Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Os Estados Unidos têm pressionado líderes europeus para bloquear o plano da União Europeia de usar ativos congelados do banco central russo para financiar a Ucrânia. Washington argumenta que esses ativos são essenciais para garantir um acordo de paz e que a sua utilização para empréstimos prolongará o esforço de guerra. Líderes europeus consideram que o uso destes fundos é uma questão de responsabilidade exclusivamente europeia.
    • Delegaçõеs dos Estados Unidos e da Ucrânia estão a realizar discussões em Miami para negociar um plano de paz proposto por Washington, com o objetivo de pôr fim ao conflito na Ucrânia. As conversações envolvem encontros regulares entre o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e o negociador sénior de Kiev, Rustem Umerov.
    • O Tribunal Penal Internacional (TPI) anunciou que os mandados de prisão contra Vladimir Putin e outros cinco cidadãos russos associados a atos de guerra na Ucrânia permanecerão em vigor, mesmo que as negociações de paz lideradas pelos EUA ofereçam uma amnistia geral. A investigação do tribunal só poderá ser suspensa temporariamente por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.
    • O Kremlin garante que o presidente russo, Vladimir Putin, e o enviado dos EUA para as negociações de paz, Steve Witkoff, alcançaram um nível de entendimento que tornou as suas discussões “verdadeiramente amigáveis”.

  • O liveblog desta sexta-feira fica por aqui. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

  • EUA terão pressionado líderes europeus a bloquear empréstimo à Ucrânia financiado com ativos russos

    Segundo apurou a Bloomberg junto de vários diplomatas norte-americanos, os EUA têm insistido em privado junto de vários estados-membros para bloquear os planos da UE de usar ativos congelados do banco central russo para garantir um empréstimo à Ucrânia.

    Em causa está o argumento por parte dos EUA de que estes ativos são necessários para ajudar a garantir um acordo de paz entre Kiev e Moscovo e que a sua utilização enquanto empréstimo continuará a financiar e prolongar o esforço de guerra ucraniano.

    Recorde-se que há cerca de 210 mil milhões de euros em ativos russos congelados em território da União Europeia, tendo Bruxelas anunciado a intenção de conceder um empréstimo de 90 mil milhões de euros desses ativos para cobrir as necessidades económicas e militares da Ucrânia nos próximos dois anos.

    Pelo contrário, Washington, como adianta a Bloomberg, tem encarado essas verbas como um chamariz para possibilitar negociações as paz com Moscovo, sugerindo até que tais ativos possam ser usados para financiar investimentos pós-guerra liderados pelos EUA.

    Os líderes europeus, em sentido oposto, consideram que a utilização de tais ativos é uma matéria fora do controlo norte-americano e de exclusiva responsabilidade europeia. “Não há possibilidade de deixar o dinheiro que mobilizamos para os EUA”, afirmou o chanceler alemão Friedrich Merz esta quinta-feira.

  • Chefe das Forças Armadas da Ucrânia considera que seria "inaceitável" ceder território nas negociações de paz

    Numa entrevista à Sky News, o general Oleksandr Syrskyi — que lidera as Forças Armadas da Ucrânia desde fevereiro de 2024 — defende que a única “paz justa” possível só é alcançável se os combates forem interrompidos ao longo das atuais linhas de frente e, de seguida, forem realizadas negociações.

    Pelo contrário, Syrskyi acusa Vladimir Putin de servir-se do plano de paz apresentado pelos EUA como “pretexto” para ganhar tempo enquanto as tropas russas tentam conquistar mais território ucraniano.

    Nestas circunstâncias, seria “inaceitável” que a Ucrânia “simplesmente cedesse território” em qualquer acordo de paz com a Rússia. “A nossa principal missão é defender a nossa terra, o nosso país e a nossa população. Naturalmente, para nós é inaceitável simplesmente abdicar de território. O que significa mesmo isso — entregar a nossa terra? É precisamente por isso que estamos a lutar; para não abdicarmos do nosso território”, garante.

  • Arranha-céus na Chechénia atingido por ataque de drone ucraniano, sem causar vítimas

    O líder checheno Ramzan Kadyrov confirmou esta sexta-feira que um drone ucraniano atingiu Grozny, a capital da região sul da Chechénia, república autónoma da Rússia, danificando um arranha-céus, mas sem causar vítimas.

    “Tais ações nada mais são do que tentativas de intimidar a população civil e criar a ilusão de pressão”, afirmou, citado pela agência France Presse. Vídeos partilhados ao longo do dias nas redes sociais deram conta desse ataque.

    De recordar que a Chechénia têm sido um dos braços armados de Vladimir Putin na invasão russa, razão pela qual é alvo de frequentes ataques com recurso a drones da Ucrânia. No entanto, é raro estes ataques conseguirem atingir o centro da capital Grozny, onde ocorreu o incidente.

  • Tribunal Penal Internacional admite a possibilidade de realizar audiências na ausência de Putin

    O procurador adjunto do Tribunal Penal Internacional (TPI), Mame Mandiaye Niang, admitiu hoje a possibilidade de se realizarem audiências na ausência do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ou do Presidente russo, Vladimir Putin, ambos alvos de mandados de captura.

    “Testámos isso no caso Kony. É realmente um processo complicado. Mas testámo-lo e percebemos que é possível e útil”, disse Niang à agência de notícias France-Presse, referindo-se à audiência de “confirmação das acusações” realizada à revelia no início deste ano contra o líder rebelde ugandês fugitivo, Joseph Kony.

    Tanto o primeiro-ministro israelita como o Presidente russo foram alvos de mandados de detenção emitidos pelo tribunal sediado em Haia, nos Países Baixos, por crimes de guerra e contra a humanidade, no caso de Putin relacionados com a invasão russa da Ucrânia, e no de Netanyahu com a ofensiva israelita na Faixa de Gaza.

    O TPI emitiu em março de 2023 um mandado de detenção contra Putin, e a comissária para os direitos da criança no gabinete presidencial russo, Maria Lvova-Belova, devido à deportação ilegal de crianças ucranianas durante o conflito.

    De acordo com dados atualizados das autoridades de Kiev, 19.546 menores ucranianos estão oficialmente registados como deportados ou transferidos à força pela Rússia.

    Reportagens recentes, citando o Provedor de Direitos Humanos da Ucrânia, Dmytro Lubinets, indicam que 1.247 crianças tinham regressado ao país até 27 de março através de canais diplomáticos e humanitários.

    Esta semana, Lubinets revelou que algumas das crianças raptadas pelo exército russo em territórios ocupados teriam sido enviadas para a Coreia do Norte para centros de reeducação.

  • Conselheiro do Kremlin diz que Witkoff e Putin dão-se bem e têm conversas "verdadeiramente amigáveis"

    O principal conselheiro de política externa do Kremlin revelou em declarações à televisão estatal russa que o presidente russo, Vladimir Putin, e o enviado dos EUA para as negociações de paz, Steve Witkoff, alcançaram um nível de entendimento que tornou as suas discussões “verdadeiramente amigáveis”.

    «Eu diria que o tom — e não tenho medo de afirmá-lo isso — tem sido construtivo e amigável”, disse Yuri Ushakov, citado pela Reuters. Putin conhece bem Witkoff, já se encontraram seis vezes. E as conversas entre eles são verdadeiramente amigáveis. Eles compreendem-se sem precisarem de dizer nada”, adiantou.

    Estes comentários, feitos a partir da Índia, onde Putin se encontrou esta sexta-feira com o primeiro-ministro Narendra Modi, foram feitos depois do presidente russo ter-se encontrado com Witkoff
    durante cinco horas no Kremlin esta terça-feira.

    Ushakov também elogiou a presença de Jared Kushner, genro de Trump, nas negociações, considerando-a “bastante oportuna”. “Além do charme e da simpatia de Witkoff, ele acrescentou um elemento de abordagem sistemática. Pessoalmente, acredito que, se algum tipo de plano que leve a um acordo continuar a ser elaborado no papel, Kushner será responsável por grande parte da redação”, adiantou.

  • Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

    O embaixador russo na Alemanha, Serguei Nechayev, avisou hoje que a utilização de ativos soberanos russos congelados na Europa para financiar a Ucrânia terá “consequências consideráveis” para a União Europeia (UE).

    “Qualquer transação com ativos soberanos da Rússia sem o consentimento do país seria um roubo. E é evidente que o roubo de fundos estatais russos terá consequências de longo alcance”, afirmou Nechayev, em comunicado, numa altura em que Berlim e Bruxelas procuram convencer a Bélgica a apoiar o plano.

    O diplomata argumenta que a reputação internacional da UE “poderá ficar destruída”, prevendo “processos judiciais intermináveis” e um “caminho para a anarquia jurídica” que, na sua perspetiva, colocará em risco os alicerces do sistema financeiro global, afetando em primeiro lugar a própria Europa.

  • Irlanda investiga drones na rota de voo de Zelensky durante visita oficial a Dublin

    A polícia irlandesa está a investigar a deteção de drones na rota de voo do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que chegou a Dublin na noite de segunda-feira para uma visita oficial.

    A polícia confirmou que uma unidade especial de investigação está a analisar o caso e que trabalha em coordenação com as Forças Armadas e com parceiros internacionais de segurança.

    O incidente terá ocorrido pouco depois da passagem do avião presidencial, com alguns aparelhos a seguirem a rota prevista da aeronave e a surgirem mais cedo do que antecipado.

    O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, informou que convocará o Conselho de Segurança Nacional antes do final do mês para discutir o caso, sublinhando que desde o início da guerra na Ucrânia se verificou um aumento da atividade relacionada com cibersegurança, vigilância marítima e drones.

    Martin recusou especular sobre um eventual envolvimento russo, afirmando que aguardará pelos resultados da investigação, e defendeu as medidas de segurança adotadas para a visita, que “correram particularmente bem”.

    De acordo com a emissora RTE, os drones não identificados foram observados pela tripulação de um navio militar irlandês posicionado a norte de Dublin.

  • Procuradores do TPI dizem que mandado de prisão contra Putin mantém-se mesmo que negociações de paz ofereçam amnistia

    Os mandados de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o presidente da Rússia Vladimir Putin e outros cinco russos acusados de crimes de guerra na Ucrânia permanecerão em vigor mesmo que uma amnistia geral seja aprovada durante as negociações de paz lideradas pelos EUA.

    Esta informação foi adiantada por Nazhat Shameem Khan, procuradora adjunta do TPI, à Associated Press, garantindo que a investigação do tribunal à invasão da Ucrânia não pode ser interrompida por negociações de paz, podendo apenas ser suspensa — mas não cancelada — por resolução pelo Conselho de Segurança da ONU.

    “Se tivermos uma investigação em andamento, seguiremos o nosso próprio quadro regulamentar”, afirmou. O Conselho de Segurança pode “pedir ao tribunal que adie um caso quando considera que há margem para um acordo de paz”, adiantando, mas isso seria apenas uma “suspensão temporária”.

    Recorde-se que o TPI emitiu um mandado de prisão contra Putin e os outros cinco cidadãos russos pelos seus supostos papéis em atrocidades durante a guerra que começou com a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022. Putin e a comissária russa para os direitos da criança, Maria Lvova-Belova, por exemplo, enfrentam acusações de deportar ilegalmente centenas de crianças da Ucrânia.

    A Rússia não só rejeita a jurisdição do TPI como negou repetidamente as acusações de crimes de guerra.

  • Delegações dos EUA e da Ucrânia voltam a reunir-se hoje em Miami para negociar plano de Washington

    O enviado especial dos EUA para as negociações de paz na Ucrânia, Steve Witkoff, vai voltar a reunir-se com o negociador sénior de Kiev, Rustem Umerov, acompanhados das respetivas comitivas, esta sexta-feira em Miami.

    A notícia é adiantada tanto por uma fonte anónima à Reuters como por Oleksandr Bevz, assessor do chefe da presidência ucraniana. “Sim, está prevista outra reunião hoje”, confirmou Bevz à Agence France-Presse.

    Witkoff e Umerov já estiveram juntos na cidade do estado da Flórida, nos EUA, esta quinta-feira, dando sequência a uma série de encontros a propósito das negociações de paz para pôr fim à guerra na Ucrânia.

  • Macron nega desconfiança entre Europa e EUA, às quais pede união e aumento de pressão sobre Rússia

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, pediu esta sexta-feira que se mantenha o apoio ao “esforço de guerra” da Ucrânia e se aumente a “pressão sobre a economia russa”, apelando à união entre europeus e norte-americanos em relação à Rússia.

    “Temos de manter o esforço de guerra… de aumentar a pressão, particularmente sobre a economia russa”, disse Macron, numa declaração feita em Chengdu, na China.

    “A união entre norte-americanos e europeus na questão ucraniana é essencial. Acima de tudo, não devemos ceder a qualquer espírito de divisão entre europeus e norte-americanos. Precisamos dos Estados Unidos para a paz e eles precisam de nós para que esta paz seja sólida e duradoura”, defendeu.

    As declarações do chefe de Estado francês foram feitas poucos dias depois da publicação, pela revista alemã Der Spiegel, de uma conversa telefónica entre o Presidente ucraniano com vários líderes europeus, como os seus homólogos francês, finlandês, o chanceler alemão e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Mark Rute.

    Nessa conversa, segundo a revista alemã, vários dos responsáveis europeus manifestaram desconfiança em relação a Washington e alertaram que os Estados Unidos podem trair a Ucrânia e a Europa nas negociações de paz.

    “Existe a possibilidade de os Estados Unidos traírem a Ucrânia na questão territorial, sem clareza quanto às garantias de segurança”, terá dito Macron na conversa telefónica, de acordo com uma transcrição em inglês divulgada pelo semanário alemão.

    Todavia, quando foi questionado esta sexta-feira sobre a reportagem da Der Spiegel. Macron respondeu “nego tudo”, escreve o The Guardian.

    *com Lusa

  • Portugal ficará “muito brevemente” independente de importações de gás russo, diz Montenegro

    Portugal ficará “muito brevemente” independente de importações de gás russo, anunciou hoje no parlamento o primeiro-ministro, Luís Montenegro, após a União Europeia ter acordado esta semana uma proibição no outono de 2027.

    “Assumimos o objetivo de deixarmos de ter qualquer importação de gás vindo da Rússia. Estamos em condições de dizer que há essa possibilidade”, afirmou o chefe do Governo no parlamento, durante um debate sobre o Conselho Europeu de 18 e 19 de dezembro.

    “Muito brevemente, é nossa convicção, haverá condições para podermos ficar completamente independentes de qualquer fornecimento de gás russo”, sublinhou Montenegro, que respondia a uma pergunta da bancada liberal.

  • Dinamarca vai reduzir significativamente apoio militar à Ucrânia

    Desde que a guerra no leste europeu começou, em 2022, a Dinamarca tem sido um dos países que mais contribuiu para a defesa dos ucranianos. Mas tudo deverá mudar num futuro próximo.

    Na quinta-feira, a DR, emissora pública dinamarquesa, escreveu que o país nórdico deverá reduzir drasticamente o seu apoio à Ucrânia.

    Em resposta à Comissão de Defesa, o ministro da Defesa explicou que no próximo ano o Governo prevê gastar cerca de 1.3 mil milhões de euros (9.4 mil milhões de coroas dinamarquesas, número bastante inferior dos 2.21 mil milhões de 2025 ou os 2.54 de 2024.

    Os números apresentados não foram consensuais no parlamento dinamarquês e o Governo, segundo a emissora pública, admite repensar (e aumentar) este valor. Segundo o Instituto Kiel, a Dinamarca é o país que mais contribuiu para o apoio à Ucrânia em termos percentuais do PIB.

  • Ucrânia: Montenegro salienta que é “segurança comum da Europa” que está em jogo

    O primeiro-ministro defendeu hoje que “é a segurança comum da Europa” que está em causa na construção de uma solução de paz “justa e duradoura” para a Ucrânia, admitindo que até ao próximo Conselho Europeu haja novidades.

    No debate preparatório do próximo Conselho Europeu, agendado para 18 e 19 de dezembro de 2025, que tem o apoio financeiro à Ucrânia entre os temas, Luís Montenegro defendeu que esta reunião será uma das mais importantes para “o futuro da Europa nos próximos anos”.

    Em particular, sobre a Ucrânia, reiterou a posição portuguesa de “apoio no contexto político, militar e financeiro desde a primeira hora”.

    “É isso que continuamos a fazer com o propósito de podermos alcançar uma paz justa, duradoura e sustentável. Isso implica o envolvimento da Ucrânia nas decisões que dizem respeito à Ucrânia e implica também o envolvimento da Europa nas decisões que dizem respeito à Europa. Não temos dúvidas de que é também a nossa segurança comum que está em causa neste processo”, avisou.

  • Alemanha aprova plano para aumentar recrutas militares e abre porta a serviço obrigatório

    O plano, revisto pelo Governo de Friedrich Merz, não restaura o serviço militar obrigatório, mas mantém aberta a possibilidade de o abrir a um número limitado de pessoas.

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  • Trump entende que política migratória da UE levará ao "desaparecimento" da cultura europeia

    Donald Trump entende que as políticas migratórias de muitos países europeus levarão ao declínio e consequente desaparecimento da civilização europeia. Ideias foram partilhadas num documento oficial.

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  • EUA querem que Europa assuma maioria das capacidades da defesa da NATO até 2027

    Os Estados Unidos pretendem que a Europa assuma a maior parte das capacidades de defesa da NATO — como serviços secretos e sistemas de mísseis convencionais — até 2027, revelam fontes familiarizadas com o assunto à agência Reuters.

    A informação foi transmitida numa reunião entre equipas do Pentágono responsáveis pela política relativa à NATO e várias delegações europeias. O prazo, de acordo com as mesmas fontes, foi recebido por alguns representantes europeus como pouco realista.

    A transferência deste peso dos Estados Unidos para os membros europeus da aliança representaria uma mudança na forma como Washington, membro fundador da organização, coopera com os seus principais aliados militares, adiantam ainda.

    Segundo as mesmas fontes, os responsáveis norte-americanos poderão deixar de participar em mecanismos de coordenação de defesa da NATO caso a Europa não cumpra o prazo estipulado.

  • Tropas ucranianas vão sair do leste do país a bem ou a mal, diz Putin

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, ameaçou “libertar” os territórios do leste da Ucrânia pela força se as tropas de Kiev não se retirarem da zona, numa entrevista divulgada hoje por uma televisão indiana.

    “Agora tudo chegou a um ponto crítico e tudo se resume a uma só coisa: ou libertamos os territórios através da ação militar, ou as tropas ucranianas retiram-se e abandonam o país”, disse Putin.

    O líder russo referia-se à Rússia, por considerar que as regiões de Donetsk e Lugansk, que constituem o chamado Donbass, pertencem à Federação Russa.

  • Putin: "Estamos prontos para continuar o fornecimento de combustível à Índia"

    Depois de Modi, também Putin falou aos jornalistas em Nova Deli e disse que a Rússia “continua a ser uma fornecedora confiável de recursos energéticos e tudo o que é necessário para o desenvolvimento do setor de energia da Índia”.

    “Estamos prontos para continuar a assegurar fornecimentos ininterruptos de combustíveis para a economia indiana que cresce a toda a velocidade”. O presidente russo disse que as conversas desta sexta-feira com o primeiro-ministro indiano foram muito úteis e confirmou a assinatura de vários acordos para fortalecer as relações entre os dois países.

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