Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora?

    • A tensão entre os Estados Unidos e o Irão intensificou-se com múltiplos ataques realizados por ambas as partes. Os EUA efetuaram ataques na província de Hormozgan, no Irão, sem registo de vítimas civis. Em resposta, o Irão lançou ataques retaliatórios em bases militares dos EUA no Kuwait e no Bahrein, declarando ter causado várias mortes entre soldados norte-americanos. O Comando Central dos EUA confirmou durante a tarde duas mortes entre os seus soldados.
    • A situação no Médio Oriente agrava-se com a ameaça iraniana de retaliar caso os EUA realizem novos ataques. O Irão aconselhou os Emirados Árabes Unidos a evacuar infraestruturas como aeroportos e portos, alertando para possíveis alvos de retaliação.
    • Em Israel, as Forças de Defesa atacaram operadores de drones do Hezbollah como uma medida de proteção, após o avistamento de drones hostis. Os ataques israelitas na cidade de Gaza resultaram na morte de nove pessoas, incluindo três crianças, indicando uma escalada de violência na região.
    • Na Ucrânia, milhares de pessoas manifestaram-se em Kiev contra a demissão do popular ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, enquanto a região lida com os impactos da guerra e das mudanças políticas. Os manifestantes consideram que a demissão representa uma crise na liderança militar do país.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Encerramos neste momento este artigo liveblog dedicado ao acompanhamento da situação internacional. Pode continuar a seguir os mais recentes desenvolvimentos ao longo de domingo nesta nova ligação.

    Obrigado pela sua companhia.

  • Milhares de ucranianos manifestam-se em Kiev contra a demissão do ministro da Defesa Mykhailo Fedorov

    Milhares de ucranianos manifestaram-se este sábado em Kiev e noutras cidades da Ucrânia em protesto contra a demissão do ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, pelo presidente Volodymyr Zelensky.

    De acordo com o jornal Kyiv Independent, este foi já o terceiro dia consecutivo de iniciativas de apoio a Fedorov, desde que foi conhecida a sua demissão na quarta-feira. Fedorov ganhou grande popularidade em apenas seis meses no cargo, numa passagem que coincidiu com uma viragem da guerra a favor da Ucrânia e com o reconhecimento de dificuldades por parte da Rússia.

    Soldados, veteranos, ativistas e cidadãos comuns vieram alertar para o que consideram ser uma crise na liderança militar do país, que opõe o jovem Fedorov, de 35 anos, ao veterano comandante-chefe Oleksandr Syrskyi. Entre 5.000 e 10.000 manifestantes juntaram-se no centro de Kiev para fazer ouvir as suas vozes no apoio ao ex-ministro, cuja demissão apanhou o país de surpresa.

    O apoio a Fedorov não passou ao lado do jovem ex-ministro, nem do Presidente ucraniano. “As mudanças estão definitivamente a caminho”, afirmou Fedorov nas redes sociais, durante as manifestações de apoio à sua reintegração no cargo. Por sua vez, Zelensky sinalizou estar a escutar a posição da sociedade civil: “Existe um diálogo. Acredito que tudo se vai resolver”.

  • IDF atacam unidade de operadores de drones do Hezbollah

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) atacaram este sábado uma unidade de operadores de drones do grupo terrorista Hezbollah, após identificarem um drone inimigo no espaço aéreo próximo da aldeia de Tov.

    “Imediatamente após a identificação, a Força Aérea, orientada pelas forças no terreno, realizou buscas na área e identificou uma unidade de operadores de drones da organização terrorista Hezbollah escondida perto da zona de segurança, de onde operavam o drone. Numa rápida ação de cerco, a Força Aérea atacou os terroristas com o objetivo de eliminar a ameaça às nossas forças que operavam nas proximidades”, refere a publicação das IDF na rede social X.

    Sublinhando que este ato representa “uma violação por parte da organização terrorista Hezbollah”, as IDF asseguraram que continuarão a intervir sempre que necessário para eliminar quaisquer ameaças ao povo israelita.

  • Comando Central dos EUA confirma dois soldados mortos nos ataques iranianos na Jordânia

    Os recentes ataques iranianos na Jordânia provocaram a morte de dois soldados norte-americanos, confirmou este sábado o Comando Central dos EUA (CENTCOM), numa mensagem publicada na rede social X.

    “Em 17 de julho, dois militares norte-americanos na Jordânia foram mortos em combate enquanto o Comando Central dos EUA (CENTCOM) e forças aliadas se defendiam de ataques com mísseis balísticos e drones iranianos. Além disso, um militar encontra-se atualmente desaparecido”, lê-se.

    “Quatro militares norte-americanos foram evacuados por motivos médicos para hospitais jordanianos. Entretanto, já receberam alta. Outros militares que foram avaliados devido a ferimentos ligeiros regressaram ao serviço”, acrescenta a mensagem do CENTCOM.

  • Líder supremo do Irão diz que assinatura de Trump não tem valor e é "inválida" após acusar EUA de "violação do acordo"

    O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, considerou que a assinatura de Donald Trump “não tem valor e é inválida”, na sequência do que disse ser uma “violação do acordo” pelos EUA em relação ao memorando de entendimento alcançado no passado mês de junho.

    Numa declaração divulgada pela agência de notícias Mehr, Mojtaba Khamenei declarou que o povo iraniano tem “lições inesquecíveis para o seu inimigo americano”, atacando ainda “as repetidas quebras de promessas por parte do ‘Grande Satã'”.

    A mensagem do líder iraniano — que ainda não apareceu em público desde que foi confirmado como sucessor do pai, o aiatola Ali Khamenei, morto nos ataques dos EUA e de Israel no dia 28 de fevereiro — surge na sequência de sete noites consecutivas de ataques norte-americanos.

    “A arrogância, o expansionismo e a brutalidade são componentes inseparáveis do caráter americano. (…) Esta experiência sombria de crime e má-fé constitui mais uma prova sólida da natureza mentirosa, irracional, indigna de confiança e vil dos Estados Unidos”, refere Mojtaba Khamenei no comunicado, citado pela SkyNews, apelando à unidade do país.

  • Irão deixa aviso aos Emirados Árabes Unidos para evacuar portos e aeroportos caso EUA lancem novos ataques

    Teerão fez saber este sábado que se os Estados Unidos desferirem novos ataques este sábado, então os Emirados Árabes Unidos deverão acautelar-se em relação a uma possível retaliação iraniana, centrada em vários alvos, designadamente infraestruturas portuárias e aeroportuárias.

    A informação foi avançada pela agência de notícias Fars. “Se os Estados Unidos atacarem a infraestrutura civil [do Irão] esta noite, então, para proteger vidas civis dos contra-ataques do Irão, os aeroportos do Dubai e de Abu Dhabi, bem como os portos de Fujairah e Jebel Ali, terão de ser evacuados imediatamente”, declarou um alto responsável iraniano, sob anonimato.

  • Ataques israelitas terão feito nove mortos em Gaza, incluindo três crianças

    Ataques israelitas efetuados ao longo deste sábado na cidade de Gaza terão resultado na morte de nove pessoas, incluindo três crianças, segundo avança o jornal Times of Israel, a partir de informações reportadas por responsáveis hospitalares do território.

    Cinco pessoas morreram na sequência de um ataque a um apartamento no bairro de Nasr, de acordo com Mohammed Abu Selmiya, diretor do Hospital Shifa, para onde os corpos foram levados. O mesmo ataque provocou ainda seis feridos, entre os quais quatro crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos.

    Já um outro ataque no bairro de Zeitoun fez quatro mortos e deixou ainda um ferido em estado crítico.

    De acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), os ataques tiveram como alvo supostas infraestruturas do Hamas nas quais se encontrariam terroristas.

  • Irão suspende os compromissos com o memorando de entendimento com os EUA

    Kazem Gharibabadi, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, anunciou este sábado que Teerão “suspendeu” o cumprimento dos compromissos assumidos em junho no memorando de entendimento com os Estados Unidos para acabar o conflito que se arrastava desde o final de fevereiro.

    “Os EUA violaram e suspenderam todos os seus compromissos no âmbito do memorando de entendimento de Islamabad”, afirmou, num comunicado divulgado pela agência noticiosa Fars, acrescentando: “Também suspendemos os nossos compromissos; não os estamos a cumprir e estamos ocupados a defender o país”.

  • Irão reporta três ataques dos EUA na província de Hormozgan

    Os Estados Unidos da América efetuaram três ataques na tarde deste sábado no Irão, na região de Sirik, província de Hormozgan, informou a agência de notícias iranianas Mehr.

    De acordo com o governador de Hormozgan, citado pela Al Jazeera, não foram registadas vítimas civis até ao momento.

  • Qatar condena ataques iranianos a Jordânia, Bahrain e Kuwait

    O Qatar condenou este sábado os ataques iranianos na Jordânia, Bahrain e Kuwait, ao classificá-los como “uma violação flagrante da soberania e da integridade territorial dos países visados, bem como uma violação evidente do direito internacional, da Carta das Nações Unidas e dos princípios de boa vizinhança”.

    Segundo a nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros, citada pela Al Jazeera, os ataques orquestrados pelo regime de Teerão representam uma “escalada perigosa” que “complicaria os esforços para conter as tensões e comprometeria as iniciativas políticas e diplomáticas destinadas a alcançar a segurança e a estabilidade na região”.

  • Ataques dos EUA em território iraniano destroem 116 torres de comunicação

    De acordo com o chefe de comunicação e tecnologias de informação da província de Hormozgan, no Irão, os ataques noturnos dos EUA àquele território destruíram o sistema de telecomunicações de Bandar Abbas e Hajiabad — no norte da região.

    Os ataques americanos desativaram 116 torres de comunicação, sendo que a linha fixa, a linha móvel e o serviço de internet enfrentam perturbações, segundo a agência noticiosa Tasnim.

  • Mayor de Nova Iorque. Netanyahu é um "criminoso de guerra" e o seu lugar é "em Haia"

    O presidente da câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani, afirmou que Benjamin Netanyahu é um “criminoso de guerra […] condenado pelo Tribunal Penal Internacional”.

    No podcast The Interview, do The New York Times, o democrata admitiu que o lugar do primeiro-ministro israelita é em Haia (Países Baixos), onde está localizado o estabelecimento prisional do órgão de justiça.

    Netanyahu prevê visitar Nova Iorque em setembro, para a Assembleia Geral das Nações Unidas, instância na qual Mamdani admite agir contra o israelita — dentro daquilo que a legislação permite.

    O nova-iorquino reconheceu que, apesar da amnistia que é concedida àqueles que participam em eventos da ONU, o mandado do Tribunal Penal deve ser tido em conta, motivo pelo qual mantém “uma conversa ativa” com o departamento legal da cidade que preside.

  • 10 mortos e 20 feridos em ataques russos e ucranianos

    Pelo menos 10 pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas em ataques lançados hoje na Ucrânia, na Federação Russa e em territórios ocupados pelas forças armadas russas.

    10 mortos e 20 feridos em ataques russos e ucranianos

  • Irão ataca bases dos EUA no Kuwait e Bahrein e diz ter matado vários soldados

    O Irão anunciou hoje que vários soldados norte-americanos morreram em novos ataques contra alvos militares dos Estados Unidos no Kuwait, numa nova vaga de operações de retaliação que incluiu também ataques no Barém.

    Os ataques atingiram bases militares, radares, centros de comunicações, depósitos de combustível, aeronaves e várias pontes.

    “Os poderosos combatentes das Forças Terrestres da Guarda Revolucionária atacaram o local de concentração das forças agressoras em Arifjan (Kuwait) e provocaram a morte de vários militares”, afirmou a força militar de elite iraniana num comunicado divulgado pela agência Fars e citado pela EFE.

    A declaração surge um dia depois de os Estados Unidos terem desmentido as alegações iranianas de que as suas forças tinham matado militares norte-americanos num ataque à zona militar de Al Tanf, na Síria.

    Num outro comunicado, a Guarda Revolucionária informou igualmente ter realizado “operações contundentes” com drones e mísseis contra o cais de apoio e abastecimento de combustível da frota norte-americana no porto de Al Ahmadi, no Kuwait, e contra a área de concentração de aeronaves de combate inimigas na base de Sheikh Isa, no Bahrein.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanhar as tensões geopolíticas e conflitos mundiais, com especial destaque para a situação em torno da guerra na Ucrânia e no Médio Oriente.

    Pode recordar o que se passou ontem neste outro artigo em direto, que agora arquivamos.

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