Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
A questão é difícil.
Eu acho que a sua questão é muito importante.
Eu não lhe vou responder essa pergunta, porque não me apetece.
Ficará eventualmente a pergunta no ar.
É uma boa pergunta essa.
Paulo Ferreira e Júlio Magalhães. Esta terça-feira falamos de prioridade às mulheres, de mal a pior, mas não percebo porque é que está junto, prioridade às mulheres e de mal a pior. Mas pronto, são coisas vossas.
Há uma virga lá no meio, imagino.
Mas começamos por responsáveis procuram-se. Lá está, olha, esta é que faz sentido. Responsáveis procuram-se para esta ligação.
Exatamente. E sobre isso, então, António Costa vai assumir a responsabilidade pela enorme embrulhada que está criada com a lei dos metadados.
Para já, Paulo, o primeiro-ministro promete uma nova lei no próximo mês.
Pois, e é bom que venha, não é? Mas a isso chama-se basicamente correr agora atrás do prejuízo. É isso que acontece quando os governantes e responsáveis políticos não são diligentes e adiam a resolução de problemas que são óbvios. E neste caso não foi por falta de aviso, nomeadamente da Provedora de Justiça, que a questão não foi resolvida a tempo. Mas íamos para eleições, não dava jeito, vá-se lá saber porquê. Pelo menos foi essa a justificação da anterior ministra da Justiça. Agora vamos fazer remendos em cima de esbulho e mesmo assim não é seguro que não haja consequências para muitos processos judiciais. Responsabilidades? Ora, isso agora não é para aqui chamado, obviamente.
Claro.
E será que estamos mesmo no tempo das mulheres?
A França vai ter uma nova primeira-ministra, mas estamos sempre.
Olha, se estamos, estamos com toda a legitimidade. Elisabeth Borne é a mulher indigitada para primeira-ministra por Emmanuel Macron para gerir os destinos do governo francês. Já nos habituamos a olhar para a Suécia, Finlândia, para o Parlamento Europeu, Comissão Europeia e cada vez mais Ursula von der Leyen, por exemplo, ou Roberta Metsola, entram pelos nossos lares como mulheres influentes na política mundial. Agora, a França, um dos mais importantes centros da política mundial, indigita uma mulher, sendo que a última que esteve no cargo foi há 30 anos. É muito tempo, mas os tempos talvez vão mudar.
É verdade. Olhe, e o que já está mau pode ainda ficar pior. Será que esta máxima também se vai aplicar ao número de utentes sem médico de família?
É impressionante. O número já tem vindo a subir nos últimos anos, mas claro que pode piorar.
É, e pode. Esse foi o alerta feito ontem pelo presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos. Carlos Cortes diz que há a possibilidade de, a curto prazo, existirem mais de 200 mil utentes só na região Centro, que ficam sem médico de família. E por quê? Porque os clínicos que acompanham estas 200 mil pessoas já têm mais de 65 anos e a qualquer momento podem decidir reformar-se. Na região já há 160 mil pessoas sem médico de família, número esse então que pode mais do que duplicar para os tais 360 mil. Portanto, o alerta está feito. Vamos ver se não acontece como a lei dos metadados.
Eu hoje estou nas mulheres. Vou avançar.
Estás muito bem.
Fazes muito bem. Se quiseres eu saio do...
Será que a Espanha está a dar um passo seguro mesmo?
Olha, hoje é aprovada, deve ser aprovada uma nova lei que protege o tempo de menstruação das mulheres.
É isso mesmo. A ideia é proteger as mulheres, as que sofrem mais com o período de menstruação e que o governo espanhol leva à votação para que possam ficar em casa, ser considerado uma doença crônica e possam ficar o tempo que tiverem em sofrimento. Um passo importante na defesa e saúde e nos direitos das mulheres, tal como acontece na maternidade. Esta ideia pode e deve alastrar a outros países europeus, mas pode trazer um problema. É bom que venha acompanhado de segurança laboral, porque todos sabemos, a questão da gravidez já foi, e ainda é em muitos locais, um fator de discriminação na hora de escolher recursos humanos ou até ocupar altos cargos.
Júlio Magalhães e Paulo Ferreira com as perguntas que marcam a atualidade amanhã, à nova edição, é sempre a seguir ao Jornal das sete.
A questão é difícil.
Eu acho que a sua questão é muito importante.
Eu não lhe vou responder essa pergunta, porque não me apetece.
Ficará eventualmente a pergunta no ar.
É uma boa pergunta essa.