Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora?

    • A Ucrânia sofreu uma série de ataques significativos, incluindo explosões em Kiev, Lviv, e Kryvyi Rih. Em Kiev, vários bairros foram atingidos, resultando em dois mortos e cinco feridos. Em Kryvyi Rih, ataques com mísseis balísticos causaram 24 feridos, incluindo 6 crianças, e uma vítima mortal. Em Lviv, um ataque a uma infraestrutura crítica causou um incêndio.
    • A Embaixada dos EUA em Kiev emitiu um aviso de segurança devido a um potencial ataque aéreo significativo nos próximos dias, recomendando que os cidadãos americanos estejam preparados para buscar abrigo. O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também alertou para a possibilidade de um ataque massivo da Rússia, sublinhando a importância de seguir os alertas aéreos e procurar refúgio.
    • O Presidente ucraniano anunciou que a eletricidade foi restaurada na região de Zaporíjia após os ataques russos, enquanto os esforços continuam para restabelecer a normalidade em Dnipro. O líder da Ucrânia expressou gratidão às equipes que trabalharam para restabelecer o fornecimento de energia e apelou ao apoio contínuo dos parceiros internacionais contra a Rússia.
    • O Senado dos Estados Unidos, com a aprovação de Donald Trump, está a considerar um projeto de lei de sanções contra países que colaborem com a Rússia. O senador republicano Lindsey Graham destacou que a legislação oferece uma vantagem ao presidente contra países como a China, Índia e Brasil, incentivando-os a parar de comprar petróleo russo.

  • Encerramos este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar os acontecimentos mais relevantes da guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto.

    Trump diz que “Putin tem medo dos EUA, mas não da Europa” e que ação contra o líder russo “não será necessária”

  • Número de feridos em ataque a Kryvyi Rih sobe para 24, uma pessoa morreu

    O número de feridos do ataque com mísseis balísticos, iniciado perto das 17h na hora local (15h em Lisboa), a uma zona residencial na cidade subiu para 24, incluindo 6 crianças. Segundo a informação divulgada pelo chefe do Conselho de Defesa de Kryvyi Rih, Oleksandr Vilkul, no Telegram, uma mulher de 77 anos morreu.

    Vinte e nove prédios terão sido danificados, além de carros e estabelecimentos comerciais.

  • Dois mortos e cinco feridos em ataque a edifícios residenciais em Kiev

    Em Kiev, vários bairros foram atingidos, com danos registados nos distritos de Dniprovskyi e Darnytskyi.

    O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou no Telegram que os ataques durante a noite provocaram dois mortos e cinco feridos na capital.

    Segundo as autoridades, drones e destroços também provocaram estragos em edifícios residenciais e numa superfície comercial nos distritos de Pechersk e Desniansky.

    Dois dos locais atingidos estão com incêndios ativos. A informação está a ser avançada pelo chefe da Administração Militar da cidade, Timur Tkachenko, no Telegram.

  • Infraestrutura crítica atingida em Lviv

    Houve um ataque a uma infraestrutura crítica em Lviv, que provocou um incêndio, de acordo com uma publicação do presidente da câmara no Telegram.

    “Atualmente não há informações sobre vítimas. Objetos civis e edifícios residenciais da cidade não foram afetados”, lê-se ainda na mensagem de Andriy Sadovyi.

    Não há ainda confirmação sobre a utilização de bombas Oreshnik no ataque a Lviv, reporta ainda.

  • Várias explosões ouvidas em Kiev e em Lviv

    Foram ouvidas explosões em Kiev, por volta das 23h45 (21h45 em Lisboa), quando os sistemas de defesa aérea foram acionados, e em Lviv durante esta noite.

    Um drone terá caído no pátio de um edifício residencial em Kiev, de acordo com informações do Presidente da Câmara, Vitali Klitschko, no Telegram.

    O Presidente da Câmara de Lviv, Andriy Sadovyi, que confirmou no Telegram a existência de explosões na cidade, avançou estar a investigar os danos.

    A força aérea ucraniana alertou na mesma rede social para uma “onda de ataques com drones” direcionada à região de Kiev.

  • Ataque russo com drones a porto de Odessa

    O anúncio é do chefe da Administração Militar da Região de Odessa, Oleh Kiper, que numa mensagem no Telegram avança terem ocorrido explosões no porto marítimo.

    De acordo com Kiper, um reservatório de armazenamento de óleo vazio foi atingido, mas não causou nenhum incêndio. “Felizmente, não houve informações sobre mortos ou feridos”, lê-se ainda.

  • Embaixada dos EUA em Kiev emite aviso de segurança para cidadãos devido a um "potencial ataque aéreo significativo" nos próximos dias

    A Embaixada dos EUA em Kiev emitiu um aviso de segurança para os cidadãos do país devido a um “potencial ataque aéreo significativo” que “pode ocorrer a qualquer altura nos próximos dias”.

    “A embaixada, como sempre, recomenda que os cidadãos americanos estejam preparados para se abrigarem imediatamente caso seja anunciado um alerta aéreo”, lê-se ainda.

  • Zelensky diz que há "informações" de um "ataque massivo da Rússia" esta noite

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que há “informações” que a Rússia pode fazer “outro ataque massivo” ao país esta noite.

    Falando no seu discurso diário noturno, Zelensky sublinhou ser “muito importante” que os ucranianos prestem “atenção” ao alertas de ataque aéreo esta noite e na sexta-feira. Caso ocorrra, devem ir “sempre” para os abrigos.

    O Presidente da Ucrânia chamou à atenção para as condições metereológicas no país, que “pioraram significativamente”. De acordo com a primeira-ministra, Yulia Svyrydenko, um ciclone vai entrar na Ucrânia por volta das 4h00 na hora local (2h00 em Portugal Continental).

    “As previsões sugerem que as temperaturas noturnas cairão para -20 °C e as temperaturas diurnas para -10 °C”, acrescentou a responsável no Facebook.

  • 10 feridos no ataque a Kryvyi Rih, um deles em estado grave

    Dez pessoas ficaram feridas no ataque russo à cidade de Kryvyi Rih, na Ucrânia, avançou o chefe da defesa local Oleksandr Vilkul no Telegram.

    “Um homem está em estado grave, na sala de operações, com uma perna arrancada pela explosão”, contou ainda, apontando que a cidade também está a ser alvo de drones russos.

  • Kryvyi Rih alvo de ataque com mísseis balísticos. Prédios de apartamentos terão sido alvo

    A cidade de Kryvyi Rih foi alvo de um ataque com mísseis balísticos, avançou o órgão noticioso Ukrainska Pravda, citando autoridades militares.

    O ataque terá iniciado perto das 17h na hora local (15h em Lisboa). Ao todo, dois ataques com mísseis balísticos foram feitos contra a cidade, tendo prédios de apartamentos como alvo.

  • Navio atingido foi atacado ao largo da costa turca. Tinha partido de Singapura em outubro e viajava com bandeira de Palau

    O ataque de drone ao petroleiro russo reportado esta quinta-feira ocorreu ao largo da costa da Turquia, noticiou o órgão noticioso turco Ortadogu esta quinta-feira. A tripulação pediu ajuda à guarda costeira do país que levou o barco para terra para ser analisado.

    A agência Reuters, citando a empresa Lloyd’s List Intelligence e uma fonte próxima identificou o navio como sendo o Elbus. Esta embarcação, segundo dados do site Maritime Traffic, viajava com uma bandeira de Palau, país insular no Oceano Pacífico, e foi registado pela última vez como tendo partido do porto de Singapura no dia 22 de outubro de 2025.

    A Lloyd’s List Intelligence indicou que o navio “sofreu um ataque com veículos marítimos não tripulados e drones” contra a sua sala das máquinas. Não terá havido nenhum tripulante ferido, acrescentam.

  • Petroleiro que viajava para a Rússia terá sido atingido por drone

    Um petroleiro a caminho do porto russo de Novorossiysk foi esta quinta-feira atingido, noticiou a agência Reuters, citando dados da empresa Lloyd’s List Intelligence e uma fonte ligada à área de segurança marítima.

    A fonte de segurança descreveu que terá sido usado um drone. Não é claro quem está por trás do ataque.

  • Ucrânia: Derrota de Kiev custaria três vezes mais à Europa, diz o comissário europeu

    O comissário europeu da Defesa e Espaço advertiu hoje em Lisboa para os riscos de a Europa não investir mais na Defesa, afirmando que uma derrota da Ucrânia custaria três vezes mais que a vitória.

    “Temos de perguntar quanto nos custaria se não apoiássemos a Ucrânia” a defender-se da invasão russa, iniciada em fevereiro de 2022, afirmou Andrius Kubilius, durante uma audição conjunta pelas comissões parlamentares de Defesa e Espaço, no último dia da visita a Portugal.

    O responsável citou um estudo que indicava que a vitória da Rússia no conflito e consequente fuga para a Europa de milhões de ucranianos refugiados, custaria 1,5 milhões de milhões de euros aos países europeus.

    Um cenário de vitória da Ucrânia representaria um custo de 500 mil milhões de euros, em termos de apoio prestado a Kiev.

    Assim, uma derrota da Ucrânia, salientou, “custaria três vezes mais”.

  • Moscovo liberta investigador francês em troca de prisioneiros com Paris

    A Rússia libertou o investigador Laurent Vinatier, que cumpria uma pena de prisão de três ano na Rússia por violações às leis russas sobre agentes estrangeiros. O francês foi libertado numa troca de prisioneiros entre Paris e Moscovo.

    “O nosso compatriota Laurent Vinatier está livre e de volta à França”, revelou na rede social X o Presidente francês. “Partilho o alívio sentido pela família e pelos seus entes queridos”, disse Emmanuel Macron, agradecendo o trabalho dos diplomatas franceses.

  • Zelensky: acordo de garantias de segurança à Ucrânia pronto para ser finalizado com Trump

    O Presidente ucraniano anunciou que o documento bilateral sobre as garantias de segurança à Ucrânia “está essencialmente pronto para ser finalizado ao mais alto nível com o Presidente dos Estados Unidos”. “Entendemos que o lado americano vai comunicar com a Rússia e esperamos um feedback sobre se o agressor está genuinamente disposto a pôr fim à guerra”, escreveu na rede social X.

    O líder ucraniano prometeu que serão divulgados mais detalhes quando a equipa de negociação regressar à Ucrânia. Zelensky acrescentou que os parceiros de Kiev estão a ser informados sobre as consequências dos ataques mais recentes ao país, que chegaram a deixar duas regiões sem eletricidade.

    Os ataques, considera Zelensky, provam que a Rússia não está a “reconsiderar as suas prioridades”. “É preciso que a pressão sobre a Rússia continua a aumentar com a mesma intensidade com que a nossa equipa de negociação trabalha”, sublinhou.

  • Rússia lançou quase 100 drones contra a Ucrânia, denuncia a Força Aérea

    A Força Aérea da Ucrânia disse que a Rússia lançou 97 drones contra o território ucraniano. Desse total, 70 foram abatidos e 27 atingiram os seus alvos, indicou num balanço divulgado no Facebook.

  • MNE russo avisa Ocidente que tropas estrangeiras enviadas para a Ucrânia seriam alvo legítimo

    A Rússia disse hoje que quaisquer tropas estrangeiras enviadas para a Ucrânia pelos governos ocidentais seriam um alvo legítimo das tropas russas. O aviso surge depois de os aliados ucranianos anunciarem preparativos para uma força multinacional no caso de um cessar-fogo, que servirá para apoiar a “reconstrução das forças armadas ucranianas e apoiar a dissuasão.

    A Rússia “alerta que o destacamento de unidades militares ocidentais, instalações militares, depósitos e outras infraestruturas em território ucraniano será classificado como uma intervenção estrangeira, representando uma ameaça direta à segurança não só da Rússia, mas também de outros países europeus“, lê-se num comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros publicado no Telegram. “Todas essas unidades e instalações serão considerados alvos militares legítimos das Forças Armadas Russas”, sublinha o MNE.

    Na terça-feira o Presidente da Ucrânia esteve em Paris para uma reunião da Coligação das Vontades, que contou com a participação dos EUA e na qual foram definidas garantias de segurança para Kiev. Um dos principais anúncios foi o da criação de uma força multinacional.

    “Declaração de Paris” promete garantias de segurança para Ucrânia. Pela primeira vez, há apoio dos EUA à Coligação das Vontades

    O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que esta força pode envolver milhares de soldados franceses. Já o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que a medida abre caminho a um um enquadramento legal para permitir forças britânicas, francesas e de outros parceiros a operar em território ucraniano, “garantindo a segurança do espaço aéreo e marítimo da Ucrânia e revitalizando as forças armadas ucranianas para o futuro”.

  • Zelensky diz que eletricidade foi reposta em Zaporíjia depois dos ataques russos

    O Presidente da Ucrânia adiantou que a eletricidade já foi reposta na região de Zaporíjia na sequência dos ataques russos da noite passada. O trabalho “continua” para restabelecer a normalidade em Dnipro.

    “Agradeço a todas as equipes e a todos os serviços que trabalharam desde ontem à noite para restabelecer o fornecimento de eletricidade, aquecimento e água nas regiões de Dnipro e Zaporíjia. Neste momento, o fornecimento de energia na região de Zaporíjia foi restabelecido e está a funcionar normalmente”, garantiu Volodymyr Zelensky na rede social X.

    O chefe de Estado apelou ao apoio dos parceiros contra “o tormento deliberado” da Rússia contra os cidadãos ucranianos. “Não há absolutamente nenhuma lógica militar em tais ataques ao setor e infraestruturas energéticas que deixam a população sem eletricidade e aquecimento no inverno”, denunciou.

  • Senador norte-americano diz que Trump vai permitir que aprovação de sanções contra aliados russos avance no Congresso

    O Presidente dos Estados Unidos da América “deu luz verde” à aprovação no Congresso de um projeto-lei bipartidário de sanções contra países que colaborem com a Rússia. A garantia foi deixada pelo senador republicano Lindsey Graham numa publicação na rede social X.

    A proposta, que, diz a Reuters, esteve a ser trabalhada durante vários meses, prevê sanções contra países que fazem negócios com a Rússia, incluindo no setor da energia. “Esta lei vai dar imensa vantagem ao Presidente Trump contra países como a China, a Índia e o Brasil, incentivando-os a parar de comprar o petróleo russo barato que financia o banho de sangue de Putin contra a Ucrânia”, sublinhou Graham.

    “Será oportuno, já que a Ucrânia está a fazer concessões pela paz e Putin é só conversa, continuando a matar inocentes”, acrescentou.

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