Momentos-chave
- O que aconteceu até agora
- NATO reage com prudência a ataque a via polaca usada para enviar ajuda a Kiev
- Iraque vai pedir uma isenção das sanções dos EUA à petrolífera russa Lukoil por seis meses
- Encontro entre Índia e Rússia nas próximas semanas
- Von der Leyen alerta para aumento de ameaças após alegada sabotagem de linha ferroviária na Polónia
- Kremlin vê de forma "muito negativa" possibilidade de novas sanções norte-americanas
- Primeiro líder de um governo de Putin considerado "extremista e terrorista" pela Rússia
- Governo polaco considera "altamente provável" ter sofrido um segundo "ato de sabotagem"
- Durão Barroso diz que Europa deve preparar-se para guerra com Rússia
- Kremlin reforça que encontro entre Putin e Trump é possível, mas depende de "preparação minunciosa"
- Ucrânia denuncia uso de máquinas estrangeiras na produção de armas russas
- Zelensky diz que conversa com Macron incluiu discussão sobre reiniciar as negociações de paz
- Macron diz que Putin "não poderá apostar no cansaço da Europa"
- Orbán diz que a Ucrânia "não tem qualquer hipóteses" de vencer a guerra
- Explosão em linha férrea "crucial" para ajuda à Ucrânia foi um "ato de sabotagem", diz Donald Tusk
- Macron recebe Zelensky na base aérea de Villacoublay, em Paris
- Orbán rejeita a possibilidade da região ucraniana da Transcarpátia ser da Hungria
- Rússia abate 36 drones ucranianos durante ataques da última noite
- Três mortos em ataque aéreo contra bairro densamente povoado de Kharkiv
- Trump: "Qualquer país que faça negócios com a Rússia será sancionado severamente"
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- Na Polónia, uma linha férrea crucial entre Varsóvia e Lublin foi alvo de um alegado ato de sabotagem, ameaçando a segurança logística para a Ucrânia. O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, declarou que o incidente é um ato sem precedentes contra a segurança do Estado e está sob investigação. Outro incidente na linha Swinoujscie-Rzeszow também está a ser investigado, com suspeitas de envolvimento de agências estrangeiras.
- O ministro da Defesa da Polónia, Władysław Kosiniak-Kamysz, anunciou medidas reforçadas de segurança, com o exército a patrulhar a ferrovia no leste do país, utilizando drones e helicópteros para proteger infraestruturas críticas como pontes e estações. Paralelamente, a NATO, através do secretário-geral Mark Rutte, aguarda os resultados da investigação polaca, mantendo um contacto estreito com Varsóvia.
- Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, manifestou apoio a um projeto de lei que impõe novas sanções a países que mantenham relações comerciais com a Rússia. Este pacote de sanções, proposto por republicanos, implica que qualquer país que negocie com a Rússia será severamente sancionado, com Trump a sugerir também a inclusão do Irão na lista de sancionados.
- Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, e Emmanuel Macron, Presidente de França, discutiram um acordo de defesa que inclui a compra de 100 caças Rafale pela Ucrânia. As conversações também abrangeram a possibilidade de reiniciar negociações de paz, na tentativa de criar condições para o fim do conflito na Ucrânia.
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Este liveblog fica por aqui. Pode acompanhar as notícias sobre a guerra na Ucrânia neste link.
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Grupo pendura bandeiras ucranianas na cerca da casa do presidente do parlamento checo
Um grupo de ativistas pendurou uma série de bandeiras ucranianas na cerca à volta da casa do presidente do parlamento checo, o político de extrema-direita Tomio Okamura, noticiou o Ukrinform.
O líder mandara tirar a bandeira ucraniana hasteada na fachada do Parlamento checo desde a invasão russa num dos primeiros dias no cargo para que foi eleito no início de novembro.
???????????????? In Prague, activists hung Ukrainian flags near the house of Parliament Speaker Tomio Okamura.
He recently demonstratively removed the Ukrainian flag from the Czech Parliament building immediately after taking office. pic.twitter.com/mdbh4Mx42Q
— Devana ???????? (@DevanaUkraine) November 17, 2025
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Representante da Casa Branca indica que Trump aceitaria novas sanções a países que negociem com a Rússia
Donald Trump aceitaria assinar um projeto-lei que impusesse novas sanções aos países que negoceiem com a Rússia, noticiou a Reuters, citando um funcionário da Casa Branca.
Este projeto, criado por representantes republicanos, ainda não foi aprovado em ambas as casas do Congresso mas, segundo a agência, esta “OK” do Presidente dos EUA pode avançar o processo. Porém, explica a fonte, há um senão.
“Tem sido importante para a Casa Branca e para o presidente que haja uma cláusula no pacote de sanções que garantisse ao Presidente a autoridade final na tomada de decisões sobre as sanções”, indicou o funcionário.
“Portanto, desde que isso esteja incluído, acho que o presidente consideraria assinar o projeto de lei”, acrescentou.
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FMI propõe pacote de ajuda de 6,8 mil milhões de euros para a Ucrânia
O Fundo Monetário Internacional propôs um pacote de ajuda à Ucrânia de cerca de 6,8 mil milhões de euros, distribuídos pelos próximos quatro anos, informou a presidente da comissão orçamental do parlamento ucraniano Roksolana Pidlasa no Facebook, após uma reunião com o chefe da missão do FMI para a Ucrânia, Gavin Gray.
A reunião marcou o início do trabalho da missão em Kiev para “conduzir negociações oficiais sobre um novo programa de cooperação com a Ucrânia”, assim como os preparativos para o orçamento ucraniano para 2026.
Sobre a quantidade proposta pelo fundo, Pidlasa admite que “é menos” do que esperavam e do que precisam. “Mas o programa com o FMI é a chave para obter financiamento de outros parceiros, incluindo um crédito de reparação”, disse ainda.
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Ministro da Defesa da Polónia diz que exército vai patrulhar ferrovia no leste do país
O ministro da Defesa da Polónia, Władysław Kosiniak-Kamysz, anunciou que o exército territorial do país vai ajudar na patrulha da ferrovia no leste do país depois das explosões dos últimos dias.
“Será dada especial atenção a elementos críticos da infraestrutura: pontes, viadutos, túneis, estações, desvios e dispositivos ferroviários de controlo de tráfego”, disse o responsável na rede social X.
“As Forças de Defesa Territorial utilizarão aeronaves não tripuladas durante as patrulhas e, a partir de amanhã, a ação contará com o apoio de um helicóptero”, garantiu ainda.
Zwiększamy zaangażowanie @terytorialsi ???? we wsparciu Straży Ochrony Kolei w patrolowaniu linii kolejowych we wschodniej Polsce. Szczególna uwaga zostanie zwrócona na newralgiczne elementy infrastruktury: mosty, wiadukty, tunele, stacje, rozjazdy czy kolejowe urządzenia… pic.twitter.com/PyVAjcXk0C
— Władysław Kosiniak-Kamysz (@KosiniakKamysz) November 17, 2025
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NATO reage com prudência a ataque a via polaca usada para enviar ajuda a Kiev
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, pediu hoje para se aguardar a investigação das autoridades da Polónia à sabotagem de uma linha ferroviária usada para enviar ajuda e armamento para a Ucrânia.
“Estamos em contacto estreito com as autoridades polacas, num contacto intenso sobre este assunto”, afirmou Rutte numa conferência de imprensa na sede da NATO, em Bruxelas, após uma reunião com o Presidente finlandês, Alexander Stubb.
Rutte disse ser necessário aguardar “os resultados da investigação” em curso, sem querer nomear suspeitos do ataque às infraestruturas polacas, segundo a agência de notícias espanhola Europa Press.
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Iraque vai pedir uma isenção das sanções dos EUA à petrolífera russa Lukoil por seis meses
O Iraque vai pedir aos EUA uma isenção por seis meses das sanções impostas pelos norte-americanos à gigante petrolífera russa Lukoil, informou a agência Reuters.
Esta pausa nas sanções, lê-se, serviria para dar mais tempo à empresa para vender a sua parte na propriedade do campo petrolífero iraquiano West Qurna-2.
Segundo fontes próximas da governação energética do país, o campo é grande demais para ser operado pelas empresas estatais iranianas. Duas empresas ocidentais e uma chinesa estarão interessadas na compra, lê-se ainda.
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Corrupção na Ucrânia? "Cortar apoio não faz sentido"
Pedro Nascimento considera que Ucrânia tenta manter mecanismos de “escrutínio”, mesmo em tempos de guerra. Ainda acrescenta que Europa não está preparada para segurar Ucrânia, se EUA saírem de “cena”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Encontro entre Índia e Rússia nas próximas semanas
O ministro dos negócios Estrangeiros da Rússia anunciou esta segunda-feira que em menos de três semanas Nova Deli receberá um encontro entre líderes russos e indianos. O anúncio foi formalizado por Sergey Lavrov depois de uma reunião com o seu homónimo indiano, Subrahmanyam Jaishankar. Antes, Dmitry Peskov tinha revelado que Vladimir Putin iria visitar a Índia até ao final do ano, recordou a agência Tass.
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Von der Leyen alerta para aumento de ameaças após alegada sabotagem de linha ferroviária na Polónia
A presidente da Comissão Europeia advertiu hoje que as ameaças à segurança da União Europeia (UE) “são reais e estão a aumentar”, exortando o bloco comunitário europeu a aumentar “urgentemente a capacidade de proteção dos céus e infraestruturas”.
“As ameaças à nossa segurança são reais e estão a aumentar”, escreveu Ursula von der Leyen nas redes sociais, alertando que a UE tem de “aumentar urgentemente a capacidade de proteção dos céus e infraestruturas”.
A presidente do executivo político-económico europeu acrescentou que a Polónia “é o país que mais investe” na área da defesa entre os 27 países do bloco comunitário: “Por essa razão, vai ser o principal beneficiário do Programa de Ação para uma Europa Segura [SAFE, na sigla em inglês]”.
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Kremlin vê de forma "muito negativa" possibilidade de novas sanções norte-americanas
O Kremlin reagiu negativamente ao anúncio de Trump relativo à preparação de um novo pacote de sanções contra a Rússia. O Presidente norte-americano disse que “qualquer país que faça negócios com a Rússia será severamente sancionado”.
“Veremos como evolui esta medida [do Congresso norte-americano]. Veremos que pormenores implica. Naturalmente, encará-lo-íamos de forma muito negativa”, disse Dmitry Peskov, em declarações noticiadas pela CNN.
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Primeiro líder de um governo de Putin considerado "extremista e terrorista" pela Rússia
O ex-primeiro-ministro russo Mikhail Kasyanov foi adicionado à lista de pessoas consideradas “extremistas e terroristas” pelo Estado russo, de acordo com uma decisão revelada hoje pelo regulador financeiro na Rússia, noticiada pela SkyNews.
Kasyanov foi o primeiro-ministro durante os primeiros quatro anos de Vladimir Putin como Presidente, tendo sido demitido em fevereiro de 2004, semanas antes da primeira reeleição de Putin. A partir de então, passou a fazer oposição ao Kremlin. Em 2022, deixou o país e foi abertamente crítico da invasão da Ucrânia, acabando por ser considerando um “agente estrangeiro” pelo Kremlin no ano seguinte.
Também o economista Sergei Guriev foi adicionados à lista dos extremistas e terroristas. O atual reitor da universidade London Business School já ocupou o cargo de economista-chefe do Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento.
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Governo polaco considera "altamente provável" ter sofrido um segundo "ato de sabotagem"
Depois de Donald Tusk ter confirmado que a explosão numa linha férrea foi causada por um ato de sabotagem, o seu ministro da Administração Interna diz agora que é “altamente provável” que tenha ocorrido um segundo ato deste tipo no domingo.
Um incidente na linha de comboio Swinoujscie-Rzeszow está a ser investigado pelas autoridades polacas, de acordo com Marcin Kierwinski. As hipóteses de os responsáveis pela sabotagem estarem a agir a comando de agências de informação estrangeiras são elevadas, disse o governante polaco, sem mencionar nenhum país em específico.
Um comboio que circulava nesta linha foi forçado a parar no domingo à noite a cerca de 50 km de Lublin, depois de os cabos elétricos aéreos que alimentavam o comboio terem sido danificados, disse o ministro da Administração Interna. Havia 475 passageiros a bordo, mas não foram registados feridos.
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Durão Barroso diz que Europa deve preparar-se para guerra com Rússia
O antigo presidente da Comissão Europeia Durão Barroso defendeu hoje a necessidade de a Europa estar preparada para uma provável guerra contra a Rússia, considerando que a única forma de manter a paz é estar pronta para o conflito.
“Se a União Europeia quer existir como entidade política, tem também de fazer algo pela sua própria defesa, não numa perspetiva militarista, que não é a minha, mas precisamente para garantir a paz”, afirmou, em entrevista à Lusa, à margem do Fórum EuroAméricas, que decorre hoje em Carcavelos, Cascais.
“Mais do que nunca, aplica-se o princípio de ‘se queres a paz, prepara-te para a guerra’”, defendeu, considerando que neste momento, “a única forma de evitarmos uma guerra generalizada na Europa é mostrar aos potenciais agressores que estamos preparados e que não terão sucesso”.
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Kremlin reforça que encontro entre Putin e Trump é possível, mas depende de "preparação minunciosa"
Um encontro entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é possível, desde que haja uma preparação cuidadosa e que as condições adequadas sejam estabelecidas, disse esta segunda-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
A reunião entre os dois líderes só poderá ocorrer após um processo detalhado de organização. “Assim que essa preparação estiver concluída e as condições para a cimeira forem criadas, esperamos que ela aconteça”, disse Peskov, citado pela agência estatal russa TASS.
O porta-voz presidencial sublinhou, porém, que não é possível prever quando é que estas condições estarão reunidas.
Estas declarações surgem após o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, afirmar que Moscovo teria “perdido uma oportunidade” para um encontro entre os líderes russo e norte-americano em Budapeste.
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Ucrânia denuncia uso de máquinas estrangeiras na produção de armas russas
A Ucrânia descobriu que a Rússia está a usar máquinas fabricadas noutros países — incluindo Japão, Coreia do Sul e Taiwan — para produzir armamento, noticiou o The Kyiv Independent. Segundo os serviços secretos ucranianos (HUR), esse equipamento estrangeiro está integrado nas linhas de produção militares russas.
De acordo com o HUR, estas máquinas estão a ajudar Moscovo a fabricar kits UMPK para bombas planadoras, mísseis e munições de artilharia. A informação recolhida está a ser usada para propor novas sanções destinadas a limitar a capacidade da indústria militar russa.
Os serviços secretos acrescentam que também foram identificadas máquinas provenientes de empresas chinesas, checas e alemãs. Entre os exemplos dados, estão máquinas usadas na produção de módulos para bombas e mísseis como os Kh-59 e Kh-101, bem como estruturas exteriores de mísseis não guiados e estabilizadores usados em morteiros.
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Ataque russo em Nikopol faz dois mortos e um ferido
Duas pessoas morreram e uma ficou ferida após um bombardeamento russo em Nikopol, informou o governador regional, Vladyslav Haivanenko, numa mensagem publicada no Telegram. As vítimas tinham 76 e 51 anos.
A mulher ferida foi levada para o hospital com estado considerado moderado. O ataque danificou vários edifícios, incluindo habitações, lojas e uma barbearia, noticiou o Ukrainska Pravda.
Haivanenko acrescentou ainda que outro homem ficou ferido depois de um ataque com um drone FPV russo, mas vai recuperar em casa.
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Polónia reabriu passagens fronteiriças com a Bielorrússia a pessoas e bens
A Polónia reabriu hoje duas passagens fronteiriças com a Bielorrússia, que estavam encerradas devido ao elevado fluxo de migrantes e às tensões políticas com o regime bielorrusso.
O porta-voz da polícia fronteiriça da Polónia, Andrzej Juzwiak, confirmou à Agência France Presse (AFP) que foram reabertas as fronteiras de Kuznica Bialostocka e Bobrowniki tendo Varsóvia mobilizado unidades militares para a zona.
O Ministério do Interior (correspondente ao Ministério da Administração Interna) polaco disse que o Executivo de Varsóvia “está a corresponder” às expectativas dos residentes e das empresas da região, incluindo as companhias de transportes, que sofreram as consequências económicas do encerramento das fronteiras.
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Zelensky diz que conversa com Macron incluiu discussão sobre reiniciar as negociações de paz
Depois de Macron, Volodymyr Zelensky começou por agradecer a França e o apoio dos outros países europeus, destacando que a Ucrânia espera um fim pacífico para o conflito.
Sobre o acordo, o Presidente ucraniano destaca que adiciona elementos “eficazes, práticos e fortes” à capacidade da Ucrânia de se defender e vai fortalecer as suas capacidades. De acordo com Zelensky, as conversas com Macron abordaram algumas discussões sobre como reiniciar as negociações de paz para “criar as condições necessárias” para o fim da guerra.