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Boa noite, Jornal das Três, Teresa Freire. Roberto Martinez diz que, apesar do barulho em torno da seleção, a equipe está preparada para vencer o Uzbequistão. Na conferência de imprensa da antevisão à segunda jornada do Campeonato do Mundo, o selecionador português assumiu que o empate com o Congo foi um gatilho importante para o grupo português.
O foco no balneário é mostrar responsabilidade, mostrar atitude, ter tudo aquilo que um jogador na seleção precisa e querer autocrítica para melhorar e estar pronto. E é isso que percebo no balneário. Estamos focados, estamos muito fortes e posso dizer que agora o grupo está mais unido que antes de chegar ao Mundial. É um processo, são já 22 dias de trabalho e o barulho não entra no balneário, posso dizer isso.
Sobre o Uzbequistão, Roberto Martinez diz que espera um adversário difícil e que é importante entrar bem no jogo.
O Uzbequistão é uma equipe que conhecemos bem. Também durante a fase de apuramento tivemos jogos com equipes semelhantes ao Uzbequistão. Respeitamos muito o adversário, mas amanhã é o que nós podemos fazer, como que nós podemos ter o desempenho dos primeiros 20 minutos no primeiro jogo durante os 90 minutos, e é aí onde o foco do desempenho está, no adversário.
Destaques da conferência de imprensa de Roberto Martinez. Portugal joga esta terça-feira frente ao Uzbequistão, às 18h. E João Cancelo diz que chegou o momento dos jogadores de Portugal mostrarem a qualidade que têm. Na conferência de imprensa, em véspera do jogo com o Uzbequistão, João Cancelo explicou que os grandes jogadores têm de demonstrar a qualidade no relvado.
Dentro do grupo está um ambiente muito bom. Acho que só no dia a seguir ao jogo estivemos um bocado cabisbaixos, porque toda a gente estava desiludida com o jogo que fizemos e com razão, porque definitivamente éramos favoritos e tínhamos muita vontade de entrar com o pé direito neste mundial, mas acho que dentro do grupo, a partir do segundo dia após o jogo, acho que a atitude dos jogadores e do grupo foi excelente. Temos um grupo fantástico e eu acho que nestes momentos difíceis é quando os grandes jogadores têm que responder.
João Cancelo, que disse também que considera injustas algumas críticas que foram feitas.
Claro que acaba nos sempre por chegar algumas coisas, muitas vezes de maneira injusta. Nós sabemos aquilo que fizemos mal no primeiro jogo, sabemos que falhamos. Tínhamos quase a obrigação de ganhar, mas não foi possível. E nós queremos tanto dar alegrias ao Portugal e aos portugueses. Esta semana de trabalhos foi muito importante, porque vi todos os jogadores motivados, vi todos os jogadores com vontade de dar uma resposta.
João Cancelo, em conferência de imprensa, garantiu também a vontade para vencer já nesta segunda jornada do Mundial, frente ao Uzbequistão. Destaque ainda para os dois jogos mais recentes deste Mundial, ambos do grupo I. A Noruega venceu o Senegal por três bolas a duas, uma partida que acabou há instantes. Já a França, um pouco antes, venceu ao Iraque por três bolas a zero. Passamos à atualidade nacional. Sobre a reforma laboral, André Ventura diz que o primeiro-ministro desautorizou a ministra do Trabalho no que toca à idade da reforma. Em entrevista à CMTV, o líder do Chega afirma que a ministra Maria do Rosário da Palma Ramalho admitiu uma eventual descida da idade da reforma para trabalhadores por turnos.
A senhora ministra do Trabalho, acho que não cometo nenhuma inconfidência, aliás, foi uma das razões pela qual a negociação avançou, assumiu que entre as várias coisas que estava a negociar com o Chega, havia a descida da idade da reforma para os 65 anos ou 40 de descontos para os trabalhadores por turnos, que tivessem uma longa carreira contributiva por turnos. Mas depois o primeiro-ministro desautorizou a ministra do Trabalho e disse que, afinal, aquilo que se tinha dito ao Chega já não podia ser feito.
André Ventura, o líder do Chega, em entrevista à CMTV esta noite. Já o PCP diz que o governo não aprendeu a lição com o chumbo da reforma laboral. O secretário-geral do Partido Comunista participou esta segunda-feira numa marcha em Lisboa, convocada pelo partido, para assinalar o chumbo da proposta laboral no Parlamento. Em declarações aos jornalistas, Paulo Raimundo diz que o governo começou a cavar uma derrota social e política com a legislação laboral.
Pena o governo não ter aprendido com a lição. E, portanto, se o governo insistir, de forma em bloco ou às fatias, com o pacote laboral, vai ter o mesmo desfecho que teve durante este último processo. Começou a cavar a sua derrota social e política com o pacote laboral. Se quiserem insistir, vai abrir ainda mais o buraco.
Paulo Raimundo, esta segunda-feira à tarde, em Lisboa, numa manifestação contra o pacote laboral. E o Bloco de Esquerda pede a saída da ministra do Trabalho, uma exigência de José Manuel Pureza, depois de uma audiência com o presidente da República esta segunda-feira à tarde. O líder bloquista reage assim ao anúncio de Maria do Rosário Palma Ramalho, que no Congresso do PSD deixou claro que ainda não desistiu de aprovar a reforma do Código do Trabalho.
Uma ministra que apostou tudo, com o patrocínio do primeiro-ministro, em fazer do pacote laboral o seu legado ao país, diante da derrota, que já era uma derrota face aos sindicatos, que já era uma derrota face à opinião pública, acrescenta uma derrota face ao Parlamento, não tem outra alternativa senão procurar outro trabalho.
José Manuel Pureza, no Palácio de Belém, depois do encontro com o presidente da República O ministro da presidência considera que a imigração está hoje controlada. É a reação aos dados divulgados nesta segunda-feira sobre os residentes em Portugal pelo Instituto Nacional de Estatística, que mostram que Portugal tem mais de 11 milhões de cidadãos, tendo em conta que 1,5 milhão são estrangeiros. António Leitão Amaro afirma que o controle migratório está a produzir efeitos e defende que sem as alterações introduzidas em 2024, o peso da população imigrante poderia ser superior.
O governo não governou na imigração com base em percepções. O governo mudou políticas porque eram necessárias, porque a imigração estava descontrolada e esta mudança de política resultou. Hoje, a imigração estabilizou, a economia continua a ter acesso à mão de obra. As portas não estão já nem escancaradas, nem todas fechadas.
António Leitão Amaro, que defende que antes dessas medidas, a imigração estava descontrolada. E na atualidade internacional, Donald Trump diz que apesar de o Irão ter um presidente, ninguém quer assumir o cargo no país. Masoud Pezeshkian é presidente do Irão desde 2024, nunca renunciou às funções. Esta segunda-feira, numa conversa com os jornalistas na Sala Oval, Donald Trump voltou a afirmar que a primeira e a segunda vagas de liderança iraniana desapareceram.
Eu ouço dizer: "Eles estão em ótima forma". Não, já se foram. E o primeiro nível de líder deles também já se foi. O segundo nível de líder deles já se foi. Quem é que quer ser presidente? Eu não quero. Ninguém quer ser presidente. E depois temos de ler que eles estão muito bem. Estão muito mal. Entretanto, estamos a bater recordes. Temos a economia mais forte que já tivemos.
Donald Trump em declarações aos jornalistas na Sala Oval. Quanto às negociações, Donald Trump reiterou que estão a ser fantásticas. Já sobre o estreito de Ormuz, o presidente norte-americano diz que está totalmente aberto e assegura que nunca saiu tanto petróleo pelo canal. Ponto final neste jornal das 03:00 a.m. A informação está de volta às 03:30.