Momentos-chave
- Zelensky diz que não tem o objetivo de "ocupar" região de Kursk
- Três mortos e 12 feridos após "ataque de precisão" da Ucrânia contra posto de comando russo em Donetsk
- Zelensky agradece sanções impostas por Biden contra a Rússia
- Biden impõe novo pacote de sanções contra indústria petrolífera da Rússia
- Kremlin sobre encontro com Trump: “Não são necessárias condições, o que é necessário é um desejo mútuo"
- Oficiais das forças russas querem que Putin intensifique ação militar na Ucrânia
- Ucrânia lança ataques com drones contra várias regiões russas
- Trump está a organizar encontro com Vladimir Putin para pôr fim à guerra na Ucrânia
Histórico de atualizações
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Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra na Ucrânia neste novo liveblog, que agora abrimos.
Alemanha tenta evitar derrame de petroleiro “sombra” russo à deriva no Báltico
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Batalhão Azov estará a tentar criar um esquadrão internacional de falantes de inglês
Com a iminência da tomada de posse de Donald Trump a ameaçar o apoio dos EUA a Kiev, o Batalhão Azov quer alargar o seu recrutamento a soldados estrangeiros para manter a batalha contra a Rússia, adianta o The Guardian.
O intuito foi assumido por um comandante do Azov, que diz querer recrutar pessoas com experiência militar “porque a Ucrânia é mais pequena do que a Rússia” e precisa de toda a ajuda possível.
“Estamos a lutar para não deixar que a Rússia se aproxime da Europa”, afirmou, recuperando o argumento de que, caindo a Ucrânia, Moscovo poderá ameaçar outros países, como os bálticos ou a Polónia.
O esforço do Azov em atrair soldados internacionais também se prende com a tentativa de afastar-se do pendor nacionalista e próximo da extrema-direita do período de quando foi criado, apesar da Rússia continuar a afirmar que apoiar este batalhão é apoiar “neo-nazis”.
Segundo o comandante Azov entrevistado pelo jornal britânico, os potenciais recrutas têm de passar por um processo que inclui entrevistas em Kiev onde se faz uma avaliação psicológica “e um teste de polígrafo, para verificar se não trabalham à paisana para as forças especiais russas”.
A formação tem uma duração de dois a três meses, mesmo para os que têm experiência militar, em grupos de cerca de 80 elementos. Este número de indivíduos por grupo ser para melhor refletir a realidade do campo de batalha ucraniano, onde se recorre fortemente a drones e à artilharia.
Após a formação, quem ficar deve juntar-se a unidades de assalto de infantaria, sendo que o comandante reconhece que os recrutas acabariam por ser colocados em situações perigosas. “A realidade pode ser bastante má, é uma guerra”, avisa.
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Zelensky diz que não tem o objetivo de "ocupar" região de Kursk
Volodymyr Zelensky, em entrevista à televisão italiana, sublinhou que a ofensiva ucraniana na região russa de Kursk é meramente um passo preventivo, e que não tem qualquer intenção de ocupar o território.
“[Operação em Kursk] foi um enorme sucesso tático para a Ucrânia, mas não em termos de ocupação. Não precisamos do seu território, não precisamos das suas terras, não precisamos do seu povo”, explica o Presidente da Ucrânia, que acrescenta desejar apenas uma “vida pacífica”, “sem guerra”.
Na inversão dos papéis, estando Vladimir Putin a ocupar território ucraniano, Zelensky acredita que “centenas de milhares de pessoas morreriam”, justificando então as “medidas proativas” para garantir que este fenómeno não se verifica.
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Polícia ucraniana realiza mais de 600 buscas contra redes de refratários militares
A polícia ucraniana desencadeou mais de 600 buscas numa operação especial contra as travessias ilegais de fronteiras por parte de homens que fogem da mobilização militar e da guerra contra a Rússia, anunciaram hoje as forças policiais.
Em comunicado, as forças de segurança indicaram que as 600 buscas ocorreram em simultâneo em toda a Ucrânia, em casas de organizadores de grupos e dos seus colaboradores, que ajudaram uma grande quantidade de refratários a cruzar a fronteira ignorando os pontos de passagem oficiais.
“Este é apenas o primeiro passo de uma operação especial que visa encerrar” estas redes, segundo a polícia, prometendo fornecer mais informações em breve.
Pelo menos, 45 pessoas são suspeitas de terem organizado ou participado nas redes que permitiram a fuga dos homens do Exército e “as investigações continuam”.
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Três mortos e 12 feridos após "ataque de precisão" da Ucrânia contra posto de comando russo em Donetsk
Três pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas depois de um “ataque de precisão” das forças armadas ucranianas contra um posto de comando da Rússia na região ocupada de Donetsk.
No Facebook, as forças da Ucrânia dizem ter “atingido com sucesso” os alvos militares, e o governador russo de Donetsk confirmou as vítimas do ataque no Telegram.
Notícia atualizada às 20h10 com a terceira vítima mortal
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Zelensky agradece sanções impostas por Biden contra a Rússia
Volodymyr Zelensky agradeceu a Joe Biden pelo novo pacote de sanções aprovado esta sexta-feira pelos Estados Unidos da América, que deverá afetar de uma forma significativa a indústria petrolífera da Rússia.
“Estas medidas minam significativamente a base financeira da máquina de guerra russa, uma vez que perturbam a cadeia de abastecimento: principais fabricantes russos, companhias de seguros, fornecedores de serviços de petróleo e gás, 184 petroleiros da frota sombra, instalações logísticas e empresas de países terceiros”, detalha o Presidente da Ucrânia, fazendo referência também à empresa Surgutneftegaz, “uma carteira financeira chave para o próprio Putin”.
Nesta mensagem publicada no seu Telegram, Zelensky diz que este pacote transmite uma mensagem clara: “criminosos têm de pagar pelos seus crimes”, e acredita que, com o Kremlin a receber menos dinheiro pelo seu petróleo e outros recursos energéticos, “a paz será restabelecida mais depressa”.
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Biden impõe novo pacote de sanções contra indústria petrolífera da Rússia
A administração de Joe Biden aprovou esta sexta-feira um novo pacote de sanções contra a indústria petrolífera da Rússia, “algumas das sanções mais severas até à data”, cita a CNN Internacional.
Com pouco mais de uma semana no mandato por cumprir, o Presidente visa atingir a “maior e mais importante fonte de receita do Kremlin”, cerca de 100 entidades e indivíduos, incluindo duas das maiores empresas petrolíferas russas, Gazprom Neft e Surgutneftegas.
“Esperamos que as nossas ações custem à Rússia mais de milhares de milhões de dólares por mês”, afirmou um membro da administração à CNN. Outro oficial norte-americano diz que o objetivo destas restrições é “colocar a Ucrânia numa posição em que possam trabalhar com a próxima administração para tentar alcançar uma paz justa”.
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Míssil ucraniano atinge armazém de drones russos na região de Rostov
Um armazém russo, abastecido de munições e drones de reconhecimento, foi atingido, na madrugada desta sexta-feira, por um míssil Neptune, de fabrico ucraniano, noticia o Kyiv Independent, que cita uma fonte do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU).
Segundo a fonte, o ataque perto da vila de Chaltyr, na região russa de Rostov, foi realizado pelo SBU e pela Marinha da Ucrânia.
As defesas aéreas russas foram, inicialmente, pressionadas com drones ucranianos, sendo que só depois se consumou o ataque ao armazém, explica a fonte do Kyiv Independent.
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Alemanha vai reforçar sistema de defesa aérea da Ucrânia com 50 mísseis
A Ucrânia deverá receber, durante este ano, mais seis sistemas de defesa aérea IRIS-T e cerca de 50 mísseis da Alemanha, de acordo com o Ministério da Defesa alemão.
“Os sistemas IRIS-T, já prometidos, serão entregues em 2025. Novidades: a Alemanha fornecerá quase 50 mísseis guiados para os sistemas IRIS-T”, anunciou o ministério na rede social X.
Deutschland unterstützt die #Ukraine weiterhin verlässlich & tatkräftig. In 2025 werden die bereits angekündigten 6 IRIS-T Systeme geliefert. Neu: ???????? wird knapp 50 Lenkflugkörper für IRIS-T-Systeme bereitstellen. Minister Pistorius kündigte bei der #UDCG weitere Unterstützung an: pic.twitter.com/TkRqqzRDmx
— Verteidigungsministerium (@BMVg_Bundeswehr) January 9, 2025
Estes mísseis estavam destinados à Bundeswehr, entretanto, foi depois decidido enviá-los para Kiev, avançou o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, em declarações à imprensa, numa reunião do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia, em Ramstein.
“Primeiro vamos abastecer a Ucrânia antes de repor o nosso stock“, assegurou.
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Rússia acusa Ucrânia de um ataque a supermercado em Donetsk que fez dois mortos
A Rússia acusou a Ucrânia, nesta sexta-feira, de ter realizado um ataque com mísseis a um supermercado na cidade de Donetsk, atualmente sob seu domínio. Em consequência, duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas, noticia a agência de notícias estatal RIA, que cita o serviço de imprensa do Comité de Investigação Russo.
“Os investigadores do Comité de Investigação Russo registaram as consequências das ações criminosas da Unidade Federal Ucraniana, que realizou um ataque com mísseis direcionados à infraestrutura civil da cidade de Donetsk”, avançou.
O ataque à zona “onde os civis se encontravam” terá sido feito através de um míssil HIMARS, alegadamente fornecido pelos Estados Unidos da América, segundo os investigadores russos, que confirmam que “duas pessoas foram mortas e outras duas ficaram feridas”.
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Ataque russo terá destruído um posto de comando da Ucrânia
O ataque foi realizado por um grupo de soldados russo, durante uma operação militar especial. O Ministério da Defesa da Rússia disse que um posto de comando ucraniano, na área de Krasnoarmeisk, ficou destruído após ser atingido por uma munição de canhão (Krasnopol-M2).
“Tendo recebido coordenadas de alvo das unidades de reconhecimento do grupo de batalha e operadores de drones, a tripulação de um canhão Msta-B realizou o ataque e destruiu um grupo de militares ucranianos, a uma distância de mais de 15 quilómetros com fogo preciso”, refere o Ministério da Defesa russo, num comunicado citado pela TASS.
A confirmação da destruição do alvo, acrescenta, foi realizada por “um drone Orlan-30”.
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Kremlin sobre encontro com Trump: “Não são necessárias condições, o que é necessário é um desejo mútuo"
“O Presidente declarou repetidamente que está aberto ao contacto com os líderes internacionais, incluindo o Presidente dos Estados Unidos, incluindo Donald Trump”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em conferência de imprensa.
“Não são necessárias condições, o que é necessário é um desejo mútuo e uma vontade política de resolver os problemas através do diálogo”, afirmou Peskov referindo-se diretamente ao Presidente eleito dos Estados Unidos.
“Donald Trump está a demonstrar vontade de resolver os problemas através do diálogo. Congratulamo-nos com isso (…) O nosso ponto de partida é um desejo mútuo de nos encontrarmos”, disse Peskov esclarecendo, no entanto, que não existem planos concretos para uma reunião neste momento.
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Vladimir Putin admite contactos com Donald Trump sobre guerra na Ucrânia
O Presidente russo, Vladimir Putin, está “aberto a contactos” com Donald Trump, Presidente eleito dos Estados Unidos, sem quaisquer condições prévias, afirmou esta sexta-feira a Presidência russa.
Donald Trump, que deve tomar posse no dia 20 de janeiro, disse na quinta-feira que estava a preparar uma reunião com Vladimir Putin para “pôr fim” ao conflito na Ucrânia.
O anúncio sobre a posição de Putin foi divulgado esta sexta-feira pela Presidência da Rússia saudando a vontade de Trump em “resolver os problemas através do diálogo”.
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Zelensky recebido esta sexta-feira pelo Presidente italiano no Palácio Presidencial
O chefe de Estado italiano, Sergio Mattarella, recebeu esta sexta-feira, o seu homologo da Ucrânia, no Quirinale, para reafirmar o seu apoio a Kiev na guerra “contra a tentativa [russa] de impor vontade através das armas”, noticia o jornal italiano Il Foglio.
“Reafirmo a determinação da Itália em manter o apoio total, inalterado e constante à Ucrânia contra a agressão da Federação Russa”, avançou Sergio Mattarella.
As declarações do Presidente italiano foram feitas, na manhã desta sexta-feira, ao receber Volodymyr Zelensky, para manter um diálogo que transcende a situação na Ucrânia, tendo a ver também com a “segurança de toda a Europa”.
“Fazemos isto pela amizade que une a Ucrânia e a Itália, fazemos isto pelo respeito das regras de coexistência internacional contra a tentativa de impor a vontade de outro Estado com armas, fazemos isto pela segurança de toda a Europa. Seja bem-vindo, Presidente [Zelensky], à Itália e a Roma”, acrescentou o chefe de Estado.
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Drones ucranianos terão atingido zona industrial perto de São Petersburgo
Drones ucranianos atacaram várias regiões russas durante a madrugada desta sexta-feira, tendo provocado incêndios graves nas regiões de Leningrado e Rostov, de acordo com autoridades locais e a imprensa independente da Rússia.
As forças de defesa aérea russas teriam intercetado 40 drones ucranianos, afirmou o Ministério da Defesa da Rússia, citado pelo The Kyiv Independent.
Avançou ainda que as forças russas destruíram 16 drones sobre a região de Rostov, quatro em Kursk e Voronezh, três em Bryansk, dois em Kuban, um em Belgorod e 10 sobre o Mar de Azov.
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Oficiais das forças russas querem que Putin intensifique ação militar na Ucrânia
Altos membros das Forças Armadas da Rússia reconhecem que não estão a ter ganhos territoriais proporcionais à perda de homens na guerra na Ucrânia. Contudo, em vez de serem a favor de negociações de paz, querem que Putin aumente o esforço militar, concluiu uma análise do Institute for the Study of War (ISW).
Segundo um relatório do ISW publicado ontem, após três meses de ganhos territoriais e de perdas de homens significativas, em dezembro de 2024, o avanço médio das tropas russas por dia diminuiu para apenas três quilómetros quadrados.
Face a isto, altas patentes militares e das forças de segurança russa “estão menos inclinadas do que Putin a tolerar perdas tão grandes se o avanço continuar lento”. De acordo com a análise, têm pedido a Putin para aumentar o investimento na guerra, nomeadamente através de recrutamentos parciais de militares na reserva para ter um maior número de efetivos no terreno.
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Agência europeia alerta para riscos elevados de segurança ao sobrevoar a Rússia
A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) alertou para riscos elevados para os aviões que voam sobre a Rússia, devido a deficiências na coordenação com os militares, ilustradas pela recente queda de um aparelho do Azerbaijão.
Num “boletim de segurança de zonas de conflito” emitido na sexta-feira, a EASA reiterou a sua recomendação às companhias aéreas para não utilizarem o espaço aéreo ocidental russo, sendo este último já proibido por Moscovo às transportadoras sediadas na região, mas ainda utilizado pelos chineses, turcos e aviões do Golfo, entre outros.
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Ataques russos matam três civis ucranianos e deixam 19 feridos
Pelo menos três pessoas morreram e outras 19 ficaram feridas em consequência de ataques russos contra a Ucrânia, protagonizados durante a última noite, noticia o The Kyiv Independent.
As forças russas lançaram 72 drones contra a Ucrânia, a partir de cidades como Millerovo, Bryansk, Orel e Primosk-Akhtarsk, avança a Força Aérea da Ucrânia no seu Telegram.
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Ucrânia lança ataques com drones contra várias regiões russas
A Ucrânia terá lançado ataques com drones em várias regiões da Rússia. De acordo com o jornal The Kyiv Independent, que cita autoridades locais, dos ataques resultaram grandes incêndios em Leningrado e Rostov.
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, a Força Aérea do país destruíu 40 drones ucranianos durante a noite.
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Trump está a organizar encontro com Vladimir Putin para pôr fim à guerra na Ucrânia
Donald Trump revelou esta sexta-feira estar a organizar um encontro com Putin, a pedido do Presidente russo, para encontrar uma solução que permita acabar com a guerra na Ucrânia.
Citado pela agência Lusa, o Presidente eleito dos EUA reforçou antes de uma reunião com governadores republicanos na sua residência Mar-a-Lago que é preciso acabar com a guerra na Ucrânia: “O Presidente Putin quer que nos encontremos, até o disse publicamente, e precisamos de acabar com esta guerra, que é um verdadeiro desperdício”.