Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Vantagem de dois gols para os clubes portugueses na Europa. O Benfica venceu por 3 x 1, no Estádio da Luz, o Aarhus, da Dinamarca. Já o Sporting Braga venceu por 2 x 0 o Austria de Viena, a jogar em Braga. Vamos falar destes dois jogos, hoje com João Castro, Gabriel Alves e Pedro Henriques. Eu sou Miguel Cordeiro. Bem-vindos. Vamos começar pelo encontro do Benfica, porque, Gabriel Alves, o Benfica consegue aqui uma vitória confortável, 3 x 1, mas ainda há essa segunda mão a jogar-se na Dinamarca. Ontem, o Benfica pode queixar-se de falta de eficácia, podia ter concretizado mais?
Boa tarde. Poder, podia, mas temos que ter em conta as boas defesas que o guarda-redes dinamarquês também efetuou. Um bom guarda-redes.
Sim.
Há que referir, há que sublinhar. Está lá exatamente para essa função. E obviamente que tem defesas, quer pelo ar, quer na relva. Então tem uma delas que é, de facto, uma grande, uma enorme defesa. Portanto, poder, podia, mas há esses condicionamentos, há o adversário, há o jogo do adversário e obviamente que também remate sim, três sim, faltou talvez mais um, mas há que ter em conta todos esses dados. Quanto ao Benfica, está com um ataque, uma dimensão ofensiva já aqui referida e vê-se pelos gols que tem vindo, portanto, a somar ao longo destes jogos que tem vindo a efetuar. Rotinas muito bem-sucedidas, muito bem trabalhadas, onde aquele tridente atacante, onde pontifica Rafa e depois muito bem coadjuvado com aquele homem que eu digo que tem o gol no sangue, chamado Pavlídis, e ainda, portanto, o Prestianni, que está numa forma extraordinária, muito bem apoiados com Sudakov a ir subindo. Mas eu falo de Leandro Barreiro, que tem uma missão extremamente interessante, extremamente, eu diria, importantíssima naquilo que é o desenvolvimento do ataque do Benfica, com as linhas que ele vai criando. Portanto, a superioridade que ele vai criando nas diversas linhas do campo. E atenção, este Benfica atacante faz circular a bola. A bola circula, o Benfica joga sem bola, sabe jogar, os jogadores aparecem nos espaços, a bola vai lá e eles estão lá para a ir captar. Portanto, resta saber, quando tiver uma equipa mais potente, mais capaz, mais sólida, mais equilibrada como adversária, como é que vai ser o desempenho defensivo.
João Castro, o que achaste deste Benfica que acertou aqui um 11, Marco Silva a repetir o 11 da jornada anterior, e a conseguir novamente uma ótima entrada?
Sim, boa tarde a todos. Uma ótima entrada do Benfica, sobretudo na exploração dos corredores laterais, com os triângulos a funcionar bem, quer na esquerda, quer na direita, com algumas assimetrias, mas a funcionar muito bem e depois com o homem lá na frente, com o Pavlídis. Lá está, uma boa entrada do Benfica, ofensiva, com boas dinâmicas já implementadas por Marco Silva e o Benfica está em crescendo. De salientar aqui também na equipa dinamarquesa, lá está o Vangstad, o Boakye, o avançado de 18 anos do Ganda, que me parece bastante interessante, o Emery do lado esquerdo e o guarda-redes. Acho que são as quatro peças mais. Esta equipa dinamarquesa vale mais pelo ataque do que propriamente a sua defesa, ou seja, tem um ataque de campeão e uma defesa de equipa primor visionária, diria eu. E, portanto, o Benfica tem que ter cuidado lá na Dinamarca com o início do jogo. É uma vantagem confortável, mas concordo contigo, Miguel, acho que o Benfica ontem podia ter ido para a Dinamarca com a eliminatória resolvida. Mas atenção a este guarda-redes de 25 anos, bastante interessante. Já esteve, por exemplo, na lista do Sporting. E é um guarda-redes que deu aqui muita segurança e permitiu que, teoricamente, a eliminatória ainda esteja em aberto.
Pedro Henriques, deixaste isto também na edição do Sem Falta, aqui uma situação de grande penalidade sobre Rafa, que até é um pouco difícil de explicar como não é assinalada, mas queria perceber também o que é que achaste deste encontro, desta prestação do Benfica, que vai acertando aqui as ideias de Marco Silva.
Muito bom dia/boa tarde. Se alguém tiver aí o número de telefone do Palhinha, que me dê, que é pra dar ao Marco Silva, que o Marco Silva disse ontem que não tinha o telefone do Palhinha. João Castro, tens aí o telefone?
Tenho, Pedro. Queres o número?
Não, não é pra mim, é pra dar ao Marco Silva, que ontem ele disse que não tinha o telefone. Estou a brincar. Respondendo a tudo de forma rápida. Primeiro lugar, acho que foi uma noite de gala autêntica de um jogador em específico, do Rafa. Foi claramente o melhor. Marcou, assistiu, driblou, rematou, defendeu e depois muito Prestianni também. Portanto, eu acho que são as principais notas de destaque. Eu se estivesse no lugar dos benfiquistas, estava muito tranquilo e descansado. Eu sei que são jogos que têm cariz diferente, jogar em casa é diferente de jogar fora. Mas desculpem lá, 32 remates contra três? Isto é a mesma coisa, estamos a brincar. Claro que o Benfica devia ter marcado muito mais.
Era por aí que eu estava a dizer, se não devia ter marcado mais perante tudo aquilo que produziu.
Não, se quiserem já começar a fazer apostas para a semana, o Benfica ganha lá. Portanto, é muito tranquilo. E acho que a superioridade do Benfica foi claramente evidente, só que desta vez não se materializou em gols. E obviamente que aquele quase único remate, eles fazem o remate encontrado, e portanto, dos três remates, e depois eles acabam por fazer gol, acaba por dar ali um cariz diferente à eliminatória, deixando-a em aberto. E como diz o Gabriel Alves, e muito bem, os jogos têm que ser jogados, é preciso jogar, não se pode ganhar antes de se jogar. E lá é diferente de jogar cá, mas eu acho que é abismal a diferença e acho que se calhar o Benfica lá vai fazer muito parecido com cá. Não com tanta, se calhar, 71% de posse de bola, nem vai ganhar 32, 3 remates, mas vai ganhar com tranquilidade, porque não há comparação possível em termos da qualidade das equipas. E acho que não estou enganado, pois daqui a uma semana logo veremos. Depois, em relação a essa questão do pênalti A única explicação para as pessoas também perceberem porque um árbitro é sempre mais fácil de explicar, porque dentro de terreno de jogo, a diferença entre aquilo que os olhos veem e aquilo que a gente depois vê na televisão ou o próprio árbitro depois vê na televisão, faz uma grande diferença. Só experimentando. Tive muitas situações em que via uma determinada coisa e via bem, portanto não tenho problema. Via bem em termos de visão. E depois quando ia à televisão, não era aquilo que eu tinha percepcionado, não era aquilo que tinha visto. Isso é fácil. A questão que se coloca muitas vezes agora é o VAR, que o VAR viu as repetições que nós vimos. E a única questão aqui possível, que acontece cada vez mais, é que para ser falta tem que haver uma causa e efeito, uma consequência. Ou seja, o jogador não consegue rematar, remata mal, não chega à bola, perde o controlo e domínio de bola. Sempre que tu agarras, saltas, carregas, neste caso empurras, tem que haver uma consequência para que realmente essa tal violação da lei 12 se transforme em falta. E provar, e estou a dar aqui a hipótese, porque eu tenho dificuldade em perceber, para mim é um pênalti claro e óbvio, é o Rafa Silva mesmo assim empurrado, com aquela mão esticada ali, conseguiu fazer o remate em boas condições ou nas condições normais? Eu acho que não. Ou seja, a maneira como ele remata tem muito a ver com a forma quase desesperada quando o adversário o empurra e ele já está claramente em desequilíbrio. Não estou a dizer que se rematasse em equilíbrio e sem ninguém empurrá-lo, marcava golo. Não é isso que eu estou a dizer, mas é um empurrão claro que o desequilibra, que o derruba e que tem impacto na forma como remata. Não tenho grande explicação. A explicação que eu dou para o VAR não ter assumido o pênalti é esta, mas é pênalti de forma muito evidente. Depois, digamos que não tem tanto impacto como o do canto, daí deu o canto. Deu logo o gol, a malta esqueceu-se logo, mas é um pênalti do tamanho de um comboio.
Quanto ao Sporting Braga, venceu por 2 x 0, depois de dias difíceis para a equipa bracarense, lidar com intoxicações alimentares, com dias sem treinar, acabou por conseguir vencer por 2 x 0 frente ao Austria de Viena. Pau Víctor e Diego Rodrigues marcaram os gols. João Castro, o que parece esta exibição do Sporting Braga, que consegue aqui uma vitória e já uma margem confortável para o jogo da segunda mão, a mesma margem que tem o Benfica, apesar de ser um duelo mais equilibrado?
Sim, parece-me um duelo mais equilibrado. Eu tive a oportunidade de ir espreitando o jogo do Braga, além do jogo do Benfica, e estava mais complicado. Foi o menino Rodrigues que realmente desequilibrou aquilo com o segundo gol, que dá um ar mais respirável para o Braga em Viena, porque não estava fácil. Apesar, obviamente, quanto a mim, o Braga ser superior e mostrar isso, a verdade é que também do lado contrário estavam organizados e conseguiram manter ali o resultado durante muito tempo por 1 x 0. E portanto, lá, eu acho que mais uma vez, e acho que será fundamental para o Braga, os primeiros minutos vão ser fundamentais. O Austria entra e marca, as coisas podem atrapalhar um bocadinho. E portanto a entrada em campo na Áustria vai ser preponderante, porque o Braga tem que entrar confiante, ter a bola e não deixar o Austria de Viena acreditar que é possível, mas é uma eliminatória muito mais equilibrada do que aquilo que é o Benfica com os dinamarqueses.
Mas Gabriel Alves, esta vantagem de dois gols já permite ao Sporting Braga gerir de outra forma frente à Austria de Viena no segundo jogo?
Obviamente, se deste leves a vantagem, geres sempre melhor. Mas como costumo dizer, estes resultados de 2 x 0 são resultados marotos, mesmo durante os 90 minutos e também na questão a eliminar para o segundo jogo. Portanto, tem que haver muita atenção, muita concentração, muita disciplina, numa estratégia que certamente o treinador irá montar para a sua equipa, em que o desempenho dos jogadores vai ser fundamental. Cuidado que a equipa austríaca é uma boa equipa e obviamente o Braga não tem a eliminatória fechada.
Falemos do mercado. Pedro Henriques, já estavas há pouco a tocar no assunto Palhinha. Já sabemos que o Marcos Silva não tem o número de telefone do jogador com quem já trabalhou no Sporting e no Fulham e agora prepara-se para treinar no Benfica, se se concretizar o negócio. Mas queria abordar aqui um assunto que são os valores deste negócio. Começou-se a falar na casa dos 25, quando se começou a discutir esta hipótese, até um pouco mais. E nesta altura, o que está em cima da mesa e o que tem sido noticiado é 14 milhões mais cinco por objetivos. Como é que vês a concretizar-se desta forma esta evolução do negócio?
Olha, em primeiro lugar, e também daquilo que vou lendo e vou ouvindo, eu fico com a ideia que são os tais pormenores que faltam acertar entre o Palhinha e o Bayern de Munique, porque eu acho que está muito próximo de concretizar-se o regresso do Palhinha, neste caso, para o Benfica, ponto número um. A parte financeira, sabemos que esse era o grande entrave desde o início, daí o Benfica jogar um bocadinho com o tempo. O Bayern de Munique também estava a jogar naquela perspectiva que houvesse o tal clube inglês ou de outro sítio qualquer que pudesse facilitar todo o processo financeiro, porque o Palhinha ganha valores que são de alguma maneira difíceis para aquilo que é a realidade portuguesa. E portanto, sob o ponto de vista também financeiro, eu diria o seguinte, independentemente de como é que se pode gerir balneários, jogadores que ganham mais uns em relação aos outros, tais tetos salariais, eu acho que o Palhinha é claramente, não na perspectiva de vender no futuro, mas de rendimento desportivo. Ou seja, ou é uma contratação para um contrato de quatro anos, em que o principal foco do Benfica é investir financeiramente para tirar rentabilidade desportiva e daí depois vir o dinheiro, porque se ganhares e se fores campeão, tens mais dinheiro para gerir e não aquela perspectiva do tal jogador que se vai buscar para daqui a dois ou três anos venderes e duplicares ou triplicares o valor. E por isso eu acho que para este Benfica, independentemente de poder ainda sair mais alguém, sobretudo ali na zona do miolo, eu acho que é um bom negócio sob o ponto de vista desportivo. Portanto, nem sequer vou falar muito na questão da abordagem financeira, porque depois depende do ponto de vista, por causa da relação à idade, do vender ou não vender.
Ontem o nosso João Pinto colocava aqui a questão, ou foram-lhe colocando aqui no direto essa questão: e depois quando o Palhinha vier e quando o Óstens estiver a tempo inteiro, porque neste momento percebe-se que entre o Enzo Barra Nechey e o Leandro Barreiros, parece a dupla mais provável de seis e oito, com as entradas de Richard Rios, como é que é ou como é que não é? Eu vou dar aqui o meu beatite, também gosto de dar. Eu acho que quando tiveres Palhinha e quando tiveres o Óstens, em teoria, será esta a dupla que tira claramente lugar a todos os outros. Contudo, ontem vi uma coisa que me pode lançar outro aspeto. É que o Óstens entrou diretamente para o lugar do Sudakov, em termos de substituição. O que pode haver aqui uma ideia, que será Palhinha, no meu ponto de vista, com, depois podes querer um Richard Rios, se é que ele não sai entretanto, ou o Leandro, o que quer que seja, e teres o Enzo também no 11 a jogar um bocadinho mais à frente, porque neste momento o Mário Silva aposta as fichas todas sistematicamente num jogador que joga atrás do ponta-lança e esse é o Sudakov. Eu acho é que falta a resposta do Sudakov àquilo que neste momento é pretendido, porque talento ele tem. Contudo, se calhar com o Palhinha no campo, o Sudakov também pode subir de rendimento. Termino com isto. Grande contratação se o Palhinha vier para o Benfica, no meu ponto de vista. Acho que será titular, porque é que se pode dizer que há titulares indiscutíveis, porque depois sabemos com os castigos, lesões, essas coisas todas e as cargas competitivas. Do ponto de vista financeiro, se é para pensar vender, não. Se é para tirar rendimento desportivo e daí vir o dinheiro, eu acho que é uma grande contratação.
João Castro, chegou a ser associado ao Sporting neste regresso, nesta temporada. Palhinha acabou por não se concretizar, o Sporting acabou por encontrar vários reforços para o meio-campo. Continua a arrumar a casa também nesse setor, com a venda de Kocharo Shvili já confirmada para o Sevilha. O que achas deste negócio do Benfica e também esta questão de timing que pode ter tirado o Sporting desta luta pelo jogador?
O Sporting não esteve na luta porque quis o Palhinha a tempo e horas da pré-época, mas o Palhinha preferiu esperar por proposta de Inglaterra e sobretudo do Tottenham. E o Sporting decidiu não esperar. Em relação, em termos financeiros, obviamente, para um jogador de 31 anos, uma operação que vai envolver perto de 40 milhões não é fácil. Estamos a falar em ordenados e aquilo que vai pagar. E portanto, em termos financeiros, não sei se é uma operação que o Sporting queria efetuar para um jogador com esta idade. Agora, concordo com o Pedro Henriques, isto é uma contratação claramente desportiva, assumindo que obviamente financeiramente será uma contratação dispendiosa, mas é claramente desportiva. E os adeptos, na maioria do futebol, querem saber é das vitórias, não querem saber depois dos balanços e os resultados das chats. Querem saber é das vitórias e portanto se o Benfica tiver vitórias, quer no campeonato, quer depois nas competições europeias também e bons jogos, esquecem todo o custo desta contratação. Agora, desportivamente, o que vai permitir ao Benfica, quanto a mim, é ter um seis que limpa o meio-campo todo, libertando os outros dois médios para ações mais ofensivas. Ou seja, com o Palhinha tu ficas muito mais seguro a defender, libertando os outros dois médios. Poderá ser, obviamente, todos os outros, desde logo Leandro e Sudakov, mas como o Pedro referiu e bem, o Óstens pode entrar para trás do avançado e, portanto, até ficar mais liberto das ações defensivas, o que lhe também pode permitir, e o Óstens é um excelente jogador nisso, aumentar a sua produtividade. E portanto, acho que o Benfica faz um grande reforço, além que o João Palhinha evoluiu muito, já não é aquele jogador só destrutivo, melhorou muito com o Amorim, por exemplo, no jogo do passe longo, em Inglaterra com remates a meia distância, bolas paradas ofensivas e defensivas. Portanto, acho que é um reforço de peso para o Benfica e eu acho que vai jogar de cadeirinha a titular.
Vamos às nossas notas de campeão. Tenho apenas 30 segundos para cada um. Gabriel Alves.
Olha, a minha nota é uma nota de atenção. A realidade económica dos cinco grandes do futebol europeu, 32 mil milhões de euros, 32 bilhões, com a primeira liga com 12 bilhões, 56, seguido da Espanha, 5 bilhões 450. Esta é que é a verdade, 5 bilhões 360, a Itália e a Bundesliga 4 bilhões 800. Mas eu queria dizer aqui que acho que é importante. O próximo grande desafio das ligas europeias, e há estudos disto, joga-se fora do campo. A disputa agora consiste em descobrir quem pode transformar a de ingresso sem depender cada vez mais dos direitos de transmissão. Um estádio cheio já não significa somente venda de entradas, significa hospitalidade, consumo, turismo, datas e novas oportunidades comerciais. E nesse sentido, os clubes que entendem que o estádio e a sua base de fãs, de adeptos, com plataformas de negócio, terão uma vantagem cada vez maior nos próximos anos. Portugal, em que situação é que está? Como é que vê? Como é que pensa? Como é que se estrutura? Está com estes estudos que estou a ouvir lá fora. Ora bem, a minha nota é de atenção para isto.
Pedro Henriques.
A minha nota de campeão vai para o Benfica e para o Braga, para aquilo que ontem conseguiram fazer. Ganharam, ambos com dois gols de diferença, que podem muito bem gerir na segunda volta. Foram pontos para Portugal e se se concretizar aquilo que eu acho que vai se concretizar, que é a passagem definitivamente agora para aquela fase regular, já não se chama fase de grupos, quer da Liga Europa, quer da Conference League, eu acho que mais do que terem como objetivo fazerem pontos, ganharem aqueles jogos, passarem à fase seguinte, é mesmo serem candidatos à conquista da Liga Europa e da Conference League.
João Castro.
Olha, nota 17 para o Braga e para o Benfica, seis pontos para Portugal no ranking, acho importante. E aqui também uma nota de destaque, notas ex para o Sporting, que agora foi considerada a equipa mais valiosa de Portugal.
Está feita esta edição de E o Campeão É. Estamos de regresso durante o fim de semana.