Momentos-chave
- Primeiro-ministro húngaro envia empresários à Rússia para preparar o pós-guerra
- Submarinos russos estão a passar com frequência junto à costa da Suécia
- Escudo protetor de Chernobyl deixou de conter a radiação depois de ataque com drone
- Forças russas atacam Sloviansk. Seis pessoas ficaram feridas
- Embaixador dos EUA na NATO diz que paz na Ucrânia "está mais próxima que nunca"
- Zelensky agradece "abordagem intensiva às negociações" de Trump após "longa e substancial" chamada com Witkoff
- Turquia considera plano de paz dos EUA um “ponto de partida” que evoluiu e agora negociações estão "no caminho certo"
- Starmer, Macron e Merz reunem-se com Zelensky em Londres na segunda-feira
- Ucrânia confirma novo ataque à refinaria de petróleo de Ryazan na Rússia
- Agência de Energia Atómica alerta que proteção de Chernobyl não está a funcionar bem
- Rússia lança ataque contra infraestruturas energéticas e de transportes da Ucrânia. Central de Zaporizhzhia chegou a ficar sem energia
- Perante as polémicas, Kallas defende que os EUA continuam a ser o “maior aliado” da Europa
- Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França
Histórico de atualizações
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O liveblog deste sábado fica por aqui. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia e nas negociações de paz neste novo artigo em direto.
Moscovo refreia expectativas dos EUA e diz que acordo de paz ainda precisa de “mudanças radicais”
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Primeiro-ministro húngaro envia empresários à Rússia para preparar o pós-guerra
A Hungria vai enviar uma delegação de empresários à Rússia nos próximos dias para preparar o pós-guerra na Ucrânia, anunciou hoje o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, durante um comício a poucos meses das eleições legislativas no seu país.
Esta missão centrar-se-á na cooperação económica e insere-se na vontade de “pensar desde já no mundo pós-guerra e pós-sanções”, afirmou perante um milhar de pessoas reunidas num pavilhão desportivo em Kecskemét, no centro da Hungria.
Orbán, um dos poucos líderes europeus próximos tanto do presidente americano Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, afirmou estar em negociações com os americanos e os russos, “embora não possa revelar todos os detalhes”.
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Submarinos russos estão a passar com frequência junto à costa da Suécia
Os submarinos russos estão a circular quase semanalmente junto a águas da Suécia no Mar Báltico, alertou o o capitão e chefe de operações da marinha de Estocolmo, Marko Petrovik, citado pelo Guardian.
Petkovic afirmou que Moscovo está “a reforçar continuamente” a sua presença na região e que os avistamentos de navios russos são uma parte rotineira da Marinha sueca.
A paisagem subaquática acidentada do Mar Báltico, perto da Suécia, dificulta a deteção de submarinos, que se conseguem esconder.
Petkovic afirmou ainda que a Rússia está a aumentar militares as suas capacidades e a produzir um submarino da classe Kilo por ano em São Petersburgo e no enclave de Kaliningrado, localizado entre a Polónia e a Lituânia.
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Escudo protetor de Chernobyl deixou de conter a radiação depois de ataque com drone
O escudo protetor construído em redor da central nuclear de Chernobyl, no norte da Ucrânia, deixou de conseguir conter a radiação depois de um ataque com um drone que ocorreu no início deste ano.
O escudo, denominado Novo Confinamento Seguro (NSC, na sigla em inglês) em Chernobyl, foi “severamente danificado” pelo ataque de um drone em fevereiro, e “perdeu suas funções primárias de segurança, incluindo a capacidade de confinamento” [da radiação], informou a Agência Internacional de Energia Atómica, citada pela CNN.
O ataque atingiu o Centro de Segurança Nuclear da central, provocando um incêndio e danificando o revestimento protetor, segundo a AIEA.
A Ucrânia acusou a Rússia de ter realizado o ataque de 14 de fevereiro em Chernobyl, mas o Kremlin negou as acusações.
O escudo foi construído em 2010 e concluído em 2019, e foi concebido para durar 100 anos.
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Forças russas atacam Sloviansk. Seis pessoas ficaram feridas
Seis pessoas ficaram feridas depois de um ataque russo com uma bomba aérea guiada à cidade de Sloviansk, na região de Donetsk, este sábado, noticiou o Ukrainska Pravda, citando o chefe da administração militar de Donetsk, Vadym Filashkin.
Os feridos têm idades compreendidas entre os 38 e os 69 anos.
O ataque russo atingiu sete blocos de apartamentos, dois edifícios não residenciais e vários carros.
A cidade de Sloviansk é um dos últimos bastiões ucranianos na região de Donetsk.
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Embaixador dos EUA na NATO diz que paz na Ucrânia "está mais próxima que nunca"
A participar no Fórum de Doha 2025, no Qatar, Matthew Whitaker afirmou que todas as partes envolvidas no processo de negociação para pôr fim à guerra na Ucrânia estão “mais próximas do que nunca” de um acordo de paz.
U.S. Ambassador to NATO Matthew Whitaker says Russia and Ukraine are “closer than ever” to a peace deal, though talks remain tough.
He emphasised the urgent need to end the nearly four-year conflict amidst ongoing Russian attacks on Ukraine’s infrastructure. pic.twitter.com/L3vNS2BIfR
— AnewZ (@Anewz_tv) December 6, 2025
As declarações do embaixador dos EUA na NATO surgem não só enquanto as delegações ucraniana e norte-americana continuam reunidas em Miami, como após o ataque de larga escala da Rússia às infraestruturas energéticas da Ucrânia.
Para Whitaker, contudo, o processo continua a ser “difícil” porque ambos os lados, de acordo com Whitaker, estão a recusar-se a fazer concessões, cita a agência ucraniana RBC.
No entanto, o representante norte-americano pediu paciência e confiança no processo levado a cabo por Washington, dizendo que “não se entra num talho a meio da confeção da salsicha e se reclama de que não se gosta”.
“Sinto que estamos todos na mesma página. Com o secretário Rubio envolvido no processo, estou bastante confiante de que todas as perspetivas serão consideradas. Mas, ao mesmo tempo, precisamos de descobrir se há um acordo que possa ser feito”, ressalvou.
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Zelensky agradece "abordagem intensiva às negociações" de Trump após "longa e substancial" chamada com Witkoff
O Presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky anunciou esta tarde ter recebido uma atualização quanto às negociações de paz que estão a decorrer entre as delegações norte-americana e ucraniana em Miami.
Numa publicação na rede social X, o chefe de estado disse ter “uma longa e substantiva conversa telefónica” com o enviado especial dos EUA para as negociações, Steve Witkoff, e o genro de Donald Trump, Jared Kushner, dizendo-se “grato por uma discussão muito focada e construtiva”.
I’ve just had a long and substantive phone call with @SteveWitkoff and @jaredkushner, alongside Andrii Hnatov and @rustem_umerov. I am grateful for a very focused, constructive discussion.
We covered many aspects and went through key points that could ensure an end to the… pic.twitter.com/ZOVhJZJRbW
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) December 6, 2025
“Abordámos muitos aspetos e discutimos pontos-chave que poderiam garantir o fim do derramamento de sangue e eliminar a ameaça de uma nova invasão russa em grande escala, bem como o risco de a Rússia não honrar as suas promessas, como aconteceu repetidamente no passado”, continua, prometendo que a Ucrânia mantém-se “determinada a continuar a trabalhar de boa-fé com o lado americano para alcançar verdadeiramente a paz”.
Zelensky disse que quer agora conferenciar pessoalmente com Rustem Umerov e Andrii Hnatov, os líderes da sua equipa de negociação, porque “nem tudo pode ser discutido por telefone”. Antes, no entanto, aproveitou para agradecer uma vez mais a Donald Trump, pela “abordagem tão intensa às negociações” por parte dos EUA.
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Turquia considera plano de paz dos EUA um “ponto de partida” que evoluiu e agora negociações estão "no caminho certo"
Em entrevista à agência Reuters, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia pediu os EUA que mantenham o intuito de continuar as negociações de paz e não se deixem abater pela “frustração”.
Considerando que o plano de paz de 28 pontos originalmente apresentado por Washington foi um “ponto de partida”, Hakan Fidan considera que esse intituito original evoluiu num novo formato e a mediação por parte dos negociadores dos EUA está “no caminho certo”.
Ainda assim, Fidan pediu que “ninguém saia da mesa” e que “os americanos não fiquem frustrados, porque às vezes os mediadores podem ficar frustrados se não virem incentivo suficiente de ambos os lados”.
De recordar que a Turquia têm-se posicionado como interlocutor entre a Ucrânia e a Rússia, acolhendo várias rondas de negociações de paz e mediando trocas de prisioneiros entre Moscovo e Kiev.
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Starmer, Macron e Merz reunem-se com Zelensky em Londres na segunda-feira
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou hoje uma nova reunião dos aliados europeus da Coligação das Vontades com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a realizar-se na segunda-feira, em Londres. O encontro vai contar com o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o anfitrião, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. “A Ucrânia pode contar com o nosso apoio inabalável”, escreveu Macron no anúncio publicado nas suas redes sociais.
A reunião foi anunciada por ocasião do mais recente ataque em massa, lançado pela Rússia na noite passada, ao qual Macron respondeu com uma condenação “firme”. O encontro irá servir para fazer “um ponto de situação sobre as negociações que estão a decorrer no âmbito da mediação norte-americana”, acrescentou. O chefe de Estado francês voltou ainda a realçar a necessidade de colaboração entre Estados Unidos e União Europeia para alcançar “uma paz robusta e duradoura”.
Russia is locking itself into an escalatory path and is not seeking peace.
I firmly condemn the massive strikes that targeted Ukraine last night, particularly its energy and railway infrastructure.
We must continue to exert pressure on Russia to compel it to choose peace.…
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) December 6, 2025
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Ucrânia confirma novo ataque à refinaria de petróleo de Ryazan na Rússia
As forças armadas da Ucrânia confirmaram esta manhã ter visado atacaram a refinaria de petróleo russa de Ryazan durante a noite. Numa publicação feita nas redes sociais, dizem ter “registado um impacto no alvo e danos na instalação de isomerização a baixa temperatura”, sendo que “a extensão dos danos está a ser avaliada”.
O ataque — o nono já efetuado a estas instalações este ano — foi originalmente reportado nas redes sociais — inclusive pelo meio de comunicação independente russo ASTRA — com a partilha de vídeos e imagens onde é possível ver um incêndio a deflagrar na refinaria.
For the 9 time this year, drones have attacked the oil refinery in Ryazan, according to ASTRA’s analysis pic.twitter.com/tj7Aj0z5ZO
— ASTRA (@ASTRA_PRESS) December 6, 2025
Entretanto, o governador russo de Ryazan disse que drones ucranianos causaram um incêndio na região, mas não referiu que o ataque decorreu na refinaria, mencionando apenas que não houve vítimas nem “danos graves”.
As forças armadas ucranianas também confirmaram ter atacado uma fábrica de cartuchos localizada em Alchevsk, na região ocupada de Luhansk, na Ucrânia.
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Agência de Energia Atómica alerta que proteção de Chernobyl não está a funcionar bem
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) alertou que a estrutura de proteção da central nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, não está a funcionar corretamente após o ataque militar de que foi alvo em fevereiro.
Embora uma inspeção recente não tenha encontrado danos permanentes na estrutura nem nos sistemas de monitorização, os especialistas da AIEA confirmaram que esta “perdeu as suas principais funções de segurança, incluindo a sua capacidade de contenção”, explicou a agência nuclear das Nações Unidas num comunicado divulgado na noite de sexta-feira.
Chernobyl, palco de um dos piores acidentes nucleares da história, em 1986, foi atacada em fevereiro com drones explosivos que danificaram as estruturas exteriores da designada nova contenção segura, embora não tenha ocorrido qualquer fuga de radiação.
O ataque, pelo qual a Ucrânia e a Rússia se responsabilizam mutuamente, provocou um grande incêndio no revestimento exterior da enorme estrutura de aço construída para evitar qualquer fuga radioativa do reator destruído em 1986.
“Foram feitas reparações temporárias limitadas no teto, mas a restauração completa e atempada continua a ser essencial para evitar danos maiores e garantir a segurança nuclear a longo prazo”, afirmou o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, citado no comunicado avançado pela agência Efe.
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Rússia lança ataque contra infraestruturas energéticas e de transportes da Ucrânia. Central de Zaporizhzhia chegou a ficar sem energia
Segundo comunicou a Força Aérea da Ucrânia através do Telegram, a Rússia lançou 653 drones de ataque do tipo Shahed, 36 mísseis de cruzeiro e 17 mísseis balísticos contra alvos em oito regiões do país. Desses, 585 drones e 30 mísseis foram destruídos ou neutralizados, não conseguindo atingir os seus alvos.
De acordo com o Kyiv Independent, foram registados ataques nas regiões de Kiev, Chernihiv, Lviv, Odessa, Zaporizhzhia, Dnipropetrovsk, Mykolaiv, and Kharkiv, visando especificamente instalações de geração, distribuição e transmissão de eletricidade. Há foram confirmados ataques em pelo menos 29 locais, enquanto que os destroços dos alvos abatidos também causaram danos em três outras instâncias.
O diretor da operadora estatal de energia elétrica Ukrenergo, Vitaliy Zaichenko, admitiu ao mesmo jornal que o ataque foi “bastante grave” — em particular por também afetar a produção de de energia nuclear do país, já que as explosões levaram à queda de uma das duas linhas de energia que abastecem a central nuclear de Zaporizhzhia.
Ukraine’s ZNPP temporarily lost all off-site power overnight, 11th time during military conflict, IAEA DG @rafaelmgrossi said.
ZNPP reconnected to 330 kV power line after half hour outage, but 750 kV line still disconnected.— IAEA – International Atomic Energy Agency ⚛️ (@iaeaorg) December 6, 2025
Segundo a Agência Internacional de Energia Atómica, a central de Zaporizhzhia ficou sem energia externa durante meia hora, o que aconteceu pela 11.ª vez desde o início da invasão. Já as “outras centrais nucleares estão agora a operar abaixo da sua capacidade total por razões de segurança”, acrescentou Zaichenko.
O ataque também visou um hub ferroviário na cidade de Fastiv, perto de Kiev, onde os depósitos e várias carruagens ficaram danificados, informou a empresa ferroviária estatal ucraniana Ukrzaliznytsia.
Algumas das explosões afetaram também áreas residenciais, como em Chernihiv. Foram registados pelo menos oito feridos como resultado destes ataques um pouco por todo o país, mas sem vítimas mortais a registar.
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Perante as polémicas, Kallas defende que os EUA continuam a ser o “maior aliado” da Europa
Os Estados Unidos da América continuam a ser o “maior aliado” da União Europeia, afirmou hoje a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, após a nova estratégia de segurança dos norte-americana antecipar o “declínio civilizacional” da Europa.
“Os Estados Unidos continuam a ser o nosso maior aliado… nem sempre concordamos em todas as questões, mas o princípio geral permanece o mesmo. Somos os principais aliados e devemos permanecer unidos”, disse a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, quando questionada sobre o documento durante a participação no Fórum de Doha, no Catar.
A Administração norte-americana, liderada pelo presidente Donald Trump, alertou na sexta-feira para o perigo de “extinção civilizacional” da Europa, caso se mantenham as “tendências atuais”, num documento estratégico sobre a segurança nacional dos Estados Unidos da América.
“Se as tendências atuais continuarem, o continente [Europa] vai ficar irreconhecível dentro de 20 anos ou menos”, lê-se no documento de 33 páginas, analisado pela agência de notícias francesa AFP, onde é ainda defendida a “restauração da supremacia” dos EUA na América Latina.
Trump, no prefácio, resume: “Pomos a América em primeiro lugar em tudo o que fazemos”.
O documento considera ainda “mais do que plausível que em poucas décadas” os membros da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte, na sigla inglesa) sejam predominantemente Estados não europeus e questiona se os países europeus “perceberão o seu lugar no mundo ou a sua aliança com os Estados Unidos, da mesma forma que aqueles que assinaram a carta da organização”.
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Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França
O Governo da Rússia anunciou a rescisão de três acordos de cooperação em matéria de defesa, assinados entre 1989 e 2000 com Portugal, Canadá e França.
A decisão foi formalizada através de um decreto emitido pelo primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin, na sexta-feira, citado pela agência de notícias oficial russa TASS.
O documento refere que a decisão inclui o tratado entre a Rússia e Portugal para a cooperação militar, assinado em 04 de agosto de 2000, assim como um pacto de 1989 entre a antiga União Soviética e o Canadá e um protocolo de 1994 com a França.
O Governo defendeu que os três acordos carecem de relevância estratégica no contexto atual, pelo que foram rescindidos em simultâneo, sem qualquer consideração de possíveis substitutos ou mecanismos alternativos de cooperação.
A ordem governamental estipula ainda que o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo é responsável por notificar formalmente Portugal, Canadá e França da decisão, a fim de concluir o procedimento diplomático correspondente.
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Bom dia. O Observador continua a acompanhar ao minuto a guerra na Ucrânia neste liveblog. Pode recordar todos os acontecimentos da passada sexta-feira neste outro artigo em direto que agora arquivamos.
https://observador.pt/liveblogs/volodymyr-zelensky-falou-com-antonio-costa-e-agradeceu-a-vontade-de-continuar-a-apoiar-a-ucrania/