Momentos-chave
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    Continue a acompanhar toda a atualidade da política nacional neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Conselho de ministros deve aprovar aumento do salário mínimo nacional para 920 euros

  • Notas do debate. Cotrim perdeu para Seguro por apenas 25 décimas: a Feira da Golegã valeu mais que a cesta dos ovos

    Perigo da teoria da cesta dos ovos, o tudo de bom ou tudo de mau na lei laboral, a contradição na lei da Nacionalidade, a discussão sobre a experiência e a política internacional dominaram debate.

    Notas do debate. Cotrim perdeu para Seguro por apenas 25 décimas: a Feira da Golegã valeu mais que a cesta dos ovos

  • Com lei laboral e greve como pano de fundo, Montenegro avisa PS: "Não querem aprender com aquilo que o povo lhes disse"

    No jantar de Natal do PSD, Montenegro reclamou méritos das vitórias eleitorais, projetando nova conquista nas presidenciais. Pelo caminho, respondeu àqueles que duvidam da legitimidade popular da AD.

    Com lei laboral e greve como pano de fundo, Montenegro avisa PS: “Não querem aprender com aquilo que o povo lhes disse”

  • Ventura diz que declarações do ministro da Educação foram infelizes

    O presidente do Chega, André Ventura, classificou hoje como “muito infeliz” as afirmações do ministro da Educação, Fernando Alexandre, que associou a degradação de residências universitárias a alunos com menores rendimentos.

    “Eu quero aqui pôr a hipótese, porque eu não ouvi as declarações mesmo em direto, portanto eu ponho a hipótese de não ter sido isso ou essa a intenção, mas de facto foram declarações absolutamente lamentáveis, que espero que não se repitam e que mereçam do primeiro-ministro também o reparo de que o ministro da Educação não pode ofender aqueles que, tendo menos recursos, estão a estudar”, declarou André Ventura.

  • Seguro quer dar "impulso" a partir de Belém para acabar com "fragilidade política" da Europa

    Seguro acaba o debate dizendo que os EUA “não têm de se envolver na política interna europeia”. O socialista defende “a Europa deve aumentar a sua autonomia estratégica”, aos níveis militar e de segurança, por exemplo.

    O ex-líder do PS diz que a partir de Belém dará “um impulso” para acabar com “fragilidade política” das lideranças europeias.

  • Seguro: "As nossas empresas precisam de ter uma nova dimensão"

    António José Seguro diz que “as nossas empresas precisam de ter uma nova dimensão, porque isso permite melhores salários e permite progressão na carreira”, algo que diz que os jovens procuram.

    “As PMEs precisam de ganhar nova dimensão”, porque têm dificuldades a aceder a financiamento às mesmas taxas de juro que as empresas maiores, afirma o socialista. “Isso não é assim”, atira Cotrim.

  • Cotrim entende que há uma "intenção descarada" dos EUA de apoiarem forças nacionalistas na Europa"

    João Cotrim Figueiredo considera que “o apoio declarado e intenção descarada de apoiar forças nacionalistas na Europa” mais próximas da “ideia de Trump”. “Mostra que Trump tem medo da união da UE”, realça.

  • Cotrim acusa Seguro de ter desvalorizado "30 anos de experiência profissional"

    Cotrim Figueiredo questiona se Seguro é “dono do debate”, socialista diz que é um “democrata”. “Acabou de desvalorizar 30 anos de experiência profissional que tenho”, queixa-se o liberal.

    Diz que a proposta de Seguro sobre PME “já existe” e que “não funciona”. “Se tivesse passado 10 anos na gestão privada sabia que não é por esses incentivos fiscais que empresas se fundem”, explica. E nota que em relação aos jovens, “um drama nacional”, “todos os governos já perceberam que é por causa do IRS”. “Eu preferia que fosse baixo para que eles não saíssem”, refere, acusando o PS de se ter “recusado a reduzir número de escalões”.

  • Seguro: "Ao contrário do meu adversário, tenho experiência governativa"

    “Não serei um primeiro-ministro sombra em Belém”, responde Seguro.

    “Ao contrário do meu adversário, tenho experiência governativa”, disse Seguro, sobre os seus tempos como ministro adjunto do Governo de António Guterres e a ligação que fazia com Belém, na altura. O socialista acredita que essa é “uma vantagem” em relação ao ex-líder da IL.

    Seguro pede “estabilidade” nas medidas públicas para estimular a natalidade no país, algo em que o liberal concorda. “Bem vindo ao acordo”, diz Seguro. “Ai, é seu?”, responde Cotrim.

  • Cotrim: "Os Presidentes devem ter a preocupação de colaborarem institucionalmente com os governos"

    João Cotrim Figueiredo também entende que esses temas devem ser “tratados privadamente”. “Os Presidentes devem ter a preocupação de colaborarem institucionalmente com os governos, de facilitar a ação do governo e serem exigentes nas funções que têm”, explica, frisando que “nenhum dos temas importantes para os portugueses saia da agenda da preocupação do Governo”.

    “Em 2050 vamos ter mais de um terço da população com mais de 65 anos, é bom prepararmo-nos para esta realidade. Um Presidente interventivo deve fazer isto em vez de ficar à espera.”

  • Seguro lembra que Cotrim disse que promulgaria Lei da Nacionalidade chumbada pelo TC

    O ex-líder socialista diz que “está estupefacto” com a posição de Cotrim sobre a Lei da Nacionalidade.

    Lembra que o liberal disse, antes da apreciação do Tribunal Constitucional, que promulgaria o diploma, deixando Cotrim sem resposta, durante momentos.

    “O senhor pronunciou-se antes do TC tomar uma posição. O senhor diz uma coisa na Golegã e diz outra coisa aqui.”

    Sobre um eventual pedido de demissão de um membro do Governo, Seguro defende que o Presidente “deve fazê-lo em privado nas reuniões de quinta-feira” com o primeiro-ministro.

  • Lei da nacionalidade: "Espero que partidos não insistam num braço de ferro com TC"

    João Cotrim Figueiredo gostava de perceber o que é “nova organização da saúde”, frisando que “os médicos estão mal distribuídos” e questionando o adversário. “A sua técnica neste debate é fazer-me perguntas. O senhor na forma e no marketing é exímio”, realça Seguro.

    Seguro nota que “capacidade de atrair médicos e enfermeiros está muito em baixo”, frisando que isso se faz com melhores salários e progressão na carreira. “Tem contas feitas”, questiona Cotrim. Seguro: “O que tem contra o SNS?” Cotrim Figueiredo continua a pedir “coisas concretas”.

    João Cotrim Figueiredo, sobre a decisão do TC relativamente à lei da nacionalidade, entende que pronúncia era “esperada” e considera que quanto à pena parece-lhe “bem”. “Quantos às outras normas estamos perante o normal funcionamento das instituições”, realça o ex-presidente liberal. “A única que me parece que levanta dúvidas é quando Governo pretende que haja impedimento de requerer a nacionalidade para pessoas que cometeram crimes que fossem passíveis de penas superiores a dois anos.”

    “Estão lá outros critérios limitativos”, sublinha, realçando que “registo criminal limpo não parece uma exigência extraordinária”.

    Espera que AR “não cometa a loucura de insistir naquela redação” e que partidos “não insistam num braço de ferro com TC” e que “rapidamente possamos ter a lei em vigor”.

  • Seguro diz que Cotrim "promulgaria a lei laboral tal como está"

    Seguro diz que “o nosso sistema político precisa de equilíbrio e sensibilidade social” e, pelo contrário, Cotrim “promulgaria a lei tal como está”.

    “Valorizo a estabilidade política como valorizo a paz social. Este tinha tanto por onde começar, este Governo podia começar com uma proposta para reorganizar o SNS.”

    Cotrim levanta dúvidas sobre as medidas concretas do pacto para a Saúde de Seguro. O socialista diz que apesar de o seu adversário não ter lido o seu pacto, rejeitou-o liminarmente.

    Seguro diz que é necessária a capacidade de “tornar atrativas as profissões no SNS” e melhorar a organização e a gestão.

  • Cotrim: "Se durante o seu mandato for eleito um primeiro-ministro do PS faz o quê? Demite-se?"

    Cotrim Figueiredo sublinha que Seguro considera que não há “nada” que faça sentido, frisando que “nas poucas vezes em que não é vago, Seguro não quer mudar nada”.

    “Eu não sou suspeito [de ser na mesma cor do Governo]”, diz, com Seguro a interromper para dizer que “é do mesmo espaço político”. E questiona: “Se durante o seu mandato for eleito um primeiro-ministro do PS faz o quê? Demite-se?” Reitera que o fundamental é que candidatos sejam “independentes”.

    Cotrim considera a teoria dos ovos “muito perigosa”.

  • Seguro avisa que eleição de Cotrim "reforçava o poder absoluto que já existe à direita"

    António José Seguro responde agora à intervenção de Cotrim. O antigo secretário-geral do PS agradece as “palavras amáveis” que o seu oponente começou por lhe endereçar.

    Depois faz um esclarecimento. É “completamente falso” que tenha tido encontros com Ventura, ao contrário do que este “insinuou” no debate com Gouveia e Melo. Ainda criticou o deputado do Chega por “andar de braço dado em almoços secretos”.

    Respondendo a Cotrim sobre a abrangência dos seus apoios, Seguro diz que o liberal Ricardo Valente, que foi vereador de Rui Moreira no Porto, o apoia. Cotrim responde que tem deputados municipais socialistas na Câmara do Porto que o apoiam.

    A eleição de Cotrim “reforçava o poder absoluto que já existe da direita no nosso sistema político”. Sobre o pacote laborar, ficou satisfeito que o Governo tenha reconhecido que começou mal”, porque não foi apresentado a eleições, não foi atingido um acordo na concertação social e “induz precaridade”.

  • Cotrim acusa Seguro de nem no PS fazer o "pleno": "Sou o único candidato que consegue ascender a área de origem política"

    João Cotrim Figueiredo tem a primeira palavra. Começa por dizer que reconhece em Seguro “integridade e transparência”, se bem que considera que “não chega”. Seguro “tem querido dizer que quer é inspirador e não tenho visto grande coisa; e abrangente e nem no PS consegue fazer o pleno”.

    “Sou o único candidato que consegue ascender a área de origem política”, sublinha, reiterando a “fé de chegar à segunda volta”.

    Sobre a reunião desta terça-feira, lembra que foi descrita como “produtiva e construtiva” e espera um “acordo aceitável para todas as partes” e que não seja um “recuo” Governo “face à necessidade de adaptar legislação laboral aos novos tempos”.

    E questiona Seguro sobre se não há nada no pacote que agrada ao adversário.

  • António José Seguro e João Cotrim Figueiredo encontram-se esta noite para mais um debate presidencial, depois de ter sido adiado por motivo de doença do socialista. Desta vez é na RTP. Acompanhe aqui ao minuto.

  • Marcelo assume que os primeiros dias de recuperação da cirurgia foram "menos agradáveis"

    O Presidente da República voltou a ter, hoje, agenda pública depois de uns dias de ausência causados por uma operação de urgência, a 1 de dezembro, devido a uma hérnia encarcerada. E assumiu que os primeiros dias de convalescença lhe causaram incómodo.

    “Os primeiros dias foram menos agradáveis porque era a quarta hérnia e, do ponto de vista de gravidade, era parecida com a primeira: complicada. Foi doloroso recuperar dos tecidos suturados internamente, dificultava a mobilidade. Daí ter estado uns dias longe do contacto convosco”, explicou aos jornalistas.

  • Legislação laboral. "Há um tempo razoavelmente longo até à possiblidade" do diploma chegar ao Presidente

    Aos jornalistas, em Lisboa, Marcelo recordou ter dito, há cerca de dois meses, que “a procissão ainda estava no altar” relativamente às negociações sobre a lei laboral. E reforçou achar que ainda há um caminho a percorrer até o dossier fechar.

    “Olhando para o calendário político é fácil ver que a Assembleia da República entra de férias de Natal dentro dos dias, reata os seus trabalhos a 7 de janeiro. Suspende os trabalhos nos dias próximos à eleição presidencial, sendo que depois se vê se há segunda volta”, começou por enumerar, rematando: “Não espero nada [relativamente ao tempo de fecho do assunto], mas faço contas para perceber que há um tempo razoavelmente longo até à possibilidade de virar parar às mãos do Presidente”

  • "Tudo o que diga é um juízo indireto”: Marcelo ainda aguarda notificação do Tribunal Constitucional sobre Lei da Nacionalidade

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ainda não tomou nenhuma decisão relativamente à Lei da Nacionalidade considerada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional, aguardando a chegada do documento.

    “O Tribunal Constitucional tem que me notificar. Provavelmente já notificou os deputados, mas ainda tem de me notificar da decisão”, declarou Marcelo aos jornalistas nas primeiras declarações após a cirurgia a uma hérnia encarcerada no início do mês. O Chefe de Estado recordou ainda que a Constituição obriga a que envie o diploma para a Assembleia da República o apreciar. “Tudo o que diga é um juízo indireto”, atirou.

    No mesmo momento, Marcelo recusou comentar as declarações do ministro da Educação sobre alunos carenciados em residências do Ensino Superior, que levaram a que Fernando Alexandre tivesse que vir explicar o sentido das suas palavras. O Presidente justificou o seu silêncio sobre o tema dizendo que “não ouviu” nem as primeiras declarações, nem o esclarecimento.

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