Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, manifestou a sua intenção de acabar com a guerra na Ucrânia, mencionando que uma das suas motivações pessoais é “tentar chegar ao céu”. Trump expressou o desejo de organizar uma reunião entre os Presidentes da Ucrânia e da Rússia, Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin, para discutir um acordo de paz completo. A Casa Branca descartou a possibilidade de enviar tropas norte-americanas para a Ucrânia, mas está aberta a prestar outros tipos de apoio aos aliados europeus.
    • António Costa, presidente do Conselho Europeu, salientou a importância de continuar a trabalhar em conjunto com os Estados Unidos em prol de uma paz duradoura na Ucrânia. Foi discutido com os líderes da União Europeia e dos Estados Unidos o próximo pacote de sanções à Rússia, a necessidade de garantias de segurança para a Ucrânia e a possível adesão de Kiev à União Europeia como meios de estabilizar a região e contribuir para a segurança europeia.
    • Emmanuel Macron, Presidente francês, sugeriu que o encontro entre Zelensky e Putin deveria ocorrer em território europeu, como Genebra, que representa um local neutro. Macron também afirmou que, caso as negociações atuais falhem, será necessário impor mais sanções à Rússia, mostrando um compromisso intercalando a abertura para o diálogo com medidas punitivas.
    • A Suíça expressou disponibilidade para oferecer “imunidade” a Vladimir Putin para facilitar a deslocação do líder russo à Europa e assim participar numa conferência de paz. O objetivo é promover negociações diretas entre Putin e Zelensky, sendo esta uma potencial via para avançar nas negociações de paz e diminuir o risco de escalada no conflito.

    [Governo decide que é preciso invadir a embaixada para pôr fim ao sequestro. É chamada uma nova força de elite: o Grupo de Operações Especiais. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. Ouça no site do Observador o quinto episódio deste podcastplus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

  • Bom dia,

    Arquivamos este liveblog que acompanhou as principais notícias sobre a guerra na Ucrânia. Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

    Trump questionou Orbán sobre bloqueio da adesão da Ucrânia à União Europeia

  • Trump diz que Putin e Zelensky estão "no processo" de organizar uma reunião

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que os homólogos da Rússia e da Ucrânia estavam “no processo” de organizar uma reunião entre ambos numa entrevista a um programa de rádio norte-americano.

    “Temos de parar com a matança, é demasiada matança”, sublinhou Trump, citado pela Sky News.

    “Achei que seria melhor se eles se encontrassem sem mim, só para ver. Quero ver o que acontece. Sabe, eles tinham uma relação difícil, muito má, muito má mesmo. E agora vamos ver como eles se saem e, se for preciso, e provavelmente será, mas se for preciso, eu vou e provavelmente conseguirei aproximar-me”, disse ainda Trump, citado pela NBC.

  • Portugal reitera a Kiev apoio a adesão à UE e nas negociações de paz

    O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, reiterou hoje ao vice-primeiro-ministro ucraniano, Taras Kachka, o apoio português a Kiev na adesão à União Europeia (UE) e nas negociações de paz com a Rússia.

    Após reunir-se por videoconferência com os líderes europeus que participaram no encontro de segunda-feira sobre a Ucrânia promovido pelo Presidente norte-americano, Paulo Rangel manteve contacto telefónico com o vice-primeiro-ministro ucraniano, indicou o Ministério na rede social X.

    Rangel reiterou “o apoio à Ucrânia, à sua adesão à UE e a total solidariedade no quadro negocial que se avizinha”, adiantou.

  • Papa diz que “há esperança” nas negociações para pôr fim à guerra na Ucrãnia

    O Papa Leão XIV disse hoje que “há esperança” nas negociações para pôr fim à guerra na Ucrânia, após ser questionado sobre o assunto à saída do Palácio de Castel Gandolfo, em Itália.

    “Há esperança, mas ainda é preciso trabalhar arduamente, rezar muito e procurar verdadeiramente o caminho para seguir em frente e encontrar a paz”, respondeu o pontífice à imprensa a caminho do Vaticano.

    O papa norte-americano utiliza frequentemente as suas aparições públicas para pedir a paz na Ucrânia e noutros locais, destacando que, desde a sua eleição, em maio, recebeu o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, oferecendo o Vaticano como sede para eventuais negociações.

    O papa disse ainda que, de vez em quando, fala com outros líderes envolvidos na guerra na Ucrânia.

    “De vez em quando falo com alguns. Continuamente. Vamos rezar e procurar formas de progredir”, referiu o pontífice.

    As declarações foram feitas à saída da Villa Barberini, na cidade de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, onde passou uns dias de férias de verão, que terminaram hoje com o regresso à Cidade do Vaticano.

  • Trump disse que queria acabar com a guerra na Ucrânia para tentar "chegar ao céu"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse numa entrevista telefónica à Fox News esta terça-feira que um dos seus principais motivos para acabar com a guerra na Ucrânia era para tentar “chegar ao céu”.

    Depois de apontar o salvamento de “7 mil pessoas por semana” como um bom número, Trump disse que estava a “tentar chegar ao céu, se possível”.

    “Mas tenho ouvido dizer que não tenho feito um bom trabalho. Ouvi dizer que estou mesmo no fim da fila”, acrescentou, sublinhando que, se chegar lá, o fim da guerra “será uma das razões”.

  • Porta-voz da Casa Branca garante que não haverá tropas americanas "no terreno" na Ucrânia mas admite presença da força aérea

    Segundo a Casa Branca, a possibilidade de haver tropas dos Estados Unidos no terreno da guerra da Ucrânia está fora de questão.

    A porta-voz Karoline Leavitt, questionada sobre esta possibilidade, garantiu que não haverá “botas dos EUA no terreno” mas diz que Washington pode “certamente ajudar na coordenação e talvez fornecer outros meios de garantias de segurança” aos aliados europeus.

    Depois de outra pergunta dos jornalistas sobre a possibilidade de a força aérea dos Estados Unidos estar presente dentro da Ucrânia, Leavitt disse que essa era “uma opção e uma possibilidade”.

    “Não vou descartar nada no que diz respeito às opções militares que o Presidente tem à sua disposição”, acrescentou, sublinhando que só a presença de soldados tinha sido excluída.

  • UE promete treino de soldados e reforço da indústria de defesa como garantias de segurança

    A alta representante da União Europeia para a Política Externa e a Segurança, Kaja Kallas, promete que o bloco europeu vai contribuir para as garantias de segurança para a Ucrânia através do “treino de soldados ucranianos” e do fortalecimento “das forças armadas e da indústria de defesa” do país.

    “A UE continuará também a visar a economia de guerra da Rússia. O próximo pacote de sanções contra Moscovo deverá estar pronto no próximo mês”, escreveu Kallas na rede social X.

    Para a alta representante, “não se pode confiar que Putin honre qualquer promessa ou compromisso”.

    “Portanto, as garantias de segurança devem ser fortes e credíveis o suficiente para dissuadir a Rússia de se reagrupar e atacar novamente”, sublinhou.

    “Todos estão empenhados numa paz duradoura que proteja os interesses vitais de segurança da Ucrânia e da Europa”, garantiu ainda a representante.

  • Montenegro defende “roteiro comum” para paz “justa e duradoura” na Ucrânia

    O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, defendeu esta terça-feira a necessidade de chegar a um “roteiro comum” para uma paz “justa e duradoura” na Ucrânia e sublinhou o “apoio aos esforços de paz” do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    “Participei hoje na videoconferência do Conselho Europeu sobre a situação na Ucrânia. Neste momento definidor, sublinho a importância da unidade transatlântica, o apoio aos esforços de paz do Presidente Trump e a necessidade de definirmos um roteiro comum para uma paz justa e duradoura”, escreveu Luís Montenegro na rede social X, depois de uma videoconferência com líderes europeus.

    A videoconferência organizada pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, seguiu-se a uma reunião copresidida pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, e pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e que juntou 30 países, maioritariamente europeus.

  • Chefes da Defesa dos países da NATO reúnem-se amanhã para debater guerra na Ucrânia

    Os chefes da Defesa dos 32 países da NATO vão reunir-se amanhã, quarta-feira, na sequência de um conjunto de negociações diplomáticas em torno da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

    De acordo com a Sky News, o almirante Giuseppe Cavo Dragone, presidente do Comité Militar da NATO, irá presidir à videoconferência.

    Portugal irá estar representado pelo general José Nunes da Fonseca, chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas Portuguesas.

    O general da Força Aérea norte-americana Alexus Grynkewich, que supervisiona todas as operações da NATO na Europa, irá informar os ministros sobre os resultados da reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, que se realizou sexta-feira no Alasca.

  • Trump descarta envio de tropas dos EUA como garantia de paz

    O Presidente dos Estados Unidos descartou o envio de tropas norte-americanas para a Ucrânia, no âmbito das garantias de segurança de um futuro acordo de paz com Moscovo.

    Numa entrevista à Fox News, Donald Trump disse que vários países europeus já mostraram disponibilidade para enviar militares para a Ucrânia, como tal “não será um problema” responder às garantias de segurança exigidas pelo homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.

    Na entrevista, o governante deixou claro que os EUA não se vão envolver de forma alguma na mobilização de forças para solo ucraniano. Mas acrescentou estar “pronto a ajudar”, nomeadamente através do envio de apoio aéreo.

    Questionado pela Fox News sobre como podia garantir que não vão existir “tropas dos EUA no terreno” na Ucrânia, Trump respondeu: “Têm a minha garantia”. “Só estou a tentar evitar que pessoas sejam mortas”, insistiu o chefe de Estado norte-americano.

    Trump reiterou que “haverá algum tipo de segurança” para Kiev, “embora não no âmbito da NATO” e afirmou concordar com a presença de forças militares europeias no território ucraniano.

    “Eles [os ucranianos] não vão fazer parte da NATO, mas temos as nações europeias, e elas vão estar na linha da frente. E algumas delas, França e Alemanha, também o Reino Unido, querem ter, como sabe, tropas no terreno. Não creio que isso vá ser um problema, para ser sincero. Creio que [Presidente russo, Vladimir] Putin está cansado desta situação. Creio que todos estão cansados”, prosseguiu.

  • Jornal Politico destaca ausência de António Costa das conversações na Casa Branca

    O português, conhecido por ser um “sedutor” que ainda está “a aperfeiçoar o seu inglês” tem a seu cargo a representação da UE em assuntos de política externa e defesa. Mas não esteve em Washington.

    Jornal Politico destaca ausência de António Costa das conversações na Casa Branca

  • Chamada dos líderes da UE foi "um passo importante para acabar com esta guerra", diz Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a reunião desta terça-feira entre os líderes europeus foi “um passo importante para acabar com esta guerra e garantir a segurança da Ucrânia e de toda a Europa”.

    “Garantias de segurança confiáveis para a Ucrânia, que funcionem, são a conquista mais importante dos nossos esforços conjuntos, de todos os nossos parceiros e, acima de tudo, da coragem ucraniana que defendeu a nossa independência”, pode ler-se na rede social X.

    O líder da Ucrânia dá ainda conta de que na videoconferência se abordou a preparação do novo 19º pacote de sanções à Rússia e o caminho da adesão de Kiev à União Europeia.

  • Putin terá proposto encontro com Zelensky em Moscovo

    Quando, ontem, Donald Trump interrompeu a reunião com o Presidente ucraniano e vários líderes europeus na Casa Branca para telefonar ao homólogo russo, recebeu de Vladimir Putin não só a disponibilidade para um encontro a dois com Zelensky como terá até proposto o local: Moscovo. A informação está a ser avançada pela agência France Press com base em fontes próximas do processo.

    Trump não terá hesitado: respondeu não, dizem as mesmas fontes.

    Zelensky e Putin vão encontrar-se mas ainda não se sabe onde, tendo hoje a Suíça oferecido o seu território para receber os dois chefes de Estado. Mais: ofereceu “imunidade” ao Presidente russo, que tem um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional.

  • Adesão da Ucrânia à União Europeia não dá garantias de segurança a Kiev, reitera Orbán

    O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou esta terça-feira que a adesão da Ucrânia à União Europeia não dá garantias de segurança a Kiev.

    Para além disso, o líder do governo húngaro disse que “o perigo de uma terceira guerra mundial só pode ser reduzido através de uma reunião entre Trump e Putin”.

    “A Hungria congratula-se com as medidas tomadas nas negociações entre Trump e Putin e apoia a continuação do processo de negociação, com especial destaque para uma segunda reunião entre Trump e Putin”, acrescentou Orbán na rede social X.

    O primeiro-ministro húngaro vai, assim, de encontro às declarações de António Costa sobre o processo de adesão da Ucrânia à bloco comunitário. “Foi confirmado que a adesão da Ucrânia à União Europeia não oferece garantias de segurança. Portanto, vincular a adesão a garantias de segurança é desnecessário e perigoso”, disse.

  • EUA e Europa "não estão em conflito", mas a "trabalhar em conjunto para o mesmo objetivo de paz", diz Costa

    Questionado sobre se os desenvolvimentos de dos últimos dias significam que um acordo de paz está próximo, Costa afirma que “mais próximos estávamos antes de a guerra começar”.

    Porém, “desde que a guerra começou, efetivamente hoje estamos numa realidade completamente diferente”, reconhece o presidente do Conselho Europeu.

    “É particularmente importante que, depois de vários meses de incerteza, não só os EUA e a Europa não estão em conflito como não estão em competição entre si, mas a trabalhar em conjunto para o mesmo objetivo de paz na Ucrânia.”

  • "Só a existência de possibilidade" de reunião entre Zelensky e Putin "é um facto bastante positivo"

    António Costa diz que “só a existência” da possibilidade de reunião entre o Presidente da Ucrânia e o Presidente da Rússia, como foi transmitido ontem por Donald Trump, “é em si um facto bastante positivo”.

    “Vamos lá a ver, importa pouco qual é o nosso estado de espírito. Trabalhamos com os factos. Ontem Trump transmitiu que depois de um contacto com o Presidente Putin havia a possibilidade de uma reunião bilateral entre Zelensky e Putin. Só a existência dessa possibilidade é em si um facto bastante positivo”, destaca.

    “Até ao momento o Presidente Putin nunca aceitou essa possibilidade”, relembra o presidente do Conselho Europeu. “Agora, a haver essa possibilidade é enorme avanço, mas todos temos de trabalhar para que essa possibilidade se transforme em realidade, que reunião tenha lugar, que seja bem sucedida e que possamos avançar para reunião trilateral entre Presidente Putin, Presidente Zelensky e Presidente Trump e que haja momento em que que haja discussão com UE sobre segurança da Europa”, diz.

    Costa não concretizou se a reunião poderá decorrer na Suíça, como defendeu Emmanuel Macron hoje.

    “Temos de trabalhar com a flexibilidade necessária para perceber que o quadro já é suficientemente complexo sem acrescentar problemas àquilo que já é suficientemente complicado”, conclui.

  • "Creio que teremos ao longo das próximas semanas muito trabalho pela frente", diz Costa

    O presidente do Conselho Europeu explica que “ao longo das próximas semanas” haverá “muito trabalho pela frente”, após os desenvolvimentos do encontro de Zelensky e Trump nos EUA.

    “É preciso continuar este trabalho para ter sucesso”, continua Costa.

    Já questionado sobre as declarações de Donald Trump, que desvalorizou um cessar-fogo e apelou ao fim da guerra, Costa explica que “o que é fundamental não são as palavras”. “O que é fundamental é que a guerra pare. Que acabem os ataques, a destruição de bens materiais e sobretudo de vidas. Estamos há mais de três anos com uma guerra constante, é preciso que ela pare.”

    “Se lhe chamamos guerra, se chamamos cessar-fogo, acordo de paz… O que importa é que as mortes e a destruição terminem e que as negociações sejam possíveis”, frisa.

  • Costa resume os principais temas da chamada com os líderes da UE

    António Costa fala agora após a videconferência de líderes da UE. Em declarações na representação da Comissão Europeia, em Lisboa, António Costa resume os principais temas da chamada.

    Foram abordadas questões como “o retomar da troca de prisioneiros e se avança na devolução das crianças raptadas e que estão desaparecidas”.

    Também foram discutidas “as garantias de segurança para um futuro de paz, foi especialmente importante o Presidente Trump ter confirmado a disponibilidade dos EUA para participar nas garantias de segurança”.

    Foram também feitas conversações para “preparar as desejadas conversações bilaterais, trilaterais e quadrilaterais que possam ter lugar o mais depressa possível”, diz Costa.

    “Do ponto de vista da UE discutimos o que a União Europeia pode fazer para apoiar estes esforços de paz”, continua. Também foi debatido “o 19.º pacote de sanções à Rússia, de forma a garantir pressão à Rússia para travar a guerra”.

    Costa diz ainda que foi debatida a forma de “avançar no processo de alargamento [da UE], visto que o futuro da Ucrânia não são medidas de segurança. É também a perspetiva de estabilidade, de desenvolvimento e prosperidade que acesso à UE assegurará”, diz.

  • Ucrânia recebe mil corpos de soldados mortos em combate

    A Ucrânia recebeu da Rússia mil corpos de soldados que morreram em combate, na sequência de um esforço pela repatriação destas vítimas, anunciou Kiev esta terça-feira, de acordo com o Kyiv Independent.

    Segundo as autoridades russas, os restos mortais pertencem a ucranianos que morreram em Donetsk, Zaporizhzhia, Lugansk e Kursk. Entre os corpos estão cinco soldados que morreram em cativeiro russo — quando estavam com “ferimentos graves” — e deveriam ser usados para troca.

    Cabe agora aos especialistas ucranianos proceder à identificação dos cadáveres.

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