Momentos-chave
Histórico de atualizações
1 de 13
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o apagão elétrico ao longo do dia de ontem, segunda-feira.

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Hoje, terça-feira, há novo conselho de ministros

    Depois da longa reunião de ontem, segunda-feira, de onde saiu a declaração do estado de crise energética do país, o conselho de ministros volta a reunir-se hoje pelas 11h30, para nova atualização da situação, adiantou Luís Montenegro aos jornalistas à saída da Maternidade Alfredo da Costa.

  • Autarquia do Seixal prevê normalização do abastecimento de água durante a madrugada

    A Câmara Municipal do Seixal, no distrito de Setúbal, anunciou que prevê a normalização do abastecimento de água no concelho durante a madrugada.

    Em comunicado a autarquia explica que está a trabalhar para repor o normal abastecimento de água no concelho e que voltará a fazer o ponto de situação caso assim se justifique.

    O abastecimento de água no concelho foi interrompido após a falha de energia elétrica verificada em todo o país, a partir das 11h30.

  • Jantar à luz das velas e monumentos apagados. Assim foi o início de noite em Lisboa

    A noite começou com a cidade ainda afetada pelo apagão. Jantares à luz das velas, ruas sem luz. Nem o Mosteiro dos Jerónimos nem o Terreiro do Paço escaparam. As fotografias captadas pelo fotojornalista Francisco Romão Pereira.

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

  • 6,2 milhões de consumidores já têm eletricidade

    À meia-noite, doze horas e meia depois do apagão, estão “ligadas parcialmente 424 subestações de [energia], 3200mw e alimentados cerca de 6,2 milhões de clientes”, diz a E-Redes em comunicado ao mesmo tempo que avisa que ainda não é possível fazer previsões da reposição integral.

  • Luís Montenegro aponta que cerca de 80% da população com fornecimento de eletricidade

    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, adiantou na segunda-feira à noite que está assegurado o fornecimento de energia a cerca de 80% da população, após o apagão maciço que afetou a Península Ibérica.

    “Estará mais ou menos assegurada uma taxa de fornecimento a cerca de 80% da população”, frisou Luís Montenegro aos jornalistas, à saída da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.

    O governante apelou aos que ainda não têm energia elétrica nas suas casas a manterem a tranquilidade, destacando que “não faltará muito tempo” para verem a situação normalizada.

    “Aos outros que estão com a situação normalizada, devem moderar os consumos, de maneira a não provocarmos nas próximas horas alguma oscilação que possa perturbar fornecimento de energia elétrica”, acrescentou.

  • Metro do Porto retoma operação às 06h00 de terça-feira

    A Metro do Porto vai retomar a operação às 06h00 de terça-feira, adiantou nesta segunda-feira fonte da empresa, após o apagão maciço que afetou a Península Ibérica ter interrompido a circulação.

    Em comunicado enviado à Lusa, a Metro do Porto destacou que “está a trabalhar no sentido da reposição da operação em todas as linhas da sua rede, o que irá suceder progressivamente nas próximas horas”.

    A partir das 06h00 de terça-feira, como normalmente, toda a rede do Metro do Porto estará em funcionamento regular, vincou.

  • Vídeo. Centenas de pessoas "acampadas" no Aeroporto de Lisboa

    Desde as 14h00 que praticamente não chegaram nem partiram voos do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. Sem outra solução à vista, centenas acabaram por ficar nas instalações do aeroporto à espera de ver a sua situação resolvida.

  • PCP vai propor debate de urgência sobre apagão na Comissão Permanente

    O corte no abastecimento elétrico leva o PCP a propor amanhã na conferência de líderes um debate de urgência depois de amanhã na comissão permanente da Assembleia da República.

    O Partido Comunista considera, numa nota à imprensa, que ficaram expostas “vulnerabilidades e problemas” no sistema elétrico nacional que devem ser avaliadas. E isto “no plano da soberania, segurança, produção, distribuição e respetiva gestão e controlo, que são inseparáveis das políticas de privatização e liberalização, com a separação da produção, distribuição e comercialização”.

    O PCP defende “uma reavaliação dos mecanismos de mercado e do grau de dependência e interligação com países terceiros (designadamente Espanha), mas também da efetiva capacidade do país para responder a necessidades de abastecimento de energia em situações de emergência como esta nas várias regiões do país”, lê-se no comunicado difundido pelo partido.

    O apagão exige “medidas que contribuam para a rápida reposição do fornecimento”, com prioridade para os “serviços essenciais à população”, como a saúde, transportes, educação ou segurança, sublinham os comunistas.

  • André Ventura fala em "incompetência e desorientação"

    Líder do Chega, que já tinha criticado o Governo por falta de informação há cerca de nove horas, voltou a zurzir contra o Executivo de Montenegro. “Agora temos de resolver isto e rapidamente, mas amanhã temos de falar de incompetência e desorientação”, escreveu na rede social X.

    “Os portugueses não receberam avisos nem orientações por parte das agências governamentais durante o dia todo. Foi o salve-se quem puder, com enorme impacto nas famílias nas empresas e na sociedade em geral. Não sei para que andamos a pagar salarios a tanta gente!”, continuou.

    Às 14h00, duas horas e meia depois do apagão, André Ventura tinha-se já indignado: “Não pode deixar a população às escuras, sem o mínimo de informação e sem saber o que fazer ou como proceder. Isso é promover o caos e a confusão nacional.”

  • Carlos Moedas admite que situação não estará normalizada na terça-feira

    O presidente da Câmara de Lisboa admitiu que, apesar de a eletricidade estar a ser gradualmente reposta na capital, a situação não deverá estar normalizada na terça-feira, pelo que pede calma e que se evitem deslocações desnecessárias.

    “Tenho muitas dúvidas que amanhã [terça-feira] de manhã já estejamos numa situação de normalidade”, disse Carlos Moedas em declarações à estação de televisão Sic Notícias pelas 22h30.

    A essa hora ainda estavam mais zonas de Lisboa “sem luz do que com”, indicou o presidente, sem especificar quais as zonas.

    Afirmando que este foi “o dia mais difícil como presidente” por haver falta de informação, o autarca aconselhou os lisboetas a “não fazerem deslocações que possa evitar”.

    Questionado sobre a abertura das escolas, Carlos Moedas remeteu a decisão para os agrupamentos escolares, mas reiterou que a situação não deve estar normalizada na terça-feira de manhã, pelo que se devem evitar deslocações desnecessárias.

  • Reposta a eletricidade a 4 milhões de consumidores

    Há meia hora que estão ligadas parcialmente 276 subestações, 3.800 mw e alimentados cerca de 4 milhões de clientes, avança a E-Redes que, no entanto diz não ser “ainda possível fazer previsões da reposição integral” e “alerta para eventuais demoras” na sua reposição.

  • Ordem dos Médicos acompanha falha de energia nos hospitais

    A célula de crise da Ordem dos Médicos (OM) está a acompanhar em permanência a falha de energia nos hospitais provocada pelo apagão que se registou no país, estando em contacto com o Ministério da Saúde.

    “Tenho estado em contacto permanente com médicos de vários hospitais do país e transmiti à ministra da Saúde toda a disponibilidade da Ordem dos Médicos para prestar o apoio que venha a ser necessário”, afirma o bastonário da OM, Carlos Cortes, num comunicado.

    Carlos Cortes tem estado em “permanente contacto direto” com a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, o diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Álvaro Almeida, e o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Sérgio Janeiro, mostrando “total disponibilidade” para “colaborar e apoiar, sempre que necessário”.

    A acompanhar de perto a evolução da situação, a OM recorda que o SNS “tem conseguido assegurar a resposta urgente e de emergência de forma adequada, apesar das grandes dificuldades impostas por esta situação excecional”.

    A Ordem acrescenta que vai manter o contacto com todas as estruturas de emergência, “uma vez que a falha energética ainda não se encontra totalmente resolvida”, e apela às pessoas para que, “em caso de necessidade”, contactem a Linha SNS 24 (808 24 24 24) e “mantenham a serenidade”.

  • Campingaz nas mãos, talhos e frutarias vazias: as imagens do apagão no centro do Porto

    Quando surgia a maior necessidade para encontrar uma resposta à ausência de eletricidade, os cidadãos que vivem no centro do Porto fizeram filas para comprar Campingaz e varreram todos os produtos em talhos e frutarias, como retratam as imagens captadas e enviadas ao Observador.

    João Carvalho
    João Carvalho
    João Carvalho
    João Carvalho
    João Carvalho
    João Carvalho

    *Fotografias de João Carvalho*

  • Pedro Nuno Santos critica Proteção Civil

    O líder do PS lembrou que tudo o que era simples hoje tornou-se complicado numa mensagem partilhada no X em que termina a criticar a Proteção Civil.

    “A gestão de comunicação numa qualquer crise nunca é fácil, mas hoje exigia-se mais informação e celeridade por parte da Proteção Civil!”

    Com os cortes nos serviços de telecomunicações as mensagens de alerta só começaram a chegar aos telemóveis muito tarde, em muitos casos nove ou dez horas depois de o apagão começar. Aliás, ainda estão a chegar.

  • Os aplausos quando a luz chegou à Avenida Almirante Reis e as prateleiras vazias no supermercado

    Num vídeo captado pelo Observador, é possível ouvir o momento em que as primeiras casas voltaram a receber eletricidade ao fim de quase um dia inteiro sem luz, na Avenida Almirante Reis, em Lisboa.

    Também, ao longo da tarde, devido à elevada afluência aos supermercados, as prateleiras foram começando a ficar vazias, existindo dificuldades na reposição dos bens essenciais levados em grandes quantidades. O fenómeno foi também captado pelas câmaras do Observador no LIDL de Linda-a-Velha.

  • SIBS diz que serviços estão operacionais dentro dos constrangimentos atuais

    A Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), proprietária e gestora da rede Multibanco, afirma que os serviços prestados pela empresa estão a funcionar, ainda que dentro dos constrangimentos atuais do apagão.

    Na sequência da falha de eletricidade verificada em toda a Península Ibérica, e contactada pela Lusa, a SIBS informou que “está desde o primeiro momento a acompanhar a situação, estando as equipas a trabalhar para manter o normal funcionamento dos serviços prestados pela empresa”.

    Atualmente, “os serviços prestados pela SIBS estão operacionais e a funcionar dentro dos constrangimentos atuais”, anunciou a empresa de pagamentos, que detém o MB Way.

  • Centros de Saúde de Almada-Seixal permanecem fechados na terça-feira

    Os centros de Saúde da Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal estarão encerrados na terça-feira e as consultas não urgentes programadas para o Hospital Garca de Orta serão canceladas devido ao apagão que afetou o país.

    Em comunicado, que a Lusa recebeu pelas 20h15, a ULS Almada-Seixal (ULSAS) explica que a situação será reavaliada às primeiras horas da manhã de terça-feira, altura em que será feito novo ponto de situação.

    As consultas programadas não urgentes no Hospital Garcia de Orta serão canceladas, à exceção das consultas de hematologia, oncologia, pneumologia oncológica e hospitais de dia.

    A atividade programada dos meios complementares de diagnóstico e terapêutica estará condicionada, à exceção das análises clínicas.

  • 51% da rede elétrica de Espanha foi recuperada

    Num balanço feito às 23h locais (22h em Portugal), a Red Eléctrica — rede de distribuição de Espanha — confirma que mais de metade (51%) do país está a receber eletricidade, com 70% das subestações ligadas.

  • Falta restabelecer energia em apenas quatro subestações da REN. Estão ligados já 2,5 milhões de consumidores

    A REN já conseguiu restabelecer 85 das 89 subestações e estações do sistema elétrico nacional.

    Apenas as subestações de Trafaria, Divor, Estremoz e Portimão estão ainda sem conseguir receber energia, mas a REN espera resolver também esses casos ainda durante o dia de hoje.

    As zonas de maior densidade populacional ainda afetadas são Almada Oeste e a cidade de Portimão, indica a REN. Nesta altura estão já ligados à rede cerca de 2,5 milhões de consumidores.

1 de 13