Momentos-chave
- Ventura diz que Parlamento aprovou ida de Marcelo a "festival de hambúrgueres" na Alemanha. Mas o evento não é sobre gastronomia
- Ministra da Administração comenta incêndios: "Reequilibrar um país desequilibrado leva tempo"
- A luta pela "independência" da UE, as farpas a Trump e as sanções a Israel. O discurso de Von der Leyen nas entrelinhas
- Montenegro falou ao telefone com Trump que disse estar "solidário" com a tragédia do Elevador da Glória
- "Longa vida à Europa." Von der Leyen promete lutar por "um futuro melhor" no final do discurso
- "Temos de nos livrar das correntes da unanimidade", apela Von der Leyen
- Von der Leyen homenageia bombeiros que combateram chamas este verão na Europa
- Ursula von der Leyen defende medidas mais restritivas na imigração: "Todos devem desempenhar o seu papel"
- Redes sociais proibidas para menores? Von der Leyen vai ouvir especialistas e depois tomar decisão
- Von der Leyen sublinha que "democracia está sob ataque", critica desinformação e anuncia apoios para jornalismo independente
- Von der Leyen manda farpa a Orbán: "Respeitar o Estado de direito é um dever para receber fundos europeus"
- "Estamos à beira de uma nova crise de saúde global", alerta Von der Leyen, numa farpa aos EUA
- Von der Leyen pisca o olho a que cientistas norte-americanos venham para a Europa: "Ciência não tem passaporte"
- Von der Leyen ataca relações entre China e Rússia e repete que Europa deve tornar-se "independente"
- "Pensem nas repercussões de uma guerra comercial com os EUA", pede Von der Leyen
- Von der Leyen defende acordo comercial entre UE e EUA: "Foi o melhor acordo possível"
- Von der Leyen tranquiliza agricultores: "Vamos rever a implementação de práticas legislativas injustas"
- "O futuro dos carros e o carro do futuro deve ser feito na Europa", apela presidente da Comissão Europeia
- Habitação. Ursula von der Leyen avisa que é "uma crise social" e anuncia "primeiro plano de casa acessível" na UE
- "É tempo de nos libertarmos dos sujos combustíveis fósseis russos completamente", destaca Von der Leyen
- Von der Leyen: "Precisamos urgentemente de uma estratégia anti-pobreza"
- Ursula von der Leyen: "Devemos manter os objetivos climáticos. É um dever"
- "Vamos investir massivamente em tecnologia digital e limpa", garante Von der Leyen
- Von der Leyen diz-se "amiga de longa data de Israel", lembra reféns e ataca Hamas: "São terroristas que querem destruir Israel"
- Von der Leyen apresenta pacote de sanções contra Israel e propõe "suspensão parcial do acordo de associação comercial"
- "A Europa precisa de fazer mais" pela Palestina, defende Von der Leyen, que pede união entre Estados-membros: "Não podemos ficar paralisados
- Von der Leyen endurece discurso contra Israel: "A fome nunca pode ser uma arma de guerra"
- Von der Leyen fala sobre novas adesões
- "A Europa deve defender todos os centímetros do seu território", defende Von der Leyen
- Von der Leyen anuncia "aliança de drones com a Ucrânia" no valor de seis mil milhões de dólares
- Von der Leyen declara que Europa "demonstra total solidariedade com a Polónia" após ataque com dez drones russos
- Von der Leyen atira a Trump: "As imagens do Alasca não foram fáceis de digerir"
- Von der Leyen anuncia que vai organizar cimeira de coligação para que crianças "raptadas" pela Rússia regressem a casa
- "Este deve ser o momento da independência da Europa", declara Von der Leyen: "Temos estômago para lutar?"
- Von der Leyen avisa: "Numa ordem mundial baseada no poder", uma "nova Europa deve emergir"
- "A Europa está numa luta pelo seu futuro" num "mundo cruel", alerta Von der Leyen
- Metsola dá início ao debate do Estado da União e defende "clareza e resiliência" na UE
- Metsola lista prioridades: "Trabalho, habitação, segurança e regras simples"
- Defesa, Ucrânia e relações transatlânticas serão pontos principais no discurso de Von der Leyen
Histórico de atualizações
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Bom dia, passámos a seguir a atualidade política neste outro artigo em direto.
Obrigada por nos acompanhar, até já!
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UGT e CIP dizem que Governo vai rever regras da amamentação e luto gestacional
O Governo comprometeu-se a apresentar uma nova versão do anteprojeto de revisão da legislação laboral, com uma “evolução” nas questões ligadas à amamentação e ao luto gestacional, indicaram UGT e CIP, à saída da reunião de concertação social.
“O Governo evoluiu” e vai “fazer chegar aos parceiros” uma proposta relativamente às medidas relacionadas “com as questões da família e da parentalidade”, afirmou o secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Mário Mourão, no final da reunião de concertação social de hoje, em Lisboa.
Também o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, indicou que o Governo manifestou a intenção de mexer nas medidas relativas à amamentação, sinalizando que o “período de dois anos não estava em causa”, mas “a necessidade de apresentação de um comprovativo médico”.
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Ventura diz que Parlamento aprovou ida de Marcelo a "festival de hambúrgueres" na Alemanha. Mas o evento não é sobre gastronomia
André Ventura mostrou-se contra o facto de o Parlamento ter a visita de Marcelo àprovado a visita de Marcelo à visita de Estado de Marcelo à Alemanha, dizendo que o Presidente da República irá estar presente num “festival de hambúrgueres”.
“O Parlamento a visita de Marcelo àprovou a visita de Marcelo à ida do Presidente da República à Alemanha para ir a visita de Marcelo à um festival de hambúrgueres. À conta dos nossos impostos. Acham isto normal? Será que os portugueses não se revoltam?”, questionou na sua conta na rede social X.
Segundo um comunicado da Presidência da República, a visita de Marcelo à Alemanha , de 11 a visita de Marcelo à 13 de setembro, ocorre “a convite do seu homólogo a visita de Marcelo àlemão, Presidente Frank-Walter Steinmeier”.
Além de uma reunião de trabalho entre a visita de Marcelo àmbos, a visita de Marcelo à visita também irá incluir a visita de Marcelo à presença do Presidente português na Bürgerfest, a visita de Marcelo à chamada “Festa dos Cidadãos”, que não está relacionada com gastronomia. No comunicado de Belém, explica-se que é uma iniciativa “que se realiza a visita de Marcelo ànualmente nos jardins da residência oficial do Presidente Federal, para honrar o trabalho voluntário e promover o envolvimento cívico dos cidadãos”.
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Carneiro defende entrega do OE2026 na data prevista porque “pressa é má conselheira”
O secretário-geral do PS defendeu hoje que o Orçamento do Estado deve ser apresentado na data prevista porque que “a pressa é má conselheira” e o importante é ser uma boa proposta, manifestando disponibilidade para dialogar com o Governo.
À entrada para a sessão de apresentação da recandidatura de Hugo Martins à Câmara de Odivelas, distrito de Lisboa, José Luís Carneiro foi questionado pelos jornalistas sobre o pedido anunciado hoje pelo líder do Chega para uma reunião com o primeiro-ministro sobre próximo Orçamento do Estado e a defesa da antecipação da entrega do documento no parlamento.
“O mais importante é que, quando for apresentado, seja um bom Orçamento, não que seja apresentado muito depressa. Aliás, a pressa, em regra, é má conselheira e, portanto, que o Orçamento seja apresentado quando está previsto, que é no dia 10 de outubro, por aquilo que pude saber”, contrapôs.
Sobre se gostaria de reunir-se com Luís Montenegro antes da entrega da proposta do Governo, o líder do PS disse que estará “sempre disponível para conversar com o primeiro-ministro quando este entender que é conveniente, que é adequado”.
“Agora, é evidente que a apresentação da proposta do Orçamento do Estado compete ao Governo. Depois, há uma votação na generalidade, há depois um trabalho feito na especialidade e há uma votação final global. E, portanto, há muito tempo ainda para esse diálogo”, admitiu.
Para Carneiro, “o que importa é que o Governo tenha consciência” daquelas que são as matérias que preocupam especialmente o PS.
“Nós colocamos três exigências que para nós são fundamentais em relação ao Orçamento do Estado”, recordou.
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Governo “não tem pressa” sobre revisão laboral, mas “não vai eternizar” discussão na concertação social
A ministra do Trabalho afirmou hoje que o Governo “não tem pressa” na negociação sobre o anteprojeto de revisão laboral, mas avisou que “não vai eternizar” a discussão na concertação social.
“O Governo não tem pressa relativamente à negociação”, dado que o anteprojeto “é muito grande” e “toca muitas matérias”, pelo que a “negociação deve ser profunda”, começou por afirmar a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, à saída da reunião de concertação social, em Lisboa.
Mas “o Governo não vai eternizar esta matéria na concertação social”, dado que “concertação social é uma das várias fases” do processo, acrescentou Rosário Palma Ramalho, sublinhando que, após este passo, o anteprojeto será convertido em “proposta de lei e seguirá para a Assembleia da República, onde haverá outra fase de debate”.
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Elevador da Glória: FECTRANS quer apuramento de “todas as causas e responsabilidades”
A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS) defendeu hoje a necessidade de “apurar todas as causas e responsabilidades” no acidente ocorrido no elevador da Glória, em Lisboa, que vitimou mortalmente 16 pessoas.
Em comunicado, a FECTRANS afirma que, apesar das conclusões iniciais do relatório do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Ascensores e Afins (GPIAAF), “é fundamental uma avaliação profunda que responda às diversas questões que se colocam”.
“O relatório do GPIAAF demonstra que o trabalhador que faleceu tudo fez com o que tinha ao seu alcance, mas que isso não evitou o desastre”, refere a FECTRANS, questionando a periodicidade e a qualidade das avaliações aos sistemas de segurança do equipamento, assim como eventuais alterações nos procedimentos de manutenção face ao aumento de passageiros transportados.
O sindicato criticou ainda a externalização do serviço de manutenção, ocorrida “na sequência do desinvestimento no setor oficinal da Carris em 2006-2007, que levou à saída de mais de 300 trabalhadores, em particular os mais antigos, sem cuidar da passagem de conhecimento para as gerações mais novas”.
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Gouveia e Melo considera que Portugal tem de pensar e planear melhor
O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo alertou hoje que Portugal tem de pensar, planear e organizar-se melhor para evitar acidentes como o do elevador da Glória, em Lisboa.
“Eu acho que temos é que aprender. O Estado Português tem que deixar de ser um Estado que improvisa muito e que reage muito, tem que começar a pensar, a planear e a organizar-se melhor para evitar estes acidentes”, defendeu Gouveia e Melo.
À margem das “Conversas com o Presidente”, evento promovido pela Fundação AEP, no Porto, o candidato presidencial sublinhou que a responsabilidade política existe sempre de forma direta ou indireta, sendo necessário cuidado quando se responsabilizam determinados atores políticos num determinado momento no tempo.
“Isto porquê? Porque a falha daquele sistema, do que eu li do relatório inicial, é uma falha sistémica de desenho de engenharia e essa falha não é de hoje, já está assim há muito tempo”, apontou.
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Ministra da Administração comenta incêndios: "Reequilibrar um país desequilibrado leva tempo"
Em Valpaços, onde participou nas comemorações do 16.º aniversário do Comando Territorial da GNR de Vila Real, Maria Lúcia Amaral abordou a resposta das autoridades aos incêndios que deflagraram em Portugal entre julho e agosto.
A ministra da Administração Interna focou o combate às chamas na prevenção que deve ser realizada antecipadamente e apontou para uma tentativa do Governo em reequilibrar o território demograficamente.
“O que pode ser feito é uma questão complexa porque envolve o cruzamento de políticas públicas diferentes — de reordenamento da floresta, de reordenamento urbano — para que as populações estejam mais defendidas das chamas.”
Ainda assim, enfatiza que as alterações demográficas levam tempo: “Não vai ser nem um ano nem dois, reequilibrar um País desequilibrado leva tempo”.
Maria Lúcia Amaral defende a necessidade de equilibrar o território “para que as pessoas tenham vontade de viver no indevidamente chamado interior”. A ministra lembra também que a formação de uma comissão técnica independente para discutir o combate aos incêndios faz parte de um processo adequado “para se fazer a avaliação” das operações.
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Gouveia e Melo diz que sanções contra Israel “já vêm tarde”
O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo considerou hoje que as sanções da Europa contra Israel “já vêm tarde”, defendendo já deviam ter sido dados “passos mais concretos”.
“Acho que verdadeiramente vem tarde porque a Europa já devia ter dado passos mais concretos e passos em áreas políticas que verdadeiramente importam. Muitas vezes nós fazemos muitas declarações, mas as declarações não têm consequências no terreno”, disse Gouveia e Melo.
À margem do debate “Conversas com o Presidente”, promovido pela Fundação AEP, no Porto, o candidato presidencial lembrou que Israel tem tido ações que violam a lei internacional de forma grave desde há algum tempo.
“O Estado de Israel parece querer moldar uma nova situação no Médio Oriente, isso vai criar uma instabilidade muito grande e estou em crer que isso será, a médio e longo prazo, negativo para o próprio Estado de Israel”, considerou.
Gouveia e Melo afirmou que o que se passa na Faixa de Gaza é “um problema verdadeiramente preocupante e um problema humanitário que devia envergonhar todos”.
Por isso, prosseguiu, se a Europa tem a possibilidade de aplicar sanções, deve aplicá-las porque, caso contrário, acabará por ser “um anão dentro do que é a ordem internacional” e ninguém a respeitará.
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Presidenciais: Seguro critica Estado no apoio aos agricultores afetados por incêndios
O candidato presidencial António José Seguro criticou hoje a demora da administração pública na resposta aos agricultores afetados pelos incêndios, considerando que “há uma distância enorme entre aquilo que se promete e aquilo que se faz”.
Durante uma visita à feira Agroglobal, que decorre no CNEMA, em Santarém, o antigo líder socialista sublinhou a importância da agricultura para a segurança alimentar, a coesão territorial e a prevenção de incêndios, lamentando que os apoios aos produtores estejam a chegar “tarde e de forma insuficiente”.
“Falei hoje com agricultores da Beira Baixa que foram atingidos por um incêndio no final de julho e só agora estão a ser chamados para apresentar candidaturas aos apoios. Passou um mês e meio. Isto não pode acontecer”, afirmou, acrescentando que “há pessoas que perderam dezenas de hectares e ainda não sabem quando nem como vão ser ressarcidas”.
Seguro denunciou também a ausência de medidas para apoiar a reposição de cercas e sistemas de rega, essenciais para garantir a alimentação do gado e a continuidade da atividade agrícola.
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PS diz que Portugal “está pior” e acusa Governo de “retrocesso deliberado"
O PS acusou hoje o Governo de “retrocesso deliberado” que agrava ainda mais a vida dos portugueses, considerando que naquilo que importa “Portugal está mesmo pior” e que os “estadistas prometidos”, como Luís Montenegro, são “afinal falsos profetas”.
Nas declarações políticas que decorrem esta tarde na Comissão Permanente da Assembleia da República, a deputada e secretária-geral da Juventude Socialista, Sofia Pereira, interveio para fazer, segundo disse, “um teste do algodão” à governação do PSD/CDS-PP.
“Ouvir as intervenções do PSD e CDS nesta casa, quase nos fazem crer que Luís Montenegro e Hugo Soares são os nossos estadistas prometidos. Uma espécie de D. Sebastião, que, vindos do nevoeiro que nos assombrava, resgataram, de forma abnegada, o país para o caminho do desenvolvimento”, ironizou.
Sofia Pereira fez um conjunto de perguntas, comparando a situação atual com aquela que existia na governação socialista sobre temas como as propinas, o alojamento local, o luto gestacional e os contratos a prazo ou contratação coletiva, entre outras questões laborais.
“Cada uma destas perguntas tem a mesma resposta: infelizmente com vocês, com a vossa bancada, estamos cada vez piores. A vida está mais cara e este Governo escolhe sempre o mesmo caminho, agravar as suas vidas”, criticou.
Para a deputada do PS, “este é o retrocesso deliberado de um Governo que decide piorar ainda mais a vida dos portugueses”.
“Os vossos estadistas prometidos revelam-se afinal falsos profetas: anunciam uma redenção e entregaram retrocesso, prometeram luz e trouxeram escuridão, falaram em futuro, mas o que nos devolvem é o passado”, condenou.
A agenda do Governo liderado por Luís Montenegro, segundo Sofia Pereira, é “regredir para beneficiar poucos, sempre a rir-se de quem paga o preço”.
“No que verdadeiramente importa, Portugal está mesmo pior infelizmente. E não há farol nem nevoeiro que vos esconda essa responsabilidade todos os dias”, lamentou.
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Parlamento unânime no pesar pelo “trágico acidente” em Lisboa
A Assembleia da República manifestou hoje o seu pesar pelo “trágico acidente” com o elevador da Glória, agradeceu “a abnegação e o espírito de serviço” das equipas de socorro e manifestou solidariedade à cidade de Lisboa.
“No passado dia 3 de setembro, quarta-feira, ocorreu um trágico acidente no Elevador da Glória, em Lisboa. Perderam a vida, na sequência destes acontecimentos, 16 pessoas, entre as quais o guarda-freio e diversos passageiros do veículo. Mais de 20 pessoas ficaram feridas”, recorda o voto de pesar aprovado hoje.
O voto de pesar, apresentado e lido pelo presidente da Assembleia da República e ao qual o Governo se associou, foi aprovado por unanimidade em reunião da comissão permanente — órgão que funciona durante as férias parlamentares. Na sequência da aprovação, foi cumprido um minuto de silêncio.
Com este voto, o parlamento “manifesta profundo pesar pela tragédia”, endereça sentidas condolências às famílias e amigos das vítimas, e faz “votos de pronto restabelecimento” aos feridos.
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"Duas guerras estão a mostrar quebra da ordem internacional"
Madalena Meyer Resende fala numa “evolução negativa” nos conflitos da Ucrânia e no Médio Oriente. Garante que Europa está em “posição complicada” e que a Rússia empurra a NATO para “um teste crucial”.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
“Duas guerras estão a mostrar quebra da ordem internacional”
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A luta pela "independência" da UE, as farpas a Trump e as sanções a Israel. O discurso de Von der Leyen nas entrelinhas
No Estado da União, a presidente da Comissão Europeia diz que a UE deve lutar pelo seu lugar “num mundo cruel” e deve reforçar autonomia face aos EUA. Avisa que este é “momento da independência”: “Têm estômago para lutar?”
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O Elevador da Glória desgovernado onde seguem os líderes franceses: o último número do semanário satírico Charlie Hebdo
A nova edição do jornal satírico mostra figuras como o Presidente francês e o primeiro-ministro demissionário no interior do ascensor em queda, com um cabo solto e vários parafusos pelo ar.
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Montenegro falou ao telefone com Trump que disse estar "solidário" com a tragédia do Elevador da Glória
Luís Montenegro revelou hoje, nas redes sociais, que falou recentemente ao telefone com o Presidente dos EUA Donald Trump.
“Ambos vemos muitas oportunidades para estreitarmos as ligações económicas, políticas e culturais entre os EUA e Portugal”, escreveu o primeiro-ministro.
“Agradeci, sensibilizado, a solidariedade que o Presidente Trump me transmitiu a propósito da tragédia do Elevador da Glória”, concluiu.
Conversei ao telefone com o Presidente @realDonaldTrump no âmbito da nossa aliança e das relações bilaterais. Ambos vemos muitas oportunidades para estreitarmos as ligações económicas, políticas e culturais entre os EUA e Portugal. Agradeci, sensibilizado, a solidariedade que o…
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) September 10, 2025
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"Longa vida à Europa." Von der Leyen promete lutar por "um futuro melhor" no final do discurso
“Temos de lutar pelas nossas liberdades”, pede Ursula von der Leyen, que recorda que há 80 anos o “continente era um inferno na Terra”. “Há 40 anos, o continente estava dividido por um muro.”
“Em cada ocasião, os europeus decidiram lutar por um futuro melhor. Para tornarmo-nos mais fortes. E vou lutar para isso todos os dias. Longa a vida à Europa”, rematou Ursula von der Leyen.
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"Temos de nos livrar das correntes da unanimidade", apela Von der Leyen
No final do discurso, a presidente da Comissão Europeia deixou um apelo: “Temos de nos livrar das correntes da unanimidade” em alguns aspetos, como na política externa.
“Precisamos de ter maiorias qualificadas em algumas áreas”, acredita.
Só isso garante que a União Europeia pode agir “mais rápido” e de forma independente.
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Von der Leyen homenageia bombeiros que combateram chamas este verão na Europa
Sobre os incêndios que assolaram os países europeus este verão — incluindo Portugal — Ursula von der Leyen lamentou que milhões de hectares tenham ardido: “É uma área cerca de um terço da Bélgica. A escala deste perigo é enorme”.
A alemã disse que as alterações climáticas vão tornar os “verões mais quentes, duros e perigosos”.
Assim, é preciso ter os “mecanismos para responder”, defendendo uma abordagem conjunta da União Europeia.
Ursula von der Leyen decidiu ainda homenagear os bombeiros que combateram as chamas este verão.
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Ursula von der Leyen defende medidas mais restritivas na imigração: "Todos devem desempenhar o seu papel"
A presidente da Comissão Europeia aborda agora um tema quente: a imigração. Começa por dizer que as “pessoas da Europa mostraram que estão dispostas a ajudar quem foge da guerra e de perseguições políticas”.
Mas destacou que existe “frustração” entre os europeus de que o assunto está a ser mal-gerido. “Precisamos de um sistema humano e não devemos ser ingénuos.”
Para Ursula von der Leyen, a Europa não pode continuar numa situação em que maioria dos requerentes de asilo que viram os seus pedidos recusados ficam na Europa.
“Não podemos ter uma situação em que apenas 20% daqueles que não puderam ficar efetivamente saem da Europa”, destacou.
“Não temos tempo a perder. Devemos garantir que implementamos o pacto de Migração e Asilo. É duro, mas justo. Todos devem desempenhar o seu papel”, pediu.
Ursula von der Leyen também quer criar sanções para todos que contribuem para redes ilegais de imigração.