Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Todas as pessoas que seguiam a bordo no avião russo caído em Ivanovo morrerram
- Trump diz que Rússia tem vantagem na guerra: "Sempre teve. Eles são muito maiores"
- Trump diz "já havia entendimento" de que Ucrânia não entraria na NATO
- Primeiro-ministro da Estónia defende que "não há motivo para aliviar a pressão à Rússia"
- Zelensky encontrou-se com o Papa em Castel Gandolfo. Leão XIV pede que o diálogo continue rumo a "paz justa e duradoura"
- Plano de paz ficou pior para a Ucrânia depois de enviados de Trump se terem reunido com Putin, escreve o Axios
- Avião militar de transporte cai na Rússia com sete pessoas a bordo
- EUA insistem que Ucrânia deve abandonar o Donbass
- Ucrânia vai partilhar novo plano de paz com os EUA, depois de retirados os pontos "antiucranianos"
- Putin terá dado ordem para forças russas derrotarem tropas ucranianas cercadas na cidade de Myrnohrad
- Lituânia declara estado de emergência devido a balões vindos da Bielorrússia
- Ataque a Ternopil. Polícia identificou mais duas vítimas mortais, entre as quais uma criança polaca de sete anos
- Rússia diz ter abatido cerca de 120 drones ucranianos esta noite
- Cidade de Siversk está a "cair lentamente nas mãos" dos russos. Metade já terá sido tomada
- Zelensky assume que não há acordo entre Ucrânia, EUA e Rússia sobre o Donbass
Histórico de atualizações
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Bom dia.
Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, no dia em que o Kiel Institute revela que a ajuda militar tem caído drasticamente desde o verão, nesta ligação.
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O que se passou até agora
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o país está pronto para eleições daqui a “60 a 90 dias” se os EUA e os parceiros europeus garantirem a sua “segurança”.
- Donald Trump sugeriu que a Ucrânia deverá realizar eleições presidenciais em breve, sublinhando que o povo ucraniano deve ter a oportunidade de escolher o seu líder, mesmo num contexto de guerra. Trump associou a falta de eleições a uma falha democrática, mencionando que as “coisas não estão a correr muito bem” e que é hora de o país marcar novas eleições presidenciais.
- Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, manifestou a intenção de negociar três documentos fundamentais com os parceiros americanos e europeus, incluindo um plano quadro de 20 pontos, garantias de segurança para a Ucrânia após a guerra, e um plano de reconstrução para operar após o fim das hostilidades ou caso haja um cessar-fogo. Zelensky também indicou que os documentos aperfeiçoados para o plano de paz seriam enviados para os EUA em breve, destacando o contacto contínuo com os Estados Unidos.
- O plano de paz proposto pelos EUA para terminar a guerra na Ucrânia terá sido alterado para pior para a Ucrânia, após reuniões de Jared Kushner e Steve Witkoff com Vladimir Putin em Moscovo. As novas condições impostas incluem concessões territoriais mais gravosas para a Ucrânia, e Zelensky enfrenta pressão crescente de Washington para que aceite estas condições e ceda territórios na região do Donbass.
- A cidade de Siversk, na região de Donetsk, está a sofrer avanços por parte das forças russas, com relatos de que metade da cidade já estaria sob controlo russo, após bombardeamentos intensivos e captura de vários soldados da infantaria ucraniana que defendiam a cidade.
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Trump quer eleições na Ucrânia? "É um absurdo"
Trump diz que ucranianos devem voltar a escolher o líder. Especialista Ana Cavalieri explica que não há condições “nem sequer logísticas” para que ato eleitoral decorra com liberdade e transparência. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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ONU opõe-se a alterações dos limites de Gaza após general israelita declarar "linha amarela" do plano Trump uma "nova fronteira"
Stephane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterrres, rejeitou as alegações do chefe do exército israelita Eyal Zamir de que a linha amarela desenhada pelo plano de Donald Trump consistia numa “nova fronteira” do enclave palestiniano, segundo a Al Jazeera.
Para Dujarric, esta medida parece estar “contra o espírito e a letra” do acordo, que define a linha como uma ocupação temporária. O porta-voz garantiu que a ONU “opõe-se firmemente a qualquer alteração das fronteiras de Gaza e Israel”, nomeadamente, as definidas anteriormente.
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Zelensky diz que está a negociar três documentos: quadro de 20 pontos, garantias de segurança e plano de reconstrução
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que estão três documentos em cima da mesa nas negociações com “os americanos e os europeus”, noticiou o Ukrinform.
“Existe um documento-quadro de 20 pontos. Ele está em constante evolução, o que é normal. É uma estrutura viva que deve refletir os interesses da Ucrânia, da Europa e do mundo”, disse o Presidente.
O segundo, disse, trata as “garantias de segurança” para a Ucrânia no pós-guerra, sublinhando esperar “propostas relevantes” vindas do exército ucraniano, em diálogo com os EUA.
“Tudo isto precisa estar alinhado com os princípios da Coligação dos Dispostos. É difícil entrar em detalhes, mas vocês verão isso no momento oportuno. As garantias de segurança são um documento importante entre nós e os Estados Unidos, e entre nós e os europeus”, acrescentou.
Já o terceiro documento, disse, debruça-se sobre a reconstrução da Ucrânia, descrevendo-o como “um projeto que deve operar depois do fim da guerra ou caso haja um cessar-fogo”.
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Militar britânico morreu na Ucrânia num "acidente trágico" durante teste de novas armas
Um militar do Reino Unido morreu na Ucrânia durante os testes de uma nova “capacidade defensiva”, anunciou o governo britânico esta terça-feira, que falou num “acidente trágico”.
Sem revelar mais detalhes, o ministério disse que o militar ficou ferido enquanto observava os testes pelas forças ucranianas, “longe da frente de batalha”.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, deixou as suas profundas condolências à família do membro das forças armadas britânicas na rede social X. “O seu serviço e sacrifício nunca será esquecido”, acrescentou.
My deepest sympathy and condolences to the family of the member of our Armed Forces who sadly lost their life today.
Their service and sacrifice will never be forgotten.
— Keir Starmer (@Keir_Starmer) December 9, 2025
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Zelensky diz que Ucrânia está pronta para eleições "nos próximos 80 a 90 dias" se EUA e parceiros garantirem a segurança
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, diz que o país está pronto para eleições daqui a “60 a 90 dias” se os EUA e os parceiros europeus garantirem a sua “segurança”.
Ainda assim, Zelensky apelou ao parlamento ucraniano para que proponha alterações para permitir eleições durante a lei marcial, vigente no país desde a invasão russa de 2022, noticiou o Kyiv Independent.
“Estou a pedir agora, e a afirmar isto abertamente, que os EUA me ajudem. Juntamente com os nossos parceiros europeus, podemos garantir a segurança necessária para a realização das eleições”, afirmou Zelensky, garantido ter “a vontade e a disponibilidade para tal”
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Kremlin diz que ideia de que a Rússia se prepara para atacar a NATO é "estupidez completa" e restaurar URSS é "impossível"
Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, recusou totalmente um futuro ataque da Rússia à NATO, noticiou a Reuters, que indicou que as declarações respondiam ao chanceler alemão, Friedrich Merz, que disse na segunda-feira que Moscovo preparava um novo ataque para tentar restaurar a “velha União Soviética”.
“Vladimir Putin não quer restaurar a URSS porque é impossível e ele próprio já falou disto repetidamente”, disse Peskov, sublinhando que “falar disso não é respeituoso” para os parceiros russos, nomeadamente na chamada Comunidade de Estados Independentes que agrupa uma série de países pós-soviéticos.
“Quanto a preparar um ataque à NATO, isso é uma completa estupidez” disse ainda.
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Rússia justifica rescisão de acordo com Portugal com apoio a “guerra híbrida” da UE
A embaixada da Rússia em Lisboa justificou hoje a decisão de rescindir um acordo militar assinado entre os dois países no ano 2000 com o apoio dado por Portugal “à guerra híbrida da União Europeia” contra Moscovo.
“Foi Portugal que deu início ao processo de rutura de laços, ao apoiar incondicionalmente a guerra híbrida da UE [União Europeia] contra o nosso país”, afirmou o adido de imprensa da embaixada da Rússia em Portugal, Aleksei Chekmarev, em declarações à agência Lusa.
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Zelensky diz que "documentos aperfeiçoados" para plano de paz serão apresentados aos EUA "em breve"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse na rede social X que os “documentos aperfeiçoados” do plano de paz negociado com os EUA serão enviados “em breve” para Washington.
Zelensky relatou que os resultados das negociações de segunda-feira em Londres entre conselheiros de segurança nacional foram discutidos com a equipa de negociação da Ucrânia, sublinhando que estão a “trabalhar muito ativamente em todos os componentes das medidas potenciais para pôr fim à guerra”.
“Os componentes ucranianos e europeus estão agora mais desenvolvidos e estamos prontos para os apresentar aos nossos parceiros nos EUA. Em conjunto com a parte americana, esperamos tornar as medidas potenciais tão exequíveis quanto possível”, continuou, realçando que estão “empenhados numa paz real” e continuam “contacto constante com os Estados Unidos”.
“E, como os nossos parceiros nas equipas de negociação corretamente observam, tudo depende da disposição da Rússia em tomar medidas eficazes para parar o derramamento de sangue e impedir que a guerra recomece”, concluiu o Presidente.
Today, we already discussed with our negotiating team the results of yesterday’s work in London, which was conducted at the level of the National Security Advisors of our European partners. This was agreed upon yesterday at the leadersʼ level.
We are working very actively on…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) December 9, 2025
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Presidente dos EUA que imigração "enfraquece" Europa e que Putin quer o continente "fraca"
Questionado sobre a diferente abordagem do líder norte-americano face à Europa, Donald Trump defendeu-a, afirmando que quer uma “Europa forte”, apontando a imigração como um dos erros que enfraquece o continente,
“Quando permitem que milhões de pessoas entrem nos seus países, muitas dessas pessoas estão a cometer crimes terríveis”, disse o Presidente, apontando a Suécia e a Alemanha como exemplos.
“Eu adoro a Suécia. Adoro o povo sueco. Mas eles passaram de um país sem criminalidade para um país com muita criminalidade agora”, alegou o líder, dizendo o mesmo sobre a Alemanha.
“A Alemanha estava livre de crimes, e a Angela [Merkel] cometeu dois grandes erros: imigração e energia”, acrescentou.
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Trump diz que Obama "forçou" Ucrânia a abandonar a Crimeia
O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse na entrevista ao Politico que um dos seus antecessores, Barack Obama, abandonou a Crimeia em 2014, ano em que a Rússia ocupou a península ucraniana.
Esta ocupação, considerou Trump, foi “algo muito importante” numa altura em que um conflito já estava a “fervilhar” há vários anos.
“Do ponto de vista da beleza, do clima, de tudo, a Crimeia é a região mais acolhedora”, acrescentou o líder, apontando que “Obama forçou-os” a entregar a península, que considera ter “um potencial enorme”.
“Foi Obama que fez isso. Não foi Biden. Bem, talvez ele estivesse envolvido, mas duvido. Provavelmente, ele também não sabia muito sobre o assunto na altura. Nunca foi muito inteligente. Mas, sabe, Obama cedeu… Ele obrigou-os a ceder”, concluiu.
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Todas as pessoas que seguiam a bordo no avião russo caído em Ivanovo morrerram
As sete pessoas que seguiam a bordo do avião de carga russo Antonov-22 que caiu esta manhã perto da localidade de Ivanovo morreram como resultado na queda, noticiou o jornal russo Kommersant.
Cinco dos mortos eram tripulantes da aeronave e as outras duas viajavam como passageiros. Não há vítimas da queda no solo, avança ainda o jornal.
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"EUA é o único mediador capaz de resolver o conflito"
Jorge Rodrigues considera que Zelensky tenta envolver a Europa e os EUA, mas a pressão da Rússia deixa limitações de defesa à Ucrânia. Ainda acrescenta que a questão territorial é o maior problema. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Trump diz está "na hora" da Ucrânia marcar novas eleições presidenciais
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse numa entrevista ao Politico que estava “na hora” da Ucrânia ter eleições para eleger um Presidente da República, sublinhando que “já passou muito tempo” e que as “coisas não estão a correr muito bem”.
“Acho que é um momento importante para realizar eleições. Eles estão a usar a guerra para não realizar eleições, mas acho que o povo ucraniano deveria ter essa escolha”, acrescentou.
“”E talvez ganhasse Zelensky”, acrescentou, admitindo porém que não sabia “quem ganharia”.
“Mas eles não realizam eleições há muito tempo. Eles falam sobre democracia, mas chega a um ponto em que já não é uma democracia”, concluiu.
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O que se passou até agora:
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que em qualquer potencial acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia, o tamanho das forças russas daria uma vantagem significativa à Rússia. De acordo com Trump, é esperado que o “tamanho geralmente vença”, apesar da bravura das forças ucranianas.
- A pressão diplomática aumenta sobre a Ucrânia, com os Estados Unidos a insistirem para que o país aceite retirar as suas tropas do Donbass, uma região parcialmente controlada pelas forças ucranianas. Esta posição está a ser fortemente impulsionada pelos encontros recentes entre Jared Kushner, Steve Witkoff e Vladimir Putin, que resultaram em condições mais favoráveis à Rússia no plano de paz proposto.
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reiterou a falta de consenso entre a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos sobre a situação no Donbass. Zelensky sublinhou a importância de acordos de segurança com aliados ocidentais, não havendo base legal para a cedência de territórios à Rússia.
- Os esforços diplomáticos continuam com o encontro entre Volodymyr Zelensky e o Papa Leão XIV, onde se discutiu a importância do diálogo para alcançar uma “paz justa e duradoura” na Ucrânia. O Papa expressou o desejo de que as iniciativas diplomáticas atuais levem a uma solução pacífica, destacando também a questão dos prisioneiros de guerra e o retorno das crianças ucranianas às suas famílias.
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Trump diz que Rússia tem vantagem na guerra: "Sempre teve. Eles são muito maiores"
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a Rússia tem vantagem na guerra e que geralmente o “tamanho vence”, antecipando uma derrota das forças ucranianas.
“Se não lerem os acordos, os potenciais acordos, não é fácil com a Rússia, porque a Rússia tem a vantagem. E sempre teve. Eles são muito maiores. São muito mais fortes nesse sentido. Dou muito crédito ao povo da Ucrânia e às forças armadas da Ucrânia pela bravura e pela luta. Mas, sabe, em algum momento, o tamanho geralmente vence”, disse Trump, em entrevista ao Politico.
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Trump diz "já havia entendimento" de que Ucrânia não entraria na NATO
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que, antes de Putin se tornar presidente da Rússia, já “existia o entendimento de que a Ucrânia não entraria na NATO”.
“Muito antes de Putin, já havia um entendimento de que a Ucrânia não entraria na NATO. Isso foi muito antes de Putin. E agora eles pressionaram… sabe, quando Zelensky foi lá pela primeira vez e se encontrou com Putin, ele disse: ‘Quero duas coisas. Quero a Crimeia de volta e seremos membros da NATO’. E ele não isso de uma forma muito amigável”, referiu Donald Trump, em entrevista ao Politico.
O jornal Ukrainska Pravda nota que não é claro a que encontro entre Putin e Zelensky está a aludir Trump. A única vez que os dois líderes se encontraram em Paris, em 2019, sendo que a eventual adesão da Ucrânia à NATO não foi discutida.
Mais à frente, na entrevista, Trump classificou o presidente da Ucrânia como um “grande vendedor”. “Ele conseguiu que o desonesto Joe Biden lhe desse 350 mil milhões de dólares. E veja só o que aconteceu. Cerca de 25% do país dele desapareceu”, concluiu Trump.
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Primeiro-ministro da Estónia defende que "não há motivo para aliviar a pressão à Rússia"
O primeiro-ministro da Estónia diz que Moscovo não alterou nenhum dos seus objetivos originais, apesar de entreter a possibilidade de um acordo de cessar-fogo. O Kremlin continua a procurar conquistar todo o território da Ucrânia, defende Kristen Michal.
“Não temos qualquer motivo para aliviar a pressão sobre a Rússia. Pelo contrário, devemos acelerar a fundo e ter mais coragem”, sublinhou Michal, em declarações citadas pelo Ukrinform.
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Zelensky encontrou-se com o Papa em Castel Gandolfo. Leão XIV pede que o diálogo continue rumo a "paz justa e duradoura"
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou-se esta manhã com o Papa Leão XIV em Castel Gandolfo (nos arredores de Roma). Durante o encontro, que durou 30 minutos, Leão XIV sublinhou a importância do diálogo, para que se alcance uma “paz justa e duradoura” na Ucrânia.
“Durante as cordiais conversas, que se centraram na guerra na Ucrânia, o Santo Padre reiterou a necessidade de continuar o diálogo e expressou o seu desejo urgente de que as atuais iniciativas diplomáticas conduzam a uma paz justa e duradoura”, refere o Vaticano em comunicado.
Segundo a Santa Sé, foram também discutidas as questões dos prisioneiros de guerra e a necessidade de garantir o regresso das crianças ucranianas às suas famílias.
O encontro entre Zelensky e o Papa Leão XIV insere-se na visita que o chefe de Estado ucraniano está a fazer a Itália. Zelensky vai encontrar-se esta tarde com a primeira-ministra italiana Georgia Meloni.