Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
E esta manhã quero apresentar-vos não o primeiro, mas o segundo maior fã de Quim Barreiros, do Quim.
Porque o fã número um é o Ruizinho Pé na Cova. O Ruizinho também é máquina. Porque o Ruizinho, que eu contasse, já contei três tatuagens do Quim, e eu ainda só tenho uma. Portanto, o Ruizinho já me passou, é o fã número um do Quim Barreiros a nível mundial. Eu sou o fã número dois.
O fã número dois a nível mundial, Quim Barreiros, está apresentado. Mas como é que isto tudo começou?
Desde pequenino, adoro o Quim. A minha avó era uma grande fã do Quim. Eu não me lembro de existir sem ser fã do Quim. Adoro o Quim Barreiros. É o meu mestre. E sou-lhe grato por toda a vida e no dia que ele se reformar, é dos dias mais tristes da minha vida.
Que engraçado. Estamos a ouvir João Cassoylas, tem 19 anos, é de Vendas Novas. Isto com o Quim é um amor tão sério, que levou à tal tatuagem.
Esta tatuagem está aqui, não é só uma tatuagem. Isto é um símbolo de uma vida, porque isto está aqui a minha infância e, portanto, o meu fanatismo pelo Quim Barreiros. E pra gente fazer uma tatuagem, fazer uma coisa no nosso corpo, não é uma coisa que se faça assim. Não, tem que ser com um grande artista, com um grande profissional. E eu encontrei o Rodrigo Prado, em Vendas Novas, um grande tatuador. Ele é do Brasil, um cara porreiro. Assim que eu lhe falei deste projeto de fazer a tatuagem do Quim: "João, conta comigo, conta lá, mano" em brasileiro. Fui lá, estivemos quatro horas a fazer a tatuagem.
E ficou uma bela tatuagem, recomendo.
Bela publicidade ao Rodrigo Prado.
Um grande artista, João Cassoylas dedica assim todo o tempo que tem ao ídolo, ao Quim, ao contrário do chef Olivier, que não tem tempo pra nada.
Não leio nada.
Nada?
Nada, não leio nada. É o dia a dia.
Mas tem tempo pra ler?
Não leio nada. Se mandas uma mensagem com mais de 10 linhas, eu só leio as três primeiras. Portanto, agora vê.
Agora pensa.
Nem computador tenho, e-mails nem leio. Portanto, está bem.
Mas como assim?
Porque não tenho tempo, não gosto e não tenho paciência. Nem sei mexer no computador.
Pensei que ele ia dizer: "Não sei ler".
Ler?
Vai perdendo o hábito.
São só ceitas.
Mas lá porque não lê, isto não quer dizer que ele não saiba tudo o que se passa.
Eu controlo tudo. Nada passa sem eu saber o que está se a passar e está se a fazer, e sou crítico e tento fazer tudo. Agora, não dá pra estar a vida a receber e-mails, já uso WhatsApps. Eu tenho dias em que faço 90 chamadas e tenho conversações com mais de 90 pessoas, portanto, mais os restaurantes, mais as pessoas, mais os filhos, mais o cão, mais não sei o quê, portanto, é muita coisa.
Mas é tudo oral.
Mas isso é uma fantasia, o cão não manda mensagem.
Não, é tudo oral, funciona à base da comunicação direta.
Sim, é melhor do que estar aqui olhar pro teu celular. Olivier tem muita razão. Não há tempo pra tudo, todos nós sabemos disto. É mais ou menos a inquietação desta designer gráfica, I mean, kind of.
Malta, dá pra parar de fazerem reels a mostrar que o design é tipo effortless? Que é superfácil fazer um branding? Não, porque é assim, eu vejo imensos reels de designers gráficos, eu sou designer gráfica, portanto, I can relate. Mas eu vejo vocês a fazerem reels, a chegarem a coffee shops todas trendy, com as roupinhas trendy, os penteados trendy, tudo trendy. E vocês vão pro computador dizer como eu fiz um branding em 40 minutos.
Ela tem razão. Isto não é nada trendy.