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Bruno Roseira, editor de desporto do Observador. É assim como diz Fernando Santos que, para já, ainda assim manifesta essa confiança num bom desempenho da seleção portuguesa, ainda que a palavra respeito esteja também muito presente aqui nesta primeira reação do selecionador nacional.
Sim, era o que se esperava, sendo que se percebe também no discurso de Fernando Santos que a grande preocupação dele nesta altura não é propriamente os adversários, até porque ele sabe que Portugal em condições normais tem todas as condições para ganhar os jogos do grupo, mas sim o sorteio que vai existir agora dos jogos. Ou seja, saber se Portugal começa na Sérvia, começa na Irlanda, quando é que faz a viagem ao Azerbaijão, que é a viagem mais longa que terá pela frente. Portugal nesta altura está a ligar mais aos pormenores para garantir que o macro fica resolvido, ou seja, que em campo consegue fazer prevalecer a sua superioridade. Olhando para o sorteio, eu diria que, ao contrário do que aconteceu, por exemplo, na fase final do Campeonato da Europa, onde Portugal vai cruzar logo com a França e com a Alemanha, neste caso em específico, Portugal acabou por ter um sorteio muito simpático, digamos assim, não só em termos históricos, mas também em termos de avaliação que se percebeu nos últimos confrontos que houve entre estas seleções.
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