Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O chefe do exército israelita, Eyal Zamir, destacou a necessidade de uma liderança que reconheça os fracassos e lide com a mudança corajosamente, ao invés de evitar responsabilidades. Estas declarações sublinham uma crítica implícita à atual liderança e reforçam a importância de enfrentar a verdade de frente em Israel.
    • As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão a preparar uma reestruturação do serviço dos reservistas em 2026, que prevê uma redução nos dias de missões operacionais para aliviar a carga dos soldados, ao mesmo tempo que aumenta os dias de treino para reforçar a prontidão militar.
    • A grande operação militar israelita na Cisjordânia resultou na detenção de cerca de 60 palestinianos, incluindo menores. A operação, realizada em locais como Tubas, Tamun, e Aqaba, tem como objetivo impedir atividades terroristas e marca uma escalada nas ações de segurança de Israel na região.
    • Num cenário de crescente violência, as Forças de Defesa de Israel também mataram dois terroristas palestinianos que cruzaram a “linha amarela” na Faixa de Gaza. Esta ação faz parte das operações contínuas de Israel para mitigar ameaças emergentes, especialmente num contexto de tréguas e ataques anteriores ao longo da região.

  • Bom dia,

    Arquivamos este liveblog que acompanhou as principais notícias sobre o conflito no Médio Oriente. Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

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  • IDF afirmam que reservistas vão servir menos e treinar mais em 2026

    As Forças de Defesa de Israel esperam que, face ao fim da guerra, em 2026 os reservistas sejam convocados para até 60 dias de serviço de reserva no total.

    De acordo com o gráfico militar avançado pelo Times of Israel, os reservistas serão convocados para cerca de seis semanas de atividade operacional, com dias adicionais no serviço de reserva para treino e organização. No total, estarão de serviço durante cerca de 60 dias ao longo do ano.

    “O plano de destacamento dos reservistas em 2026 reflete um aumento nos dias de treino para reforçar a prontidão, juntamente com uma redução nos dias de missão dos reservistas, a fim de aliviar a sua carga”, afirma o exército.

    As FDI afirmam que, no próximo ano, será feito um esforço para realizar o treino básico conforme planeado e, além disso, todas as unidades passarão por um “treino dedicado para melhorar a prontidão, que durará várias semanas”.

    Durante o primeiro ano da guerra os soldados serviram em média 136 dias nas reservas, e os comandantes serviram 168 dias. Antes da guerra, os reservistas realizavam até 25 dias de atividade operacional a cada três anos.

  • Forças israelitas mataram palestiniano que atirou explosivos contra as tropas

    As IDF afirmaram que os seus soldados mataram um palestiniano que atirou um explosivo contra as tropas durante uma operação antiterrorista na área de Qabatiya, na Cisjordânia. Segundo o Times of Israel, as IDF não relataram feridos entre os soldados e, mais tarde, localizaram e desmantelaram vários explosivos encontrados no veículo do homem que morreu.

  • Jovem de 15 anos morre em tiroteio no norte de Israel

    Um rapaz de 15 anos morreu depois de ter sido atingido num tiroteio na aldeia israelita de Kafr Yasif, no norte do país. De acordo com a polícia local, o jovem foi ainda levado em estado crítico para o Centro Médico Galilee, onde acabaria por morrer.

    Segundo o Times of Israel, as autoridades abriram uma investigação e procura aos suspeitos do tiroterio que parece “ser de natureza criminosa”.

  • São já 60 os palestinianos detidos na grande operação israelita na Cisjordânia

    O número de palestinianos detidos na grande operação militar israelita na Cisjordânia subiu para 60, afirmou a ONG Palestinian Prisoners Club, citado no Times of Israel, que dá conta que entre os detidos ou interrogados estão menores.

  • Cessar-fogo no Líbano sob ameaça um ano depois

    O Líbano assinala na quinta-feira um ano do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah e que vive atualmente um dos seus piores momentos, à medida que Telavive intensifica os seus ataques e o grupo xiita recusa desarmar-se.

    No último mês, Israel matou o principal comandante militar do Hezbollah, Haytham Ali Tabatabai, nos arredores sul de Beirute, realizou o seu ataque mais mortífero num ano, fazendo 14 mortos no campo de refugiados palestinianos de Ain el-Hilweh, e emitiu numerosos avisos de evacuação em várias localidades do sul do país, antecedendo vagas de bombardeamentos.

    A escalada da tensão coincide com os esforços internacionais e intensa pressão dos Estados Unidos sobre Beirute para selar um acordo definitivo entre os dois países que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, é acusado de protelar.

    A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), que termina o seu mandato em 2026, registou cerca de 10 mil violações do acordo de cessar-fogo.

  • Ministro da Defesa israelita diz que IDF estão a trabalhar "de forma decisiva" para evitar um conflito na Cisjordânia

    O ministro da Defesa, Israel Katz, disse à Comissão de Relações Internacionais e Defesa do Knesset que as Forças de Defesa de Israel estão a agir de forma decisiva para evitar uma possível escalada na Cisjordânia, avançou o Haaretz, depois de, durante a madrugada, Israel ter iniciado uma operação militar em grande escala no norte da Cisjordânia ocupada, nomeadamente nas cidades de Tubas, Tamun e Aqaba.

  • IDF dizem que Israel precisa de "uma liderança que reconheça o fracasso"

    O chefe do exército israelita, Eyal Zamir, afirmou que Israel “precisa de uma liderança que seja capaz de reconhecer o fracasso e ainda assim ouse liderar a mudança”, citou o Haaretz.

    “Agora está claro para nós, sem qualquer dúvida: uma explicação não é suficiente, críticas não são suficientes. Israel precisa de uma liderança que reconheça o fracasso e ainda assim ouse liderar a mudança — não uma liderança que assuste e oprimia, mas uma liderança que eleve, não uma liderança que evite a responsabilidade, mas uma que encare a verdade de frente”.

  • IDF dizem que mataram dois terroristas que atravessaram a "linha amarela" em Gaza

    As Forças de Defesa de Israel afirmaram que mataram dois terroristas palestinianos no sul da Faixa de Gaza que atravessaram a chamada “linha amarela”, a área do enclave palestiniano para onde o exército israelita se retirou no início da trégua.

    Segundo o Times of Israel, no primeiro incidente, um membro da Jihad Islâmica Palestiniana foi avistado por tropas da Brigada Kfir no lado israelita da Linha Amarela. O “terrorista representava uma ameaça imediata” para os soldados e, por isso, as IDF atacaram-no e mataram-no para “eliminar a ameaça”.

    No segundo incidente, soldados que monitorizavam câmaras de vigilância avistaram um terrorista que cruzou a Linha Amarela e que se aproximou das tropas estacionadas no sul da Faixa. Foi também “eliminado”.

  • Autarca de cidade palestiniana é preso em operação militar israelita na Cisjordânia

    Samir Basharat, o autarca da cidade palestiniana de Tamoun, na Cisjordânia, foi detido por militares israelitas durante a grande operação que está a decorrer na região, avança o Times of Israel. De acordo com a Palestine Red Crescent Society, ONG que fornece atendimento médico nos territórios palestinianos, 10 pessoas ficaram feridas e quatro foram atendidas em hospitais.

  • 22 palestinianos já foram detidos em grande operação israelita na Cisjordânia

    Pelo menos 22 pessoas já foram detidas na grande operação militar israelita na Cisjordânia, avança a agência Wafa, citada pelo Times of Israel. Os números terão sido divulgados pelo Clube dos Prisioneiros Palestinianos.

    O autarca de Tubas, na Cisjordânia, disse que as IDF impuseram um recolher obrigatório e fecharam as vias que dão acesso à cidade. “Helicópteros Apache atiraram contra a população esta manhã”.

  • Forças israelitas afirmam que quatro membros do Hamas foram mortos e dois capturados

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam que quatro membros do Hamas foram mortos e dois capturados numa tentativa frustrada de fuga por um túnel sob Rafah. É uma atualização relativamente à informação que reportámos esta manhã sobre os “seis terroristas” atacados.

    Nesta atualização, as IDF afirmam ter matado quatro homens armados palestinianos e capturado outros dois membros que emergiram de túneis na zona leste de Rafah — uma área controlada pelas IDF no sul da Faixa de Gaza, onde se acredita que dezenas de combatentes do Hamas estejam presos no subsolo.

  • Israel faz grande operação militar no norte da Cisjordânia

    Israel está a fazer uma operação militar em grande escala desde a madrugada de hoje no norte da Cisjordânia ocupada, nomeadamente nas cidades de Tubas, Tamun e Aqaba, segundo a agência de notícias palestiniana Wafa.

    “As tropas invadiram várias casas, reviraram os pertences dos habitantes e vandalizaram as instalações. Também mobilizaram reforços militares significativos na região. Os tratores da ocupação [Israel] bloquearam várias estradas principais e secundárias em Tubas, Aqaba e Tamun com montes de terra”, informou a agência de notícias palestiniana.

    Em comunicado, o Exército israelita, juntamente com o Shin Bet (serviço de informações interno) e a Polícia de Fronteiras, anunciou que a incursão fazia parte de uma “ampla operação antiterrorista”, afirmando que iria agir “de forma proativa para impedir que o terrorismo se instalasse” na região.

    Nos postos de controlo de Tayasir e Hamra, segundo a agência Wafa, as restrições foram reforçadas, provocando grandes congestionamentos. Além disso, os helicópteros israelitas estavam a disparar intermitentemente, mas até ao momento não há registo de feridos neste contexto.

    Em Tamun, um jovem ficou ferido depois de ter sido espancado por soldados israelitas e foi levado para um hospital próximo, informou o Crescente Vermelho Palestiniano.

  • Ministério da Saúde em Gaza confirma ter recebido corpos de 15 mortos devolvidos por Israel

    O Ministério da Saúde em Gaza, que é controlado pelo Hamas, confirmou que recebeu 15 corpos devolvidos por Israel através da Cruz Vermelha. A informação é reportada pela AFP.

    Os corpos foram devolvidos depois de Israel ter identificado, na madrugada de hoje, os restos mortais do refém Dror Or, cujo corpo foi entregue ontem pelo Hamas.

  • Palestiniano morto pelas Forças de Defesa de Israel em campo de refugiados no centro de Gaza

    Um palestiniano foi morto a tiro pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) no campo de refugiados de Maghazi, no centro de Gaza, reporta o Times of Israel, citando a Al Jazeera, que noticia a partir de uma fonte do Hospital Al-Aqsa, em Deir el-Balah.

    O campo fica próximo à linha de cessar-fogo de Gaza, no lado controlado pelo Hamas, segundo com o Times of Israel.

  • Forças de Defesa de Israel afirmam ter atacado "seis terroristas" que terão saído de túnel em Rafah

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam ter atacado “seis terroristas” que terão emergido de túneis na zona leste de Rafah, uma área controlada pelas IDF no sul da Faixa de Gaza, onde se acredita que dezenas de combatentes do Hamas estejam presos no subsolo. A informação é reportada pelo The Times of Israel.

    Soldados israelitas que monitorizavam câmaras de vigilância terão avistado os seis indivíduos naquela área esta manhã, afirmam as IDF, acrescentando que acreditam que estes tenham emergido dos túneis.

    Pouco tempo depois, a Força Aérea Israelita, com informações fornecidas pelas forças terrestres, atacou os seis operacionais enquanto tentavam fugir, afirmam as IDF. O The Times of Israel escreve que os militares admitem que “foi identificado um impacto”, mas ainda não se sabe quantos dos operacionais foram mortos no ataque.

    Esta terça-feira, cinco homens armados que emergiram dos túneis em Rafah foram mortos pelas tropas israelitas. No fim de semana, 17 operacionais emergiram dos túneis e foram mortos ou capturados. E há uma semana, tropas das IDF avistaram e mataram a tiro quatro operacionais que emergiram de um túnel na área.

  • Israel identifica corpo do refém devolvido esta terça-feira

    Dror Or foi identificado como o refém cujos restos mortais foram devolvidos a Israel pelo Hamas e pela Jihad Islâmica Palestina (PIJ) esta terça-feira, anunciou o gabinete do primeiro-ministro israelita esta quarta-feira de manhã. A informação está a ser divulgada por meios israelitas como o Jerusalem Post.

    “Após concluir o processo de identificação pelo Centro Nacional de Medicina Forense, em cooperação com a Polícia de Israel e o Rabinato Militar, representantes das Forças de Defesa de Israel informaram a família do refém falecido, Dror Or, que o seu ente querido tinha sido devolvido a Israel e que a sua identificação tinha sido concluída”, afirmou o gabinete do primeiro-ministro.

    O gabinete acrescentou que o governo israelita partilhava a dor da família de Or e reafirmou o seu compromisso de devolver todos os reféns.

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) anunciaram que, com base nas informações disponíveis, Or foi assassinado a 7 de outubro de 2023, e que o seu corpo foi levado para Gaza pela Jihad Islâmica Palestina. A morte terá sido formalmente confirmada a 2 de maio de 2024. Or tinha 48 anos e três filhos. A mulher, Yonat Or, também foi morta no ataque do Hamas, segundo as IDF.

  • Xi Jinping defende que Faixa de Gaza fique sob controlo palestiniano

    O Presidente chinês pediu que a reconstrução da Faixa de Gaza seja realizada sob o princípio “palestinianos governam a Palestina” e exortou a comunidade internacional a promover um “cessar-fogo abrangente e duradouro”.

    Xi Jinping afirmou que a questão palestiniana “afeta a equidade e a justiça internacionais” e constitui “um teste à eficácia do sistema de governação global”, referiu o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

    Numa mensagem enviada para uma reunião da ONU, na terça-feira, o líder chinês defendeu que a comunidade internacional deve “assumir responsabilidades, corrigir injustiças históricas e defender a justiça”.

    Por ocasião do Dia internacional de solidariedade com o povo palestiniano, Xi sublinhou que qualquer estrutura pós-guerra deve respeitar “a vontade do povo palestiniano” e ter em conta as preocupações legítimas dos países da região.

    O líder chinês insistiu que os esforços devem “ancorar-se na solução de dois Estados”, para alcançar um acordo político “abrangente, justo e duradouro”.

    O Presidente chinês referiu que a prioridade imediata é melhorar a situação humanitária e aliviar o sofrimento dos civis em Gaza, e reiterou que Pequim, enquanto membro permanente do Conselho de Segurança, “continuará a apoiar a causa justa do povo palestiniano para restaurar os seus direitos nacionais legítimos”.

  • Bom dia,

    Bem-vindo ao liveblog do Observador em que atualizamos toda a informação sobre a guerra no Médio Oriente. Para recuperar os principais desenvolvimentos desta terça-feira confira este liveblog, que agora arquivamos.

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