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  • Na cerimónia de homenagem a Charlie Kirk, Trump celebrou um "mártir pela liberdade da América"

    Trump foi o último a homenagear Kirk, que descreveu como “missionário com um espírito nobre”. Viúva do ativista perdoou o assassino do marido: “É aquilo que Cristo fez e é aquilo que Charlie faria”.

    Na cerimónia de homenagem a Charlie Kirk, Trump celebrou um “mártir pela liberdade da América”

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  • Estádio cheio e discursos emotivos na cerimónia de homenagem a Charlie Kirk, "um grande líder americano". Veja as imagens 

    Donald Trump encerrou a cerimónia, que durou várias horas, e foi marcada pelos discursos inflamados de personalidades como J.D. Vance ou Marco Rubio. Veja as imagens.

    Estádio cheio e discursos emotivos na cerimónia de homenagem a Charlie Kirk, “um grande líder americano”. Veja as imagens 

  • "A bala estava apontada a todos nós", diz Trump

    Donald Trump disse que o assassinato de Charlie Kirk foi um ataque aos ideais conservadores. “A arma estava apontada a ele, mas a bala era para todos nós”, sublinhou.

    “Lamentamos a perda de um amigo e líder, mas seguimos em frente fortalecidos pela sua fé, fortalecidos pela sua coragem e inspirados pelo seu exemplo de defesa do país pelo qual viveu, das liberdades pelas quais morreu e dos valores nos quais acreditava tão profundamente”, afirmou.

    “Charlie criou algo muito especial. Chama-se Turning Point USA e, sob a liderança e o amor da Erica, vai tornar-se maior, melhor e mais forte do que nunca”, concluiu, chamando a mulher do ativista ao palco para fechar o evento.

  • Trump: "Eu odeio o meu oponente e não quero o melhor para ele"

    Durante o discurso o Presidente norte-americano, que destacou Charlie Kirk como “um missionário com um espírito nobre”, rompeu com ele num aspeto. “Ele não odiava os seus oponentes. Ele queria o melhor para eles. É aí que eu discordo com o Charlie. Eu odeio o meu oponente e não quero o melhor para ele”, afirmou.

    “Sinto muito, Erica, agora a Erica pode vir falar comigo e com todo o grupo, e talvez eles possam convencer-me de que isso não está certo. Mas eu não suporto o meu oponente”, disse.

  • Trump promete anúncio sobre o autismo para segunda: "Acho que encontrámos uma resposta"

    O Presidente Donald Trump vai traçando vários marcos da vida de Charlie Kirk, dos tempos do secundário em que foi quarterback, ao facto de ter saltado a faculdade e fundado uma “grande organização”, a Turning Point USA. “A principal decisão da vida dele foi tornar-se um seguidor de Jesus Cristo”, acrescentou.

    O líder norte-americano sublinhou que Charlie Kirk “ajudou a unir o MAHA, Make America Healthy Again [Tornar a América Saudável Outra vez]” e prometeu para amanhã “um dos maiores anúncios médicos na história” do país. “Acho que encontrámos uma resposta para o autismo”. “Charlie estaria na primeira fila. Sentiremos a falta dele amanhã”.

  • Trump: "O nosso país perdeu uma das luzes mais brilhantes do seu tempo"

    Depois do discurso emotivo de Erika Kirk, é a vez do Presidente dos EUA se dirigir ao estádio State Farm para a última intervenção da cerimónia de homenagem a Charlie Kirk. Donald Trump, que subiu ao palco ao som de “God Bless the USA”, começa por agradecer à viúva de Charlie Kirk e lembrar que há menos de duas semanas “o nosso país perdeu uma das luzes mais brilhantes do seu tempo”, assassinado por um “monstro radicalizado e de sangue frio por dizer a verdade”.

    Trump defende que Kirk foi “assassinado de forma violenta por falava pela liberdade e por justiça por Deus, pela razão e pelo senso comum”.

  • Erika Kirk diz que perdoa o assassino do marido: "Charlie queria salvar jovens como aquele que lhe retirou a vida"

    Erika Kirk disse também que outra das grandes missões da vida do marido foi falar aos jovens. “A missão de Charlie era, acima de tudo, dirigida diretamente aqueles que não eram casados. Ele sabia que as coisas não estavam bem com a América, especialmente com os jovens, que eles precisavam de uma nova direção. Ele queria salvar os rapazes perdidos do ocidente, os jovens que sentem que não têm direção, nenhum propósito ou razão para viver, a gastar as suas vidas em distrações e os homens consumidos com ressentimento e raiva”, elencou.

    “Charlie queria salvar jovens como aquele que lhe retirou a vida”, sublinhou. “Eu perdoo-o. “Eu perdoo-o porque é aquilo que Cristo fez e é aquilo que Charlie faria. A resposta ao ódio não é o ódio”.

    Erika Kirk garantiu que vai continuar o trabalho do marido, agora como CEO da Turning Point US. “Eu e o Charlie estávamos unidos num propósito. A paixão dele era a minha paixão e agora a missão dele é a minha missão. Tudo o que a Turning Point USA construiu com a visão e o trabalho árduo do Charlie, tornaremos dez vezes maior com o poder da sua memória”, assegurou. A nova líder da Turning Point USA acrescentou que os eventos nos campus das universidades vão continuar.

    “A vida do Charlie foi um ponto de viragem para este país. Foi um milagre”, sublinhou. “Escolham a oração, escolham a coragem, escolham a beleza, escolham a aventura, escolham a família, escolham uma vida de fé. Acima de tudo, escolham Cristo”.

  • Mulher de Charlie Kirk diz que a "grande causa" da sua vida foi "tentar reavivar a família americana"

    Ao subir ao palco do estádio State Farm, Erika Kirk, a mulher de Charlie Kirk, foi recebida com uma ovação da multidão. Começou por recordar um discurso do marido naquele mesmo palco, dois anos antes, em que citou uma passagem bíblica sobre o total abandono a Deus. “Há 11 dias, Deus aceitou a rendição total do meu marido e chamou-o para o seu lado”, afirmou.

    Erika Kirk destacou que a “grande causa” da vida do marido foi “tentar reavivar a família americana”. “Quando ele falava com os jovens, ele estava sempre ansioso para lhes contar sobre a visão de Deus para o casamento e que, se eles a ousassem viver, isso enriqueceria cada parte das suas vidas da mesma forma que enriqueceu a nossa”, apontou.

    “Apesar de Charlie ter morrido tão cedo, ele estava pronto para morrer, não deixou nada por fazer”, acrescentou.

  • "Em Charlie Kirk encontramos um grande líder americano", destaca JD Vance

    “Falamos com o Charlie e pelo Charlie mais alto que nunca”, começou por dizer o vice-presidente norte-americano no estádio State Farm. “Charlie Kirk construiu um movimento, mudou a face do conservadorismo e ao fazê-lo mudou o curso da história americana”, sublinhou JD Vance. “Em Charlie Kirk encontramos um grande líder americano”, destacou.

    “Toda a nossa administração está aqui. Não apenas porque fosse nosso amigo, mas porque sabemos que não estaríamos aqui sem ele. Ele construiu uma organização que remodelou o equilíbrio da nossa política”, destacou.

    JD Vance disse ainda que Kirk morreu a fazer o que amava: “a dizer a verdade, proclamar a fé, a construir um sonho”. “Ele foi morto por aqueles que desprezavam as virtudes que fizeram a nossa civilização grande, o diálogo, a busca da verdade, família e fé”, enumerou.

    “Na sequência da sua morte vimos alguns dos piores traços da humanidade, vimos pessoas a caluniá-lo, a justificarem o seu assassinato e a celebrarem a sua morte”, apontou, acrescentando que nos últimos dias quis muito falar com Charlie Kirk e pedir-lhe conselhos. “Acho que me encorajaria a pensar no bem, a lembrar que por cada voz que celebra a sua morte há milhares de outras de luto por ele e a lutar pelo seu legado todos os dias”, afirmou.

  • Trump Jr: "Quando mataram o Charlie um milhão de outros Charlies levantaram-se para encher o vazio"

    Donald Trump Jr. toma agora a palavra. Reconhecendo que “não é um tipo emocional”, afirmou ter ficado “devastado” com a morte de Charlie Kirk, que disse ver como um “irmão mais novo”.

    “Dizer que o Charlie sabia mais sobre a Bíblia do que eu é um eufemismo. É como dizer que o Donald Trump sabe mais sobre a presidência do que a Hillary Clinton ou a Kamala Harris”, começou por afirmar, num discurso com várias tiradas políticas.

    “Charlie personificava algo que está no cerne do nosso movimento. Quando as pessoas discordam de nós, não as silenciamos, não as destruímos e certamente não recorremos à violência”, sublinhou. “Mantemo-nos firmes e vencemos com as nossas ideias”.

    O filho do Presidente Donald Trump sublinhou que o ativista e fundador da organização Turning Point “sempre trouxe o melhor de nós”, “ensinou-nos a debater, a vencer com as nossas ideias”.

    “Quando eles mataram o Charlie um milhão de outros Charlies levantaram-se para encher o vazio. Somos todos Charlie”, afirmou.

  • Robert F. Kennedy Jr. diz que Charlie Kirk "mudou a trajetória da história"

    A seguir a Pete Hegseth é a vez do Secretário da Saúde norte-americano. Robert F. Kennedy Jr. recordou a devoção de Charlie Kirk a Deus.

    “Cristo morreu aos 33 anos, mas mudou a trajetória da história”, disse ainda Robert F. Kennedy Jr. “Charlie morreu aos 31 porque se rendeu, ele também mudou agora a trajetória da história”.

  • Pete Hegseth recorda Charlie Kirk. "Morreu da forma como viveu: a falar a verdade"

    Um “patriota”, “conservador”, “líder”, “construtor”, “amante da liberdade”, “marido”, “pai”, “cristão” e um “guerreiro”. Foi deste modo que Pete Hegseth, secretário da Defesa, recordou o ativista Charlie Kirk. “Era um verdadeiro crente na causa da liberdade, um verdadeiro crente [da mensagem] América primeiro e tornar a América grande outra vez”, sublinhou.

    Hegseth afirmou que, apesar de Charlie Kirk ter começado um movimento político, “percebeu como muitos de nós que não é uma guerra política nem cultural, mas uma guerra espiritual”. “Fé e família primeiro. Há um Deus e como Charlie diria, não somos nós (…). Sempre precisámos de menos Governo, mas o que Charlie percebeu e infundiu no seu movimento foi que precisamos muito mais de Deus”, afirmou.

    “Morreu da forma como viveu: a falar a verdade. Charlie travou uma guerra não com armas, mas com tinta, um microfone, a sua mente e a verdade. E as portas do inferno não prevaleceram contra ele”, sublinhou.

  • Nos ecrãs gigantes vão surgindo imagens de Donald Trump, que entretanto já está acompanhado por Elon Musk.

  • Marco Rubio: Kirk "compreendia que não fomos criados para nos isolarmos"

    Marco Rubio participa agora na homenagem a Kirk. O secretário de Estado norte-americano diz que o ativista assassinado a 10 de setembro “inspirou um movimento”, sobretudo entre os mais jovens, que pensavam que tudo o que tinham aprendido sobre os EUA estava errado. “Mas esta é a nação mais excecional que já existiu na história da humanidade”, clamou.

    Para Rubio, era “incrível o conhecimento” que Kirk tinha sobre tudo. “Não tinha conhecimento, tinha sabedoria, e era invulgar para a idade que tinha”, 31 anos.

    Na visão de Rubio, Kirk era corajoso, porque dialogava com quem não concordava com ele. “Compreendia que não fomos criados para nos isolarmos uns dos outros. Este país precisa da capacidade de dialogar sobre as nossas diferenças e o Charlie fazia isso”.

    O discurso termina com o secretário de estado a citar uma mensagem do evangelho sobre como ser salvo e alcançar a vida eterna.

  • Tucker Carlson: Kirk "sabia que as questões mais profundas não tinham uma resposta política"

    Fala agora Tucker Carlson, apresentador e comentador conservador, que começa a intervenção em tom leve, até com piadas. Lembra o “homem incrível” que era Charlie Kirk, com quem tinha conversas “daquelas que não consegues deixar de pensar depois”.

    Na lembrança de Carlson, Kirk estava a “espalhar o evangelho” pelo país. E apesar de ser uma “pessoa política” e de saber que “grandes melhorias são possíveis de alcançar com política”, sabia também que as questões “mais profundas” não tinham uma “resposta política”. “A única resposta possível é Jesus”, declarou.

    O que “não significa ser politicamente passivo”, destacou Carlson. “A mudança começa quando reconhecemos os nossos pecados”. E “era por isso que o Charlie não tinha medo”, sublinhou, uma mensagem de resto repetida por várias pessoas ao longo da cerimónia. “Não havia ódio no coração dele, e eu sei disso porque no meu coração há um pequeno compartimento de ódio”, admitiu.

  • Trump surge pela primeira vez nos ecrãs gigantes do estádio, o que leva a multidão presente a manifestar-se de forma entusiástica. Ouvem-se cânticos de “U-S-A”, que Trump incentiva de punho no ar. O Presidente dos EUA está num camarote protegido com vidro à prova de bala.

    GettyImages-2236128229 AFP via Getty Images

  • Donald Trump já chegou ao State Farm Stadium para participar na cerimónia de homenagem a Charlie Kirk. Fará o último discurso da noite, depois de JD Vance, Marco Rubio, Pete Hegseth, Robert F Kennedy Jr e da viúva de Kirk, Erika Kirk.

  • Donald Trump já está no Arizona para marcar presença na homenagem a Kirk

    Segundo a CNN, o Air Force One do Presidente dos EUA já aterrou no estado de Arizona, na Luke Air Force Base, próxima do estádio onde decorre o memorial. Donald Trump vai discursar na cerimónia de homenagem esta noite.

  • Fala agora Larry Arnn, diretor da universidade onde Charlie Kirk estudou, Hillsdale College, já depois de uma antiga professora do ativista também ter discursado. “O Charlie vive, o assassino vai morrer”, diz Larry Arn, antecipando que os filhos de Kirk vão frequentar a mesma universidade que o pai. Também será atribuído a Charlie Kirk e à sua mulher um grau académico de honra.

  • O Pastor de Charlie Kirk, Rob McCoy, é o primeiro a falar no estádio State Farm. “O Charlie nunca teve medo porque sabia que a sua vida estava segura nas mãos de Deus”, começa por dizer.

    Pede a todos os presentes no estádio para que se levantem em homenagem a Charlie Kirk e para ouvir o hino dos EUA.

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