR da queda do Governo.
Em declarações, transmitidas pela CNN Portugal, Carlos Moedas salientou que “tudo aquilo que é PRR pode ser perdido neste momento, e não podemos deixar que isto aconteça”.
“Temos de aproveitar dinheiros europeus, e com a travagem ou perante um Governo que caia todos estes projetos podem parar”. A Câmara de Lisboa diz ter 100 milhões de euros de contratos para assinar para construção de habitação.
E é por isso que “faço um apelo a todos, em particular ao PS, é muito importante que neste momento não se faça cair o governo, o governo não pode cair, precisamos de um governo em funções”, realçando o autarca que “os portugueses não querem ir a eleições. Os autarcas não queremos ir a eleições. Ninguém no país quer ir eleições. Não sei o que vai acontecer terça feira, mas peço a toda a classe política toda a responsabilidade”.