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  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Controlo da costa do Iémen no Mar Vermelho pelos houthis ameaça rota crucial para a Arábia Saudita

  • Primeiro-ministro canadiano diz ter conversado "algumas vezes" com Trump sobre o Irão e a Ucrânia

    O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, afirmou conversado com o presidente norte-americano, Donald Trump, “algumas vezes” recentemente sobre as guerras em curso no Irão e na Ucrânia.

    Carney disse aos jornalistas em Calgary, segundo a Al Jazeera, que falou com o líder norte-americano porque faz parte da responsabilidade de ambos “trabalhar em conjunto”.

  • Projécteis atingem duas embarcações perto de Khasab, em Omã

    Quatro projéteis não identificados atingiram duas embarcações a oeste de Khasab, em Omã, provocando um incêndio numa delas.

    O paradeiro da segunda é desconhecido, segundo a Operação de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO).

  • EUA impõem novas sanções a entidades que auxiliam o Hezbollah e outros grupos apoiados pelo Irão

    O Governo norte-americano anunciou novas sanções contra empresas e indivíduos que alegadamente auxiliam o Hezbollah e outros grupos apoiados pelo Irão no Médio Oriente.

    Segundo o The Times of Israel, as novas sanções fazem parte da “Operação Exilado Económico” do Departamento do Tesouro, anunciada a 24 de agosto, que visa cortar as receitas que Teerão utiliza para financiar a guerra.

    As sanções anunciadas esta quinta-feira atingem entidades e indivíduos no Iraque, Líbano e Turquia que, de acordo com o Governo dos EUA, apoiam o Kata’ib Hezbollah, um grupo paramilitar xiita iraquiano sob o comando da Guarda Revolucionária Islâmica, e o Hezbollah.

  • IDF afirmam ter utilizado mais de mil toneladas de explosivos para demolir sistema de túneis do Hezbollah

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram que mais de 1.100 toneladas de explosivos foram utilizadas para demolir os túneis do Hezbollah sob a cordilheira de Ali Taher, no sul do Líbano, esta noite, relatou o The Times of Israel.

    De acordo com as IDF, no interior dos túneis — qu se estendem por mais de dois quilómetros — as tropas isralitas encontraram dezenas rockets, mísseis e drones de fabrico iraniano, bem como armas de fogo, mísseis e centenas de explosivos.

    O sistema de túneis foi, de acordo com o Exército israelita, uma “estrutura estratégica construída ao longo de duas décadas”, cuja construção, alegam, foi financiada e planeada pelo Irão.

  • Registado terramoto após Israel ter explodido túneis do Hezbollah no sul do Líbano

    Um sismo de magnitude 4,1 foi registado no sul do Líbano, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, após relatos de explosões enquanto Israel afirmava estar a destruir infraestruturas subterrâneas do Hezbollah, informou o The Times of Israel.

    Numa publicação na rede social X, o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, divulgou imagens que mostram uma bola de fogo a explodir no céu. “Os terroristas foram eliminados e os túneis de Ali Taher foram destruídos”, afirmou.

  • Enviado da ONU apela aos Houthis para cessarem ataques no Iémen e na Arábia Saudita

    O enviado especial da ONU para o Iémen, Hans Grundberg, apelou aos Houthis para que cessem os ataques no Iémen e através da fronteira com a Arábia Saudita.

    Numa intervenção no Conselho de Segurança da ONU, Grundberg apelou também ao grupo rebelde para pôr fim aos ataques e às ameaças contra navios comerciais.

    “Continuarei a dialogar com o Governo do Iémen e com Ansar Allah para identificar formas viáveis de avançar e manter abertas as opções para uma saída”, afirmou Grundberg.

    Os Houthis anunciaram ter assumido o controlo da cidade portuária de Mocha, de importância estratégica, às forças governamentais, dias depois de terem lançado uma ofensiva em larga escala ao longo da costa do Mar Vermelho, no sudoeste do Iémen.

  • Israel afirma ter destruído infraestruturas subterrâneas do Hezbollah no sul do Líbano

    O Exército israelita destruiu infraestruturas subterrâneas do Hezbollah na zona montanhosa de Ali al-Taher, no sul do Líbano, afirmou o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu numa publicação nas redes sociais.

    As forças israelitas permanecerão na área e continuarão a atacar as infraestruturas do grupo aliado do Irão para “impedir qualquer tentativa do Hezbollah de se restabelecer ou reconstruir as suas capacidades”, acrescentou o comunicado.

    O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou na sexta-feira que as forças israelitas expulsaram combatentes do Hezbollah de uma rede de túneis depois de assumirem o controlo da zona montanhosa.

  • "Recurso a armas nucleares tem que estar fora da equação"

    João Albuquerque considera inaceitáveis as ameaças de Moscovo. O especialista em relações internacionais exige uma condenação firme e explícita dos EUA para evitar um desastre mundial.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “Recurso a armas nucleares tem que estar fora da equação”

  • Chefe de segurança do Irão diz que agência nuclear da ONU enfraqueceu a não proliferação global

    O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Mohsen Rezaei, classificou como “ilegal” a decisão da agência nuclear da ONU (AIEA), tomada esta semana, de encaminhar o caso do Irão para o Conselho de Segurança das Nações Unidas por alegado incumprimento do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).

    “A resolução anti-Irão adotada pelo Conselho de Governadores é ilegal, tecnicamente infundada, totalmente política e inaceitável, trazendo a marca clara da pressão dos EUA e dos sionistas”, escreveu Rezaei no X.

    “As ações politizadas e perturbadoras da AIEA levarão os países a considerar abandonar o TNP”, acrescentou.

  • Presidente do Parlamento iraniano prevê, de forma sarcástica, o plano da administração Trump para conter os preços do petróleo

    O presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, publicou no X um gráfico que descreve, de forma sarcástica, aquilo que afirma ser o plano de Washington para conter os preços do petróleo.

    O gráfico apresenta uma série de medidas que Ghalibaf prevê que a administração Trump irá tomar para baixar o preço do petróleo.

    Uma das medidas consiste em responsáveis da administração Trump apostarem numa descida dos preços do petróleo antes de o governo libertar reservas das suas reservas estratégicas. A previsão parece insinuar que membros da administração Trump estão envolvidos no chamado “insider trading”, ou negociação com informação privilegiada, uma prática que, em determinadas circunstâncias, é ilegal nos Estados Unidos.

    O gráfico prevê ainda que Trump irá afirmar falsamente que estão em curso negociações de paz, numa tentativa de fazer baixar os preços do petróleo, antes de enviar emissários para participar em negociações que, na realidade, não existem.

  • Produção de petróleo dos EUA continua a bater recordes sucessivos

    A produção norte-americana de petróleo bruto atingiu na semana passada um novo recorde, com a guerra no Médio Oriente e os preços elevados do crude a incentivarem as empresas a acelerar o ritmo de produção.

    Na semana terminada em 4 de setembro, foram produzidos 13,95 milhões de barris por dia nos Estados Unidos, revelou hoje a Agência Internacional da Energia (AIE).

    Trata-se de mais 500.000 barris do que no ano anterior.

    O conflito entre Washington e Teerão abalou o mercado petrolífero e prejudicou as exportações de hidrocarbonetos do Golfo. A subida vertiginosa dos preços torna a produção noutros países mais rentável.

  • Embaixada do Irão reafirma compromisso com programa nuclear pacífico

    A Embaixada do Irão na Áustria afirma que Teerão “não abrirá mão do seu direito legítimo a um programa nuclear pacífico”.

    Num comunicado publicado no X, a embaixada acusou os EUA e Israel de interromperem os “mecanismos de verificação” ao lançarem ataques contra as instalações nucleares do país.

    O comunicado surge depois de o Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) ter aprovado ontem uma resolução para encaminhar o caso do Irão para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, devido à recusa de Teerão em permitir o acesso dos inspetores da agência nuclear da ONU.

    A embaixada afirma que os EUA e Israel utilizaram essa “interrupção como pretexto para uma resolução do Conselho de Governadores da AIEA contra o Irão”.

    Teerão afirma ter suspendido as inspeções da ONU em algumas das suas instalações nucleares em resposta aos ataques dos EUA e de Israel contra o programa nuclear do país, em junho do ano passado.

  • Embarcação não tripulada dos EUA foi atingida no Estreito de Ormuz:

    A Guarda Revolucionária do Irão afirma ter atacado uma embarcação não tripulada dos EUA no Estreito de Ormuz, avança a Aljazera.

    Num comunicado transmitido pela IRIB, a emissora estatal iraniana, a IRGC afirmou que a sua marinha atacou uma embarcação não tripulada do “tipo Saildrone”, “frustrando a sua missão agressiva”.

    A IRGC referiu ainda que os EUA têm vindo a destacar embarcações não tripuladas para o Estreito de Ormuz nos últimos dias.

    Na terça-feira, a IRGC alegou ter capturado um drone naval não tripulado dos EUA que identificou como uma embarcação do tipo Dive-LD.

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou na terça-feira que “um drone subaquático operado pelas forças norte-americanas sofreu uma avaria”, acrescentando que este estava a realizar um levantamento das águas regionais em apoio às operações em curso.

  • EUA afirmam que quase 100 navios comerciais foram redirecionados devido ao bloqueio ao Irão

    As forças armadas dos EUA afirmam hoje que quase 100 navios comerciais foram redirecionados devido ao bloqueio ao Irão.

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou ter redirecionado 96 navios comerciais e permitido a passagem de mais de 50 outras embarcações que prestam apoio à ajuda humanitária até à data, no âmbito da sua campanha para bloquear o Irão.

    Teerão tem mantido a importante rota marítima do Estreito de Ormuz praticamente encerrada e prometeu resistir à tentativa dos EUA de sufocar o comércio marítimo com o Irão.

  • EUA em "diálogo contínuo" com a Arábia Saudita e o governo do Iémen

    Um alto responsável norte-americano afirmou à Al Jazeera que Washington se encontra em “diálogo contínuo” com a Arábia Saudita e o governo do Iémen sobre a “estabilidade regional”, quando questionado hoje sobre os avanços dos houthis ao longo do Mar Vermelho.

    “Os Estados Unidos estão empenhados em proteger os nossos interesses fundamentais de segurança nacional — tais como garantir a liberdade de navegação no Mar Vermelho —, ao mesmo tempo que capacitam os nossos parceiros regionais para assumirem a liderança na gestão e resolução dos desafios de segurança regionais”, afirmou o responsável.

  • Número de vítimas de ataque em Pavlohrad sobe: cinco mortos e 67 feridos

    Cinco pessoas morreram e 67 ficaram feridas. Este é o novo balanço de um ataque russo contra Pavlohrad, avança Oleksandr Ganzha, chefe da Administração Militar Regional de Dnipropetrovsk, no Telegram. Entre os feridos, estão oito crianças.

    “Ao final da tarde, drones russos destruíram aqui lojas, pavilhões comerciais e automóveis. Parte de uma rua no centro da cidade ficou praticamente destruída. 90% dos estabelecimentos danificados são comerciais”, acrecenta.

  • Zelensky anuncia novo apoio do Canadá para a defesa aérea

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje um novo apoio do Canadá à Ucrânia no domínio da defesa aérea, durante uma visita que está a realizar àquele país.

    “Estamos gratos pelo vosso apoio no domínio energético. E no que diz respeito à defesa aérea, estou a par da decisão. Estou imensamente grato. Não vou revelá-la, pois é uma decisão vossa”, afirmou Zelensky, durante uma declaração à imprensa ao lado do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney.

    “Trata-se de um pacote de defesa aérea muito importante e é crucial, pois é um elemento que falta terrivelmente (à Ucrânia) nesta guerra”, acrescentou, sem indicar detalhes, nomeadamente valores, sobre esta ajuda.

    Recordando que o Canadá tinha fornecido, desde o início do conflito na Ucrânia, “26 mil milhões” de dólares canadianos de ajuda à Ucrânia (cerca de 16 mil milhões de euros), incluindo “ajuda militar que vai desde a defesa aérea aos drones”, Mark Carney prometeu “prestar mais apoio” a Kiev.

  • Trump nega danos em caças norte-americanos durante um ataque iraniano na Jordânia

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que um ataque iraniano contra uma base aérea na Jordânia tenha provocado danos em aviões militares norte-americanos.

    “Nenhum [caça foi danificado]. Sem danos. Não há nada”, garantiu numa entrevista ao canal norte-americano NewsNation.

    Esta madrugada, o Irão atacou a base aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, tendo sido reportados danos em cerca de oito caças F-15 e um caça A-10 Thunderbolt.

  • Irão voltou a fabricar mísseis balísticos, diz The Wall Street Journal

    O Irão voltou a produzir mísseis balísticos em instalações militares subterrâneas, avançam autoridades norte-americanas e do Médio Oriente ao Wall Street Journal. Uma das instalações é o complexo de Khojir, no sudeste do país, um dos centros militares mais importantes do Irão, e está a ser planeada a construção de novas.

    De acordo com algumas das fontes, estão a ser usadas componentes armazenadas para a produção de mísseis de propulsor líquido, “que precisam ser alimentados pouco antes do lançamento”, assim como de propulsão sólida, “que podem ser armazenados [para serem] prontos para disparar”.

    “A produção renovada ressalta a dificuldade em desmantelar totalmente o programa de mísseis de Teerão, um objetivo da guerra que os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro”, sublinha o jornal, que lembra que Washington e Telavive tem apontado os ataques à capacidade militar iraniana como “uma grande conquista da guerra”.

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