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Numa assembleia, o presidente em questão proferiu algumas palavras que poderão consubstanciar ou não crime. Alguns deputados insurgiram-se quanto às palavras proferidas em relação à etnia em apreço. Eu, na assembleia a seguir, solicitei que a Mesa da Assembleia extraísse a certidão da ata e enviasse para o Ministério Público para averiguação. A Mesa da Assembleia não anuiu e tendo eu feito isso, fiz um pedido de averiguação ao Ministério Público e no mesmo dia comuniquei à Assembleia Municipal que tinha feito esse pedido de averiguação.
Qual foi a reação do presidente da Câmara de Albufeira quando soube desse seu pedido de averiguação?
A reação ocorreu há duas assembleias atrás, quando no decorrer da assembleia, que é transmitida via YouTube, o mesmo afirmou que o meu problema seria resolvido pela via judicial, uma vez que o mesmo já tinha feito uma queixa-crime de difamação agravada contra mim.
Que passos espera ver dados a seguir em relação a este processo?
Em relação a este processo, que os órgãos próprios fiscalizem, averigúem e se efetivamente constitui crime da parte do presidente ou crime da minha parte, que as instituições trabalhem e façam o seu papel.
Este pedido de averiguação que fez foi em que altura?
Foi, se não me falha a memória, em meados de dezembro, porque a assembleia, se não me falha a memória, ocorreu a 26 de novembro e foi em meados de dezembro.
Em meados de dezembro fez então este pedido de averiguação ao Ministério Público.
Sim.