Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Este liveblog será arquivado. Pode continuar a acompanhar os mais recentes desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente nesta nova página, que agora abrimos.

    Fique connosco!

    Senado dos EUA chumba decreto que propunha sanções ao TPI

  • São precisas 120 mil tendas para albergar desalojados no norte de Gaza

    Um funcionário do governo do Hamas, em Gaza, adiantou esta segunda-feira à estação Al Jazeera que são necessárias 120 mil tendas para albergar os cerca de 300 mil desalojados que já terão regressado à região.

    O regresso de 300 mil palestinianos ao norte de Gaza ocorreu na sequência da abertura do corredor de Netzarim pelas tropas israelitas.

  • Paris pede retirada imediata de Israel do sul do Líbano

    Paris pediu a Israel que abandonasse imediatamente as suas posições no sul do Líbano, transferindo o controlo da região de volta para o exército libanês.

    Num comunicado citado pelo jornal Haaretz, o Ministério francês dos Negócios Estrangeiros expressou a sua “profunda preocupação” com a morte de pelo menos 20 cidadãos libaneses no passado domingo, pedindo uma implementação imediata do cessar-fogo, de modo a que “o Líbano possa recuperar integralmente a soberania do seu território”.

  • Hamas diz que 300.000 deslocados já regressaram a Gaza

    O grupo islamita Hamas informou hoje que 300.000 deslocados já entraram em território palestiniano no norte de Gaza, através da estrada Rashid, que atravessa o enclave de norte a sul.

    Imagens divulgadas pela agência de notícias palestiniana Wafa hoje de manhã mostravam centenas de pessoas a caminhar com os seus pertences pela estrada Rashid, que atravessa o enclave de norte a sul, junto à costa.

  • Jihad Islâmica publica vídeo de refém israelita dias antes da sua libertação

    A Jihad Islâmica publicou esta segunda-feira um vídeo da refém Arbel Yehoud, para mostrar o seu estado de saúde antes da sua libertação esta quinta-feira. No vídeo, Yehoud confirma a data de filmagem — 25 de janeiro — e diz que está “bem” e que quer regressar a casa “como as outras raparigas”.

    Yehoud já deveria ter sido libertada, uma vez que é uma civil, mas só regressará a Israel esta quinta-feira, depois de negociações entre Telavive e o Hamas, escreve o The Times of Israel.

  • Hezbollah "não aceita" prolongar prazo de retirada israelita do sul do Líbano

    “Não aceitamos que o prazo de retirada israelita seja prorrogado nem por um dia”, afirmou Naim Qassem. Apesar de os EUA terem avançado a extensão dos 60 dias de cessar-fogo, o líder do Hezbollah reitera a sua oposição, citado pelo canal libanês Al Mayadeen.

    Adicionalmente, Qassem diz que “qualquer repercussão resultante do atraso de Israel é responsabilidade direta das Nações Unidas e dos Estados Unidos da América”. O dirigente do grupo xiita libanês justifica estas declarações acrescentando que a “a continuação da ocupação é uma agressão da soberania e toda a gente tem a responsabilidade de a enfrentar, desde o governo ao povo, à resistência, aos partidos e a todas as seitas”.

    “Estamos perante uma ocupação que ataca e recusa a retirar-se. A resistência tem o direito de agir como entender relativamente à forma, à natureza e ao momento do confronto”, conclui Naim Qassem.

  • Ministros da UE concordam com levantamento gradual das sanções à Síria

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) chegaram hoje a acordo sobre uma redução gradual das sanções contra a Síria, admitindo porém uma reposição das medidas sancionatórias caso existam retrocessos democráticos no país.

    O anúncio foi feito pela alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, pouco antes do final de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do bloco comunitário em Bruxelas.

    “Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia acabaram de concordar com um plano para aliviar as sanções contra a Síria. Apesar de querermos avançar com celeridade, o levantamento das sanções pode ser revertido se se derem passos errados”, escreveu Kaja Kallas na rede social X.

  • Hamas discute implementação do cessar-fogo no Egipto

    Uma delegação do Hamas chegou esta segunda-feira à cidade do Cairo, no Egipto, para discutir a implementação do cessar-fogo em Gaza, de modo a terminar com a guerra no enclave, avança a agência Reuters.

  • Líder do Hezbollah diz que Israel violou trégua 1.350 vezes

    O líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou que Israel já violou 1.350 vezes os princípios estabelecidos no cessar-fogo assinado entre as duas frentes, apenas em dois meses do acordo, cita a Al Jazeera.

    Esta segunda-feira, a Casa Branca confirmou que os termos permanecem em vigor até ao dia 18 de fevereiro, apesar dos relatos sobre infrações cometidas por Telavive no sul do Líbano.

  • UE vai enviar missão para monitorização da fronteira entre Egipto e Gaza

    A União Europeia vai enviar uma missão para a monitorização da fronteira entre o Egipto e Gaza na cidade de Rafah, anunciou a chefe da diplomacia europeia em conferência de imprensa.

    “Esta medida vai permitir que um elevado número de feridos possa sair de Gaza e receber assistência médica”, refere Kaja Kallas, que acredita que a missão europeia pode ter um “papel decisivo no apoio ao cessar-fogo”, cita a Reuters.

  • Forças israelitas eliminam líder do Hamas na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia

    As forças armadas israelitas e o serviço de segurança interna do Shin Bet anunciaram esta segunda-feira a morte de Ihab Abu Atwi, líder do Hamas na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia.

    De acordo com o jornal The Times of Israel, as forças israelitas lançaram um ataque com drone naquela cidade, tendo também eliminado um outro membro do Hamas, identificado pela agência noticiosa palestiniana Wafa como Ramez Damiri. Já Abu Atwi terá estado envolvido em ataques contra israelitas, nomeadamente um ataque a tiro a um carro, em julho de 2024, que feriu três pessoas.

    A operação com drone desta segunda-feira representa a expansão da ofensiva israelita iniciada na última semana, em Jenin.

  • Espanha: "Palestinianos devem permanecer em Gaza"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel Albares, reagiu às declarações de Donald Trump sobre “limpar” a Faixa de Gaza. “Nossa posição é clara: a população de Gaza deve permanecer em Gaza. Gaza é parte do futuro estado palestiniano, que precisa de ser controlado por um governo único”, disse aos jornalistas, em Bruxelas.

    Albares anunciou ainda que a Espanha vai aumentar para 50 milhões de euros a ajuda financeira à Palestina e à agência da ONU para os refugiados palestinianos (Unrwa). O ministro espanhol apelou para que a União Europeia esteja focada em ajudar “a catastrofe humanitária” em Gaza, financiando alimentos, saúde e educação.

  • "Oito reféns foram mortos pelo Hamas", diz porta-voz do governo israelita

    David Mencer, porta-voz do governo israelita, confirmou que oito dos 33 reféns que devem ser libertados pelo Hamas como parte do acordo de cessar-fogo estão mortos.

    “Confirmo que Israel recebeu, da organização terrorista Hamas, uma lista que inclui o status de todos os 33 reféns que devem ser libertados nesta primeira fase”, diz Mencer, citado pela BBC.

    “A lista do Hamas corresponde às informações do serviço secreto israelita. Então posso partilhar que 25 dos nossos reféns estão vivos e oito foram mortos pelo Hamas”, conclui. Entre os 33 reféns estão as sete mulheres já libertadas desde o início do cessar-fogo.

  • UE vai aliviar algumas das sanções impostas à Síria

    A União Europeia vai suspender algumas das sanções impostas à Síria durante o regime de Bashar al-Assad que “dificultam a estabilização do país”. A informação foi avançada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês, antes do encontro de diplomatas da UE em Bruxelas.

    “Vamos decidir hoje … suspender certas sanções nos setores de energia e transporte bem como às instituições financeiras”, afirmou Jean-Noël Barrot, citado pelo Politico.

    A notícia também foi confirmada pela alta-representante europeia para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, que falou num eventual “alívio de sanções”.

  • Reféns em Gaza foram mantidas em túneis por meses

    Um oficial médico israelita afirmou à Reuters que algumas das reféns libertadas de Gaza foram mantidas em túneis do Hamas por cerca de oito meses, sem acesso a luz solar ou contacto com outras pessoas. “Estiveram o tempo todo em túneis, embaixo da terra”, disse o coronel Dr. Avi Banov.

    Até agora foram libertadas sete mulher israelitas, três civis e quatro militares. Em troca, Israel já libertou 290 prisioneiros palestinianos.

  • Quem regressa de carro pode demorar dias

    Mais de 200 mil pessoas já cruzaram a fronteira norte a pé, de acordo com o que disse à AFP um oficial de segurança de Gaza. Entretanto, para aqueles que regressam de carro, o percurso pode demorar dias. Os postos de verificação de veículos abriram às 9h, mas conforme um oficial palestiniano afirmou à BBC, o processo está a correr de forma lenta.

    É preciso contatar um posto sob o comando do Hamas a 300 metros da zona de inspeção, que autoriza 20 veículos a passar por vez até a área equipada com dois scanners. A cada 40 minutos os veículos passam pelo scanner e são autorizados a seguir viagem. Há equipas da Cruz Vermelha na zona de inspeção, além de profissionais norte-americanos. O local está a ser monitorado de uma curta distância pelo exército israelita.

    “O posto foi criado para prevenir a transferência de armas pesadas ao norte de Gaza, e é operado por um consórcio de companhias multinacionais, incluindo uma empresa de segurança norte-americana, que opera os scanners. Israel vai continuar a agir contra qualquer violação do acordo”, disse um oficial israelita ao Haaretz.

  • Alemanha: "População palestiniana não deve ser expulsa de Gaza"

    Berlim já reagiu às declarações do Presidente dos EUA, que no domingo afirmou que o Egito e a Jordânia deviam acolher mais palestinianos da Faixa de Gaza, o suficiente para “simplesmente limpar” a zona de guerra.

    Questionado sobre o assunto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha disse que partilham a visão da União Europeia, dos parceiros árabes e das ONU. “A população palestiniana não deve ser expulsa de Gaza e Gaza não deve ser permanentemente ocupada nem voltar a ser colononizada”, defendeu, segundo a Reuters.

  • Hamas diz que entregou lista de 25 reféns vivos. Acordo de cessar-fogo estabelece libertação de 33

    O grupo palestiniano entregou aos mediadores do conflito uma lista que mostra que 25 reféns estão vivos, avançou a agência Reuters, que cita um membro do Hamas. O acordo de cessar-fogo estipula a libertação de 33, não sendo claro qual a situação dos restantes oito.

    Crianças, mulheres, idosos e doentes — e um português. Quem são os 33 reféns que o Hamas vai libertar na primeira fase do cessar-fogo?

    A mesma fonte adiantou que a lista já foi entregue pelos mediadores a Israel.

  • Netanyahu vai visitar os EUA na próxima semana. Data de encontro com Trump ainda não está fechada

    O primeiro-ministro israelita planeia visitar os Estados Unidos na próxima semana e encontrar-se com o Presidente Donald Trump. A notícia é avançada pelo Walla, que cita três fontes israelitas e norte-americanas que, falando ao jornal israelita em anonimato, confirmaram a viagem.

    As mesmas fontes revelaram que Benjamin Netanyahu deverá chegar a Washington no dia 3 de fevereiro e partir no dia 5. Ainda não há confirmação sobre a data e horário do encontro entre os líderes israelita e norte-americano.

    As fontes israelitas acrescentaram que a viagem para Washington vai depender do estado de saúde do primeiro-ministro, que recentemente foi submetido a uma cirurgia.

  • Refém israelita ouviu entrevistas do pai quando estava em cativeiro

    Eitan Gonen, pai de uma refém israelita libertada pelo Hamas, revelou que a filha lhe contou que durante o cativeiro ouviu partes de algumas entrevistas em que pedia o seu regresso a casa. Ouvi-lo deu-lhe “força, energia e muita esperança.”

    “Lembro-me que em alguns dias eu era entrevistado oito, dez vezes por dia para todos os canais. Através dos media, fosse por rádio ou televisão, a mensagem chegava até ela”, disse à emissora Kan, citada pelo Times of Israel.

    Eitan Gonen, que foi libertada a 19 de janeiro, sublinhou que as famílias dos reféns que ainda não foram libertados devem continuar a falar e a dar entrevistas. “Mesmo que só 10% das entrevistas cheguem aos ouvidos dos reféns, é suficiente para lhes dar forças. Dá-lhes um pouco mais de força e ar fresco para continuar a suportar o inferno em que estão”, defendeu.

1 de 2