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Seguimos nos próximos minutos para os Estados Unidos da América. Vamos estar na conversa com José Costa, do Núcleo do Sporting de Hartford, em Connecticut. Muito boa tarde aí nos Estados Unidos da América. Como é que está a ser este festejo do Sporting?
Está a correr às mil maravilhas. Já festejaramos no Clube Português, que é onde nós temos o nosso núcleo, e já demos uma volta pela cidade. Está tudo a correr pelo melhor.
Mas como é que se faz a festa por aí?
A festa está-se a fazer bem, a correr as ruas, a beber, a comer, mas vamos fazer outro dia, talvez domingo. Agora vamos ver se há disponibilidade para fazermos domingo lá no Clube Português.
Para a Taça de Portugal, nesse caso. Mas hoje como é que foi aí no núcleo do Sporting? Como é que foi o dia? Houve um dia especial, refeições especiais, muita gente?
Não, porque ao nível das refeições, nós temos lá um rumo, que o Clube Português nos cedeu já há muitos anos. E o Clube Português tem o restaurante, mas nós nisso não interferimos na cozinha, mas agora para domingo já vamos organizar para os sócios do núcleo que queiram lá ir almoçar. Já vamos fazer isso, ver se há disponibilidade no salão ou no rumo do restaurante.
José Costa, isto de ter o núcleo do Sporting do outro lado do planeta, nos Estados Unidos da América, é acompanhar o clube do coração à distância. Costuma vir a Portugal ver o Sporting? Quando é que foi a última vez que viu o Sporting ao vivo?
Eu ano passado. Eu todos os anos vou a Portugal e cada vez que eu vou tento sempre ir ver um jogo ou dois ao Alvalade. Também as férias não são muito tempo. Ano passado fui à altura, fui ver a final da Taça no Jamor com o Porto. Fui assim nesta altura em maio. Este ano estou a pensar ir lá para os fins de agosto.
Mas então, diga-me uma coisa, ainda não chegou a ver ao vivo esta equipa campeã?
Este ano não, esta época ao vivo não. Vi ano passado só a final da Taça de Portugal. São praticamente os mesmos, falta lá só um ou dois.
É verdade. E como é que é acompanhar o clube bicampeão, este momento histórico à distância do epicentro deste acontecimento?
É uma coisa fora de série, porque até eu como presidente do núcleo, que já estou há volta de 10 anos como presidente do núcleo, e às vezes boto-me a pensar: eu sou o presidente mais titulado, se calhar, do núcleo. Já ganhei mais títulos do que qualquer outro presidente que lá estivera.
Há quanto tempo é que esse núcleo existe?
O núcleo já festejou 50 anos.
Muito bem.
Por isso, nenhum presidente do núcleo foi bicampeão.
É verdade.
A festa dos 50 anos é sempre pelo mês de março, este ano foi os 51, por isso estamos a correr para os 52 e eu sou o único presidente que sou bicampeão do núcleo.
José Costa, diga-me uma coisa, olhando para esta equipa, há alguma figura de destaque para si? Algum nome a destacar, seja treinador, seja jogador, seja dirigente?
A nível de jogadores, há dois jogadores que me marcam muito, que é o Jokers e o Mortan, o capitão. O Mortan dá tudo dentro do campo. É um homem que surpreendeu muito, que eu acho que na época está no Sporting. Foi-se embora o patrão, o Colates, mas o Sporting ficou com outro patrão, como capitão. É um bravo leão. E o Jokers, como toda a gente sabe, é o homem que marca, que decide, corre, não descansa. É um verdadeiro leão. E pronto, o treinador para mim fez um bom trabalho desde que chegou, não perdeu jogo nenhum. Com muitas lesões, lá foi remendando. E acho que o nosso presidente está a fazer um bom trabalho. Eu sempre o apoiei, já tive o privilégio de estar aqui com ele nos Estados Unidos e merece todo o respeito por mim e estou sempre pronto para o apoiar, porque ele está a fazer um digno trabalho.
José Costa, muito obrigado por ter estado conosco no Clube Sporting, em Hartford, também em festa e também a festejar esta conquista. Muitos parabéns.
Muito obrigado, é sempre um prazer. Todos os anos a Rádio Observador também contacta. E a gente até gostaria que vocês um dia viessem cá fazer uma cobertura à festa, que é em março, que é uma festa que junta sempre 200 e tal pessoas no salão