Histórico de atualizações
  • Bom dia, encerramos aqui este liveblog onde seguimos o que de mais relevante se passou na guerra na Ucrânia. Estamos agora a acompanhar o conflito armado nesta outra ligação.

    Diplomacia da UE reúne-se hoje receosa de quebra no apoio à Ucrânia

    Continue connosco, até já!

  • Zelensky falou com Von der Leyen por telefone em antecipação à votação da ajuda financeira a Kiev em Bruxelas

    O Presidente Volodymyr Zelensky falou este domingo por telefone com a Presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, informou o próprio através do Telegram. A conversa aconteceu antes das reuniões que terão lugar em Bruxelas esta semana e que vão assentar a futura ajuda a Kiev, bem como a adesão da Ucrânia à UE.

    “Estamos a contar com uma decisão positiva relativamente à atribuição de 50 mil milhões de euros e ao início das negociações de adesão da Ucrânia à UE”, escreveu Zelensky.

    O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, já anunciou que vai bloquear ambas as decisões.

  • Biden vai receber Zelensky na Casa Branca

    O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, convidou e vai receber o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, na terça-feira, em Washington, para discutir “as necessidades urgentes da Ucrânia”, anunciou hoje uma porta-voz da Casa Branca.

    A visita destina-se “a sublinhar o compromisso inabalável dos Estados Unidos de apoiar o povo da Ucrânia, que se defende da brutal invasão da Rússia”, referiu a porta-voz Karine Jean-Pierre. O convite surge numa altura em que o governo dos Estados Unidos aumenta a pressão sobre o Congresso, onde há um bloqueio à aprovação de um novo pacote de ajuda à Ucrânia na guerra com a Rússia.

    “À medida que a Rússia intensifica os seus ataques com mísseis e drones [aparelhos voadores não tripulados] contra a Ucrânia, os dois líderes discutirão as necessidades urgentes da Ucrânia e a importância vital do apoio contínuo dos Estados Unidos neste momento crítico”, disse a representante da administração Biden.

    Os Estados Unidos são atualmente o maior fornecedor de apoio militar a Kiev, com apoios aprovados no valor de mais de 110 mil milhões de dólares desde a invasão da Rússia, em fevereiro de 2022. Mas a promessa do Presidente norte-americano, Joe Biden, de continuar a apoiar financeiramente a Ucrânia está a ser posta em causa pelo Congresso.

    Na semana passada, o Congresso bloqueou um pacote de mais de 106 mil milhões de dólares que Biden pediu insistentemente, que inclui fundos para a Ucrânia e para Israel.

  • Zelensky fala com Orban em Buenos Aires

    O Presidente ucraniano foi visto a conversar com o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban durante a tomada de posse do Presidente argentino. A conversa breve foi apanhada em vídeo, revela a Reuters, mas o seu teor não foi revelado. A imprensa ucraniana especula que Zelensky terá procurado ultrapassar os obstáculos levantados pela Hungria à adesão da Ucrânia à União Europeia.

    O Governo húngaro manteve laços económicos com a Rússia após a invasão da Ucrânia, continuando a comprar gás natural russo.

  • Zelensky espera que Milei e povo argentino "surpreendam o mundo com os seus êxitos"

    “Hoje, participei na tomada de posse de Javier Milei em Buenos Aires e felicitei o novo Presidente”, escreveu o presidente da Ucrânia na sua página no X, antigo Twitter. No post, Zelensky partilha um excerto de vídeo em que surge a trocar algumas palavras com o líder argentino e, de seguida, a abraçarem-se.

    Zelensky referiu ainda que “este é um novo começo para a Argentina” e desejou ao presidente Milei e a todo o povo argentino “que surpreendam o mundo com os seus êxitos”.

    E acrescentou: “Estou igualmente certo de que a cooperação bilateral entre a Ucrânia e a Argentina continuará a expandir-se.”

  • Comandante das forças terrestres ucraniano assinala situação difícil na zona leste

    A situação no leste da Ucrânia continua difícil, uma vez que as tropas russas continuam a conduzir operações ofensivas ao longo de toda a linha da frente, informou o Comandante das Forças Terrestres, Oleksandr Syrskyi, através do Telegram.

    Syrskyi afirmou que, em conjunto com outros comandantes que detêm a defesa na frente oriental, “analisaram minuciosamente a situação e consideraram opções para novas ações”.

    “Coletivamente, tomamos as decisões necessárias e tomamos medidas para garantir a estabilidade de nossa defesa, preservar a vida de nossos soldados e usar munição de forma racional”, escreveu o comandante no Telegram.

  • Presidente da Ucrânia reuniu com homólogo do Paraguai

    A viagem de Zelensky à Argentina, onde vai assistir à tomada de posse de Javier Milei, está a ser usada para assegurar encontros com vários chefes de Estado.

    Zelensky partilhou na rede social X que, já na capital da Argentina, reuniu com Santiago Peña, Presidente do Paraguai, agradecendo o “apoio decisivo dado à Ucrânia dentro das organizações internacionais”.

    Em relação à fórmula de paz da Ucrânia, Zelensky diz que já “teve três reuniões bem sucedidas com conselheiros de segurança nacional e política externa”, dizendo que contam com o Paraguai para se juntar “à implementação da fórmula de paz”.

    “Esperamos ver o maior número possível de países da América Latina na próxima reunião da fórmula de paz, na Suíça, em janeiro de 2024.”

    O encontro com o Presidente do Paraguai esteve centrado no desenvolvimento de comércio entre os dois países. Santiago Peña recebeu também um convite para visitar a Ucrânia.

  • Zelensky falou ao telefone com o Presidente francês

    Volodymyr Zelensky falou ao telefone com Emmanuel Macron, já a partir da Argentina, explicou na rede social X, antigo Twitter.

    O Presidente ucraniano diz que informou o homólogo francês sobre “os desenvolvimentos na linha da frente” e que agradeceu a ajuda militar dada por França.

    “Também salientei a importância de a cimeira do Conselho Europeu abrir as conversações sobre o acesso da Ucrânia às União Europeia”, disse Zelensky, lembrando que o país “atingiu todas as recomendações pedidas pela União Europeia”.

    “As decisões do Conselho Europeu vão ter um impacto significativo na motivação da sociedade ucraniana e no exército.”

  • Ministério da Defesa britânico antecipa que Rússia estará a iniciar campanha direcionada à infraestrutura energética da Ucrânia

    No boletim diário dos serviços de informação britânicos, partilhado na conta de X, antigo Twitter, do Ministério da Defesa do Reino Unido, é dito que a Rússia estará a dar início a “uma campanha concertada para degradar a infraestrutura energética da Ucrânia”.

    Devido aos invernos rigorosos no país, a energia elétrica é essencial para o povo ucraniano. Já no inverno passado a Rússia tentou abalar a Ucrânia desta forma.

    A Defesa britânica fala na “grande vaga de ataques a Kiev e à Ucrânia central”, feitos pela Força Aérea Russa, na noite de 7 de dezembro.

    No entanto, é realçado que as informações iniciais indicam que “a maioria dos mísseis foram intercetados com sucesso pelas defesas aéreas da Ucrânia”. Apesar de ter morrido pelo menos um civil, “os estragos atualmente aparentam ter sido mínimos”.

  • Quatro pessoas morreram na Ucrânia em ataques a áreas residenciais

    Durante a noite, morreram quatro ucranianos e sete ficaram feridos em ataques a zonas residenciais em Kharkiv, Donestk e Kherson, na Ucrânia.

    Foram atacados um dormitório, 12 casas, uma instituição de ensino e várias infraestruturas, explicou Gyunduz Mamedov, antigo procurador da Ucrânia, na rede social X, antigo Twitter.

  • Zelensky na Argentina para assistir à cerimónia de tomada de posse de Javier Milei

    Volodymyr Zelensky vai estar este domingo na Argentina para assistir à cerimónia da tomada de posse de Javier Milei, que foi eleito para Presidente do país.

    Zelensky já deixou agradecimentos a Milei, um populista de extrema direita, pelo “apoio claro à Ucrânia”.

  • Bem-vindo ao liveblog onde vamos acompanhar os principais desenvolvimentos no conflito entre a Rússia e a Ucrânia ao longo deste domingo.

    Pode ainda ficar a par dos acontecimentos das últimas horas no liveblog anterior.

    Olaf Scholz admite que guerra pode durar até 2025 e garante ajuda à Ucrânia vai continuar

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