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    Pode continuar a acompanhar a guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto.

    Zelensky garante estar a negociar três documentos: plano de 20 pontos, garantias de segurança e reconstrução 20:10

  • Mark Rutte fala em progresso para paz justa e duradoura na Ucrânia

    Depois da reunião em Bruxelas, o secretário geral da NATO foi mais breve do que os seus colegas nas declarações acerca do encontro com Volodymyr Zelensky. Através do X, Mark Rutte reagiu afirmando que as discussões foram “boas” e que apoia “o progresso em direção a uma paz justa e duradoura na Ucrânia”.

  • Von der Leyen e Costa: "A soberania da Ucrânia deve ser respeitada"

    Depois da reunião em Bruxelas, Ursula von der Leyen e António Costa usaram o X para apelar para que a soberania da Ucrânia seja respeitada nas negociações para um acordo de paz.

    “Enquanto as negociações de paz prosseguem, a UE mantém-se firme no seu apoio à Ucrânia. As nossas propostas de financiamento estão em cima da mesa. O objetivo é uma Ucrânia forte, no campo de batalha e na mesa de negociações”, declararam a presidente da Comissão Europeia e o presidente do Conselho Europeu, numa partilha conjunta.

    “A soberania da Ucrânia deve ser respeitada. A segurança da Ucrânia deve ser garantida, a longo prazo, como primeira linha de defesa da nossa União. Estas prioridades foram o centro das nossas discussões com secretário geral da NATO. A Europa continuará a contribuir para todos os esforços por uma paz justa e duradoura para a Ucrânia.”

  • Zelensky diz que reunião com líderes da NATO, Conselho Europeu e Comissão Europeia foi "proveitosa e produtiva"

    “Uma reunião proveitosa e produtiva com o Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, o Presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen”, escreveu Volodymyr Zelensky no X, depois do encontro esta segunda-feira em Bruxelas.

    “Informei os líderes sobre a situação no âmbito diplomático. Discutimos detalhadamente o nosso trabalho com os parceiros dos EUA em relação a medidas para a paz, as garantias de segurança e o fortalecimento da nossa resiliência. Também abordamos a iniciativa PURL e o empréstimo para reparações. As nossas posições estão alinhadas em todas as questões. Estamos a agir de forma coordenada e construtiva. Obrigado pela reunião e pelo vosso apoio!”

  • Putin assina decreto de convocação de reservistas um mês depois de aprovação de nova lei

    Vladimir Putin assinou esta segunda-feira um novo decreto a convocar reservistas para treinamento militar em 2026, avança a agência russa TASS.

    Os reservistas serão convocados para “treinamento militar nas Forças Armadas da Federação Russa, Guarda Nacional da Federação Russa, unidades de resgate militar do Ministério da Defesa Civil, Emergências e Socorro em Desastres, agências de segurança do Estado e órgãos do Serviço Federal de Segurança”.

    O decreto vem um mês depois da aprovação de uma lei que permite a criação de unidades contratuais de reservistas para assegurar a defesa das infraestruturas críticas no país. Os reservistas são antigos militares que serviram voluntariamente e que agora recebem benefícios para fazer parte da reserva.

    Em 2022 as autoridades russas mobilizaram parcialmente cerca de 300 mil reservistas, uma decisão que levou ao exílio de milhares de pessoas que não queriam lutar no conflito na Ucrânia.

  • Sumy sem energia elétrica depois de ataques aéreos russos

    A região de Sumy, no nordeste da Ucrânia, ficou sem energia elétrica após ataques russos esta noite. Mais de uma dúzia de drones atingiram pontos estratégicos da cidade num intervalo de meia hora, disse o governador da região, Oleh Hryhorov, citado pelo Kyiv Independent.

    “Não há fornecimento de energia elétrica em Sumy, e parte da infraestrutura crítica da cidade está a operar com geradores de emergência”, disse. O abastecimento de água na cidade e as instalações de saúde também estão a funcionar com geradores de emergência, informou Serhii Kryvosheienko, chefe da Administração Militar de Sumy.

  • Depois de Bruxelas, Zelensky segue para a Itália

    Depois da reunião durante a tarde em Londres com Keir Starmer, Emmanuel Macron e Friedrich Merz, Volodymyr Zelensky seguiu para Bruxelas, onde tinha agendado um encontro com Mark Rutte, António Costa e Ursula von der Leyen.

    Contudo, a seguir o Presidente ucraniano segue viagem, e vai para a Itália. Em declarações à imprensa, citado pelo Le Monde, Zlenesky esclareceuq eu segue para Roma “durante a noite, por volta de 1 hora ou meia-noite”. Na terça-feira à tarde, o Presidente ucraniano reúne-se com Giorgia Meloni. Os dois líderes falaram ao telefone recentemente, quando a primeira-ministra italiana reiterou a solidariedade e o apoio da Itália para com a Ucrânia.

  • Zelensky diz que não tem o direito de ceder territórios ucranianos para a Rússia

    Numa conferência de imprensa online, citada pela Al Jazeera, Volodymyr Zelensky afirmou que não tem o direito de ceder territórios ucranianos para a Rússia, ao comentar possíveis pontos do acordo de paz que está em negociação.

    “Se consideramos ceder territórios? Não temos o direito para o fazer, pela lei ucraniana, a nossa constituição ou a lei internacional. E também não temos o direito moral de o fazer”, afirmou o Presidente ucraniano.

    A decisão de ceder um território, explica a BBC, precisa de ser aprovada num referendo, de acordo com o artigo 73 da constituição ucraniana. Têm direito a voto todos os ucranianos, incluindo os que vivem em territórios ocupados, que atualmente representam 20% da população de áreas controladas pela Rússia, como a Criméia, o Donbass e partes de Zaboríjia e Kherson. Contudo, pela lei, o referendo não pode ser convocado enquanto estiver em vigor a lei marcial, o que impede que a decisão seja tomada enquanto a guerra decorrer.

  • Porta-voz do Kremlin rejeita possibilidade de encontro entre Trump e Putin antes da passagem de ano

    O porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, rejeitou esta segunda-feira a possibilidade de um encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin acontecer antes da passagem de ano, avança a agência TASS.

    “Até o momento, nada disso está a ser discutido. Um encontro precisa ser preparado e precisa produzir resultados. Para que isso aconteça, é necessário um trabalho prévio em nível técnico, que já está em andamento”, disse Peskov ao Canal 1 da Rússia, acrescendanto que Moscovo ainda não tem informações sobre o resultado das reuniões entre negociadores ucranianos e norte-americanos na Florida, que terminaram no sábado.

    “Quando tivermos essas informações, entenderemos o que deve ser feito e como devemos prosseguir”, disse Peskov.

  • Reino Unido destaca necessidade de aumentar pressão económica sobre a Rússia

    Depois da reunião entre Keir Starmer, Emmanuel Macron, Friedrich Merz e Volodymyr Zelensky esta tarde em Londres, o gabinete do primeiro-ministro britânico reforçou a necessidade de aumentar a pressão económica sobre a Rússia, e destacou o plano de usar ativos congelados russos para apoiar a Ucrânia.

    “Os líderes discutiram a importância das negociações de paz lideradas pelos EUA para a segurança europeia e apoiaram o progresso alcançado. Instruíram os seus conselheiros de segurança nacional a continuarem as discussões nos próximos dias”, avança um porta-voz de Downing street, em citações publicadas pelo The Guardian.

    “Os líderes ressaltaram a necessidade de uma paz justa e duradoura na Ucrânia, que inclua garantias de segurança robustas”, diz ainda, afirmando que também “concordaram que, embora os esforços diplomáticos continuem, a Europa deve apoiar a Ucrânia, ao fortalecer a sua capacidade de defesa contra os ataques implacáveis ​​que deixaram milhares de pessoas sem aquecimento ou luz”.

    De acordo com o porta-voz, a reunião também serviu para discutir “o progresso positivo alcançado na utilização de ativos soberanos russos imobilizados para apoiar a reconstrução da Ucrânia.”

    Depois da reunião, Starmet convocou uma chamada com outros aliados europeus, juntamente com Zelensky, para os atualizar sobre a situação. “Todos os líderes concordaram que este é um momento crítico e que devemos continuar a intensificar o apoio à Ucrânia e a pressão económica sobre Putin para pôr fim a esta guerra bárbara.”

  • Von der Leyen diz que apoio a Kiev e preparação da defesa europeia são prioridades

    Ursula von der Leyen destacou que o apoio a Kiev e o aumento da preparação da defesa europeia são duas prioridades fundamentais da Coligação das Vontades, numa partilha no X depois da reunião desta tarde entre Zelensky e outros líderes europeus.

    “Juntamente com os nossos aliados, a Europa tem os meios e vai aumentar a pressão sobre a Rússia para que vá à mesa de negociações”, afirmou a presidente da Comissão Europeia, que também falou sobre como o plano de emprestar os ativos congelados da Rússia à Ucrânia como um empréstimo de reparação é “complexo”, mas aumentará o custo da guerra para a Rússia.

    “Quanto mais Putin prolongar a sua guerra, derramar sangue, tirar vidas e destruir a infraestrutura ucraniana, maiores serão os custos para a Rússia”, diz von der Leyen, numa publicação no X. A presidente da Comissão Europeia destaca ainda que os laços dentro da Europa estão “mais fortes do que nunca” e que seguirão “unidos, a apoiar a Ucrânia e a defender a Europa”.

  • Zelensky apela à "unidade entre a Europa, a Ucrânia e os Estados Unidos"

    “O que é crucial hoje é a unidade entre a Europa e a Ucrânia, bem como a unidade entre a Europa, a Ucrânia e os Estados Unidos”, reagiu Volodymyr Zelensky esta tarde através de uma partilha no X, depois de reunir-se com Keir Starmer, Emmanuel Macron e Friedrich Merz em Londres. O Presidente ucraniano agradeceu ainda os líderes “por cada uma de suas contribuições pessoais no caminho para a conquista da paz.”

    “Hoje, tivemos uma discussão detalhada sobre o nosso trabalho diplomático conjunto com o lado americano, alinhámos uma posição comum sobre a importância das garantias de segurança e da reconstrução e concordámos com os próximos passos”, revelou Zelensky, sobre a reunião com os três líderes europeus.

    “Também tivemos uma discussão separada sobre o aumento do apoio de defesa à Ucrânia”, revelou ainda o Presidente ucraniano, que teve uma reunião com Starmer depois de Macron e Merz deixarem Downing Street. “Sou grato aos líderes por sua disposição em apoiar nosso povo e nos ajudar no caminho para aproximar a paz.”

  • Terminou encontro entre Zelensky e Starmer

    Volodymyr Zelensky acaba de abandonar a residência oficial do primeiro-ministro britânico, onde estava reunido com Keir Starmer, depois do encontro mais alargado. O Presidente ucraniano e o chefe do Executivo britânico despediram-se com um abraço à porta de Downing Street.

    Zelensky segue agora para Bruxelas, onde se irá reunir com o líder da NATO e os líderes da União Europeia por volta da “hora do jantar”, avançou um porta-voz do bloco europeu.

  • Reunião da Coligação das Vontades já terminou. Zelensky e Starmer continuam reunidos

    A reunião de Macron, Merz, Starmer e Zelensky durou menos de uma hora — o chanceler alemão e o Presidente francês já abandonaram Downing Street, uma vez que ambos têm eventos na agenda em Berlim e Paris, respetivamente, relata o jornal The Guardian. O anfitrião Starmer e Zelensky continuam reunidos.

  • Zelensky agradece apoio de parceiros europeus no combate a um "desafio conjunto"

    O Presidente ucraniano partilhou nas suas redes sociais uma fotografia da reunião com Merz, Macron e Starmer. “Garantir segurança real é sempre um desafio partilhado e um esforço partilhado. Obrigada pelo vosso apoio!”, escreveu Zelensky na legenda. À entrada para a reunião, o chefe de Estado sublinhou que iriam falar sobre “temas sensíveis”.

  • Merz diz estar "cético" sobre "alguns detalhes dos documentos apresentados pelos EUA"

    Os líderes europeus que coordenam a Coligação das Vontades voltaram a demonstrar o seu apoio à Ucrânia e a expressar preocupação com o estado atual das negociações — que consideraram estar num momento “decisivo”. Contudo, Friedrich Merz foi mais longe que os seus pares e questionou as intenções dos mediadores norte-americanos, ao dizer que está “cético” em relação a “alguns detalhes dos documentos apresentados pelos EUA”. O chanceler alemão disse querer discutir essas questões durante a reunião, que continua à porta fechada.

    Já Emmanuel Macron fez questão de salientar que a Europa “tem muitas cartas na mão” — o que, como nota o The Guardian, parece ser uma referência à acusação feita pelo vice-Presidente norte-americano no início deste ano, quando disse que a Ucrânia “não tinha cartas na mão”.

    Já Zelensky fez questão de sublinhar a importância da relação transatlântica para pôr um ponto final no conflito. “Nós não conseguimos resolver [a guerra] sem os americanos, sem a Europa”, declarou o Presidente ucraniano.

  • Zelensky chega a Downing Street para encontro com líderes da Coligação das Vontades

    O Presidente ucraniano acaba de chegar a Downing Street, a residência oficial do primeiro-ministro britânico onde foi recebido por Keir Starmer. Ao local, já tinham chegado o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o Presidente francês, Emmanuel Macron.

  • Zelensky reitera: acordos de paz continuam sem dar frutos sobre questão territorial

    Volodymyr Zelensky repetiu hoje a análise que tem sido feita pelas delegações norte-americana e ucraniana do estado atual das negociações de um acordo de paz, notando que o principal obstáculo continua a ser a questão territorial. “Há visões dos EUA, da Rússia da Ucrânia — não temos uma visão unificada do Donbass”, relatou o Presidente ucraniano em entrevista à Bloomberg a caminho de Londres.

    O foco da Ucrânia na negociação direta com os EUA, explicou, têm sido as garantias de segurança. Questionado sobre as declarações de Trump, que disse estar “desapontado” com Zelensky, o Presidente contornou a questão e sublinhou o principal da sua atenção. “Há uma questão que eu — e todos os ucranianos — querem ver respondida: se a Rússia começar novamente uma guerra, o que farão os nossos parceiros?”, rematou.

  • Sete países da UE apoiam empréstimo de reparações para Kiev ficar numa posição forte

    Sete países da União Europeia (UE) apelaram hoje a uma rápida aprovação do empréstimo de reparações à Ucrânia, assente em ativos russos congelados, vincando que tal apoio colocaria Kiev “numa posição mais forte” nas negociações com a Rússia.

    “O tempo é essencial. Ao alcançarmos uma decisão sobre o empréstimo de reparações no Conselho Europeu em dezembro, temos a oportunidade de colocar a Ucrânia numa posição mais forte para se defender e numa melhor posição para negociar uma paz justa e duradoura”, vincam os líderes da Estónia, Finlândia, Irlanda, Letónia, Lituânia, Polónia e Suécia numa carta hoje enviada aos presidentes do Conselho Europeu, António Costa, e da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

    A duas semanas de tal medida — à qual a Bélgica se opõe — ser discutida em cimeira europeia, os sete países dizem que, “tendo em conta a atual dimensão e urgência das necessidades orçamentais e militares da Ucrânia”, apoiam “firmemente a proposta da Comissão de um empréstimo de reparações financiado pelos saldos de caixa provenientes dos ativos russos imobilizados na UE”.

  • Depois de encontros em Londres, Zelensky segue para Bruxelas

    A NATO confirmou que o secretário-geral da Aliança, Mark Rutte, se vai encontrar com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no final do dia de hoje, relata o The Guardian. O encontro também vai contar com a presença dos líderes comunitários europeus: a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa. O encontro entre os quatro líderes vai decorrer em Bruxelas, onde fica a sede da NATO e da Comissão Europeia.

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