Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Aeronaves russas foram intercetadas por caças F-35 italianos, dizem forças armadas da Estónia

    Os caças russos que entraram na Estónia foram intercetados por aviões F-35 da Força Aérea Italiana, confirmaram as Forças de Defesa da Estónia num comunicado publicado no site.

    As aeronaves italianas, lê-se, encontram-se atualmente na base aérea de Ämari, no norte do país, estando lá “no âmbito da missão de segurança aérea da NATO no Báltico”.

  • Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra na Ucrânia neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Três mortos em novo ataque russo contra a Ucrânia com 640 drones e mísseis

  • Forças armadas da Suécia partilham fotos de caças que invadiram espaço aéreo estónio

    As forças armadas da Suécia partilharam na rede social X fotos de caças que invadiram o espaço aéreo da Estónia esta sexta-feira.

    Na rede social X, as forças disseram que “caças suecos JAS 39 interceptaram e monitorizaram hoje três caças russos MiG-31 sobre o Mar Báltico”.

    “A Suécia está sempre pronta para garantir a segurança e a integridade do nosso espaço aéreo, em conjunto com os nossos aliados”, sublinharam.

  • Trump diz que Xi vai trabalhar com EUA para ajudar a guerra na Ucrânia a acabar

    Sobre a sua chamada com Xi Jinping, Donald Trump falou sobre a conversa tida em relação à guerra na Ucrânia, explicando que o líder chinês também gostaria que acabasse.

    “E acho que ele vai trabalhar connosco para ajudar”, disse ainda.

    Questionado sobre qual foi a mensagem dele para o Presidente da China sobre a Ucrânia, Trump disse que foi a mesma que Xi lhe mandou.

    “Ele gostaria que isso fosse feito. Acredito que ele gostaria que isso acabasse”, acrescentou.

  • Trump disse que entrada dos caças na Estónia pode ser um "grande problema"

    Donald Trump foi questiondo sobre a entrada dos três caças russos no espaço aéreo estónio, na Sala Oval da Casa Branca.

    Primeiro, disse que iria ser informado sobre o assunto e iria falar sobre isso mais tarde, na noite de hoje ou já amanhã, no horário de Washington D.C.

    Porém, depois do jornalista insistir, Trump deixou escapar que não o “agradava”.

    “Não me agrada quando isso acontece. Pode ser um grande problema”, sublinhou.

  • Base aérea de Beja recebe exercício da NATO com 1.700 militares e 89 aeronaves

    A Base Aérea n.º11 de Beja vai receber a partir deste domingo um exercício da aliança atlântica com mais de 1.700 tropas e quase 90 aeronaves de 12 países — o NATO Tiger Meet 2025.

    Dentro dos 12 países, incluem-se “Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Polónia e Suíça”, para lá de “meios próprios da NATO”.

    Ao todo, participarão 59 caças, incluindo “F-16, F-18, JAS 39 Gripen, Eurofighter e Tornado”; “16 helicópteros” e “várias aeronaves de transporte, reabastecimento aéreo e de controlo tático, como os aviões E-3A AWACS”.

    A edição de 2025 do exercício, organizado pela associação informal NATO Tiger, vai ser organizado pela Força Aérea Portuguesa, contando com “treinos focados em cenários realistas de defesa aérea integrada, luta aérea ofensiva, ataque e de apoio à componente terrestre e marítima, essenciais para dar resposta aos atuais desafios da Defesa Militar”.

    A associação define este exercício como “uma oportunidade única para os participantes testarem técnicas, táticas e procedimentos em cenários contestados, que exigem soluções em múltiplos domínios” e destaca, na edição deste ano, a “integração inovadora de imagens por satélites de muito alta resolução, que vão dar suporte às operações através da disponibilização de informação recolhida quase em tempo real”.

  • Questionado sobre entrada de caças, embaixador da Rússia na ONU disse que não sabia do caso mas que não confiava na Estónia

    Questionado pela Reuters sobre a violação do espaço aéreo da Estónia pelos caças do seu país, o embaixador da Rússia nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia, disse que não sabia do incidente mas que “não confiava no que a Estónia dizia sobre a Rússia”.

    Quando lhe falaram sobre o que se tinha passado, Nebenzia comentou: “Quão trágico”.

  • Portugal condena "veementemente a violação do espaço aéreo da Estónia por parte da Rússia"

    Na rede social X, o ministério dos Negócios Estrangeiros condenou “veementemente a violação do espaço aéreo da Estónia por parte da Rússia”.

    “Este é o terceiro ato de provocação da Rússia no espaço aéreo da União Europeia, em apenas alguns dias”, sublinhou, dizendo ainda que “Portugal demonstra solidariedade para com a Estónia”.

    “A agressão russa tem de chegar ao fim”, concluiu.

  • Conselho do Atlântico Norte vai se reunir no início da próxima semana para discutir violação do espaço aéreo

    O Conselho do Atlântico Norte vai se reunir no início da próxima semana para discutir a entrada dos caças russos no espaço aéreo da Estónia, disse a porta-voz Allison Hart, citada pelo The Guardian.

    A reunião tinha sido convocada pela própria Estónia, ao ativar o artigo 4.º do estatuto da NATO, que obriga a consultas em casos em que se considera haver uma violação da integridade territorial.

  • COI autoriza russos e bielorussos nos Jogos Olímpicos de Inverno em moldes semelhantes a Paris2024

    O Comité Olímpico Internacional (COI) autorizou hoje a participação de atletas russos e bielorrussos nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina2026, sob bandeira neutra e a título individual, em moldes idênticos aos que vigoraram nos Jogos Paris2024.

    “A comissão executiva adotará exatamente a mesma abordagem que foi adotada para Paris2024”, afirmou Kirsty Coventry, a nova presidente do COI, depois de a decisão ter sido tomada na reunião do Conselho Executivo do organismo, na cidade italiana de Milão.

    Assim, os atletas dos dois países poderão participar nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, que decorrerão entre 06 e 22 de fevereiro do próximo ano, sob bandeira neutra e a título individual, desde de que não tenham qualquer ligação ao exército, nem apoiado publicamente a invasão da Rússia à Ucrânia, em fevereiro de 2022.

  • UE diz que Rússia está cada vez mais perigosa e pede apoio de aliados de Putin

    A chefe da diplomacia da União Europeia afirmou hoje que a Rússia “está a tornar-se cada vez mais perigosa” e pediu aos países com relações próximas a Moscovo, como o Brasil, para pressionarem pela “necessidade da paz”.

    “A Rússia está a testar até onde pode ir”, frisou Kaja Kallas no Palácio do Itamaraty, em Brasília, ao lado do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

    “Não se pode demonstrar fraqueza, porque isso é um convite a serem ainda mais perigosos”, declarou Kallas, na sequência da violação do espaço aéreo da Estónia por aeronaves militares russas, o terceiro incidente deste tipo em duas semanas em países do bloco comunitário.

    Questionada pelos jornalistas em conferência de imprensa, Kaja Kallas, que é estoniana, pediu ainda “aos países que têm uma relação mais próxima com a Rússia (…) que pressionem e a convençam da necessidade da paz e de se sentar a uma mesa de negociações”.

  • Alemanha detetou aeronave de vigilância russa a voar perto do espaço aéreo da NATO

    Antes de se saber da entrada dos caças na Estónia, a representação da Alemanha na NATO relatou outro incidente envolvendo um avião militar russo.

    Na rede social X, lê-se que foi ativado um alerta de reação rápida depois de ter sido detetado uma aeronave de vigilância IL-20M russa a voar perto do espaço aéreo “da NATO sem um plano de voo ou um sinal de transponder [rastreador]”.

    “Missão cumprida: os nossos caças Eurofighter identificaram a aeronave”, garantiram.

  • "Revoltante". Zelensky avisou que entrada de caças na Estónia significa expansão da atividade desestabilizadora da Rússia

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, considerou “revoltante” a violação do espaço aéreo da Estónia por caças russos, avisando ainda que “a atividade destabilizadora da Rússia está a expandir-se para novos países e direções”.

    “Eles usam todas as ferramentas: desde a interferência em processos políticos, como na Roménia e na Moldávia, até violações do espaço aéreo, como na Polónia, Roménia e agora na Estónia”, continuou o líder, que sublinhou que “não se tratam de acidentes”.

    “Trata-se de uma campanha sistemática da Rússia dirigida contra a Europa, contra a NATO, contra o Ocidente”, acrescentou, considerando que “requer uma resposta sistémica”

    “Devem ser tomadas medidas firmes — tanto coletivamente como individualmente por cada nação”, defendeu Zelensky, que voltou a insistir em pressão através de sanções e do reforço do exército ucraniano.

  • Quartel-general supremo da NATO diz que entrada de caças russos não é "o tipo de comportamento de uma força aérea profissional"

    O quartel-general supremo da NATO (conhecido pela sigla inglesa SHAPE) considerou que a violação do espaço aéreo da Estónia não corresponde ao “tipo de comportamento que se esperaria de uma força aérea profissional”.

    Ainda assim, o SHAPE, num comunicado assinado pelo porta-voz Martin O’Donnel, disse que a aliança “respondeu rapidamente no âmbito da Sentinela Oriental, enviando caças italianos F-35 baseados na Estónia”.

    “A Suécia e a Finlândia também enviaram os seus aviões de reação rápida. O Comando Aéreo Aliado da OTAN manteve uma imagem aérea consolidada e uma estreita coordenação com os aliados durante toda a resposta”, assegurou ainda

    “Como afirmámos anteriormente, a Sentinela Oriental integra as defesas aéreas e terrestres e conecta melhor as atividades existentes, como o policiamento aéreo, numa postura defensiva mais coerente. Isso ficou patente hoje”, lê-se ainda.

  • Rutte diz ter falado com primeiro-ministro estónio e considerou que a resposta da NATO foi "rápida e decisiva"

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, disse na rede social X ter falado com o primeiro-ministro estónio, Kristen Michal, e elogiou a intervenção dos aviões da aliança atlântica na entrada de três caças russos no espaço aéreo da Polónia.

    “A resposta da NATO no âmbito da operação Sentinela Oriental foi rápida e decisiva”, disse ainda.

  • Estónia acionou artigo 4.º da NATO depois de incidente dos caças russos

    A Estónia ativou o artigo 4.º da NATO depois da violação do espaço aéreo por três caças russos, anunciou o primeiro-ministro da Estónia, Kristen Michal, na rede social X, onde considerou que o incidente era “totalmente inaceitável”.

    Este artigo 4.º prevê uma consulta entre os países-membros em caso de um considerar ter havido uma ameaça à “integridade territorial, a independência política ou a segurança” de um dos estados.

  • Dois caças russos sobrevoaram "a baixa altitude" plataforma petrolífera polaca e violaram zona de segurança

    Depois do incidente na Estónia, dois caças russos sobrevoaram a plataforma de exploração petrolífera da empresa Petrobaltic “a baixa altitude”, informou a guarda fronteiriça polaca na rede social X.

    A guarda, na publicação, diz que os serviços estão a monitorizar “constantemente a situação nas infraestruturas marítimas críticas, também fora das águas territoriais da República da Polónia”.

    A unidade marítima da guarda fronteiriça sublinhou que “a zona de segurança da plataforma foi violada” e que as Forças Armadas da Polónia foram notificadas, assim como “outros serviços”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia mostrou apoio à Estónia face a "intimidação imprudente da Rússia"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou a entrada dos três caças russos na Estónia, dizendo que é “mais uma escalada russa e uma ameaça direta à segurança transatlântica”.

    “A Ucrânia apoia a Estónia face à intimidação imprudente da Rússia”, acrescentou, dizendo ainda concordar com o seu “amigo estónio”, o homólogo estónio, Magnus Tsahkna.

    Para eles, “medidas incompletas já não são suficientes”. “A Rússia deve enfrentar uma pressão política e económica esmagadora”, acrescentou.

    “Enquanto não receber uma resposta realmente forte, Moscovo só se tornará mais arrogante e agressiva. É hora de pôr fim à sensação de impunidade de Putin”, concluiu.

  • Caças na Estónia. República Checa diz que Rússia está a "testar até onde pode ir", Suécia que incidente mostra "seriedade da ameaça russa"

    Os primeiros-ministros da República Checa e da Suécia também reagiram à situação dos caças russos na Polónia, com ambos a mostrarem preocupação sobre o que pode representar.

    Petr Fiala, líder do governo checo, diz que a Rùssia “continua a escalar a tensão na fronteira oriental da NATO e a testar até onde pode ir”.

    “A violação do espaço aéreo da Estónia demonstra a agressividade do regime de Putin”, continuou, sublinhando a necessidade de “reforçar vigorosamente a nossa capacidade de defesa”.

    Já o líder sueco, Ulf Kristerssson, considera que o incidente “ilustra a gravidade da ameaça russa à segurança europeia”, assim como o facto da “prontidão” sueca e a da NATO “estarem constantemente a ser testadas”.

    “A Força Aérea Sueca mantém um alerta permanente de reação rápida para lidar com incidentes como este. Como membro da NATO, a Suécia mantém-se solidária com os nossos aliados e contribui para a segurança na nossa região”, disse na rede social X.

  • Lituânia diz que a Rússia está a "testar os limites da NATO" e ameaçar "a segurança euro-atlântica"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Lituânia, Kęstutis Budrys, acusou a Rússia de ameaçar “diretamente a segurança euro-atlântica” e de “testar os limites da NATO” com a violação do espaço aéreo da Estónia.

    Numa publicação na rede social X, o ministro disse que “estas provocações só irão intensificar-se até que a Aliança transforme totalmente o policiamento aéreo do Báltico numa defesa aérea do Báltico, que os modelos de defesa aérea rotativa se tornem uma realidade e a Sentinela Oriental entre em funcionamento 24 horas por dia, sete dias por semana”.

    “Não se tratam de acidentes. A Aliança está a ser testada militarmente”, insistiu, sublinhando que se tem de “reforçar a postura da NATO ao ponto de ninguém se atrever a testar a nossa dissuasão”.

    “A Lituânia está em total solidariedade com o nosso aliado, a Estónia”, concluiu.

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