Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agoa

    • Dmitrii Medvedev, ex-Presidente russo e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, declarou que o Ocidente está a travar uma “guerra total” contra a Rússia. Medvedev recomendou que Moscovo possa responder com “ataques preventivos” se necessário, acusando o Ocidente de tentar destruir a Rússia, vista como uma “anomalia histórica”. As suas declarações refletem o pensamento de alguns setores mais duros do poder russo.
    • A Rússia entregou à Ucrânia 1.000 corpos de soldados ucranianos como parte de um acordo decorrente das negociações de paz em Istambul. Apesar de ainda não haver avanços significativos rumo a um cessar-fogo, as reuniões permitiram trocas pontuais, como a repatriação de corpos de combatentes falecidos. Em troca, a Ucrânia devolveu 19 corpos de soldados russos.

    • A Ucrânia, em resposta ao aumento dos ataques russos, intensificou o uso de drones e atacou várias regiões da Rússia, incluindo Moscovo e São Petersburgo. Por outro lado, a Rússia lançou 64 drones sobre a Ucrânia, resultando em múltiplos feridos e destruição significativa em regiões como Dnipropetrovsk e Donetsk. Os ataques russos nas últimas 24 horas causaram cinco mortes e 48 feridos na Ucrânia.

    • A nomeação de Yulia Svyrydenko como Primeira-ministra da Ucrânia foi confirmada pelo Parlamento. Svyrydenko, antiga vice-primeira-ministra e ministra da Economia, tem como objetivo revitalizar a gestão do país em meio à guerra com a Rússia, focando-se no aumento da produção interna de armamento e na redução da dependência de empréstimos internacionais.

  • Bom dia.

    Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos mais relevantes do conflito na Ucrânia neste outro artigo em direto.

    Estados Unidos terá mudado fila de espera para os Patriot para acelerar entrega à Ucrânia

  • Eslováquia abandona veto e vai permitir aprovação do novo pacote de sanções

    A Eslováquia vai abandonar o veto que tem mantido ao novo pacote de sanções da União Europeia, permitindo que seja aprovado na sexta-feira, anunciou o primeiro-ministro do país, Robert Fico.

    “Nesta fase, seria contraproducente continuar a bloquear o 18º pacote de sanções. Todas as opções já foram esgotadas e a manutenção da nossa posição de bloqueio poria em risco os nossos interesses”, afirmou Fico numa mensagem de vídeo publicada na sua página de Facebook.

    A Eslováquia tem bloqueado todas as votações de novas sanções à Rússia devido à oposição ao fim da importação de gás natural russo. Face à obtenção de garantias de apoios da UE para o fornecimento de gás ao país, Fico decidiu agora desbloquear a votação.

    “Por conseguinte, estou a dar instruções aos nossos representantes na União Europeia para que abram caminho ao 18º pacote de sanções amanhã”, acrescentou o líder eslovaco.

  • Ucrânia recusa acusações da Hungria e promete responder com "medidas adequadas"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha reagiu ao anúncio feito pelo homólogo húngaro, Peter Szijjártó, de proibir a entrada na Hungria a três oficiais ucranianos.

    Para Sybiha, a decisão tomada pelo governo de Budapeste contra os representantes ucranianos “é infundada e absurda”.

    “Rejeitamos as manipulações da Hungria e não toleraremos tal desrespeito pelos nossos militares”, acrescentou, afirmando ainda que Kiev reserva para si “o direito de tomar medidas adequadas em resposta”, lê-se ainda.

    Segundo o órgão noticioso Ukrainska Pravda, os três oficiais militares visados por Budapeste são Vitalii Tkachenko, chefe do departamento de Pessoal do Quartel General do Comando do Exército; Volodymyr Shvediuk, comandante do Comando Operacional Oeste do Exército e Roman Yuzvenko, diretor do Departamento de Mobilização do Ministério da Defesa.

  • Hungria proíbe oficiais ucranianos de entrar no país. Orbán acusa autoridades de Kiev de matar cidadão húngaro

    A Hungria proibiu três oficiais ucranianos de entrar no país, depois de Viktor Orbán, primeiro-ministro do país, ter acusado recrutadores de exército de Kiev de matarem um homem com dupla cidadania húngara e ucraniana.

    A medida foi anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro, Peter Szijjártó, que não mencionou os nomes dos banidos mas referiu que tinha pedido aos três para que fossem incluídos na lista da União Europeia de pessoas sancionadas.

    “Até que as sanções sejam aplicadas, tomámos hoje medidas para proibir os três indivíduos de entrarem na Hungria”, acrescentou, citado pela Associated Press.

    As acusações húngaras remontam a sexta-feira passada e foram feitas originalmente pelo chefe do Governo, Viktor Orbán, que disse que o homem foi forçado a inscrever-se no exército com violência.

  • Merz garante que Ucrânia receberá os sistemas Patriot muito em breve

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, garantiu ao órgão de comunicação social Politico numa conferência de imprensa que a Ucrânia iria receber os sistemas de mísseis Patriot “muito em breve”, embora estejam ainda pendentes alguns detalhes de logística

    “Neste momento, os Ministérios da Defesa estão a discutir os pormenores da forma como podemos assegurar a entrega atempada dos sistemas Patriot à Ucrânia. Isso pode levar semanas”, acrescentou Merz, citado pela Ukrinform.

  • Zelensky disse que preferia uma aplicação mais rápida de mais sanções dos EUA à Rússia

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que preferia que a aplicação de sanções norte-americanas aos Estados Unidos fosse mais rápida do que o prazo de 50 dias definido pelo Presidente Donald Trump.

    Depois de afirmar que está “muito grato” com o apoio de Donald Trump, Zelensky confessou numa entrevista ao tablóide New York Post que o prazo era “difícil” para eles e que cada dia dos cinquenta era “assustador” para os ucranianos.

    “Gostaríamos que fossem aplicadas sanções de forma mais rápida contra a Rússia ou contra os países que recebem ou lucram com a energia russa”, disse.

    “Nós, da nossa parte, iremos trabalhar para providenciar mais informações e mais argumentos [a Donald Trump] a favor de sanções fortes contra a Rússia”, acrescentou.

  • Plano da "coligação das vontades" implica força de manutenção da paz no terreno, garante Starmer

    O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, garantiu que a chamada “coligação das vontades” criou “planos para o ar, para o mar e para a terra” numa eventual força de manutenção da paz para ser lançada depois de um cessar-fogo na Ucrânia.

    “A quarta componente é o reforço da própria capacidade ucraniana, para garantir que esta se mantenha e seja mais forte após qualquer cessar-fogo”, garantiu o chefe do governo, citado pelo The Guardian.

  • Starmer e Merz aplaudem envio de Patriot dos EUA para a Ucrânia

    O chanceler alemão Friedrich Merz e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer aplaudiram a decisão norte-americana de enviar sistemas de mísseis Patriot para a Ucrânia, com ambos a sublinharem a relevância para a defesa ucraniana aos ataques russos, como noticia o The Guardian.

    Para o alemão, a decisão tomada pelo Presidente norte-americano é uma “iniciativa muito importante”, cujos “detalhes” terão de ser “discutidos” com os parceiros em breve.

    “É evidente que a Europa e os Estados Unidos estão a puxar na mesma direção”, acrescentou Merz, que está de visita ao Reino Unido esta quinta-feira.

    O anfitrião britânico, por sua vez, afirmou que esta decisão “mostra a força da Alemanha, da França e do Reino Unido, que trabalham tão estreitamente com outros aliados na Europa, mas também com os EUA”.

  • Remodelação do governo da Ucrânia aprovada pelo Parlamento

    A remodelação ao governo ucraniano planeada por Volodymyr Zelensky foi aprovada no parlamento esta quinta-feira, segundo o órgão noticioso Ukrinform.

    Vários cargos importantes foram alvo de mudanças. Svitlana Hrynchuk, até agora com a pasta do Ambiente, é agora a nova ministra da Energia.

    Já Herman Halushchenko deixa a pasta da energia para ser o novo ministro da Justiça. Oleksii Sobolev, até agora adjunto, assume o cargo de ministro da Economia.

  • Remodelação. Ucrânia nomeia Yulia Svyrydenko para nova primeira-ministra

    O parlamento da Ucrânia confirmou nesta quinta-feira a nomeação de Yulia Svyrydenko, de 39 anos, como primeira-ministra, a primeira mudança no cargo em cinco anos.

    Esta é uma mudança que faz parte de uma ampla remodelação governamental impulsionada pelo Presidente Volodymyr Zelensky, com o objetivo de revitalizar a gestão do país em plena guerra com a Rússia, num momento em que as perspetivas de paz continuam remotas.

    Svyrydenko, até agora vice-primeira-ministra e ministra da Economia, é uma tecnocrata experiente e terá como missão primordial aumentar a produção interna de armamento, reduzir a dependência de empréstimos internacionais e reforçar a resiliência económica do país.

    Lukasz Kobus

    No discurso que acompanhou a nomeação, Zelensky estabeleceu metas claras: elevar para 50% a participação de armas produzidas internamente no campo de batalha ucraniano (atualmente em 40%) nos próximos seis meses, além de acelerar a cooperação económica com aliados.

    “Não há espaço para atrasos em tempos de guerra”, escreveu Svyrydenko na rede social X (antigo Twitter), sublinhando que os primeiros seis meses do seu mandato serão focados no abastecimento das tropas, no crescimento da indústria de defesa e no fortalecimento tecnológico do setor militar.

    A nova líder do governo é também conhecida por ter negociado com a administração Trump, um acordo que concedeu aos EUA acesso preferencial aos recursos minerais da Ucrânia, o que foi considerado um passo estratégico no aprofundamento das relações entre Kiev e Washington.

  • Rússia entrega corpos de 1.000 soldados ucranianos

    A Rússia entregou à Ucrânia, nesta quinta-feira, os corpos de 1.000 soldados ucranianos no âmbito de um acordo alcançado nas negociações de paz realizadas no mês passado em Istambul, informou o principal negociador russo, Vladimir Medinsky, nas redes sociais.

    Apesar de duas rondas de conversações entre Moscovo e Kiev não terem produzido avanços rumo a um cessar-fogo, os encontros permitiram acordos pontuais, nomeadamente trocas de prisioneiros e a repatriação de corpos de militares mortos em combate.

    “Ao abrigo dos acordos de Istambul, mais 1.000 corpos de soldados ucranianos foram hoje entregues à Ucrânia”, escreveu Medinsky no Telegram, acrescentando que Kiev devolveu 19 corpos de soldados russos.

    Medinsky partilhou fotografias que mostram equipas médicas a descarregar sacos mortuários brancos de camiões frigoríficos.

  • Ex-Presidente russo Medvedev, próximo de Putin, defende "ataques preventivos" contra o Ocidente

    O ex-Presidente russo Dmitrii Medvedev afirmou nesta quinta-feira que o Ocidente está a travar uma “guerra total” contra a Rússia e que Moscovo deve responder “na totalidade” e, se necessário, com ataques preventivos.

    Em declarações citadas pela agência estatal russa TASS, Medvedev, atualmente vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou que o conflito já ultrapassou o nível de guerra por procuração. “É uma guerra em grande escala: mísseis ocidentais, inteligência via satélite, sanções sucessivas, militarização da Europa”, enumerou.

    epa11793862 Russian Security Council Deputy Chairman Dmitry Medvedev chairs a meeting focusing on improving the state migration policy at the Gorki state residence outside Moscow, Russia, 26 December 2024.  EPA/EKATERINA SHTUKINA/ SPUTNIK / GOVERNMENT PRESS SERVICE / POOL MANDATORY CREDIT EKATERINA SHTUKINA/ SPUTNIK / GOVERNMENT PRESS SERVICE / POOL/EPA

    Na sua leitura, esta ofensiva visa “destruir a anomalia histórica odiada pelo Ocidente — a Rússia”. Segundo Medvedev, há séculos que o Ocidente tenta enfraquecer Moscovo, e os seus líderes agem movidos por “traição no sangue” e um “complexo de superioridade ultrapassado”.

    O discurso de Medvedev é visto por diplomatas como um reflexo do pensamento em certos círculos do poder russo, sobretudo entre os setores mais duros do regime.

  • Kremlin justifica cortes de internet no país com segurança da população

    O Kremlin justificou hoje os cortes cada vez mais frequentes de internet, mesmo nas regiões orientais, com a segurança nacional devido à guerra na Ucrânia.

    “Tudo o que está relacionado com a segurança e a proteção dos cidadãos é justificado e é uma prioridade. A ameaça existe e é evidente”, declarou o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov, na habitual conferência de imprensa telefónica diária, em resposta à pergunta de um jornalista.

    A imprensa chamou a atenção para os constantes e cada vez mais frequentes cortes na Internet em todo o país, incluindo em regiões siberianas, como Omsk, a mais de 2.000 quilómetros da capital russa.

  • Soldado ucraniano mata dois instrutores a tiro durante exercício militar em Chernihiv

    Um cadete das Forças Armadas da Ucrânia matou dois instrutores durante um treino com fogo vivo no norte de Chernihiv. O incidente, sobre o qual ainda existe pouca informação, é relatado pelo jornal Ukrainska Pravda, com base em fontes policiais e judiciais.

    O incidente ocorreu nesta terça-feira num campo de treino que pertence às forças armadas terrestres da Ucrânia. O cadete, que disparou a sua metralhadora em direção aos instrutores, foi detido no local e está agora a ser investigado ao abrigo do Código de Processo Penal da Ucrânia.

    As forças armadas não se pronunciaram oficialmente, até ao momento, mas a polícia confirmou que abriu uma investigação por homicídio premeditado. A investigação está agora a ser conduzida pelo Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU).

    O oblast de Chernihiv, que fica a norte de Kiev e junto à fronteira com a Bielorrússia, tem sido um dos principais locais de treino militar desde o início da invasão russa em 2022.

  • ONU alerta que guerra na Ucrânia ameaça segurança alimentar e desenvolvimento global

    A invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022, provocou uma crise alimentar e o deslocamento de milhões de pessoas e prejudicou significativamente os progressos rumo aos chamados Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O alerta é feito pelo presidente do Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), o embaixador canadiano Bob Rae.

    Em declarações à agência Ukrinform, em Nova Iorque, Rae sublinhou que “a guerra causou uma crise alimentar internacional e uma subida imediata nos preços, com efeitos sobre milhares de milhões de pessoas”.

    A população da Ucrânia foi reduzida drasticamente. Como ajudá-los a lidar com este nível de deslocamento forçado tornou se uma questão central”, afirmou.

    Rae classificou, ainda, os efeitos da guerra como “consistentemente negativos” para a economia internacional, apontando para o aumento da inflação e a necessidade urgente de garantir acesso a alimentos a preços acessíveis. “O impacto não foi apenas um efeito de onda, foi mais parecido com um tsunami”.

  • Balanço. Cinco mortos e dezenas de feridos em novos ataques russos na Ucrânia ao longo das últimas 24 horas

    Pelo menos cinco pessoas morreram e 48 ficaram feridas nas últimas 24 horas como consequência de vários ataques russos na Ucrânia.

    De acordo com a informação dada pelas autoridades regionais ucranianas e compilada pelo Kyiv Independent, na região de Dnipropetrovsk, o governador Serhii Lysak relatou intensos ataques com drones na cidade de Dnipro, onde uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas.

    Já na zona de Nikopol, cinco pessoas ficaram feridas após ataques com drones FPV e “rockets” Grad. E na região de Donetsk, um dos principais focos de combates, quatro pessoas morreram — três em Dobropillia e uma em Zarichne — e 29 ficaram feridas. De acordo com o governador Vadym Filashkin, centenas de casas, lojas e viaturas foram danificadas, com grande destruição relatada em Dobropillia.

    Há, ainda, o registo de três pessoas feridas na região de Kherson, após bombardeamentos russos contínuos ao longo das últimas horas. Mas também, mais a norte, na região de Kharkiv, cinco pessoas ficaram feridas em ataques russos.

  • Rússia (também) usou drones para atacar várias partes da Ucrânia nesta madrugada

    Ao mesmo tempo que a Rússia acusa a Ucrânia de disparar largas dezenas de drones contra o país, incluindo para as zonas de Moscovo e São Petersburgo, as autoridades ucranianas vieram dizer que a Rússia lançou um total de 64 ‘drones’ contra todo o país, incluindo ‘drones’ de ataque Shahed (de fabrico iraniano) e réplicas (engodos), que os russos utilizam para confundir as defesas inimigas.

    Dos quase 60 ‘drones’ lançados pela Rússia, as defesas ucranianas neutralizaram 36 sobre o centro e leste da Ucrânia, incluindo 22 sobre a região de Dnipropetrovsk.

    O governador regional, Sergei Lisak, disse que o “ataque maciço” contra Dnipropetrovsk e a capital regional, Dnipro, matou uma pessoa e feriu outras cinco, causando ainda um incêndio numa instalação industrial.

    A Ucrânia tinha prometido intensificar os ataques em território russo em resposta ao aumento dos ataques da Rússia nas últimas semanas, que mataram dezenas de civis. Na quarta-feira, um ataque russo fez pelo menos dois mortos e 27 feridos na cidade de Dobropilia, região de Donetsk, no leste da Ucrânia, após uma bomba ter atingido uma zona comercial.

    O ataque com “uma bomba de 500 quilos” danificou 30 lojas, seis edifícios, 304 apartamentos e oito carros, acrescentou o chefe da administração militar da região de Donetsk, Vadim Filaskin, na rede social Facebook.

    *com Agência Lusa

  • Ucrânia diz que Rússia perdeu quase 1.200 militares russos nas últimas 24 horas

    Só nas últimas 24 horas, terão morrido ou ficado feridos mais 1.190 militares russos, segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Estado-Maior General das Forças Armadas da Ucrânia. O responsável não faz qualquer menção ao número de soldados perdidos pela Ucrânia.

    De acordo com a mesma fonte, desde o início da invasão da Ucrânia, a 24 de fevereiro de 2022, as forças russas terão sofrido cerca de 1.038.650 baixas, entre soldados mortos e feridos (incapacitados para o combate).

    Por outro lado, de acordo com o balanço ucraniano, desde o início da guerra foram destruídos mais de 11 mil tanques e cerca de 23 mil veículos blindados de combate. Os sistemas de artilharia destruídos ultrapassam agora os 30 mil, aos quais se somam quase 1.200 sistemas de defesa antiaérea e 1.440 lança-rockets.

  • Alemanha "não tem conhecimento" de envio de mísseis Patriot anunciado por Trump

    O governo alemão garante não ter conhecimento de que qualquer sistema de mísseis Patriot esteja, neste momento, a caminho da Ucrânia – o que contradiz aquilo que afirmou o Presidente dos EUA, Donald Trump.

    “Não posso confirmar se há algo a caminho. Isso não é do meu conhecimento”, disse um porta-voz do Ministério da Defesa alemão, segundo a emissora pública suíça SRF, citada pelo Kyiv Independent.

    O porta-voz acrescentou que está agendada uma reunião virtual do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia (UDCG) para 21 de julho para resolver questões pendentes e trabalhar para implementar a entrega dos sistemas Patriot à Ucrânia “o mais rapidamente possível”.

    Trump tinha dito, nesta quarta-feira, que os mísseis de defesa aérea Patriot com destino à Ucrânia já estavam a caminho. “Já estão a ser enviados”, disse Trump aos jornalistas na Base Conjunta Andrews, em Maryland, quando questionado sobre os mísseis Patriot e outras armas. “Estão a vir da Alemanha e depois substituídos pela Alemanha. E, em todos os casos, os EUA recebem o reembolso total.”

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