Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a atualidade internacional, com atenção no conflito no Médio Oriente, neste novo artigo em direto.

    Comando militar dos EUA vai informar Trump sobre os novos planos para uma ação contra o Irão

  • EUA reivindicam bloqueio de 42 navios no Estreito de Ormuz

    O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou quarta-feira que as suas forças impediram a passagem a 42 navios, no âmbito do bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, causando “prejuízos” significativos a Teerão.

    “Hoje, as forças norte-americanas alcançaram um marco significativo ao redirecionar com sucesso o 42.º navio comercial que tentava violar o bloqueio”, informou o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom.

    O oficial acrescentou que o bloqueio naval, que envolve mais de 200 aeronaves e mais de 25 navios, está a reter 41 petroleiros “com 69 milhões de barris de petróleo que o regime iraniano não pode vender”.

    “Isto representa um prejuízo estimado em seis mil milhões de dólares, dos quais a liderança iraniana não pode beneficiar financeiramente. O bloqueio é altamente eficaz e as forças norte-americanas continuam totalmente empenhadas na sua completa aplicação”, acrescentou Cooper.

  • Suécia anuncia ter apreendido navio da frota fantasma russa

    A Suécia apreendeu um cargueiro da frota fantasma russa suspeito de transportar trigo ucraniano roubado, que tinha abordado no início de março, anunciou hoje a procuradoria nacional.

    A frota fantasma russa é composta por navios, frequentemente envelhecidos, em mau estado, sem seguro adequado e com propriedade opaca, que Moscovo utiliza para contornar as sanções ocidentais.

    O Caffa, um navio de 96 metros (315 pés), tinha saído de Casablanca (Marrocos) a 24 de fevereiro e seguia em direção a São Petersburgo (Rússia) quando a polícia sueca, armada, subiu a bordo, ao largo de Trelleborg (sul), a 6 de março.

    Poucos dias depois, os guardas costeiros suecos anunciaram a prisão de um membro da tripulação, suspeito de “infrações ao código marítimo e à lei da segurança dos navios, e de utilização de documentos falsos”.

    A procuradoria sueca anunciou hoje que o navio estava agora apreendido, devido a um pedido de “cooperação judiciária” proveniente de outro país, sem especificar qual. “Um Estado estrangeiro solicitou que algumas investigações fossem conduzidas na Suécia, nomeadamente sobre o navio Caffa”, precisou o procurador Hakan Larsson, em comunicado.

    “Decidi apreender o navio para que o tribunal examine se este pode ser entregue ao outro Estado”, acrescentou.

  • Trump disse a Netanyahu que ataques no Líbano têm de ser cirúrgicos. "Não pode demolir edifícios"

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, tem falado ao telefone com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, todos os dias esta semana, avança o jornal Axios, que entrevistou o chefe de Estado norte-americano.

    Nos contactos telefónicos, Donald Trump tem dito ao primeiro-ministro israelita que tem de atacar o Líbano de forma mais “cirúrgica”. “Não demolir edifícios. Ele não pode fazer isso. É demasiado terrível e faz Israel parecer mal.”

    Donald Trump sublinhou que gosta da atual liderança libanesa. “O Irão arruinou o Líbano”, considera o líder norte-americano. “Quando o Irão for derrotado, o Hezbollah será automaticamente derrotado.”

  • Rangel acredita que EUA "não têm motivos" para considerar Portugal um aliado pouco fiável na NATO

    Ministro assegura que Portugal não faz parte da guerra do Irão, país que admite ser uma “ameaça”. Rangel garante que condições de uso da Base das Lajes “têm sido cumpridas” pelos Estados Unidos.

    Rangel acredita que EUA “não têm motivos” para considerar Portugal um aliado pouco fiável na NATO

  • Após comentários de Merz, Trump anuncia que está a ponderar reduzir presença norte-americana na Alemanha

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje, na Truth Social, que os Estados Unidos da América estão a “estudar e a rever uma possível redução das tropas norte-americanas na Alemanha”.

    A decisão vai ser tomada “em breve”, prometeu.

    A publicação surge após o chanceler alemão, Friedrich Merz, ter dito que os Estados Unidos estão a ser “humilhados” no Irão.

  • Rangel garante: "Governo não apoia, não subscreve nem está envolvido" na guerra do Irão

    O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, garantiu hoje que o Governo português não “apoia, não subscreve nem está envolvido” na guerra do Irão. “Nós não estamos neste conflito.”

    Na entrevista ao programa Grande Entrevista da RTP3, Paulo Rangel admitiu que o conflito é “difícil” no que toca aos “valores internacionais”, ressalvando que “os termos que este conflito foi posto não iria resolver a situação que se pretende” no Irão.

    Para explicar o ponto de vista, o ministro descreveu o Irão como uma “ameaça” e recordou que o regime iraniano retaliou, nas primeiras horas do conflito, contra os Países do Golfo — como a Arábia Saudita ou o Qatar.

    Paulo Rangel sublinhou que o Executivo sempre “defendeu soluções diplomáticas”, principalmente nesta “fase volátil” do cessar-fogo entre o Irão e os Estados Unidos. “Interessa-nos essencialmente atingir um cessar-fogo duradouro que crie as condições de paz que as duas partes possam aceitar inaugurar um novo capítulo na região também.”

  • Ministro da Defesa quer reforço da Europa na NATO mas EUA são “aliado fundamental”

    O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, reconheceu hoje que “não há NATO sem Estados Unidos”, que são um “aliado fundamental”, mas defendeu ser necessário “reforçar o pilar europeu de defesa” da organização.

    “Os Estados Unidos [da América] são um aliado fundamental da NATO. Em boa verdade, não há NATO sem Estados Unidos”, disse o governante, em declarações aos jornalistas em Beja, hoje à noite, à margem de uma visita à feira agropecuária Ovibeja.

    Contudo, na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês), é necessário “reforçar o pilar europeu de defesa”, argumentou o ministro.

    O objetivo é “que possamos depender mais de nós, do que depender apenas daquilo que nos habituámos a ter no passado do outro lado do Atlântico”, acrescentou.

  • Flotilha rumo a Gaza diz que embarcações estão a ser intercetadas por Israel

    A Global Sumud Flotilla — organização que tem a caminho da Faixa de Gaza uma flotilha humanitária — anunciou no X que as embarcações estão a ser “intercetadas” por “lanchas militares”, que se identificaram como sendo de “Israel”.

    No X, a Global Sumud Flotilla acusou Israel de “apontar lasers e armas semiautomática” contra os tripulantes, ordenando-lhes que “se colocassem de joelhos com as mãos no chão”.

    “As comunicações das embarcações estão a ser bloqueadas e foi emitido um pedido de socorro”, indicou a Global Sumud Flotilla.

  • EUA vão retirar porta-aviões do Médio Oriente

    O porta-aviões norte-americano Gerald R. Ford vai partir do Médio Oriente e retornar para os Estados Unidos da América, adianta hoje o Washington Post.

    O porta-aviões já está em alto mar há mais de dez meses — e será uma forma de a tripulação poder regressar a casa. O USS Gerald R. Ford precisa igualmente de reparações.

    Não é claro quando é que vai sair do Médio Oriente, mas deverá chegar ao estado norte-americano da Virginia em meados de maio.

  • Costa espera trabalhar "em estreita colaboração" com futuro primeiro-ministro húngaro

    O presidente do Conselho Europeu disse hoje esperar trabalhar “em estreita colaboração” com o vencedor das eleições legislativas húngaras, Péter Magyar, salientando existir “trabalho importante” a fazer no apoio à Ucrânia e no próximo orçamento comunitário.

    “É um prazer dar as boas-vindas a Péter Magyar a Bruxelas. Espero que trabalhemos em estreita colaboração no Conselho Europeu”, escreveu António Costa numa publicação nas redes sociais, divulgada no final da reunião em Bruxelas com Magyar.

    O presidente do Conselho Europeu referiu que há “trabalho importante” para realizar este ano no Conselho Europeu, designadamente no que se refere ao Quadro Financeiro Plurianual (o orçamento da União Europeia para o período entre 2028 e 2034), à Ucrânia e à competitividade.

  • Bloqueio naval em Ormuz é "de génio", diz Trump

    O bloqueio naval no Estreito de Ormuz “é de génio”, afirmou o Presidente norte-americano. “A força marinha é a maior do mundo”, realçou.

    Sobre uma nova ronda de negociações com o Irão, Donald Trump assegurou: “Não vamos voar 18 horas para vermos um pedaço de papel de que não gostamos. É ridículo.”

    Sobre a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEC), Donald Trump disse que era “incrível” e que não se opunha.

  • Trump considera que o Carlos III teria ajudado os EUA no Irão. E não responde se discurso do Rei mudou a sua opinião sobre a NATO

    O Presidente norte-americano foi questionado sobre o discurso do Rei Carlos III no Congresso na Sala Oval em que defendeu a NATO e o apoio à Ucrânia.

    “Eu acho que ele sabe que estamos muito desapontado. Quando precisarmos de um mãozinha no Irão e algumas coisas na Ucrânia, ele disseram que não”, começou por dizer Donald Trump.

    O Presidente norte-americano sinalizou que enquanto os Estados-membros “estão muito envolvidos” na Ucrânia — apesar de “não terem feito algumas coisas” —, no Irão “não estiveram lá”.

    “O Rei é fantástico. Falámos sobre isso. Ele é um grande rei e um grande amigo. Ele ter-me-ia ajudado com o Irão”, elogiou Donald Trump, que ainda subiu o tom: “Ele é um representante fenomenal para o país. Ele é inacreditável. Ele e a rainha. São um grande casal”.

    O Presidente norte-americano disse mesmo ter “adorado o discurso” no Congresso norte-americano de Carlos III.

  • Trump "não sabe" se guerra no Irão vai terminar primeiro do que o conflito na Ucrânia

    “Não sei.” Foi assim que Donald Trump respondeu à questão sobre quais dos conflitos vai terminar primeiro: o da Ucrânia, ou do Irão.

    O Presidente norte-americano voltou a defender que o Irão “está militarmente derrotado”, elencando os efeitos no arsenal e nas forças armadas iranianas que os ataques israelo-americanos tiveram. “A economia deles está a cair.”

  • Costa espera trabalhar “em estreita colaboração” no Conselho Europeu com futuro Primeiro-Ministro húngaro

    O presidente do Conselho Europeu disse esta quarta-feira esperar trabalhar “em estreita colaboração” com o vencedor das eleições legislativas húngaras, Péter Magyar, salientando existir “trabalho importante” a fazer no apoio à Ucrânia e no próximo orçamento comunitário.

    “É um prazer dar as boas-vindas a Péter Magyar a Bruxelas. Espero que trabalhemos em estreita colaboração no Conselho Europeu”, escreveu António Costa numa publicação nas redes sociais, divulgada no final da reunião em Bruxelas com Magyar.

    O presidente do Conselho Europeu referiu que há “trabalho importante” para realizar este ano no Conselho Europeu, designadamente no que se refere ao Quadro Financeiro Plurianual (o orçamento da União Europeia para o período entre 2028 e 2034), à Ucrânia e à competitividade.

  • Trump diz que teve "conversa muito boa" com Putin, mas rejeitou oferta do Presidente russo sobre urânio enriquecido iraniano

    Na Sala Oval, durante uma reunião com os astronautas da missão Artemis, o Presidente norte-americano está a responder a perguntas dos jornalistas.

    Em relação à chamada com o Presidente russo, Donald Trump foi uma “conversa muito boa” e acredita que se chegará a uma solução para o conflito “muito rapidamente”. “Gostaria de ver uma solução”, salientou, acrescentando que lhe falou sobre a possibilidade de haver um “cessar-fogo”, apesar de não ter dado detalhes.

    Donald Trump frisou ainda que Vladimir Putin lhe disponibilizou para a Rússia receber o urânio enriquecido iraniano, mas que o Presidente norte-americano recusou.

    “Gostaria de ver [Vladimir Putin] envolvido a acabar com a guerra na Ucrânia. Não vamos deixar o Irão desenvolver uma arma nuclear”, assinalou Donald Trump.

    O Presidente norte-americano destacou ainda que o Irão está derrotado militarmente — e que grandes partes do seu arsenal e mísseis estão destruídos.

  • Zelensky responde a JD Vance. "EUA e a Rússia serão sempre inimigos"

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, respondeu às palavras de JD Vance. Num evento, o vice-presidente declarou que uma das coisas de “que está mais orgulhoso” consiste em que a ajuda norte-americana à Ucrânia diminua substancialmente.

    Para o Presidente ucraniano, a “união” entre Estados Unidos e a Ucrânia torna os dois países “mais fortes”. “Nós estamos abertos, não somos inimigos”, disse, numa entrevista à Newsmax.

    O Presidente ucraniano destacou que a Rússia “será sempre” uma “inimiga” dos Estados Unidos. “Se JD Vance não está a ajudar a Ucrânia, está a ajudar a Rússia e não está a fortalecer os Estados Unidos.”

  • Putin sugeriu a Trump que pode ser declarado cessar-fogo temporário na Ucrânia a 9 de maio

    O Presidente russo sugeriu ao homólogo norte-americano que um cessar-fogo temporário na Ucrânia pode vigorar a 9 de Maio — o Dia da Vitória na Rússia.

    “Vladimir Putin informou o homólogo americano da sua disposição em declarar um cessar-fogo durante as comemorações do Dia da Vitória”, informou o assessor presidencial Yuri Ushakov.

    Donald Trump, segundo o assessor do Kremlin, “apoiou essa iniciativa” e observou que “o feriado marca a vitória” entre a Rússia e os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

  • Putin e Trump falaram ao telefone por mais de 90 minutos. Kremlin diz que líderes "têm opiniões semelhantes" sobre Zelensky

    O Presidente russo, Vladimir Putin, falou hoje ao telefone com o homólogo norte-americano, Donald Trump.

    Segundo uma nota no Kremlin, a chamada telefónica durou uma hora e meia. Vladimir Putin “condenou veementemente a tentativa de assassínio” contra Donald Trump, expressando o seu apoio ao Presidente norte-americano.

    Vladimir Putin elogiou a extensão do cessar-fogo no Irão e avisou que considera “perigosa” uma operação terretre norte-americana contra o Irão. “A Rússia manterá contactos ativos com o Irão, os países do Golfo Pérsico, Israel e os Estados Unidos”, lê-se na nota na agência de notícia RIA.

    Na chamada, Donald Trump disse acreditar que um acordo para acabar o conflito na Ucrânia está próximo. Por sua vez, Vladimir Putin relatou ao Presidente norte-americano que as tropas russas estão a tomar a “iniciativa” no campo de batalha.

    “Os líderes expressaram avaliações semelhantes sobre o comportamento do regime de Kiev liderado por Zelensky, que está a seguir uma política de prolongamento do conflito”, lê-se ainda na nota.

  • Ucrânia. Zelensky anuncia sanções a “frota fantasma” russa e envolvidos em sequestro de crianças ucranianas

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta quarta-feira novas sanções a 23 navios pertencentes à chamada “frota fantasma” russa e a pessoas envolvidas no sequestro de crianças ucranianas de territórios controlados pela Rússia durante a guerra.

    Zelensky explicou que a primeira ronda de sanções visa os envolvidos na “deportação” de crianças ucranianas dos territórios “temporariamente ocupados” no leste e sudeste do país, privando-as da sua identidade e laços familiares.

    “Entre os sancionados estão funcionários do sistema estatal russo, colaboracionistas no território temporariamente ocupado e propagandistas”, precisou o Presidente ucraniano numa mensagem nas redes sociais.

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