Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o conflito no Médio Oriente ao longo do dia de ontem, quinta-feira.

    Trump “confiante” que a Jordânia e o Egipto vão aceitar refugiados de Gaza: “Ouvi dizer que não o iam fazer, mas eu acho que vão”

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Trump insiste que Jordânia e Egito vão receber palestinianos

    Donald Trump voltou a insistir que a Jordânia e o Egito acolham mais palestinianos da Faixa de Gaza, mesmo depois dos dois países terem recusado considerar essa hipótese.

    “Eles vão fazê-lo. Vão fazê-lo, está bem? Fazemos muito por eles, e eles vão fazê-lo”, disse o Presidente dos EUA, citado na Al Jazeera.

    Trump sugere ao Egito e à Jordânia que acolham mais palestinianos para “limpar” a Faixa de Gaza

  • Trinta eurodeputados pedem a Guterres que encerre UNRWA

    Trinta eurodeputados exigiram, numa carta ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que a agência do organismo para os refugiados palestinianos (UNRWA) seja encerrada, por considerarem que esta “violou todas as suas missões”.

    “Após a tão esperada libertação dos reféns israelitas detidos pela organização terrorista Hamas, a imprensa alertou a comunidade internacional para o facto de estes reféns estarem mantidos em cativeiro nas instalações da UNRWA, a agência pela qual é responsável”, destacou a eurodeputada francesa Céline Imart, numa carta datada de 27 de janeiro, coassinada por 29 dos seus colegas.

    Imart conclui que a UNRWA “ajudou uma organização terrorista a esconder reféns, o que é política, moral e legalmente altamente repreensível”, noticiou a agência France-Presse (AFP).

  • Hamas diz que morte de líderes fortalece o grupo

    Depois de confirmar as mortes do líder militar Mohammed Deif e do combatente Marwan Issa, o Hamas garantiu que estas mortes vão tornar o grupo mais forte e mais determinado para “continuar o seu caminho de resistência”.

    “Atrás deles estão homens que continuarão o seu caminho, leais à sua abordagem, aos seus sacrifícios e ao seu sangue”, afirmou, citado na Al Jazeera.

  • Gallant felicita libertação de reféns

    O ex-ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, afirmou estar “muito contente” pela libertação dos três reféns israelitas hoje. “Os nossos corações enchem-se de alegria ao ver famílias reunidas com seus entes queridos”, escreveu numa publicação no X.

  • EUA: reconstrução de Gaza pode levar entre 10 a 15 anos

    O enviado de Donald Trump ao Médio Oriente, Steve Witkoff, afirmou que a reconstrução da Faixa de Gaza pode demorar 10 a 15 anos. “Não resta quase nada”, citou o Times of Israel.

    “As pessoas estão a deslocar-se para norte para voltarem às suas casas e verem o que aconteceu e darem meia volta e partirem… não há água nem eletricidade. É impressionante a quantidade de danos que se registaram”, afirmou.

  • Presidente interino sírio afirma que pretende paz civil e unidade territorial

    Para o antigo líder rebelde, indicado na quarta-feira para Presidente interino pelo novo poder em Damasco, a soberania síria deverá permanecer “sob uma única autoridade”, num país dividido pela guerra que perdurou quase 14 anos e que mantém focos de violência armada no norte e sul do país.

    Ahmed al-Charaa defendeu também que será necessário “processar os criminosos que derramaram sangue sírio e cometeram massacres e crimes”, quer estejam presentes no país ou no estrangeiro, ao mesmo tempo que se comprometeu com “uma verdadeira justiça de transição”.

  • Governo português mantém que "não é oportuno" reconhecer Palestina

    “É por este Governo defender nas palavras, no papel, e nos atos, a solução dos dois Estados, que continuamos a considerar que não é oportuna uma declaração de reconhecimento”, afirmou o chefe da diplomacia portuguesano Parlamento, durante um debate de iniciativas da esquerda a pedir este passo.

    Para Paulo Rangel, “na atual conjuntura, em que há perspetivas sérias e razoáveis de um novo ciclo, com virtualidade de solução, mas ainda largamente incerto, parece avisado manter aquela que é a tradicional e era a consensual posição de Portugal”.

  • Pelo menos 20 prisioneiros chegam a Khan Younis

    Pelo menos 20 prisioneiros palestinianos chegaram a Khan Younis e vão receber cuidados médicos no Hospital Europeu de Gaza antes de se reunirem com as famílias, avançou a Al Jazeera.

  • Hamas vai trabalhar até as prisões israelitas estarem vazias

    O Hamas prometeu que vai continuar a trabalhar até que as prisões em Israel estejam completamente vazias de prisioneiros, avançou a Al Jazeera.

  • Hamas confirma morte de comandante Marwan Issa

    O Hamas confirmou também a morte de Marwan Issa, o “número três” do braço armado do movimento islamita palestiniano, avançou a Al Jazeera. Em março, as IDF avançaram que Marwan Issa, “um dos organizadores do massacre de 7 de outubro”, foi “eliminado num ataque que realizámos há duas semanas”.

  • Prisioneiros palestinianos são libertados sob protestos

    Os autocarros que transportavam 110 prisioneiros palestinianos trocados por reféns israelitas deixaram a prisão de Ofer, na Cisjordânia, sob manifestações de protestos, com jovens palestinianos a apedrejar as forças de segurança.

    Os autocarros seguiram em direção a Beitunah, perto da cidade ocupada de Ramallah, na Cisjordânia, onde os prisioneiros palestinianos eram esperados por familiares.

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, atrasou a libertação dos prisioneiros por causa de uma transferência caótica de reféns em Gaza, horas antes.

    Israel libertou os 110 prisioneiros palestinianos em troca de três reféns israelitas e cinco tailandeses.

    Em redor da prisão de Ofer, na Cisjordânia ocupada por Israel, registaram-se confrontos na saída da caravana de prisioneiros palestinianos libertados, quando adolescentes palestinianos atiraram pedras contra as forças israelitas, que dispararam gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes.

  • Paulo Rangel vai fazer périplo pelo Médio Oriente em fevereiro

    O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, vai fazer um périplo pelo Médio Oriente em fevereiro, passando por Telavive, Ramallah, Jerusalém e Cairo.

  • Hamas confirma morte de líder militar Mohammed Deif

    O Hamas confirmou a morte do líder militar Mohammed Deif, avançou a Al Jazeera, cinco meses depois de as IDF terem anunciado que Deif tinha sido morto num bombardeamento na Faixa de Gaza a 13 de julho. Até à data, o Hamas ainda não tinha confirmado a informação.

    Quem é Mohammed Deif, o líder militar do Hamas que esgotou as “sete vidas” num ataque reivindicado por Israel?

  • Manifestantes exigem junto ao parlamento reconhecimento “urgente e imperativo” da Palestina

    Algumas dezenas de manifestantes concentraram-se hoje para reclamar o reconhecimento “urgente e imperativo” do Estado da Palestina pelo Governo português, em frente à Assembleia da República, onde os deputados vão debater iniciativas da esquerda nesse sentido.

    Agitando bandeiras da Palestina e envergando ‘keffyehs’ (lenços tradicionais palestinianos), os manifestantes mostravam cartazes em que se podia ler: “Reconhecer a Palestina não custa nada”, “Palestina Livre” ou “Vamos abraçar a luta da Palestina”, numa mensagem que recordava a autodeterminação de Timor-Leste.

    “Estamos aqui em solidariedade para com o povo palestiniano e para lembrar que é imperativo reconhecer o direito à sua autodeterminação, que é um direito de todos os povos”, disse à agência Lusa Julieta Almeida, da organização Parents for Peace (Pais pela Paz), integrada na Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina, uma das promotoras do protesto.

    “É urgente que o Estado português cumpra a Constituição”, afirmou a ativista.

  • Chegada de prisioneiros é celebrada perto de Ramallah

    Estão a ser partilhados nas redes sociais vídeos dos autocarros com os prisioneiros palestinianos a serem recebidos em Betunia, perto de Ramallah. Num dos vídeos surge Zakaria Zubeidi, líder das Brigadas Al-Aqsa da Fatah em Jenin.

    Tendo ganho destaque durante a segunda intifada — a revolta palestiniana do início dos anos 2000 — Zubeidi, de 49 anos, deixou a sua ocupação como diretor de teatro para tornar-se num dos mais conhecidos líderes militantes na Cisjordânia ocupada, responsável por vários ataques.

  • Reféns libertados pelo Hamas transferidos para hospitais

    Os oito reféns libertados pelo Hamas foram transferidos para hospitais no centro de Israel, onde vão receber assistência médica, avançaram as IDF, citadas no Times of Israel.

  • Tropas israelitas detêm palestinianos para prevenir celebrações da chegada de 110 palestinianos presos à Cisjordânia

    As tropas israelitas estão a realizar detenções na Cisjordânia, onde se estão a criar ajuntamentos populares para celebrar a chegada dos 110 palestinianos libertados por Israel, de acordo com o Times of Israel.

    As forças de Israel estão a realizar “detenções preventivas” e a distribuir panfletos a pedir à população para não participar nas celebrações. Em Ramallah, grandes massas de pessoas estão a formar-se nas ruas para esperar os dois autocarros que transportam os prisioneiros palestinianos.

  • Israel está pronto para começar a negociar segunda fase do cessar-fogo

    Gal Hirsch, coordenador governamental dos reféns, afirmou que Israel já se está a preparar para negociar a segunda fase do cessar-fogo e está determinado em levar todos os reféns para casa.

    “Estamos neste preciso momento a preparar a continuação das negociações para a segunda fase” do acordo de cessar-fogo e libertação de reféns, afirmou numa declaração partilhada pelo gabinete de Benjamin Netanyahu.

    De acordo com o Times of Israel, está previsto que as negociações comecem até dia 3 de fevereiro. Um dia depois, o primeiro-ministro de Israel deverá reunir-se com Donald Trump na Casa Branca.

    “A visita do primeiro-ministro ao Presidente Trump e as reuniões com a administração norte-americana terão lugar em simultâneo com o início das negociações para a segunda fase do acordo”, afirmou Hirsch. “Isto é de importância fulcral”.

    Gal Hirsch afirmou ainda que “a missão é devolver toda a gente” a casa.

  • Depois de adiamento de Netanyahu, libertação de prisioneiros palestinianos já começou

    A libertação dos 110 prisioneiros palestinianos já começou, depois de Israel ter atrasado o processo em reação à forma como os reféns israelitas foram entregues à Cruz Vermelha, em Khan Younis, segundo a imprensa israelita. Israel ainda não confirmou o início do processo, marcado para as 17 horas locais (15 horas em Lisboa).

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