Momentos-chave
- Israel envia mensagem ao Líbano: cooperação entre Forças Armadas e Hezbollah é "inaceitável"
- Síria diz que EUA não levaram a sério avisos sírios. Atacante fazia parte das forças de segurança
- Trump culpa Daesh pela morte de dois soldados dos EUA na Síria e ameaça com "retaliação muito séria"
- Morreram dois soldados norte-americanos na Síria. Hegseth anuncia morte do "selvagem" autor do ataque
- Israel confirma que matou alto dirigente do Hamas Raed Saad
- Hezbollah garante que nunca se irá desarmar
- Israel ataca cidade de Gaza para eliminar dirigente do Hamas
- Israel ordena evacuação urgente no sul do Líbano em antecipação a ataque contra estruturas do Hezbollah
- Palestinianos na Cisjordânia recebem ordem de despejo para construção de nova estrada militar israelita
- Um palestiniano morto em Gaza pelas forças israelitas
Histórico de atualizações
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Israel envia mensagem ao Líbano: cooperação entre Forças Armadas e Hezbollah é "inaceitável"
Através de mediadores norte-americanos, Israel enviou este sábado uma mensagem ao governo libanês. Qualquer “cooperação” entre o Hezbollah e as Forças Armadas do Líbano são “inaceitáveis”.
A notícia está a ser avançada pelo canal 12 israelita, citada pela Times of Israel, e surge após suspeitas de Israel de que o Hezbollah estava a colaborar com as Forças Armadas libanesas.
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Síria diz que EUA não levaram a sério avisos sírios. Atacante fazia parte das forças de segurança
O ministro da Administração Interna da Síria, Anwar al-Baba, citado pela AFP, referiu que o país já tinha feito “avisos prévios às forças aliadas” sobre a perigosidade da região de Palmira, onde morreram dois soldados norte-americanos.
“A coligação internacional não tomou em consideração os avisos sírios de uma possível infiltração do Daesh”, lamentou Anwar al-Baba.
Segundo a Reuters, o atacante que matou os dois soldados norte-americanos fazia parte das forças de segurança sírias, mas não tinha nenhum cargo de relevo.
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Trump culpa Daesh pela morte de dois soldados dos EUA na Síria e ameaça com "retaliação muito séria"
O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, lamentou hoje a “morte de três grandes patriotas norte-americanos” — dois soldados e um intérprete — que morreram na cidade de Palmira, na Síria, este sábado.
“Rezamos também pelos três soldados feridos que estão bem”, escreveu Donald Trump numa publicação da Truth Social.
O Presidente norte-americano responsabilizou depois o autoproclamado Estado Islâmico pelo ataque na Síria: “Foi um ataque do Daesh contra os EUA e a Síria, numa parte muito perigosa da Síria”.
O chefe de Estado norte-americano ameaçou com uma “retaliação muito séria” contra o autoproclamado Estado Islâmico.
E Donald Trump garantiu que o Presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, também está “extremamente zangado e perturbado com este ataque”.
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Morreram dois soldados norte-americanos na Síria. Hegseth anuncia morte do "selvagem" autor do ataque
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, anunciou hoje que morreram dois soldados e um intérprete em Palmira, na Síria. Três pessoas ficaram também feridas na sequência do ataque.
“O ataque ocorreu quando os soldados estavam a conduzir uma operação com um líder importante. A sua missão consistia em apoiar as operações contraterroristas contra o autoproclamado Estado Islâmico na região”, indicou Sean Parnell.
Sean Parnell não identificou quem eram os soldados, adiantando, no entanto, que os nomes serão revelados dentro de 24 horas. “O ataque está atualmente a ser investigado.”
Por sua vez, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, revelou no X que o “selvagem” autor do ataque foi morto por aliados dos Estados Unidos.
“Que se saiba: quem mata americanos — em qualquer parte do mundo — vai passar o resto da sua curta e ansiosa vida a saber que os Estados Unidos vão persegui-lo e matá-lo cruelmente”, ameaçou.
The savage who perpetrated this attack was killed by partner forces.
Let it be known, if you target Americans — anywhere in the world — you will spend the rest of your brief, anxious life knowing the United States will hunt you, find you, and ruthlessly kill you. https://t.co/P7D9NrWpAL
— Secretary of War Pete Hegseth (@SecWar) December 13, 2025
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Israel confirma que matou alto dirigente do Hamas Raed Saad
As forças israelitas confirmaram que o ataque lançado contra a cidade de Gaza cumpriu o objetivo de eliminar o dirigente do Hamas Raed Saad, noticia o Haaretz.
O ataque terá matado quatro palestinianos.
A agência notícias palestiniana Wafa afirmou que o ataque foi feito com um drone, visava um veículo no cruzamento de Nablus (a sudoeste da capital de Gaza) e causou um número ainda indeterminado de mortos e feridos. O cruzamento fica na estrada de Rashid, que atravessa Gaza de norte a sul ao longo da costa.
A rádio do Exército de Israel informou que as forças armadas tentaram atacar Saad duas vezes nas últimas duas semanas, mas ambos os ataques foram cancelados à última hora. Além disso, Saad sobreviveu a outros ataques direcionados durante a guerra.
(Com Lusa)
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Hezbollah garante que nunca se irá desarmar
O líder do Hezbollah, Naim Kassem, garante que o grupo libanês nunca se irá desarmar, mesmo que “o mundo inteiro se junte numa guerra contra o Líbano”.
Citado pelo Haaretz, Kassem garantiu que as armas do Hezbollah nunca serão entregues.
“As armas não serão entregues para servir os objetivos de Israel, mesmo que o mundo inteiro se junte numa guerra contra o Líbano”, disse, acusando Israel e os EUA de querer eliminar o “poder” do Líbano e, por conseguinte, conduzir “ao desaparecimento do Líbano”.
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Israel ataca cidade de Gaza para eliminar dirigente do Hamas
As forças israelitas lançaram um ataque contra a zona ocidental da cidade de Gaza, com o objetivo de eliminar o dirigente do Hamas Raed Saad, diz o Haaretz.
O ataque terá provocado a morte de quatro palestinianos, mas não é certo que entre as vítimas esteja o alvo do ataque.
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Israel ordena evacuação urgente no sul do Líbano em antecipação a ataque contra estruturas do Hezbollah
As forças armadas israelitas divulgaram esta tarde uma ordem de evacuação “urgente” para uma aldeia no sul do Líbano.
Israel está a preparar-se para lançar um ataque muito em breve contra o sul do Líbano visando “infraestrutura militar” do Hezbollah.
Numa publicação nas redes sociais, o porta-voz das forças israelitas diz que a ordem de evacuação é para “os residentes do sul do Líbano, especificamente da aldeia de Yanuh”.
“As forças de defesa de Israel vão em breve atacar infraestruturas militares que pertencem ao grupo terrorista Hezbollah para combater as tentativas do Hezbollah, proibidas, de tentar retomar as suas atividades na área”, diz a publicação, que inclui um mapa dos edifícios que devem ser evacuados.
#عاجل ‼️ إنذار عاجل إلى سكان جنوب لبنان وتحديدًا في قرية يانوح
????سيهاجم جيش الدفاع على المدى الزمني القريب بنى تحتية عسكرية تابعة لحزب الله الإرهابي وذلك للتعامل مع المحاولات المحظورة التي يقوم بها حزب الله لإعادة إعمار أنشطته في المنطقة
????نحث سكان المبنى المحدد بالأحمر في… pic.twitter.com/1MHfzpwM6J— افيخاي ادرعي (@AvichayAdraee) December 13, 2025
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Palestinianos na Cisjordânia recebem ordem de despejo para construção de nova estrada militar israelita
Dezenas de residentes e agricultores da aldeia palestiniana de Atouf, no norte da Cisjordânia, receberam recentemente ordens de despejo da parte do exército israelita, que pretende construir uma nova estrada militar vedada, cortando a meio o território palestiniano e abrindo espaço à construção de um novo colonato israelita (considerados ilegais à luz do direito internacional).
De acordo com uma reportagem publicada este sábado pelo The Guardian, advogados em nome dos palestinianos de Atouf já moveram ações junto da justiça israelita para tentar impedir o avanço da obra, mas com poucas esperanças de sucesso.
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Um palestiniano morto em Gaza pelas forças israelitas
Um palestiniano foi morto na sexta-feira pelas forças israelitas na Faixa de Gaza, diz o jornal israelita Haaretz, citando fonte das forças armadas de Israel.
Os militares “identificaram dois terroristas que cruzaram a Linha Amarela, representando uma ameaça imediata para eles”.
A Linha Amarela, definida no acordo de cessar-fogo, delimita a zona de Gaza em que o exército israelita se mantém presente.
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Bom dia.
O Observador continua, através deste liveblog, a acompanhar os desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente.
O liveblog de sexta-feira fica arquivado aqui.