Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador continua a acompanhar os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia ao longo deste sábado. Pode segui-los aqui.

    Drone russo entrou no espaço aéreo da Roménia

  • O que se passou aé agora

    • Os Estados Unidos garantiram à NATO que defenderão “cada centímetro do território” dos seus membros após a incursão de drones russos no espaço aéreo polaco, conforme reiterado pela embaixadora norte-americana junto às Nações Unidas, Dorothy Shea. Em coordenação com a Polónia e outros aliados, os EUA estão em consulta face a esta ameaça e sublinham a importância de se manter uma resposta firme às ações russas.
    • O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou que as forças ucranianas conseguiram travar a ofensiva russa em Sumy, apesar de ainda ocorrerem combates nas áreas fronteiriças. Zelensky destacou a resistência ucraniana como crucial para frustrar os avanços inimigos e pediu mais esforços na defesa das regiões de Donetsk e Zaporíjia face às agressões continuadas.
    • Durante a conferência de estratégia europeia em Kiev, Zelensky apelou ao Ocidente para pressionar a China a usar a sua influência sobre a Rússia para cessar a invasão da Ucrânia. Destacou que países europeus, norte-americanos e o G7 têm um papel a desempenhar neste esforço diplomático, apelando a uma maior cooperação internacional contra as hostilidades russas.
    • O secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, anunciou um reforço da presença militar da aliança no flanco leste, incluindo um foco especial no combate a ameaças associadas ao uso de drones. A operação envolverá a colaboração de vários países membros e terá início nos próximos dias, com o intuito de aumentar a capacidade de resposta e defesa aérea da NATO.

  • EUA avisam que defenderão “cada centímetro” do território da NATO após drones russos

    Os Estados Unidos avisaram esta sexta-feira que defenderão “cada centímetro do território da NATO” em resposta à intrusão de drones russos no espaço aéreo polaco, um incidente que mostra um “imenso desrespeito pelos esforços” diplomáticos de Washington.

    Numa reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, pedida pela Polónia após o incidente, a embaixadora norte-americana junto às Nações Unidas, Dorothy Shea, afirmou que a “violação do espaço aéreo de um aliado norte-americano — intencional ou não — demonstra um imenso desrespeito pelos esforços de boa-fé dos EUA para pôr fim a este conflito”.

    “Os EUA apoiam os nossos aliados da NATO face a estas alarmantes violações do espaço aéreo. Os EUA estão em consulta com a Polónia e com os nossos outros aliados da NATO, nos termos do artigo 4.º do Tratado do Atlântico Norte, e tenham a certeza de que defenderemos cada centímetro do território da NATO”, frisou Shea.

    Este incidente “não contribui para os esforços extraordinários que os Estados Unidos têm empreendido nas últimas semanas para intermediar o fim da guerra”, observou a diplomata, exigindo a Moscovo que cumpra o seu compromisso com a diplomacia, “procurando o fim imediato das hostilidades através de negociações diretas com a Ucrânia”.

  • Zelensky anuncia que ofensiva russa em Sumy foi travada pelo exército ucraniano

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira que a ofensiva russa contra a cidade de Sumy foi completamente travada pelas forças ucranianas, embora continuem os combates nas zonas fronteiriças da região.

    Na rede social X, e após a reunião do Estado-Maior do Comandante Supremo, Zelensky revelou que “a operação ofensiva russa em Sumy foi totalmente frustrada e o inimigo perdeu a capacidade de avançar devido às pesadas perdas sofridas”.

    O líder ucraniano acrescentou que o país mantém também operações de defesa ativa contra as forças russas nas regiões de Donetsk e Zaporíjia.

  • "Com estas ações, a Rússia testa a reação da NATO", diz ministro da Defesa ucraniano após reunir com Kellogg

    O ministro da Defesa ucraniano, Denys Chmyhal, reuniu-se esta sexta-feira com o enviado especial norte-americano para a Ucrânia, Keith Kellogg, para debater o reforço da cooperação militar, noticia o Le Monde.

    Segundo a publicação de Chmyhal na rede social X, o encontro centrou-se na possibilidade de as forças ucranianas receberem novos sistemas de defesa antiaérea Patriot e respetivas munições.

    O ministro revelou, ainda, que apresentou à delegação norte-americana informações atualizadas sobre a situação no campo de batalha e sobre a recente provocação russa contra a Polónia.

    “Com estas ações, a Rússia testa a reação da NATO. Por isso, a resposta dos aliados deve ser coordenada e decisiva”, escreveu Chmyhal após a reunião.

  • Polónia apela à Hungria para levantar veto ao processo de adesão da Ucrânia à União Europeia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski, criticou esta sexta-feira a Hungria pelo veto que está a bloquear o processo de adesão da Ucrânia à União Europeia, relata o Ukrainska Pravda.

    Durante uma conferência de imprensa em Kiev, ao lado do homólogo ucraniano Andrii Sybiha, Sikorski afirmou que a Polónia irá trabalhar em estreita cooperação com a presidência dinamarquesa da UE para manter a integração europeia da Ucrânia e da Moldávia como prioridade.

    “Apelamos à Hungria para levantar o veto ao início das negociações. Esperamos ver a Ucrânia a integrar a família europeia”, afirmou o chefe da diplomacia polaca.

    Sikorski sublinhou, ainda, que só uma pressão coordenada sobre Budapeste poderá produzir resultados concretos.

  • Presidentes da Alemanha e de Portugal prometem apoio contínuo a Kiev

    Os chefes de Estado de Portugal e da Alemanha prometeram esta sexta-feira apoio contínuo à Ucrânia perante a invasão da Rússia, recordando uma frase de Willy Brandt de que “a paz não é tudo, mas, sem paz, tudo é nada”.

    Num discurso na cerimónia de abertura do festival Bürgerfest (Festa dos Cidadãos, em português), o Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, salientou que Portugal e a Alemanha são países ligados por “uma estreita amizade” e ele próprio tem uma “amizade pessoal” com Marcelo Rebelo de Sousa, “o que não é muito comum na política”.

    “Fico feliz em poder dizer que a nossa cooperação ao longo de todos estes anos sempre foi marcada pelo diálogo, pela proximidade, confiança política e, acima de tudo, por um claro compromisso com a Europa”, destacou.

    Para o chefe de Estado alemão, esses são elementos que, “especialmente em tempos difíceis, nunca são suficientemente valorizadas”.

    “O senhor Presidente sabe, todos nós sabemos, que a paz é uma ideia. Os europeus estão hoje a ser mais contestados do que nunca. A guerra de agressão da Rússia e as forças populistas na Europa ameaçam a nossa liberdade, pelo que é ainda mais importante que nós, europeus, ajamos hoje de forma unida”, pediu, agradecendo a Portugal pelo apoio que tem dado à Ucrânia.

    Este tema foi abordado igualmente abordado por Marcelo Rebelo de Sousa no seu discurso, em que, entre palavras em português e alemão, frisou que a Alemanha e Portugal “são fortes aliados na União Europeia, na NATO e nas Nações Unidas, bem como importantes parceiros económicos”.

    “Estamos sempre juntos com a Ucrânia. Sempre. Nunca vamos esquecer a Ucrânia”, assegurou, frisando que Portugal e a Alemanha “são países amigos que partilham e praticam os mesmos valores e princípios fundamentais: a paz, a democracia, a liberdade de expressão, a dignidade, os direitos humanos”.

    “Devemos continuar a guiar-nos pelas palavras do Prémio Nobel da Paz [de 1971], Willy Brandt: a paz não é tudo, mas, sem paz, tudo é nada”, disse, recebendo um forte aplauso da plateia que o ouvia.

  • Kremlin admite "pausa" nas negociações de paz com a Ucrânia

    A comunicação entre as equipas de negociação da Ucrânia e da Rússia para pôr fim à guerra encontra-se atualmente suspensa, revelou esta sexta-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, noticia o Kyiv Independent.

    A declaração surge após um conjunto de esforços diplomáticos, nos quais o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, procurou promover um encontro direto entre Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin.

    Moscovo tem rejeitado sucessivamente as propostas de cessar-fogo, insistindo em exigências consideradas inaceitáveis por Kiev, nomeadamente a cedência dos territórios ucranianos ocupados.

    Questionado sobre o estado atual das negociações, Peskov admitiu que os “canais de comunicação entre os dois países existem”, mas sublinhou que, neste momento, “é mais correto dizer que há uma pausa no diálogo”.

  • MNE da Polónia acusa Rússia de intensificar ataques após encontro entre Trump e Putin

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski, afirmou esta sexta-feira, em Kiev, que a intensificação dos ataques russos desde a reunião entre Vladimir Putin e Donald Trump, no Alasca a 15 de agosto, é um sinal claro de que Moscovo pretende prosseguir a guerra de agressão, escreve o Ukrainska Pravda.

    Durante uma conferência de imprensa conjunta com o homólogo ucraniano, Andrii Sybiha, Sikorski condenou, ainda, a recente violação do espaço aéreo polaco por drones russos.

    “Os ataques intensificaram-se após o encontro no Alasca, o que demonstra que a Rússia não tem qualquer intenção de pôr fim ao sofrimento do povo ucraniano”, afirmou.

    O chefe da diplomacia polaca reforçou que o apoio de Varsóvia a Kyiv “permanece inabalável” e garantiu que a Polónia não abandonará os seus aliados perante a escalada da agressão russa.

    Sikorski adiantou, também, que a Polónia pretende aprofundar a cooperação militar com a Ucrânia, sobretudo no setor da defesa.

  • “Objetivo de Putin é ocupar toda a Ucrânia”, acusa Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, esta sexta-feira, que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, quer “ocupar toda a Ucrânia”.

    “O objetivo de Putin é ocupar toda a Ucrânia. E não importa o que ele diga, está claro que colocou a máquina de guerra em ação de tal forma que simplesmente não pode parar, a menos que seja forçado a mudar os seus objetivos pessoais”, disse, citado pelo Le Monde, durante a conferência anual de Estratégia Europeia de Ialta, em Kiev.

  • Kiev apela ao Ocidente para pressionar China a influenciar Rússia a pôr fim ao conflito

    Na conferência anual de Estratégia Europeia de Ialta, que se realiza em Kiev, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky apelou ao Ocidente para pressionar a China, que é próxima do Kremlin, a usar a sua influência sobre a Rússia para pôr fim à invasão da Ucrânia, relata o Le Monde.

    A China “teve a oportunidade de fazer com que os russos parassem de matar”, mas não mostrou vontade, afirmou. “Precisamos de encontrar uma forma de influenciar a China a usar a sua influência sobre a Rússia para pôr fim à guerra”, disse o líder ucraniano, sublinhando o papel “dos europeus, dos norte-americanos e do G7”.

  • Rutte alerta: mísseis russos "viajam cinco vezes mais rápido do que a velocidade do som" e podem atingir Madrid ou Londres em poucos minutos

    Mark Rutte explica que não existe uma preocupação especial da NATO em proteger os países do Leste da Europa. “Não gosto dessa ideia, dá a impressão que se eu vivo em Madrid ou Londres estou mais seguro do que em Talin ou Vilnius. Não gosto dessa ideia.”

    O secretário-geral explica que depois que os mísseis mais sofisticados russos “levam apenas cinco ou dez minutos a atingir Madrid ou Londres do que Talin ou Vilnius”.

    “Nesta aliança, vivemos todos no flanco leste. Esta nova missão é muito importante porque se foca em violações da defesa aérea”, afirmou Mark rutte.

    Alexus G. Grynkewich complementou a ideia de Mark Rutte e explicou que esta nova missão da NATO “será a primeira linha de defesa de toda a aliança” contra violações no espaço aéreo.

  • Nova missão da NATO no flanco leste começa esta noite e promete coordenação

    Alexus G. Grynkewich, confrontado sobre quais seriam as novidades desta nova missão do flanco leste, afirmou que a “chave” será o facto de “as respostas estarem agora integradas”.

    “Antes, tínhamos respostas individualizadas em várias localizações. Diferentes nações trabalhavam caso a caso. Agora vai haver uma resposta integrada”, detalha.

    Alexus G. Grynkewich diz que a Dinamarca disponibilizou um F-16, França caças Rafale e outro país uma fragata para esta missão.

    Além disso, a resposta a eventuais ameaças desta missão vai começar já esta noite.

  • Rutte ficou satisfeito com reação dos EUA ao que se passou na Polónia e garante: "Compromisso dos EUA com a NATO é à prova de bala"

    Interrogado sobre a resposta norte-americanos aos drones que sobrevoaram a Polónia, Mark Rutte ficou satisfeita com a mesma. “Estamos juntos nisso. O compromisso é à prova de bala. Não há dúvida.”

    Já Alexus G. Grynkewich, assegurou: “Estou envolvido. Estou aqui. Os EUA mantêm o seu compromisso ao comando integral da estrutura militar da NATO”.

  • Ataque russo à Polónia foi "intencional"? Rutte não confirma, mas diz haver uma "investigação em curso" — e envia recado a Putin

    Questionado pelos jornalistas sobre o ataque russo foi “deliberado”, Mark Rutte não confirma e diz que ainda está uma “investigação em curso”.

    Ainda assim, tenha sido intencional ou não, foi “inaceitável e extremamente sério”. “Foram, ao final de contas, drones russos”, afirmou.

    Mandando um recado à Rússia, o secretário-geral assegurou que a NATO vai “defender todos os territórios dos 32 Estados-membros”.

    “Não sabemos até onde a Rússia vai. Mas posso garantir que vamos defender os territórios”, sublinhou Mark Rutte.

  • Comandante supremo da NATO diz que nova missão no flanco leste será "ágil e flexível"

    O Comandante Supremo Aliado da Europa, o general norte-americano Alexus G. Grynkewich, criticou também o “comportamento irresponsável e perigoso” da Rússia na Polónia.

    Ao lado de Mark Rutte, o general “mostra-se muito orgulhoso” na resposta à violação do espaço aéreo polaco. “Foi eficaz.”

    Sobre este novo mecanismo da NATO — Eastern Sentry — Alexus G. Grynkewich assegura que será “flexível, ágil e vai contribuir para dissuasão onde for preciso”.

    “Vai fortalecer e proteger a aliança. Os aliados estão solidários com a Polónia”, afirmou, acrescentando que os cidadãos dos Estados-membros devem ficar tranquilos de que a “NATO vai continuar a defender o território”.

  • Rutte anuncia que NATO vai aumentar presença militar no flanco leste e vai fortalecer capacidade de lidar com drones

    Mark Rutte destacou que a Aliança é “defensiva” e que deve proteger todos os “centímetros” dos territórios de Estados-membros de “comportamentos inaceitáveis”.

    Como tal, Mark Rutte anunciou o lançamento de um novo centro da NATO, que tem como objetivo “reforçar a presença do flanco leste”: “Vamos começar nos próximos dias”.

    Esse iniciativa contará com a participação da Dinamarca, França, Reino Unido, entre outros Estados-membros.

    Em particular, Mark Rutte diz que esta nova força vai combater “particularmente desafios associados com o uso de drones”.

  • Rutte começa conferência de imprensa a criticar drones russos nos céus da NATO: "Seja intencional ou não, é perigoso e inaceitável"

    A conferência de imprensa que conta com a presença do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, juntamente com o Comandante Supremo Aliado da Europa, o general norte-americano Alexus G. Grynkewich, acaba de começar.

    Em Bruxelas, na sede da NATO, Mark Rutte recorda que houve drones russos que, na quarta-feira, violaram o espaço aéreo polaco, sendo que foram “ativados os sistemas de defesa aéreo do território da NATO”.

    “Foi uma violação do espaço aéreo. E foi o último. O que tem acontecido não foi um acidente isolado. O que está a acontecer é que estamos a assistir a um aumento da frequência de drones nos céus do flanco leste”, denuncia Mark Rutte.

    “Seja intencional. ou não, é perigoso e é inaceitável”, classificou Mark Rutte.

  • Zelensky reúne-se com vice-primeiro-ministro da Polónia e defende cooperação na defesa contra drones russos

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou-se com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski, para discutir o recente ataque de drones russos em território polaco.

    Zelensky afirmou, na rede social X, que a Ucrânia está pronta para partilhar a sua experiência, ajudar na formação de militares polacos e cooperar na construção de um sistema de defesa conjunto. “Somos vizinhos próximos e, em tempos de tais perigos, é vital permanecermos unidos”, sublinhou.

    A reunião abordou ainda a pressão sobre Moscovo, o processo de adesão da Ucrânia à União Europeia e o programa SAFE (iniciativa criada pela Comissão Europeia para apoiar os Estados-membros em investimentos urgentes na base tecnológica e industrial de Defesa).

  • Zelensky agradece apoio da Dinamarca e pede reforço de defesas aéreas na Europa

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reuniu-se esta sexta-feira com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca.

    Na rede social X, e após o encontro, Zelensky afirmou que os dois debateram novas formas de apoio à Ucrânia, incluindo ajuda militar contínua, produção conjunta de armamento e o caminho de Kiev rumo à adesão à União Europeia.

    Zelensky destacou, também, o ataque russo com drones contra a Polónia, sublinhando que “a melhor resposta à agressão é o reforço conjunto da defesa aérea e a criação de um escudo aéreo confiável sobre a Europa”.

    O chefe de Estado ucraniano defendeu ainda o aumento da pressão de sanções contra Moscovo, apelando à rápida adoção do 19.º pacote de medidas da UE.

    “Temos muito boas relações com a Dinamarca e valorizamos profundamente o forte apoio que a Ucrânia e o nosso povo recebem de amigos como a Dinamarca. Obrigado”, escreveu Zelensky.

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