Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fica por aqui este liveblog, onde seguimos com atenção as notícias sobre os efeitos do apagão, um dia depois da falha de energia que deixou Portugal às escuras.

    Siga aqui o liveblog desta quarta-feira, onde será acompanhada a atualidade política, com especial destaque para o debate entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos — frente-a-frente que foi adiado pelo apagão.

    Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro debatem dois dias após apagão

  • Von der Leyen saúda "responsabilidade coletiva" em momento "sem precedentes"

    “Calma e civismo, responsabilidade coletiva e solidariedade”. Ursula von der Leyen elogia atitude de espanhóis e portugueses durante o apagão de segunda-feira.

    Von der Leyen saúda “responsabilidade coletiva” em momento “sem precedentes”

  • Apagão: Perdas seguradas podem chegar a 300 milhões de euros em Espanha, menores em Portugal, diz agência DBRS

    Perdas seguradas no apagão devem variar “entre 100 e 300 milhões de euros em Espanha e uma fração disso em Portugal”, aponta a agência de notação financeira DBRS.

    Apagão: Perdas seguradas podem chegar a 300 milhões de euros em Espanha, menores em Portugal, diz agência DBRS

  • Apagão: GEOTA exige reforço da eficiência energética em Portugal

    Grupo ambientalista reivindica uma maior aposta na eficiência energética, e na produção de energia renovável descentralizada em autoconsumo e comunidades de energia.

    Apagão: GEOTA exige reforço da eficiência energética em Portugal

  • Apagão. Duas mil consultas e 100 cirurgias não urgentes foram adiadas na ULS de São João, no Porto

    Duas mil consultas, cem cirurgias não urgentes e igual número de tratamentos de hospital de dia foram adiados na ULS S.João devido ao apagão. Reagendamento pode levar “dias e eventualmente semanas”.

    Apagão. Duas mil consultas e 100 cirurgias não urgentes foram adiadas na ULS de São João, no Porto

  • Vox alinha com teorias da conspiração difundidas na internet sobre origens do apagão em Espanha

    De um apagão causado para ocultar notícias sobre o processo judicial do irmão de Pedro Sánchez a uma alegada ligação das energias renováveis promovidas pelo governo, Vox culpa o executivo espanhol.

    Vox alinha com teorias da conspiração difundidas na internet sobre origens do apagão em Espanha

  • Troca comercial de energia entre Portugal e Espanha parada por precaução

    A REN adiantou esta terça-feira que o intercâmbio comercial de energia entre Portugal e Espanha não está a funcionar por precaução, após o apagão maciço que atingiu a Península Ibéria.

    O administrador da REN, João Faria Conceição, referiu ainda que espera que a “fase final” para a “estabilização completa do sistema” esteja concluída até às 00h00 de quarta-feira, em declarações na CNN Portugal.

    João Faria Conceição esclareceu que, pouco antes das 23h30 de segunda-feira, foi restabelecida a ligação a toda a sua infraestrutura, enquanto a operadora da rede de distribuição ligou hoje “muito cedo” os últimos pontos de consumo.

    “Estamos a caminhar para uma situação normal”, mas “a parte da distribuição está a demorar um pouco mais”, sublinhou o administrador da empresa responsável pelo transporte de eletricidade e gás em Portugal.

    O administrador executivo da REN realçou que é ainda necessário “garantir a estabilização completa do sistema” para conseguir o normal funcionamento dos mercados grossistas.

  • CDS pede debate urgente no Parlamento Europeu sobre interconexões energéticas

    O CDS-PP no Parlamento Europeu pediu esta terça-feira um debate de urgência sobre as interconexões energéticas na União Europeia (UE), após um corte generalizado no abastecimento elétrico que afetou na segunda-feira Portugal e Espanha.

    De acordo com a informação divulgada pelos centristas, a eurodeputada Ana Pedro pediu um debate urgente no Parlamento Europeu “sobre a vulnerabilidade energética da Península Ibérica”.

    “A crise de ontem [segunda-feira] demonstrou de forma clara que a ausência de interconexões robustas limita significativamente a capacidade de resposta a eventos extremos e coloca em risco a segurança energética e o funcionamento do mercado interno da energia”, sustentou a eurodeputada centrista, citada na nota informativa que acompanhou o pedido de debate no hemiciclo europeu.

    Para Ana Pedro, o episódio de segunda-feira demonstrou que “não são necessárias armas para gerar disrupção, basta comprometer o fornecimento elétrico”.

    “Se não reforçarmos as interligações, estaremos a deixar a Europa vulnerável perante futuras ameaças”, destacou.

  • O combustível para os geradores, os turnos contínuos e as voltas nas programações: como as rádios funcionaram e resistiram durante o apagão

    Sem luz, “a rádio foi a única que sobreviveu”. Diretores da Antena 1, Observador, Renascença e TSF recordam o dia em que a rádio foi protagonista e lamentam oportunidade perdida da Proteção Civil.

    O combustível para os geradores, os turnos contínuos e as voltas nas programações: como as rádios funcionaram e resistiram durante o apagão

  • Zelensky diz que situações como a vivida na Península Ibérica devem ter “resposta conjunta”

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky alertou esta terça-feira para a “grave crise energética” vivida na segunda-feira em Portugal e Espanha devido ao apagão maciço, observando que estes situações representam “um desafio” ao qual é necessário “responder em conjunto”.

    Zelensky, que falava à distância numa reunião de países da Europa de Leste, lamentou o que “os amigos de Espanha e Portugal” viveram e recordou que na segunda-feira falou com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, sobre “possível assistência”.

    “Os especialistas ucranianos têm uma experiência única na proteção e restauração de fontes de energia. A guerra ensinou-nos muito, não só como recuperar de ataques com mísseis e bombas russos, mas também como lidar com ataques cibernéticos e outras ameaças”, acrescentou.

    Desta forma, manifestou a sua disponibilidade para partilhar a experiência, durante um discurso em que defendeu o estabelecimento de redes de segurança “para que os países possam ajudar outros numa crise” relacionada com o fornecimento de energia ou com os sistemas de comunicação.

  • Tem painéis solares em casa e não escapou ao apagão. Porquê?

    Ter painéis solares em casa não quer dizer que fique imune a falhas de energia como a desta segunda-feira. Muitos painéis desligaram-se automaticamente da rede por questões de segurança.

    Tem painéis solares em casa e não escapou ao apagão. Porquê?

  • Como um "choque de frequência" em Espanha apagou a produção, contaminou a rede elétrica e deitou tudo abaixo em 5 minutos. Dez perguntas

    Um “choque de frequência” elétrica fez a rede colapsar, arrastando o sistema espanhol e português em poucos minutos. O apagão, as possíveis causas, as respostas e as consequências em 10 respostas.

    Como um “choque de frequência” em Espanha apagou a produção, contaminou a rede elétrica e deitou tudo abaixo em 5 minutos. Dez perguntas

  • Jovens do norte do país retidos em Roma regressam na próxima madrugada

    A mais de meia centena de crianças de Oliveira de Azeméis e de Santo Tirso retidas em Roma, Itália, vão viajar na próxima madrugada de avião e autocarro para Portugal, garantiu à Lusa o secretário de Estado das Comunidades.

    Os dois grupos participaram no Jubileu dos Adolescentes, que terminou no domingo na capital italiana, acabando por não conseguir viajar na segunda-feira devido aos constrangimentos provocados pelo apagão, que originou o cancelamento de vários voos.

    Nesta situação está um grupo de 45 pessoas, incluindo seis adultos e 39 crianças, com idades entre os 13 e 15 anos, de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, e 11 crianças com idades entre os 07 e os 12 anos e três adultos de Santo Tirso, no distrito do Porto.

    Ambos os grupos deveriam ter viajado para o Porto pela Wizz Air, que segundos os responsáveis não só não viajou com os convidou a abandonar a aeronave.

    Segundo José Cesário, que cita informações passadas pela embaixada de Portugal em Roma, “o grupo maior divide-se em dois e voa em outras companhias” cujo nome não soube dizer quais são “durante a madrugada”, enquanto o grupo mais pequeno “voará também nas próximas horas na Wizz Air até Bilbau, onde apanharão um autocarro até à Vila das Aves”.

  • "Não existiu" aumento de ciberataques em Portugal devido ao apagão. "Não estavam reunidas as condições", dizem especialistas

    Especialistas ouvidos pelo Observador dizem não ter detetado “qualquer situação anómala” a nível cibernético face ao apagão. “Não estavam reunidas as condições ideias para realização de ciberataques.”

    “Não existiu” aumento de ciberataques em Portugal devido ao apagão. “Não estavam reunidas as condições”, dizem especialistas

  • Documento da Proteção Civil só validou "adoção de medidas extraordinárias" ao fim de quase nove horas

    O nível de alerta da Proteção Civil só subiu para a categoria laranja, a segunda mais grave de quatro possíveis, às 20h00 de segunda-feira, validando a adoção de “medidas extraordinárias” quase nove horas depois de se ter dado o apagão elétrico em Portugal e Espanha.

    Segundo um documento interno do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Grande Lisboa, adiantado pelo Expresso e a que o Observador teve também acesso, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicou então que “a imprevisibilidade da evolução do cenário atual exige a adoção de medidas extraordinárias e a colaboração de toda a população para a redução do consumo energético sempre que possível”.

    O documento salientava que o apagão poderia “comprometer o funcionamento de vários serviços absolutamente essenciais, com impactos graves na sociedade e na economia do país” e apresentava uma “elevada imprevisibilidade quanto à sua resolução”. No entanto, essa informação, de caráter reservado, foi distribuída internamente quando a eletricidade já tinha regressado em alguns pontos do país e pouco antes de se generalizar na região de Lisboa, mais perto das 21h00.

    A nota interna destacava igualmente que os cidadãos tinham “o dever de colaborar ativamente” perante quaisquer ordens ou instruções dos órgãos de segurança interna e da proteção civil.

  • Nos supermercados, o apagão trouxe memórias da pandemia e vendas recorde de carvão. “O primeiro instinto nunca foi fechar”

    Distribuição não registou distúrbios no apagão, apesar de “açambarcamentos” que responsáveis consideram desnecessários. Medidas de contingência estiveram previstas mas não foi preciso ativá-las.

    Nos supermercados, o apagão trouxe memórias da pandemia e vendas recorde de carvão. “O primeiro instinto nunca foi fechar”

  • EUA “curiosos” para saber causas de evento “assustador”

    O Departamento de Estado norte-americano manifestou esta terça-feira “curiosidade” no apuramento das causas do apagão generalizado de segunda-feira em Portugal e Espanha, que qualificou de “assustador”.

    “Estamos curiosos para saber [as causas do que aconteceu]. Foi uma visão assustadora para os nossos amigos em Espanha e em Portugal”, afirmou a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tammy Bruce.

    Bruce não respondeu a perguntas sobre se os Estados Unidos têm informações sobre a origem da falha de energia e encaminhou a imprensa para os governos de Portugal e Espanha.

    A responsável observou que não houve “qualquer impacto na operação” das missões diplomáticas norte-americanas em Espanha e Portugal, e explicou que a energia foi “totalmente restabelecida esta manhã”.

  • GEOTA exige reforço da eficiência energética em Portugal

    O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) exigiu esta terça-feira um reforço da eficiência energética em Portugal e uma produção descentralizada de energias renováveis, para uma maior resiliência do abastecimento de eletricidade e evitar apagões.

    O GEOTA reconhece, em comunicado, que a análise rigorosa das causas do ‘apagão’ de segunda-feira pode demorar, mas defende que “urge esclarecer rapidamente a população”, salientando que o sistema elétrico ibérico já operou inúmeras vezes com percentagens elevadas de energias renováveis sem qualquer constrangimento.

    Para o grupo ambientalista, a importação-exportação de eletricidade entre Portugal e Espanha é um processo permanente com benefícios para ambas as partes, mas Portugal “continua a ter capacidade de produção nas centrais termoelétricas a gás natural e em centrais hidroelétricas de albufeira, que lhe permite ser autossuficiente”.

    “A importação dentro do mercado ibérico dá-se por motivos meramente económicos, sendo que, no dia 28 [segunda-feira], durante algumas horas Portugal estaria a ser pago para consumir eletricidade de Espanha. Ao contrário do que algumas vozes vêm a defender, a solução não é nem a reabertura das centrais a carvão (na prática substituídas pelas centrais a gás) nem a energia nuclear (extremamente cara, de construção demorada, com riscos conhecidos, pouco resiliente face a perturbações, e perpetuadora do modelo de rede assente em mega centrais)”, argumenta.

  • Apagão. Indemnizações para cidadãos e empresas?

    Juristas Rafael Vale Reis e Paulo Fonseca (DECO) explicam como se processam possíveis indemnizações do Estado e de operadores privados. Penalista Ana Campos analisa possível investigação criminal.

    Apagão. Indemnizações para cidadãos e empresas?

  • Empresas exigem apoio após "milhares de euros de prejuízos"

    A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) exigiu esta terça-feira apoios após estas contabilizarem “milhares de euros de prejuízos em diversos setores”, após o apagão elétrico que atingiu Portugal na segunda-feira.

    “A CPPME exige do Governo imediatos fundos de reforço às tesourarias para sustentabilidade das Micro, Pequenas e Médias Empresas”, refere uma nota divulgada esta terça-feira pela confederação empresarial.

    No entender da confederação, a avaliação que tem sido feita “já permite contabilizar milhares de euros de prejuízos em diversos setores”, destacando-se o da restauração.

    A CPPME lamentou ainda que o apagão energético de segunda-feira foi “revelador da falta de soberania elétrica nacional” e pede, agora, soluções “eficazes, rápidas e sem bloqueios burocráticos”.

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