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Atualizar a informação. Notícias das 16 horas com José Rafael Lopes. José, mais de duas centenas de figuras da área política não socialista lançaram uma carta aberta de apoio a António José Seguro.
Elogiam o candidato presidencial pela moderação e sublinham que André Ventura não os representa na segunda volta das eleições presidenciais. Numa carta intitulada "Não Socialistas por Seguro", 250 personalidades lembram que, apesar de também haver uma segunda volta, as eleições deste ano não poderiam ser mais diferentes das de 1986. Consideram que não estão frente a frente um candidato de centro-esquerda e outro de centro-direita, mas sim, um nome de centro-esquerda e outro de direitas radicais. Entre os signatários, constam nomes como o do advogado Adolfo Mesquita Nunes e os antigos ministros António Capucho, Miguel Poiares Maduro e Arlindo Cunha, mas também a antiga vereadora da Câmara de Lisboa, Filipa Roseta, o historiador José Pacheco Pereira e os escritores Miguel Esteves Cardoso, Henrique Raposo e Pedro Mexia. Esta carta aberta continua a recolher apoios online e já conta com mais de 750 assinaturas.
Quem também apoia António José Seguro é Pedro Duarte, que afirma que Portugal vai ficar em boas mãos se o candidato apoiado pelo PS for eleito presidente da República.
O presidente da Câmara Municipal do Porto e ex-ministro do governo da AD foi dos primeiros a manifestar apoio a António José Seguro, depois de conhecidos os resultados da primeira volta. Hoje juntou-se ao candidato apoiado pelo PS numa ação de pré-campanha no Porto. Estiveram a visitar o regime dos bombeiros sapadores. Pedro Duarte, aí, justificou este apoio público a António José Seguro.
Continuo a ter as mesmas convicções, a minha posição é conhecida e é muito convicta, se me permitem. Não tenho qualquer hesitação a esse respeito. Acho que nós temos que ter, e se calhar a vida pública, a vida política portuguesa precisa disso, todos termos a tranquilidade, a serenidade de olhar para o interesse nacional, independentemente de posicionamentos mais ideológicos, por vezes, mais partidários, mais segmentados. Para mim, não há qualquer dúvida, não tenho qualquer momento de hesitação e acho que Portugal ficará certamente em muito boas mãos se tiver o doutor António José Seguro como presidente da República.
Perante estes elogios, António José Seguro agradece.
Tem um peso muito especial. Conheço o doutor Pedro Duarte há muitos anos, tenho uma estima e um apreço muito grande por ele, em termos pessoais e em termos políticos, e, portanto, a sua opção é uma opção que decorreu sempre de convicções. Primeiro apoiando, naturalmente, o candidato que ele considerava que estava em melhores condições, mas também prova que as pessoas inteligentes não se deixam dividir por questões secundárias e estão convergentes no essencial.
Confrontado com a sondagem ontem conhecida, que atribui 70% das intenções de voto a António José Seguro, o candidato apoiado pelo PS avisa que nada está ganho.
E a Comissão Nacional do PS aprovou o agendamento das eleições diretas para o cargo de secretário-geral para 13 e 14 de março.
Foi também aprovada a data para o 25º Congresso Nacional do Partido Socialista. Vai acontecer entre 27 e 29 de março, em Viseu. As datas foram aprovadas por unanimidade na reunião desta manhã, em Lisboa, da Comissão Nacional do PS. Declaração feita pelo presidente do partido, Carlos César, que sublinha que o Congresso Nacional marca um período de reorganização interna do Partido Socialista. Sobre a apresentação de candidaturas ao cargo de secretário-geral, o prazo termina a 26 de fevereiro. Para já, é certo que José Luís Carneiro vai recandidatar-se à liderança do partido.
Na atualidade internacional, já chegou ao fim o segundo dia de conversações entre representantes ucranianos e russos em Abu Dhabi, à procura de um acordo de paz para a Ucrânia.
Esta reunião tripartida está a decorrer com mediação norte-americana e, para já, sem resultados revelados por ambas as partes. Nem a Ucrânia, nem a Rússia dizem nada sobre o que esteve em cima da mesa, mas admitem retomar o diálogo nos próximos dias. Do lado russo, a agência TASS diz que, por hoje, as conversações encerraram e que a delegação russa já regressou ao hotel onde está instalada. Do lado ucraniano, a única informação é que a conversa de quase três horas à porta fechada resultou numa conversa construtiva e positiva, sem entrar em grandes detalhes. Este foi o segundo dia de reunião em Abu Dhabi. O Donbass continua a ser o maior obstáculo para se chegar a um entendimento para um acordo de paz na Ucrânia.
E o Benfica emitiu um comunicado a explicar que deu autorização para a entrada de mais de uma centena de adeptos no clube para uma reunião espontânea com os jogadores e membros da direção.
Este grupo de adeptos foi convidado a entrar no Seixal pelo diretor-geral Mário Branco, que promoveu esse encontro com Simón Sabrosa, o treinador José Mourinho e os capitães da equipe de futebol do Benfica. O clube encarnado fala numa conversa cordial e respeitosa com os representantes do grupo. Os esclarecimentos surgem depois dessa entrada de mais de uma centena de adeptos no centro de treinos do Seixal. Estiveram mais de meia hora dentro das instalações do Clube da Luz. Acabaram por sair após esse encontro, mais tarde revelado pelo Benfica, de forma pacífica.
E continuamos no desporto. Portugal venceu a Itália por 6x2 no Europeu de futsal.
Entrada a vencer da Seleção Nacional na primeira jornada do grupo D deste Campeonato da Europa de Futsal. Portugal até esteve a perder com a Itália, mas conseguiu a reviravolta em pouco tempo. A partir daí, a Seleção Nacional dominou a partida e terminou o jogo com esse resultado favorável de 6x2 no marcador. Diogo Santos marcou dois gols para Portugal, também Cuti marcou dois gols pela Seleção Nacional e Rúben Goes e Bruno Coelho marcaram também neste encontro da seleção portuguesa. Após a entrada vitoriosa no Europeu de Futsal, Portugal volta a entrar em ação na terça-feira, joga com a Hungria.