Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Exército do Iémen reivindica mais de 15 ataques contra houthis

    O exército do Governo internacionalmente reconhecido do Iémen reivindicou mais de 15 ataques realizados contra alvos dos houthis nas cidades iemenitas de Taiz e Hodeidah, refere a Al Jazeera.

  • Ataques russos na região de Kiev provocam incêndios em prédios e armazéns. Não há registo de vítimas

    Um ataque russo contra a cidade ucraniana de Boryspil provocou um incêndio no telhado e no andar superior de um prédio residencial de nove andares, refere a Administração Militar Regional de Kiev, no Telegram.

    Na vila de Sviatopetrivske, quatro ataques diretos com drones contra armazéns provocaram incêndios nas infraestruturas, avança Anton Ovsienko, chefe da comunidade de Bilogorodsk, no Facebook.

    Não há registo de vítimas em nenhum dos ataques.

  • Três armazéns humanitários da OMS foram destruídos em três meses

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) denunciou que, nos últimos três meses, três armazéns humanitários da agência foram destruídos na sequência de ataques russos.

    “Quando armazéns humanitários que armazenam suprimentos essenciais são atacados, o impacto vai muito além da perda de edifícios ou equipamentos”, lamenta Silviu Domente, representante da OMS na Ucrânia, em comunicado.

    Domente afirma que as equipas humanitárias não têm recursos para proteger os suprimentos de ataques e manifesta preocupação pelo número crescente de ataques a infraestruturas de saúde na Ucrânia.

    Ontem, um dos principais armazéns da OMS em Kiev foi destruído, mas não provocou vítimas, refere a agência.

  • Irão vai passar a realizar "operações preventivas" contra ameaças

    O porta-voz do Exército iraniano, Mohammad Akrami Nia, afirmou que as Forças Armadas do país vão passar a realizar “operações preventivas” contra ameaças que sejam detetadas, algo que representa uma mudança na doutrina militar iraniana.

    “Onde quer que percebamos uma ameaça, vamos realizar operações preventivas […]. A nossa doutrina militar passou a priorizar a defesa preventiva e as operações de dissuasão”, afirmou à televisão estatal iraniana IRIB, citado pela Al Jazeera.

  • Exército israelita ataca sul do Líbano em retaliação a tentativa de ataque do Hezbollah

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) anunciaram que estão a atacar o sul do Líbano como resposta a uma tentativa de ataque com drone por parte do Hezbollah. O ataque frustrado não foi reivindicado pelo movimento.

    “As forças das IDF interceptaram um drone lançado por terroristas do Hezbollah na zona de segurança: as IDF agora estão a atacar em resposta”, referem no X.

    Durante o dia de hoje, as IDF lançaram vários ataques contra o sul do Líbano que mataram três pessoas e feriram outras 23, refere o Ministério libanês da Saúde, citado pela Al Jazeera.

  • Até quando é que Putin pode esticar a corda?

    Bernardo Valente, professor de relações internacionais no ISCSP, comenta a relação entre Putin e Trump e se pode ser um perigo para as negociações. Também se a guerra pode escalar para a Europa. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Até quando é que Putin pode esticar a corda?

  • Estados Unidos aprovam possível venda de armamento para a Arábia Saudita no valor de 4,9 mil milhões de euros

    O Departamento norte-americano de Estado anunciou a aprovação da possível venda de armamento para a Arábia Saudita no valor total estimado de 5,7 mil milhões de dólares (4,9 mil milhões de euros).

    Os dois negócios referem-se à possível venda de munições de longo alcance JDAM-E, no valor estimado de cinco mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros), e de motores AGT-1500, no valor estimado de 750 milhões de dólares (645 milhões de euros). O principal contratante das munições é a Boeing, enquanto dos motores será a empresa norte-americana Honeywell.

    “Esta venda proposta vai apoiar os objetivos de política externa e de segurança nacional dos Estados Unidos, melhorando a segurança de um importante aliado não pertencente à NATO, que representa uma força para a estabilidade política e o progresso económico na região do Golfo”, realça o Departamento de Estado, em comunicado.

  • Banco turco sancionado pelos Estados Unidos vai tomar ações legais contra "alegações infundadas"

    O Golden Global Yatırım Bankası, banco turco que foi hoje sancionado pelo Departamento norte-americano do Tesouro, vai tomar ações legais pela medida apresentada por Washington e rejeita as acusações de que estaria a ajudar o Irão a contornar as sanções.

    “[O banco] afirmou ter cumprido as exigências bancárias e de conformidade locais e internacionais, acrescentando que vai buscar os seus direitos legais contra as alegações infundadas”, refere a Reuters.

    Além disso, o banco acrescenta que as entidades e indivíduos que teriam sido ajudados a contornar as sanções impostas ao Irão “não eram seus clientes e não mantinham relações comerciais diretas ou indiretas com eles”.

  • Trump elogia "não envolvimento" da China contra pressão económica ao Irão

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pediu a Xi Jinping para não intervir na pressão económica norte-americana contra o Irão e garantiu que Pequim não está envolvido.

    “[Os chineses] não estão realmente envolvidos. A China tem um envolvimento muito pequeno. A China poderia ter um envolvimento muito maior, [porque] eles conseguem 50% do seu petróleo através do Estreito de Ormuz”, refere numa conferência de imprensa na Sala Oval.

  • Estão a ser contruídos oleodutos como alternativas ao Estreito de Ormuz, diz Trump

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que estão a ser construídos oledutos que atravessam a Síria como forma de oferecer uma alternativa ao comércio através do Estreito de Ormuz.

    “Oleodutos estão sendo construídos neste momento. A estrada que atravessa a Síria está a ser construída; na verdade, já está aberta”, afirma na Sala Oval.

    Trump refere também que o Estreito de Ormuz “já não é o que era” e avisa o Irão que a área pode acabar por “não ser mais necessária”.

  • Trump garante que Putin não pretende atacar território da NATO

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Vladimir Putin não pretende atacar território da NATO e que os enviados especiais vão levar a Moscovo uma proposta de paz para terminar com a guerra.

    “Eu falei com ele, conheço-o muito bem. Putin não procura atacar território da NATO”, afirmou na Sala Oval.

  • Trump rejeita chamar "guerra" ao conflito com o Irão e admite voltar a atacar a Montanha Pickaxe

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou chamar “guerra” ao conflito com o Irão, afirmando que se trata de algo “intermitente”.

    “Muita gente não chama guerra, eu chamo um conflito militar, porque são feijões para nós”, afirmou na Sala Oval, respondendo a uma pergunta sobre a recusa do vice-presidente norte-americano em apelidar o conflito de “guerra”.

    Trump garantiu também que teve um “sucesso tremendo” ao impedir que o Irão desenvolvesse uma arma nuclear, mas admite voltar a atacar a Montanha Pickaxe “se houver alguma coisa a acontecer”. A área é um dos locais onde é desenvolvido o programa nuclear iraniano.

  • Estados Unidos pretendem criar frente anti-Irão e expandir Acordos de Abraão após a guerra

    A administração norte-americana pretende criar uma frente anti-Irão no Médio Oriente e expandir a normalização das relações entre os países da região com Israel após a guerra com Teerão, avançam quatro fontes à Axios.

    O plano ainda está “numa fase inicial”, mas não será implementado até às eleições legislativas em Israel, a 27 de outubro, e até às intercalares norte-americanas, a 3 de novembro.

    Além disso, as fontes referem que os Estados Unidos pretendem implementar o plano de desarmamento do Hamas e a criação de um acordo de segurança entre Israel e a Síria, além da retirada das tropas israelitas do Líbano e da Síria.

  • Trump afirma que Estados Unidos não têm "nenhuma obrigação" de negociar com países que prejudiquem Washington

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos não têm “nenhuma obrigação” de negociar acordos comerciais com países que prejudiquem os interesses e agricultores norte-americanos.

    “Se um país nos tratar mal, não temos absolutamente nenhuma obrigação de fazer qualquer tipo de comércio”, afirmou na Sala Oval.

  • Ataques israelitas mataram oito palestinianos nas últimas 24 horas

    Foram mortos oito palestinianos e feridos 31 nas últimas 24 horas, vítimas de ataques israelitas, avança o Ministério da Saúde de Gaza, citado pela Al Jazeera.

    Desde o cessar-fogo negociado em outubro de 2025, morreram 1.334 e 4.429 ficaram feridas.

  • Reportados ataques em alvos norte-americanos na Jordânia

    Foram reportados ataques em alvos norte-americanos no norte da Jordânia, avançam “fontes árabes”, citadas pela agência de notícias iraniana Fars.

    Os ataques não foram reivindicados por nenhuma entidade.

  • Zelensky confirma visita de Witkoff e Kushner a Kiev no domingo

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que os enviados especiais de Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, vão visitar Kiev no domingo para negociações de paz.

    “Discutimos hoje que Steve Witkoff e Jared Kushner vão visitar Moscovo e, no domingo, Kiev. Estamo-nos a preparar para esta visita”, afirmou, no seu discurso diário.

    Zelensky garantiu também que não vão ser lançados ataques contra a Rússia durante a visita dos enviados especiais a Moscovo, e pede reciprocidade.

    “Não haverá ataques aéreos de nossa parte, e a Rússia deve retribuir, garantindo silêncio e sem ataques aéreos durante o tempo necessário para realizar estas negociações e resolver as questões logísticas relacionadas a essa visita norte-americana”, acrescentou.

  • Hamas pede oposição a intenção israelita de retirar população de Gaza

    O movimento islamita palestiniano Hamas exortou hoje os países árabes e muçulmanos a oporem-se às recentes declarações de ministros israelitas apelando para se esvaziar a Faixa de Gaza da sua população transferindo-a para o estrangeiro.

    Tais declarações refletem “os planos extremamente perigosos” de Israel para o território palestiniano devastado pela guerra, afirmou o porta-voz do movimento islamita, Hazem Qassem, num comunicado.

    Por esse motivo, apelou aos “países árabes e aos países muçulmanos para agirem de forma determinada e unida para enfrentar esses planos e tomar medidas eficazes para os fazer fracassar”.

    Na quinta-feira, o ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, apresentou uma proposta, poucas semanas antes das eleições legislativas no país, para expulsar os cerca de dois milhões de habitantes da Faixa de Gaza nos próximos sete anos.

    Na quarta-feira, o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, já tinha lançado esta ideia, afirmando que “não há uma verdadeira solução para Gaza sem essa migração” da sua população para o estrangeiro.

  • NATO prepara bloqueio de Kaliningrado, afirma chefe das secretas russas

    O diretor dos Serviços de Informações Estrangeiros russos, Sergei Naryshkin, afirmou que a NATO está a simular um bloqueio da região russa de Kaliningrado, no Báltico, mas garante que o país está preparado para se defender.

    “Os grupos das Forças Armadas Russas na região de Kaliningrado, nas regiões fronteiriças do noroeste e oeste da Rússia, e a Frota do Báltico têm todas as condições para prevenir qualquer agressão e derrotar qualquer agressor, independentemente de onde venha”, garantiu, citado pela agência de notícias russa Vesti.

    Kaliningrado é um enclave russo que se localiza no Báltico, entre a Lituânia e a Polónia, que tem sido um foco de tensão desde a invasão em larga escala da Ucrânia, em 2022.

    Em 2024, a Rússia acusou o Ocidente de “dificultarem ao máximo” as ligações entre o país e o enclave, por fazer com que os bens e mercadorias fossem transportados, maioritariamente, por via marítima, e com restrições ao transporte via terrestre.

    No mesmo ano, a Lituânia fortificou a sua fronteira com Kaliningrado como medida de prevenção contra um possível ataque russo.

  • Sobe para 15 o número de feridos do ataque russo contra a sede das secretas ucranianas. Declarado alerta aéreo em Kiev por ameaça de drones

    O número de feridos do ataque russo contra a sede dos Serviços de Segurança da Ucrânia subiu para 15, avança a Administração Militar da Cidade de Kiev, no Telegram.

    De acordo com a mesma autoridade, foi declarado alerta aéreo em Kiev devido à ameaça de drones.

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