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À lei laboral. Jornal das 11, com a edição da Diana Rosa e começamos com a Liga dos Campeões. Está na final. Paris Saint-Germain empatou esta noite em casa do Bayern de Munique e vai defrontar o Arsenal na final da competição.

A equipa francesa esteve a ganhar por 1 x 0 durante quase toda a partida. O Bayern acabou por empatar nos minutos finais, mas não foi suficiente. O PSG já vinha em vantagem do jogo anterior e acabou mesmo por carimbar a presença na final. Já de olhos postos nesse jogo, o atleta português do PSG, João Neves, diz que a partida se vai decidir nos detalhes.

Vai ser muito difícil, é um jogo da final. O futebol às vezes é injusto, é justo. Podemos jogar melhor, podemos jogar pior e podemos ganhar ou perder. Vai ser nos detalhes e é para isso que nos vamos preparar, vamos concentrar. Eu acho que vai ser nos detalhes. Não é 100% seguro, porque futebol é assim, ganha a melhor equipa, mas ganha aquela que quer mais, aquela que nos detalhes concretiza mais e que ganha mais.

João Neves, em declarações à Sport TV. A final da Champions, Filipa, vai ter lugar na Puskás Aréna, em Budapeste, dia 30, às 17h.

José Luís Carneiro acusa o primeiro-ministro de falhar na saúde, afirma que pior era impossível.

O líder do PS acusa Luís Montenegro de ser o responsável por manter em funções uma ministra que perdeu há muito a autoridade política. José Luís Carneiro considera que o primeiro-ministro falhou de forma clara, inequívoca e em relação à promessa que fez aos portugueses quando garantiu em seis meses encontrar um plano de ação para responder à saúde. O secretário-geral do PS sublinha que os problemas não só não foram resolvidos, como, pelo contrário, agravaram. Foram declarações à margem da Gala da Liberdade, que decorre hoje no Barreiro, distrito de Setúbal.

E Luís Montenegro promete lutar contra o que diz ser a intransigência no que toca à lei laboral.

O primeiro-ministro diz que o governo não vai desistir nem ficar refém do que considera imobilismo, promessa feita no discurso dos 52 anos do PSD, onde Miguel Gato esteve também presente. Marcelo Rebelo de Sousa. Vamos ouvir Miguel Gato, jornalista do Observador, que esteve a acompanhar estes 52 anos do PSD, onde ouvimos as promessas de Luís Montenegro e também esteve presente Marcelo Rebelo de Sousa.

Depois de 10 anos na Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa regressou a um evento do PSD.

Estamos aqui hoje para, em simultâneo, homenagear a nossa querida Conceição e recordar a fundação de uma casa a que ela esteve ligada desde o início.

O antigo presidente da República marcou presença num evento que juntou o aniversário número 52 do partido a uma homenagem a Conceição Monteiro, militante número dois do PSD, e fez um discurso sem mensagens políticas. A seguir, falou Luís Montenegro, que diz contar com Marcelo daqui para a frente.

Quero dizer-lhe que é com todo o afeto e também com gratidão por tudo aquilo que tem feito e fez na presidência, que nós, na sua casa, na sua família, o tornamos a acolher. Não podemos expressar as suas opiniões, porque há esse compromisso, mas podemos contar consigo e vamos contar consigo.

O presidente do PSD promete honrar o passado do partido, nomeadamente os dois principais convidados.

Cara Conceição, caro Marcelo, vamos continuar a governar exatamente fiéis a este princípio.

E numa altura em que o governo tenta fazer mudanças em várias frentes, com a reforma laboral ainda como tema quente, Luís Montenegro deixa ainda uma garantia.

Sendo este também um governo de concertação, é um governo que obviamente não vai desistir. Nós já demos muitas mostras de cedência. O que não podemos é ficar reféns da intransigência ou ficar reféns do imobilismo.

A promessa deixada por Luís Montenegro no aniversário do PSD, que contou com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa.

E Luís Montenegro assegura que vai continuar concentrado e focado em dar ao país mais instrumentos para o que entende ser um país produtivo e competitivo.

E o Chega vai insistir na redução da idade da reforma.

No entanto, André Ventura já ensaia uma mudança de discurso para que esta não seja, afinal, uma questão decisiva para dar luz verde à lei laboral. Mas o debate sobre a medida é para ser feito.

É legítimo, já discordámos no passado, certamente que discordaremos no futuro, em muitas matérias. Eu só vos posso dizer, enquanto presidente do Chega, aquilo que eu acho que é o caminho que devemos fazer, independentemente das posições do atual primeiro-ministro e de outros primeiros-ministros. Eu acredito que isto tem que ser levado até ao fim. Há pessoas que gostam, há os que não gostam.

É uma ideia para debate.

É uma ideia para debate e é uma ideia para avançar.

No debate de 15, disse que sem isso não havia reforma e agora disse que a questão não é votar contra.

Portanto, já têm aí a resposta, se eu disse uma coisa dessas. Mas se isto for de um impacto de 400 milhões, de 500 milhões, de mil milhões, justifica perfeitamente o que estamos a fazer pelos portugueses.

Já sobre a revisão constitucional que vai apresentar amanhã, André Ventura admite deixar cair medidas mais polémicas.

Algumas, que eu tenho pouca esperança que sejam aprovadas, francamente, porque sei que o país, nalguns casos, não está preparado ainda para algum tipo de mudanças, mas tenho muita esperança de que nalgumas questões de natureza jurídica, de natureza de reforma da Justiça, de natureza económica e até de direitos fundamentais, nós possamos ter uma revisão constitucional, diria eu, durante 2027. Eu acho que era importante dar o pontapé de saída e acho que era importante que outros aceitassem participar. Já sabemos que vão aceitar participar. Acho que temos agora todas as condições. Deixe-me só dizer isto: o Partido Socialista não aceitará, face a todos os outros que já disseram que vão participar, o Partido Socialista não poderá dar-se ao luxo de ficar de fora.

André Ventura vai insistir na prisão perpétua ou na redução do número de deputados, mas não vê os temas como uma linha vermelha.

E o Partido Socialista acusou o Chega de destruir as escolas e gerou-se um momento de tensão no Parlamento.

Foi durante a reunião plenária da Assembleia da República. Porfírio Silva, do PS, sublinha o que diz serem os maus exemplos do Chega dados aos alunos com gritarias e indisciplina, por exemplo, na Assembleia da República. Marta Caramelo Nobre.

Depois da resposta do deputado do Chega Rui Cardoso, que acusou os socialistas de não terem propostas para combater o aumento da violência nas escolas, o deputado Porfírio Silva relembra a proposta apresentada pelo partido e culpa o Chega de dar o exemplo de violência.

Uma parte dos problemas que nós temos na sociedade são os maus exemplos, são as gritarias, são a indisciplina, é a violência na relação entre as pessoas. E nessa matéria, o senhor deputado é mestre.

Clima de agitação na bancada do Chega e Porfírio Silva aproveita para dar o recado.

É isso. É esse o exemplo que os senhores dão às escolas. É esse o exemplo que os senhores dão às escolas. É isso mesmo! É por isso que os senhores são os destruidores das escolas.

Mais tarde, o líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, pediu a defesa da honra da bancada.

Eu não posso permitir, senhor presidente, que o senhor deputado Porfírio Silva tenha, não insinuado, mas dito mesmo, que a culpa da violência das escolas é dos deputados do Chega.

E devolve as críticas ao Partido Socialista.

Senhor deputado, a culpa da violência das escolas não é desta bancada parlamentar, é da inação do Partido Socialista. Durante anos, esqueceram a escola pública, senhor deputado.

Na resposta, Porfírio Silva deixa um aviso.

Eu não sou fácil de intimidar, nem com berraria, mesmo que seja de um líder parlamentar.

Foi um momento de tensão entre PS e Chega na sessão plenária do Parlamento esta tarde.

Oito minutos para as 11h. Diana, vamos à informação local.

Os serviços do Centro de Saúde da Trofa mudaram a partir de hoje e de forma temporária para o Salão Polivalente dos Bombeiros, no âmbito das obras de requalificação do atual edifício. De acordo com a Unidade Local de Saúde do Médio Ave, a mudança foi articulada com a Câmara Municipal da Trofa, de forma a garantir a continuidade da prestação de cuidados de saúde à população. O Hospital de Aveiro vai aumentar, ter uma nova administração, é uma notícia do JN. A unidade local vai concentrar toda a atividade de ambulatório, como consultas externas e hospitais de dia, num novo edifício no espaço do antigo Estádio Mário Duarte e dos antigos armazéns da Câmara. O Conselho de Administração do hospital deverá também ser exonerado amanhã pelo governo, que vai nomear os novos responsáveis. A Câmara de Lisboa rejeitou hastear a bandeira LGBT no espaço do Conselho, no dia contra a homofobia. Foi uma proposta do Bloco de Esquerda, que contou com os votos contra da liderança da autarquia, de Carlos Moedas e também do Chega. Apesar desta rejeição, parte da proposta recebeu luz verde das restantes componentes, como a saudação à data internacional e o reconhecimento do trabalho das associações e ativistas LGBT. A Câmara Municipal do Barreiro adianta que amanhã, a partir das 9h, vai ser interrompido o abastecimento de água em algumas ruas do centro da cidade. O corte abrange as zonas da Avenida Afonso Henriques, da Rua Mozinho de Albuquerque e da Rua Dom Nuno Álvares Pereira. O fornecimento de água vai ser restabelecido por volta das 16h. Leiria, amanhã de manhã, toma posse o novo comandante dos Bombeiros Sapadores e o coordenador municipal da Proteção Civil. Para o cargo de comandante, foi designado Humberto Morgado. Já a coordenação operacional dos meios municipais fica a cargo de Ricardo Martins, técnico superior do Serviço de Proteção Civil de Leiria desde 2018. As autoridades de Santarém estão alerta para furtos com chaves falsas a residências. Desde o início do ano, pelo menos três casas foram alvo deste crime na cidade, de acordo com o jornal O Mirante, que alerta para uma especial incidência na zona do Planalto. A PSP considera que os cidadãos fechem e tranquem a porta quando saem de casa.

Notícia de fecho do Jornal das Onze.