Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o conflito no Médio Oriente ao longo do dia de ontem, domingo.

    Negociações no Médio Oriente estão “a fazer progressos”, diz Trump na semana em que vai receber Netanyahu

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Autoridade Palestiniana pede reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU

    A Autoridade Palestiniana pediu hoje uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU por causa da recente ofensiva militar de Israel nos campos de refugiados da Cisjordânia.

    Em comunicado, o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, explica que solicitou a reunião “para parar a agressão israelita contra o povo palestiniano, a destruição de quarteirões inteiros de habitações pelas forças de ocupação nos campos de Jenin e Tulkarem”.

    O pedido é feito depois de hoje as forças militares israelitas terem demolido pelo menos vinte edifícios no campo de refugiados de Jenin e terem anunciado a morte de pelo menos 50 pessoas desde 14 de janeiro.

    A atual ofensiva do exército israelita, denominada Operação Muro de Ferro, tem-se concentrado principalmente na cidade e no campo de refugiados de Jenin, mas acabou por se estender a Tulkarem na semana passada, antes de avançar para Tammun.

  • Netanyahu já aterrou nos EUA, onde se vai reunir com Trump

    O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu já está em solo norte-americano, avançou o Times of Israel.

    O governante foi recebido com guarda de honra e por diplomatas israelitas. Netanyahu aterrou na Base da Força Aérea de Andrews, em Maryland.

    O líder de Israel irá reunir-se com Donald Trump na terça-feira.

  • Irão apresenta novo míssil capaz de atingir qualquer parte de Israel

    O Irão apresentou um novo míssil de médio alcance que terá capacidade para atingir qualquer parte de Israel, avançou a agência noticiosa ISNA, citada pelo Haaretz. O míssil, Etemad, tem um alcance de 1.700 quilómetros.

    “A nossa tecnologia de mísseis foi concebida exclusivamente para garantir que ninguém se atreva a atacar-nos”, disse o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, citado pelo mesmo órgão.

  • Agenda de Netanyahu: segunda-feira com Steve Witkoff e terça-feira com Trump

    A agenda do primeiro-ministro israelita é passível de sofrer alterações até lá, mas até ao momento, o início da visita de Netanyahu aos EUA começa com uma reunião com o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, na segunda-feira, escreve o Times of Israel.

    No dia seguinte é esperado que se reúna com Donald Trump pelas 18h locais (23h em Portugal) — sendo que os dois governantes poderão vir a fazer uma conferência de imprensa conjunta.

    Quarta-feira, o primeiro-ministro israelita vai reunir-se com o Secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth. E quinta-feira está previsto um encontro com os líderes do Congresso, incluindo o líder da maioria no Senado e o Presidente da Câmara.

  • Rei da Jordânia vai reunir-se com Trump daqui a duas semanas

    O rei Abdullah da Jordânia vai reunir-se com com o presidente dos EUA, Donald Trump, daqui a duas semanas, a 11 de fevereiro. A informação foi avançada pelo Palácio Real da Jordânia, citado pelo Times of Israel.

    O encontro — que partiu de um convite feito por Trump — irá ter lugar na Casa Branca, dias depois do presidente americano apelar à transferência de palestinianos para a Jordânia e Egito.

    Na semana passada, Trump disse que o Egito e a Jordânia deviam acolher os palestinos de Gaza, espaço que apelidou de “local de demolição”.

  • IDF dizem ter localizado "laboratórios de explosivos e armas" em Jenin

    Na zona de Jenin, onde as IDF (Forças de Defesa de Israel) levaram a cabo bombardeamentos hoje, foram analisadas “centenas de estruturas”.

    “Durante os controlos, foram localizados laboratórios de explosivos, armas, postos de observação e outras infraestruturas terroristas”, detalharam as IDF no seu canal de Telegram.

    As IDF afirmam ainda que “desmantelaram 23 estruturas nas quais foram localizadas infraestruturas terroristas”.

  • Negócios Estrangeiros da Palestina condena "brutais bombardeamentos" em Jenin

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina emitiu um comunicado em que culpa a comunidade internacional por se manter em “silêncio” sobre os “brutais bombardeamentos de casas de cidadãos” em Jenin e Tulkarem, na Cisjordânia, escreve a Al Jazeera.

    “Apelamos à comunidade internacional para que intervenha urgentemente para pôr termo aos crimes da ocupação e dos seus colonos contra os nossos cidadãos”, disse este Ministério.

  • Netanyahu diz que vai discutir com Trump “vitória sobre o Hamas”

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que vai discutir a “vitória sobre o Hamas”, a luta contra o Irão e a expansão das relações diplomáticas com os países árabes na sua reunião com o Presidente norte-americano, Donald Trump.

  • Principe herdeiro saudita Bin Salman elogia e promete apoio de Riade à Síria

    O líder interino sírio, Ahmed al-Sharaa, disse hoje em Riade que discutiu com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, como melhorar o papel da Síria no mundo árabe e na comunidade internacional, bem como a reconstrução do país.

    Os dois governantes discutiram “a continuação da cooperação política e diplomática para melhorar o papel da Síria perante as posições árabes e internacionais”, numa longa reunião na capital saudita, segundo um comunicado da Presidência síria.

    “Hoje tivemos uma longa reunião durante a qual percebemos e ouvimos o desejo de apoiar a Síria na construção do seu futuro, e o interesse em apoiar a vontade do povo sírio e a unidade e integridade dos seus territórios”, afirmou Al-Sharaa, citado no comunicado.

    Esta foi a primeira viagem de Al-Sharaa ao estrangeiro desde o derrube da ditadura de Bashar al-Assad há quase dois meses.

  • Israel bombardeia zona residencial em Jenin, na Cisjordânia

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla por que são mais conhecidas as forças armadas do país) bombardearam neste domingo uma zona residencial em Jenin, na Cisjordânia.

    De acordo com o comunicado oficial das IDF, citado pelo The Times of Israel, o bombardeamento teve como alvo uma “infraestrutura terrorista” que existia naquela cidade.

    Na Al Jazeera é feita uma descrição diferente: Israel provocou uma série de explosões que atingiram um campo de refugiados naquela cidade da Cisjordânia. Uma moradora de Jenin classificou as explosões como “horríveis”.

    De acordo com a agência palestiniana Wafa, as explosões danificaram partes de um hospital naquela zona. Não existe ainda, porém, qualquer registo de vítimas.

  • Cisjordânia. Tropas israelitas mataram 50 alegados terroristas em duas semanas em operação militar

    As forças de defesa de Israel anunciaram que mataram 50 palestinianos considerados terroristas e detiveram outras 100 pessoas que eram procuradas pelas autoridades israelitas, desde o início da operação militar na Cisjordânia, há duas semanas.

    De acordo com um comunicado do exército, consultado pelo Haaretz, as forças israelitas têm confiscado armas e destruído centenas de engenhos explosivos plantados em estradas, durante esta missão iniciada logo após o fim formal das hostilidades em Gaza. Nesta operação, dois civis inocentes morreram, um homem e uma rapariga, admitem.

  • Hamas acusa Israel de violar acordo pela “insignificante” ajuda que entra em Gaza

    A organização islamita Hamas acusou hoje Israel de violar o acordo de cessar-fogo em Gaza devido à “insignificante” ajuda humanitária, medicamentos e combustível que está a entrar na Faixa, especialmente no norte.

    “A ocupação não permitiu o restabelecimento nem a entrada dos fornecimentos médicos necessários e a entrada de combustível continua a ser muito inferior ao estipulado no acordo, enquanto o que entrou no norte é insignificante”, lê-se num comunicado divulgado pelo Hamas.

    A organização palestiniana exige aos mediadores e aos garantes do acordo de cessar-fogo que “obriguem à entrada urgente” da ajuda humanitária estipulada no acordo, nomeadamente tendas, combustível, géneros alimentícios e maquinaria pesada, e querem que terminem “todas as outras violações”.

  • Refém israelita foi forçada a escrever uma carta de agradecimento a sequestradores do Hamas

    Antes de ser libertada ontem, a refém israelita Keith Siegel terá sido forçada a escrever uma carta de agradecimento aos membros do Hamas que a mantiveram cativa durante 15 meses, de acordo com um comunicado publicado por uma associação de reféns, a pedido da família de Siegel.

    “Isto é apenas um exemplo do comportamento cruel e cínico do Hamas e da urgência de todos os reféns voltarem para Israel”, lê-se no documento, citado pelo Haaretz.

  • Vice-presidente da comissão executiva do Hamas vai a Moscovo amanhã

    O vice-presidente da comissão executiva do Hamas vai liderar uma delegação oficial que vai visitar Moscovo amanhã, de acordo com a imprensa russa.

    Mousa Abu Marzouk vai estar envolvido em negociações no edifício do ministério dos Negócios Estrangeiros russo, noticia a Reuters. A Rússia tem várias ligações diplomáticas, no Médio Oriente, incluindo Israel, Hamas e Autoridade Palestiniana.

  • Mulher de Netanyahu alvo de investigação criminal

    Uma investigação criminal a Sara Netanyahu, mulher do primeiro-ministro israelita, foi aberta para investigar suspeitas de assédio a testemunhas e obstrução de justiça, de acordo com o gabinete do procurador-geral de Israel, noticia o Haaretz.

    Uma investigação de um telejornal israelita revelou, há duas semanas, que Sara terá ameaçado e caluniado Hadas Kelin, uma testemunha chaves dos casos na justiça em que Benjamin Netanyahu é visado. Klein era a assistente pessoal de dois multimilionários que estão envolvidos nas suspeitas de corrupção que Netanyahu enfrenta.

  • Colonos israelitas acusados de incendiar caravana que servia de mesquita a comunidade nómada

    Colonos israelitas são acusados de ter incendiado uma caravana utilizada como lugar de culto, numa localidade próxima da cidade de Jericó, na Cisjordânia, de acordo com os media locais.

    A acusação é feita pelos membros da comunidade nómada de beduínos a quem pertencia a caravana e que a utilizava como mesquita. Não há registo de vítimas do incêndio. A polícia israelita terá estado na cena do crime e recolhido provas para realizar uma investigação do sucedido.

  • Palestiniano de 73 anos morto a tiro por tropas israelitas em campo de refugiados da Cisjordânia

    Um homem palestiniano de 73 anos foi hoje morto a tiro pelas tropas israelitas, no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, de acordo com o ministério da Saúde da Autoridade Palestiniana, avança o Times of Israel.

    As forças de defesa de Israel não comentaram ainda as alegações palestinianas. Desde a assinatura do acordo de cessar-fogo em Gaza, as tropas israelitas estão a realizar uma grande operação militar na zona de Jenin, uma das maiores cidades do território da Cisjordânia.

  • Israel realizou ataque aéreo na Faixa de Gaza

    As forças de defesa de Israel realizaram hoje um ataque aéreo na Faixa de Gaza que terá matou um palestiniano e causou ferimentos a vários outros, segundo o Haaretz.

    As tropas israelitas admitem que atingiram um carro, nas proximidades do campo de refugiados de Nuseirat, justificando que este circulava numa zona que era exclusiva para peões. Ainda está a ser feito um levantamento das consequências do ataque. O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas começou há mais de duas semanas.

  • Israel confirma nova operação militar na Cisjordânia

    O exército israelita confirmou hoje o início de uma nova operação militar na cidade de Tammun, no quadro da campanha na Cisjordânia, agora alargada ao nordeste do território.

    De acordo com o exército, a operação levou à apreensão de várias armas de fogo, incluindo espingardas de assalto M-16, numa cidade que foi palco de um ataque aéreo israelita na semana passada que provocou, segundo os militares, “uma dúzia de terroristas mortos”.

    As autoridades locais queixaram-se de que o exército israelita obrigou os habitantes das zonas da cidade afetadas pela operação a abandonarem as suas casas durante dez dias.

    O autarca de Tammun, Nayé Bani Odeh, afirmou que as famílias estão a abandonar as suas casas na periferia sul da cidade enquanto os soldados israelitas “tomam as suas casas” e que estão agora a concentrar os ataques contra o campo de Far’a, onde vivem cerca de 7.600 pessoas, segundo a agência da ONU para os refugiados palestinianos (UNRWA, na sigla inglesa).

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